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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Novelas: péssimo alimento para a mente

A liberdade de expressão passa por desvios escabrosos no mundo moderno. Enquanto em países como a Venezuela se lacram canais de televisão, aqui entre nós a disputa de audiência coloca no ar uma libertinagem que agride a família brasileira. A devassidão está escancarada nas novelas, que são apresentadas em horário nobre e penetram nos lares para espanto de pais, esposas e crianças, em todo o país. E nelas, o que se vê?

Famílias desconstituídas e a banalidade dos encontros fortuitos, as traições como hábito comum dos casais. A fidelidade morreu. A mulher se transformou em objeto. Aqui, em cena de café da manhã, a filha sai do quarto com o namorado e se assenta à mesa, na mais absoluta naturalidade. Ali, na outra cena, amigas planejam outro lance de traição e torpeza.

A rigor, todos os personagens são levianos, ninguém trabalha, e é isso que destoa da realidade brasileira. O Brasil não é isso. Essa não é a verdade do nosso povo e da nossa civilização. Nisso, a novela presta um desserviço à nacionalidade, até porque, sendo bem feita como é, a peça vai correr mundo e mostrar uma imagem deformada da mulher brasileira que, na verdade, é uma trabalhadora voraz, competente, dedicada, que cresce a olhos vistos no campo da produção e, à noite, volta para casa, para conduzir com dignidade o lar, que é seu esteio e seu templo de repouso.

Não se trata, como pode parecer, de rasurar, na sua essência, a liberdade de expressão. Nada disso. É uma questão de cidadania. É uma questão de civilização. É uma questão da televisão brasileira.

Fonte: Rádio Jovem Pan

(Para fazer o download do arquivo no site da Jovem Pan é só clicar com o botão direito do mouse e escolher "salvar destino como").

"Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam casavam-se e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca. E não o perceberam, até que veio o dilúvio e os levou a todos, assim será, também, a vinda do Filho do homem" (Mt 24:38 e 39).



PR. SÉRGIO SANTELI


Bacharel em Teologia, mestrando em Teologia pelo Unasp e Pastor em São Paulo.

Editor do Blog Minuto Profético

Como perder peso e manter a forma

A revista Veja desta semana trata da importância de se adotar um estilo de vida saudável para que se possa perder peso e manter a silhueta, com saúde. Segundo a reportagem de capa, "o problema é manter o novo peso por um longo período - de preferência, para o resto da vida. Nas últimas duas décadas, especialistas de diversos centros de pesquisa no mundo têm se dedicado a estudar o que fazem os 20% dos homens e mulheres que, como Daniela, conseguem escapar do famigerado efeito sanfona. A constatação é que os magros para sempre seguem uma rotina férrea". A metéria prossegue: "Maior estudo já realizado sobre o assunto, o 'National weight control registry' (NWCR) é uma força-tarefa criada em 1994 por médicos das universidades Brown e do Colorado, nos Estados Unidos. Atualmente, os pesquisadores acompanham 5.000 ex-obesos que perderam, no mínimo, 13 quilos e que preservam o novo peso há pelo menos um ano. ... Os participantes do NWCR cultivam as mesmas estratégias para manter o peso. Praticar uma hora de atividade física diariamente, tomar café da manhã todos os dias, fazer a maior parte das refeições em casa, não sair da linha nos fins de semana e pesar-se regularmente são algumas delas. 'É um esforço e tanto, porque a vida moderna conspira contra os hábitos de vida saudáveis', diz o endocrinologista Walmir Coutinho, presidente eleito da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade. (...)

"Um dos fatores fundamentais para a manutenção do peso é a prática regular de exercícios físicos. Durante a fase de perda de peso, para a maioria das pessoas é mais fácil reduzir o número de calorias ingeridas do que queimar o excesso suando na esteira da academia, durante uma ou duas horas. Além disso, quem começa a praticar atividade física para perder peso tende a comer mais, recuperando parte ou mesmo todas as calorias queimadas no exercício. Um estudo publicado em 2009 na revista científica Plos One acompanhou um grupo de 460 mulheres gordinhas, sem o hábito de fazer exercício físico. Divididas em dois grupos, algumas começaram a fazer ginástica e outras se mantiveram sedentárias. Nenhuma delas alterou os hábitos alimentares. Ao final, constatou-se que a perda de peso nos dois grupos fora praticamente a mesma. Na fase da manutenção do peso adequado, a história é outra. A longo prazo, é muito mais difícil cortar calorias no prato do que queimá-las na esteira. Cerca de 90% das pessoas que se livram do efeito sanfona praticam exercícios físicos todos os dias. Os voluntários do estudo americano, por exemplo, veem apenas oito horas, em média, de televisão por semana - contra as 28 horas semanais da média americana. 'Essas pessoas não são necessariamente viciadas em ginástica, mas incorporaram a atividade física à sua rotina', diz James Hill, um dos organizadores do NWCR. A chave é encarar a ginástica como um hábito tão imprescindível quanto escovar os dentes ou tomar banho. A vantagem da atividade física é que ela não só queima as calorias necessárias para fechar a operação matemática do dia como tem o efeito de aumentar o metabolismo de repouso até o dia seguinte - quer dizer, ainda que a pessoa faça exercícios em dias alternados, ela ganha um bônus de calorias para consumir no dia sem ginástica." (...)

