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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

A História da Redenção Contada Pelas 7 Festas de Israel

O livro bíblico de Levítico (Capítulo 23) esboça de maneira sucinta e cronológica as sete festas solenes instituídas por Deus. Cada festa com seu significado soma a outra para contar de forma universal e profética o plano de Deus para salvar o ser humano.

Dessa forma, além de um significado contextual para o povo que a celebrava no Antigo Testamento, elas passam a assumir um significado mais abrangente na história tipificando alguns aspectos da obra salvífica de Jesus.

Sem detalhar as festas no seu plano histórico, vamos planificar seus cumprimentos proféticos no amplo contexto da história da salvação.

As primeiras quatro festas estão relacionadas com a primeira vinda de Cristo, e as três últimas com a segunda vinda do nosso Senhor.
São elas: Páscoa – Pães Asmos – Primícias – Pentecostes – Trombetas – Dia da
Expiação - Tabernáculos
(Para fácil memorização, note que as quatro primeiras começam com a letra “P”, e duas das três últimas começam com a letra “T”)

1 – Páscoa (Lev. 23:4 e 5): Festa instituída quando o povo de Israel foi libertado da escravidão do Egito (Ex. 12). Um cordeiro era morto no dia quatorze do primeiro mês (Abib) do calendário hebraico.

Cumpriu-se de forma precisa numa sexta-feira ao pôr-do-sol quando Cristo foi morto como um cordeiro (I Cor. 5:7; I Ped. 1:18 e 19).

2 – Pães Asmos (Lev. 23:6 a 8): No dia seguinte à Páscoa (15 de Abib) começava um período de sete dias onde o povo deveria comer pão sem fermento e oferecer oferta queimada ao Senhor. No verso sete o texto diz que no primeiro dia, ou seja, o dia seguinte a Páscoa, o povo não poderia trabalhar.

Essa festa se cumpriu a partir do dia seguinte à morte de Cristo, quando em Lucas 23:54 a 56 diz que as mulheres na sexta-feira de Páscoa embalsamaram o corpo de Jesus e então no Sábado (dia seguinte) descansaram. Começa então o período de consagração daqueles que eram povo de Deus, na esperança da ressurreição de Cristo, que morreu sem pecado, tipificado pelo pão sem fermento (Fermento representa o pecado, leia Mat. 16:6).

3- Primícias (Lev. 23:9 a 14): Acontecia no dia imediato à festa dos pães asmos (16 de Abib) e festejava o início da colheita. Sem entrarmos em detalhes sobre sua contagem, que divergia entre os Fariseus e Saduceus, vamos esboçar seu significado profético no plano de redenção.

Jesus morreu literalmente no dia 15 do primeiro