Em seguida, a reportagem menciona que uns 15% das pessoas têm genética favorável à manutenção do peso ideal, mas adverte: a manifestação dos genes depende muito dos hábitos de vida.

"Além do clássico binômio dieta e atividade física, outros dois fatores têm ganhado relevância na equação da manutenção do peso: sono reparador e controle do stress. Antes alocados numa lista de fatores que influenciam o peso de maneira secundária, o sono e o stress subiram de categoria, ficando apenas um degrau abaixo dos hábitos alimentares e dos exercícios físicos. A ciência já sabe que noites maldormidas levam a um aumento na produção de grelina, o hormônio do apetite, e à redução na síntese de leptina, responsável pela saciedade. Já o stress aumenta a liberação de cortisol, hormônio que contribui para o acúmulo de gordura visceral. A idade também é um elemento importante. Um estudo ainda inédito que mediu o gasto calórico diário de 800 mulheres atendidas no Hospital das Clínicas de São Paulo mostrou que, em repouso, as moças de 30 anos queimam 100 calorias a mais que as de 50. Assim, sem fazer nada. 'A conclusão óbvia é que não adianta uma mulher de 50 anos querer ter o mesmo peso de quando tinha 30, se mantiver os mesmos hábitos alimentares e o mesmo padrão de atividade física', diz a endocrinologista Sandra Villares, responsável pelo Laboratório de Estudos Moleculares da Obesidade da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A partir dos 30 anos, com a queda natural no ritmo do metabolismo, mulheres e homens ganham, em média, 4 quilos a cada década. Ou seja, quanto antes ocorrer a perda de peso, mais fácil será manter a silhueta alinhada. E os anos, assim, também serão menos pesados."
 
Fonte: http://saude-familia.blogspot.com/2010/02/como-perder-e-manter-o-peso-r-estilo-de.html
 

MICHELSON BORGES
É jornalista, mestrando em Teologia pelo Unasp e membro da Sociedade Criacionista Brasileira . É editor na Casa Publicadora Brasileira e autor dos livros /A História da Vida / e /Por Que Creio / (sobre criacionismo), /Nos Bastidores da Mídia / e da Série Grandes Impérios e Civilizações, composta de seis volumes. Casado com Débora Tatiane, tem duas filhas.
Editor do Blog Criacionismo

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Antes que chegue o inverno

Texto: II Timóteo 4 : 21

Introdução:

A – No texto de nossa meditação, o apóstolo Paulo, escrevendo a sua segunda carta a Timóteo, na saudação final ele diz: “Apressa-te a vir antes que chegue o inverno”.
(II Timóteo 4 : 21).

1 – Talvez, você esteja interrogando: Por que Timóteo deveria ter pressa para chegar antes que chegasse o inverno? A importância do verso aumenta quando entendemos a situação e circunstância que levou o apóstolo Paulo a escrever esta carta.

a) São Paulo estava em sua última prisão em Roma. Encontrava-se sozinho com Lucas, seu médico pessoal e amigo. Todos os demais já haviam ido. Vários já haviam morrido. Outros estavam presos. Um, por nome Demas, já havia apostatado da fé.
b) O apóstolo Paulo estava abandonado, em cadeias na prisão Marmetina.

Ilustração: Em 1995, eu visitei aquela terrível prisão. Fica perto do Coliseu, no centro de Roma. Era considerada a mais terrível das prisões de sua época: sem luz, sem ar, úmida e paredes que filtram no inverno. Qualquer pessoa que visitar a prisão Marmetina, nunca vai esquecer o que Paulo sofreu naquele lugar.

B – O inverno se aproximava e o apóstolo Paulo sentia-se ameaçado. Quando o inverno chegasse, as viagens através do Mediterrâneo cessariam. As grandes tempestades invernais destruíam os navios frágeis. Por esse e outros motivos, muitos navios ficavam paralisados até passar o inverno.

1 – Em tal circunstância, seria quase que impossível para Timóteo chegar a Roma.
2 – Na prisão úmida, Paulo já sentia o ar frio que se aproximava.
3 – Ele iria necessitar de sua capa. Por esse motivo ele disse a Timóteo: “Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, bem como os livros, especialmente os pergaminhos”. (II Timóteo 4: 13). A vida de Paulo naquela prisão seria quase impossível sem a sua capa quente.

C – Foi por isso que S. Paulo escreveu a Timóteo: “Venha antes que chegue o inverno”.

1 – O que ele estava dizendo é que Timóteo deveria vir, enquanto havia oportunidade. Depois disto seria impossível.


I – AS OPORTUNIDADES DA VIDA

A – Existe um paralelo entre as estações do ano e as estações da vida de todo ser humano. O ano tem quatro estações que são na ordem cronológica da vida humana assim: Primavera, Verão, Outono e Inverno.

1 – PRIMAVERA – Vai de 23 de setembro a 21 de dezembro. Dependendo de cada região do mundo, é uma época temperada. Não há nem calor nem frio.

a) Na estação da vida, a primavera vai do nascimento aos 15 anos.
b) É o símbolo do melhor da vida. É o período da infância e o início da juventude. A palavra “primavera” vem do latim. Prima + vera = primeira verdade. Prima significa primeira e Vera quer dizer verdade. Primavera é, portanto, a primeira verdade da vida.
b) A primavera é o símbolo da melhor época da vida: a infância. Por esse motivo, o poeta brasileiro Casemiro de Abreu se inspirou nesta estação da vida quando escreveu:

Meus oito anos

Oh! Que saudades que eu tenho
Da aurora de minha vida,
De minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!

2 – VERAO - Estação do ano que vai de 21 de dezembro a 21 de março.

a) Na estação da vida, o verão vai dos 16 aos 35 anos.
b) É o símbolo dos prazeres. É o sinônimo da juventude.
c) Daí vieram as palavras veraneio, veranear. Significa passar o verão em folga e em festas.
(1) O filho pródigo da parábola contada por Jesus passou boa parte de sua vida veraneando, e se deu mal. Felizmente, voltou para Deus antes do inverno, enquanto havia oportunidade.

3 – OUTONO – Na estação do ano vai de 21 de março a 21 de junho.

a) Na estação da vida, o outono vai dos 36 aos 59 anos

b) A palavra “outono” significa ocaso, decadência.
c) É o primeiro passo na direção à velhice.
d) Em muitos lugares, é nesta estação que caem as folhas das árvores.

(1) É nesta estação da vida que começam a embranquecer e cair os cabelos.

4 – INVERNO – Na estação do ano, o inverno vai de 21 de junho a 23 de setembro.

a) Na estação da vida, vai dos 60 anos até a morte.
b) A idade da aposentadoria.
c) Velhice – O fim da vida.
d) Símbolo das dores e a era do “condor”.

Ilustração: Visitando o meu distrito pastoral, certa vez, eu fui confortar um irmão, de 90 anos. Perguntei: “Como vai, irmão Lusica?”. Ele respondeu: “Pastor Saraiva, para um velho como eu, não se pergunta como vai, e sim, onde é que dói. Eu estou na era do ‘condor’. Dores em todo o corpo”.

e) Para muitos, os que não aceitaram Jesus Cristo como Salvador, o inverno é o símbolo das oportunidades perdidas.

II – O INVERNO E A VIDA ESPIRITUAL

A – Estamos hoje vivendo em pleno verão das oportunidades espirituais.

1 – A porta da graça está aberta e Jesus Cristo continua chamando os pecadores para tomar uma decisão ao Seu lado.
2 – Mas é importante hoje tomar uma decisão ao lado desta mensagem que já conhecemos, antes que chegue o inverno, antes que passe a oportunidade.

B – No dia em que a porta da graça fechar, chegou o inverno e não haverá mais oportunidade.

1 – A porta da arca e da graça já fechou certa vez para os antediluvianos.

a) E em seguida chegou o inverno. Morreram porque não se decidiram e não aproveitaram a oportunidade.

C – Se você se sentiu inclinado, impressionado pelas verdades de Deus, tome uma decisão hoje, pois pode ser que o inverno de sua vida comece amanhã.

1 – “Venha antes que chegue o inverno”.

III – POR QUE ANTES DO INVERNO?

A – Sim, porque o inverno não vem meramente a terra, mas para mim, para você, para todos.

B – Tempo virá quando não mais poderemos agir e decidir.

1 – Quando todas as decisões forem feitas, a primavera ou o verão das oportunidades terá terminado.
2 – Para aqueles que não agiram conforme suas convicções, o inverno, o frio entrará em seu coração. Neste tempo o desejo de santidade morrerá, porque o inverno chegou à vida espiritual.

C – Por esse motivo procura vir antes que chegue o inverno na sua vida.

Ilustração: Moody e o jovem indeciso: “Passou a sega, findou o verão...”

O evangelista Dwight Lyman Moody, o maior evangelista do século XIX, (1837-1899), estava realizando uma série de reuniões em Chicago, nos Estados Unidos. Havia nas reuniões um jovem que tinha profundas convicções religiosas, mas não se decidia por Cristo. Moody falou pessoalmente com ele. Respondeu: “Não, pregador, agora não. Mais tarde”. Saiu e não mais voltou por uma semana às reuniões. Moody saiu a sua procura e o encontrou no terceiro andar de um edifício. Estava doente, com pneumonia. Mais uma vez Moody insistiu com ele, a fim de que desse o coração a Jesus naquele momento de doença. Respondeu: “Não, agora não. Se eu faço a minha decisão agora, as pessoas vão dizer que eu só decidi porque estava com medo de morrer... “Quando ficar bom, prometo tomar a minha decisão”. O jovem ficou curado daquela enfermidade.

Vários meses depois, Moody viu aquele jovem na rua, andando apressadamente. Novamente o grande evangelista insistiu com ele. “Agora não, estou muito atarefado. Estou comprando uma casa para mim. Tenho que arranjar bastante dinheiro para pagar meus compromissos. Depois disto, aí sim, prometo fazer a minha decisão por Cristo.

Passaram alguns anos. Moody voltou àquela cidade. Foi visitar aquele homem, pois soube que estava bastante enfermo. Havia sofrido um infarto e estava para morrer. Chegou a casa daquele moribundo, que mal podia falar. O grande conquistador de almas fez mais uma vez um apelo para ele aceitar Jesus antes de morrer. Ele, balbuciando, dizia: “Agora não, é tarde demais.”. Moody procurou mostrar para ele o caso do ladrão na cruz... Moody orou com ele. Depois ouviu o homem dizer baixinho, o texto de Jeremias 8:20: “Passou a cega, findou o verão e eu não estou salvo.”

D – Hoje é o tempo de tomar decisão.

1-Decisão por Cristo. Decisão de ser fiel. Decisão em aceitar e viver a mensagem que conhecemos.
2 – Toda pessoa precisa ter uma tomada de decisão na vida, porque ninguém passa a vida toda indeciso.

a)Lembre-se disto: A indecisão pode ser para alguns a sua decisão. Imagine uma pessoa que passou a vida inteira na indecisão e morre na indecisão. Na verdade, tal pessoa tomou uma decisão: viver e morrer na indecisão. Essa foi a sua decisão.

CONCLUSAO:

A – Sim, meus amigos, devemos lembrar de que o inverno vem e não está longe.

1 – Sendo assim, venha antes que chegue o inverno. Venha a Cristo agora.

B – Muitos de nós temos as batidas do nosso coração contadas. Respiração e dias de vida contados.

1 – Agora podemos ver, ler, ouvir, decidir e agir.

C – Agora podemos ouvir as solenes palavras de Jesus que nos diz: “Quem nEle crê não é julgado; o que não crê já está julgado; porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus”. (João 3:18).

1 – Você precisa crer em Jesus Cristo antes do inverno.
2 – Você precisa se arrepender de seus pecados antes do inverno.
3 – Você precisa tomar uma decisão antes do inverno.

Ilustração: A história conta que Napoleão perdeu a maior de suas batalhas por causa do inverno. O inverno na batalha de Waterloo, em 1815, foi crucial para Napoleão.
Exilado na ilha de Santa Helena, onde morreu, enfrentou inverno da vida.

Aplicação homilética: Muitos neste mundo haverão de ser vencidos nas batalhas da vida porque não decidiram logo.

D – É preciso decidir antes que chegue o inverno na vida física e espiritual.


ORAÇÃO: Senhor nosso Deus e Pai, nós Te rendemos graças porque a porta da salvação ainda está aberta a espera de pecadores que podem ser salvos através do sacrifício do Teu amado Filho que morreu numa cruz para termos direito a vida eterna. Queiras, Senhor, com Teu Espírito, tocar naqueles que ainda não decidiram e vivem no pecado. Em breve a porta da graça vai-se fechar, chegando o inverno espiritual na vida dos impenitentes. Abençoa os que ouviram esta mensagem, a fim de que possam tomar uma decisão antes que chegue o inverno na suas vidas física e espiritual. Nós te pedimos tudo isso em nome e por amor de Jesus. Amém!


Hinos sugeridos: H.A., 175, 168, 170


Pr. Emmanuel de Jesus Saraiva
Natural de São Luís – Ma. Formado em Teologia, Pedagogia e Letras. Autor de dois livros: “Memórias da África” e “A História do Adventismo no Maranhão”. Trabalhou como pastor em várias igrejas no Maranhão, dentre as quais a Igreja Central de São Luís. Foi departamental de Jovens e Educação nas Missões Costa Norte, Central Amazonas e Nordeste e diretor do Educandário Nordestino Adventista – ENA. Por seis anos foi missionário na África, como diretor do Seminário Adventista de Moçambique, onde lecionou várias disciplinas teológicas, dentre as quais Homilética e Oratória. Casado com a professora aposentada Nilde Fournier Saraiva. Tem duas filhas: Raquel e Léia. Trabalhou como pastor por 35 anos. Hoje, jubilado, mora em São Luís - MA e atua como Ancião da Igreja do Colégio Adventista de São Luís - CASL. 

Pensamentos do Espírito de Profecia (42) - UMA CERTEZA PARA ESTE NOVO ANO!

http://4.bp.blogspot.com/_NdQOK97Yzk4/SdPQLzcL6OI/AAAAAAAACcU/DFPKC51N1-4/s200/0614114.jpgUMA CERTEZA PARA ESTE NOVO ANO!
Esta é a lição dada a toda pessoa que começou o novo ano. Em todas as vossas preocupações temporais, em todos os vossos cuidados e ansiedades, esperai no Senhor. Não coloqueis vossa confiança em príncipes, nem nos filhos dos homens, por estarem em posições de responsabilidade. O Senhor uniu vosso coração com Ele. Se O amais e sois aceitos em Seu serviço, levai todos os vossos fardos, tanto públicos como particulares, ao Senhor, e esperai nEle. Tereis então uma experiência individual, uma convicção de Sua presença e de Sua prontidão para ouvir vossa oração por sabedoria e por instrução, que vos darão certeza e confiança na boa vontade do Senhor para socorrer-vos em vossas perplexidades. ESTE DIA COM DEUS, Pág. 80.



DANIEL SILVEIRA
Ancião da Igreja Adventista de Osório-RS. Pai do Ex-pastor Silvio Silveira (Falecido) e casado com Areli Silveira.

Igreja é Instituição Que País Mais Confia

O Congresso Nacional lidera o ranking de descrédito junto à opinião pública, mostrou a pesquisa do Instituto Sensus, encomendada pela Confederação Nacional de Transporte (CNT).

Apenas 1,1 por cento dos entrevistados confia no parlamento brasileiro, pelo estudo realizado neste mês. O governo federal, como instituição, também é mal avaliado, e recebeu a confiança de 5 por cento dos entrevistados, melhor apenas que a polícia, com 3,4 por cento, e o Congresso.

A Igreja é a instituição mais confiável para os entrevistados, com 37,2 por cento das menções, seguida pelas Forças Armadas, com 16,5 por cento, Imprensa, com 11,2 por cento, e Justiça, com 9,5 por cento.

A pesquisa revela ainda que, para 90,9 por cento dos entrevistados, a percepção da violência aumentou. O percentual dos que apóiam a redução da maioridade penal, no entanto, caiu de 88,1 por cento em dezembro de 2003 para 81,5 por cento em abril de 2007. Os brasileiros que são contrários à redução da mioridade penal passaram de 9,3 por cento para 14,3 por cento. Outro tema abordado pela pesquisa foi o aquecimento global, do qual 70,9 por cento dos entrevistados dizem ter conhecimento. Desse total, 67,1 por cento acompanha o assunto "com muito interesse". Sobre quem tem mais responsabilidade nas causas do efeito estufa, 35,9 por cento apontaram os Estados Unidos, enquanto o Brasil aparece com 8,2 por cento das indicações.

O Instituto Sensus ouviu 2.000 pessoas em 136 municípios entre os dias 2 e 6 deste mês. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para cima ou para baixo.

Leia a notícia na íntegra (10/04/2007)
 

PR. MARCELO DIAS

Professor no Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia. Pastor do distrito do Parque dos Trabalhadores da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Estudou teologia no Brasil e Administração nos EUA. Completou o MBA na Califórnia e cursa o Mestrado em Teologia em São Paulo. É casado com Ana Cláudia V. Mainer.  

Franchising Como Estratégia de Crescimento?

Este texto analisa parte da estratégia de crescimento de algumas igrejas sob a ótica do conceito de franchising:

O sistema franchising pode ajudar a uma igreja a crescer e executar bem o seu propósito de evangelizar povos e nações, levando almas a Jesus Cristo e transformando-se em uma estratégia de crescimento? Posso responder que sim. Porém, importante trazer a resposta ao contexto de que é possível usar novos métodos; mas não podemos negociar o conteúdo da Palavra de Deus. Este conteúdo bíblico é inegociável em minha opinião.

Diante da premissa da supremacia das Santas Escrituras sobre todas as demais técnicas e seus métodos como gênese de qualquer processo, vamos alinhar algumas idéias sobre a franchising nas igrejas.

Importante, em primeiro lugar, entender o que é franchising. O termo remonta a Idade Média, no tempo do Feudalismo, onda havia uma simbiose entre as instituições Estado e Igreja. Esse modelo permitiu o estabelecimento de algumas cidades denominadas de francas, ou seja, locais livres da incidência de pagamento de impostos e taxas ao poder central e à igreja, onde os comerciantes podiam comercializar livremente bens e serviços, uma forma bem parecida com as zonas francas que existem no Brasil e em outras partes do mundo.

Outra linha de estudiosos prefere afirmar que a franchising surgiu após a Segunda Guerra Mundial, já no século XIX, a partir de uma experiência da Singer nos Estados Unidos. A companhia concedia o direito de comercialização de seus produtos a empresas independentes. Depois, no século XX, a Coca-Cola e a General Motors aprovaram o sistema e passaram a utilizar os conceitos da Singer com o objetivo de expandir as suas redes de distribuidores na América do Norte. A expansão só veio a acontecer na década de 50 quando milhares de ex-combatentes retornaram aos EUA com o sonho de abrir os seus próprios negócios e esse comportamento gerou um efeito cascata no país, principalmente com a adesão da rede McDonald's em 1954. O formato legalizado chegou no início dos anos 80, inclusive no Brasil.

O fato é que a globalização, a internet e a expansão das interações entre as pessoas levaram as organizações, inclusive as religiosas, a observar essa nova realidade mundial como relevante para o desempenho e, em alguns casos, para a própria sobrevivência organizacional.

Bom, no meio religioso o sistema está presente? A resposta é um sonoro sim. Há algumas denominações que adotam modelos bem similares. A Maranata e a IURD são exemplos. Não vamos citar todas as denominações que tem modelos que se apóiam em conceitos de franchising. Também não estou afirmando tacitamente que as duas igrejas citadas estejam com a totalidade do foco no sistema. Mas, numa análise dos seus modelos, percebe-se facilmente o uso dos conceitos como forma de manter a identidade organizacional e permitir uma expansão geográfica estratégica, de modo a não perder a identidade original e obter ganho de escala (modelo de templos, estilo de gestão, identidade visual, abordagem de marketing etc.).

Um dos princípios basilares do sistema de franchising é criar uma forma de gestão em que o conhecimento (know-how) da operação principal, este já testado e comprovadamente eficaz, seja repassado profissionalmente e mantido nas novas unidades, envolvendo principalmente a transferência de bens tangíveis e intangíveis, como a marca, a imagem e os conhecimentos especializados.

Com esse procedimento a grande sacada organizacional está na diminuição dos riscos, pois a experiência é repassada pela organização máster (detentora do know-how), com a vantagem de tudo ter sido testado e aprovado, inclusive os processos de controle e de trabalho, a melhor forma de executar o marketing, o layout de templos, dentre outras vantagens. O binômio “maior sucesso e menor risco” torna-se uma vantagem competitiva para quem opta pelo sistema, permitindo facilidade para inovação e até mesmo a garantia da conservação metodológica da gestão.

Ao final, faço uma ressalva que considero salutar. Todo novo método precisa passar pelo crivo das Santas Escrituras e por uma profunda análise da organização que o pretende implantar. Meu conselho é de buscar a Deus em primeiro lugar e manter firme o desafio de caminharmos segundo a Palavra. Depois, avaliar a cultura da organização e estabelecer claramente se uma mudança conceitual vai trazer mais efetividade de expansão de evangelismo e das boas novas. Se as respostas forem afirmativas, use os conceitos para expandir a organização e evangelize com criatividade, de modo a que almas continuem reconhecendo Jesus como único e suficiente Salvador.


Por Adilson Romualdo Never para www.institutojetro.com


PR. MARCELO DIAS

Professor no Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia. Pastor do distrito do Parque dos Trabalhadores da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Estudou teologia no Brasil e Administração nos EUA. Completou o MBA na Califórnia e cursa o Mestrado em Teologia em São Paulo. É casado com Ana Cláudia V. Mainer.  

Por que homens olham disfarçado para outras mulheres

Deu no site da revista Galileu: "Seu namorado tem essa péssima mania [de olhar disfarçado quando passa uma mulher atraente]? Culpe a seleção natural (como quase tudo que tem relação com o comportamento sexual masculino e feminino). Ao longo da evolução humana o macho se destacou por sua capacidade de visão. 'Nos primórdios a mulher ficava muito mais circunscrita a um local para onde o homem voltava e trazia prendas, alimento, frutos da caçada. Nessa busca por carne o homem desenvolveu grande afinidade com a atividade visual, ela se apresenta não apenas com relação ao sexo. Mas certamente tem grande peso em sua dinâmica de atração, é o que primeiro lhe chama a atenção e segue tendo muito apelo até o final de sua vida', afirma Carmita Abdo, doutora em sexualidade e coordenadora do Núcleo de Medicina Sexual da Faculdade de Medicina do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Então, você pode até dar um beliscão bem forte no seu namorado/marido/pretê, mas saiba que as raízes de seu comportamento estão naquele antepassado caçador de milhares de anos atrás. Isso também confirma o que você já sabia: seu namorado é um pouquinho troglodita."

Nota: Graças ao darwinismo, cada vez mais os humanos se tornam menos responsáveis por seus atos. Adultério, fornicação, lascívia, concupiscência dos olhos... enfim, pecado não mais existe. É tudo uma questão de evolução. Somos escravos dos genes. Fazer o quê? Livre-arbítrio é uma bobagem que os religiosos tentam colocar em sua cabeça. Isso me lembrou de uma citação de William Provine, que li no ótimo livro Darwin no Banco dos Réus (Cultura Cristã), e que, para mim, resume bem o pensamento darwinista aplicado ao comportamento humano:

"A ciência moderna [ele deveria ter dito darwinismo] implica de forma direta que o mundo é organizado estritamente de acordo com princípios mecanicistas. Não há quaisquer princípios cheios de propósito na natureza. Não há deuses nem forças de design que sejam detectáveis com racionalidade... Em segundo lugar, a ciência moderna [idem] implica diretamente que não há leis morais ou éticas inerentes, nem princípios guiadores absolutos para a sociedade humana. Em terceiro lugar, os seres humanos são máquinas maravilhosamente complexas. O indivíduo humano se torna uma pessoa ética por meio de dois mecanismos primários: herança e influências ambientais. Isso é tudo o que existe. Em quarto lugar, devemos concluir que quando morremos, morremos e isso é o nosso fim... Por último, o livre-arbítrio, como é por tradição concebido - a liberdade para fazer escolhas não forçadas e imprevisíveis entre cursos de ações alternativas possíveis - simplesmente não existe... Não há meio pelo qual o processo evolutivo, como é concebido hoje em dia, possa produzir um ser que seja verdadeiramente livre para fazer escolhas" (p. 130).

Mulher, responda com sinceridade: Você escolheria casar com um homem darwinista para quem todo e qualquer tipo de comportamento (especialmente o sexual) se trata de um imperativo da natureza, ou com um criacionista, que busca poder em Deus para vencer suas más tendências herdadas e/ou cultivadas?



MICHELSON BORGES
É jornalista, mestrando em Teologia pelo Unasp e membro da Sociedade Criacionista Brasileira . É editor na Casa Publicadora Brasileira e autor dos livros /A História da Vida / e /Por Que Creio / (sobre criacionismo), /Nos Bastidores da Mídia / e da Série Grandes Impérios e Civilizações, composta de seis volumes. Casado com Débora Tatiane, tem duas filhas.
Editor do Blog Criacionismo

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Onde estão esses anjos?


Nós como cristãos ou leitores da Bíblia frequentemente nos lembramos das maravilhosas promessas da Bíblia, como o Salmo 91, especialmente os versos 11 e 12 que dizem:
(Porque aos seus anjos dará ordens ao teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos. Eles te sustentarão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra.)

Você já se perguntou: Onde estão esses anjos?

Minha família e eu já estivemos envolvidos em grandes acidentes de carro, com ferimentos graves.

1.Foi um sábado, dia 23 de agosto de 1986, que começou essa história. Estávamos morando, temporariamente, nos Estados Unidos, onde eu estava fazendo um curso de especialização na área de “aconselhamento matrimonial” minha esposa, eu e meus dois filhos, o menino com cinco anos de idade e a menina com dois, havíamos assistido ao culto na manha de sábado,dia 23, e planejávamos participar de um almoço na casa de um casal de amigos,comemorando seu aniversario de casamento. Estávamos de carona. Nossa amiga, no volante e ao seu lado minha esposa. No banco de trás estavam à filha de nossa amiga, ao seu lado o meu filho, com o prato de salada no colo, e então eu com minha no colo.

Saímos rumo ao local. A certa altura do trajeto era necessário entrar à esquerda. A motorista deu sinal corretamente e diminuiu a velocidade. Os demais veículos passaram normalmente pela direita.Porem um deles, em alta velocidade, dirigido por alguém alcoolizado, bateu violentamente no lado do carro em que eu e minha esposa estávamos, jogando o nosso carro na pista contramão. E então, o outro carro colidiu com o nosso.

Imediatamente vieram os especialistas na prestação de socorro. A ambulância aérea, socorreu os três em estado mais grave, ou seja:minha esposa,minha filha e eu.Fomos imediatamente submetidos a uma cirurgia de crânio.As expectativas eram altamente negativas. Inevitavelmente minha esposa faleceu, minha filha recuperou-se e rapidamente voltou a falar. Eu, porem, fiquei por quarenta dias em coma e então comecei a recuperar-me. Sob a orientação do neurologista que me atendera, no dia 1° de janeiro de 1987 voltei ao Brasil onde dei continuidade aos tratamentos para minha recuperação. Foi um processo muito lento e prolongado. Mas, pela graça de Deus e o auxílio de muitos amigos, foi possível minha recuperação e voltar a uma vida regular com minha família refeita. Ao longo desse processo, frequentemente vinha à minha mente a mesma pergunta: Por que os anjos não me protegeram? Onde estavam os anjos?

2. Atualmente, mais precisamente na sexta-feira 22 de janeiro de 2010, á 11 horas, estávamos indo para Engenheiro Coelho, SP, minha esposa, minha sogra e eu.

No cruzamento vicinal com a rodovia Mogi-Limeira fomos atingidos por um carro que vinha em alta velocidade na contra mão. Esse acidente causou fraturas em nós três e perca total no carro.

Onde estavam os anjos?

Será que os anjos ajudam mais alguns filhos de Deus do que outros? Será que ajudam em certos lugares e horários apenas?

E o que dizer de Davi, que escreveu o salmo antes de nós? Ele fugiu, por muitos anos pra salvar a própria vida.

E Jesus, que após o seu batismo, foi levado para o deserto, ficando sem água por quarenta dias? Ironicamente, o próprio inimigo citou o salmo 91 pra ele, conforme está relatado em Mateus 4:6: Se és Filho de Deus, atira-te a baixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenara a teu respeito que te guardem.

Note que faltava alguma coisa naquilo que o inimigo disse. “Quando Satanás citou a promessa: ‘aos Seus anjos dará ordem ao Teu respeito’(mat. 4:6), omitiu as palavras:’para Te guardarem em todos os Teus caminhos’(salmo 91:11); isto é, em todos os caminhos da escolha de Deus”(E. G. WHITE,O Desejado de Todas as Naçoes 111)

Esse caminho “escolhido por Deus” não nos assegura uma vida fácil,e sim Sua proteção e cuidado.

Considere com carinho essas palavras de encorajamento: ”a presença do Pai circundou a Cristo e nada Lhe sobreveio sem que o infinito amor permitisse, para a benção do mundo. Aí estava Sua fonte de conforto e ela existe para nós. Aquele que estiver impregnado do Espírito de Cristo habita em Cristo. Nada lhe pode tocar a não ser pela permissão de nosso Senhor; e todas as coisas que são permitidas ‘cooperam para o bem daqueles que amam a Deus’”(romanos 8:28).

Essa permição de Deus é evidente na vida de Jó. Quando Satanás quis tentá-lo comprovações Deus impôs os limites Foi assim também com Cristo quando, no jardim do Getsêmani, implorou por alivio. Deus trata conosco em termos de tempo e eternidade. Satanás está sempre procurando nos destruir e Cristo nos advertiu de que enfrentaríamos dificuldades. Porem Deus usara cada aprovação para construir nosso caráter.

Em Romanos 5:1-5 Paulo explica que não deveríamos apreciar apenas a paz e a certeza que vêm do relacionamento de fé com Cristo, mas deveríamos também nos regozijar nas tribulações, “sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; experiência a esperança. Hora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado.” “o fato de sermos chamados a suportar a prova mostra que o Senhor Jesus vê em nós alguma coisa de precioso que deseja desenvolver”(e. w. Ciência do Bom Viver, p.471)Tenha bom ânimo. As divinas promessas de proteção e cuidado são certas. Em Jeremias 29:11 Deus diz: “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais.



PR. JOSÉ CARLOS EBLING
Doutor em Educação Religiosa e Aconselhamento Matrimonial pela Andrews University. Professor universitário e conselheiro matrimonial no UNASP - campus Engenheiro Coelho, SP. Autor dos livros : Namoro No Escuro, Mosaico Do Amor, Amigos Para Sempre, Sentido Único, Saúde No Relacionamento Familiar, Depressão : Você Não Está Sozinho, Perdas e Danos. Casado com Nair Ebling Coordenadora da Extensão Universitária do Unasp - Campus II e autora de diversos livros Didáticos publicados pela CPB.

O poder e a importância da paciência


Nunca como nos dias de hoje a virtude da paciência andou tão em falta. Tudo corre e deve correr. O tempo urge. Os compromissos se multiplicam. O excesso de informação nos faz ter a sensação de eternos atrasados – no tempo, no espaço, na vida.

Perdemos a noção do tempo da natureza – de que as coisas devem nascer e crescer. De que a semente leva um tempo para germinar. A planta um tempo para crescer. O fruto um tempo para amadurecer. Queremos tudo já! Imediatamente já! Para ontem!

Empresários querem que seus negócios dêem resultado em poucos meses. Funcionários querem ser promovidos em poucas semanas de emprego. Clientes querem o produto entregue em algumas poucas horas após o pedido.

E se tudo não ocorrer na estonteante velocidade que imaginamos.... “perdemos a paciência!” Perdemos aquela que já estava perdida em nossa consciência ingênua (e pouco crítica) há muito tempo. Na verdade o homem e a sociedade contemporâneos estão “perdendo a paciência”.

Com a virtude da paciência “perdida”, o homem fica um ser estressado, à mercê de suas emoções explosivas. Não sabendo esperar o “fruto amadurecer”, os come sem sabor, amargos, pois que ainda não amadureceram e não estavam prontos para serem consumidos com o sabor do açúcar que só o tempo é capaz de dar.

Saber “dar tempo ao tempo” é sabedoria de poucos. Ter a paciência histórica de dar tempo ao tempo para ver suas ações converterem-se em resultados, é sabedoria de poucos. Manter-se, pacientemente, no foco, até que o mercado reconheça sua empresa e seus valores, é sabedoria de poucos empreendedores – os de sucesso! Saber esperar a tempestade passar para continuar caminhando no rumo certo é sabedoria de poucos.

A massa ignara gasta toda a energia lutando contra o inimigo errado, no campo errado, com armas erradas, no momento errado – e em seguida chora a própria derrota. Sem paciência não têm capacidade de analisar, cismar, questionar, pensar e decidir com sabedoria.

A paciência é irmã gêmea da sabedoria, é o solo fértil onde a sabedoria germina. Sabedoria sem paciência é tão ilusória quanto será sempre vil a paciência sem sabedoria. Mas, como gêmeas, a maior sabedoria está justamente na paciência. A paciência é a própria sabedoria no tempo. É o saber o tempo de semear, o tempo de colher, o tempo de ser para alguém, aquele alguém sereno que sabe o que quer e para onde vai porque sabe esperar o momento certo de ir.

Pense nisso. Sucesso! Não perca a sua paciência!


PROF. LUIZ MARINS

Antropólogo. Estudou Antropologia na Austrália (Macquarie University/School of Behavioural Sciences) sob a orientação do renomado antropólogo indiano Prof. Dr. Chandra Jayawardena e na Universidade de São Paulo (USP), sob a orientação da Profa.Dra. Thekla Hartmann;

- Licenciado em História (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba); estudou Direito (Faculdade de Direito de Sorocaba); Ciência Política (Universidade de Brasília - UnB); Negociação (New York University, NY, USA); Planejamento e Marketing (Wharton School, Pennsylvannia, USA); Antropologia Econômica e Macroeconomia (Curso especial da London School of Economics em New South Wales) e outros cursos em universidades no Brasil e no exterior. 
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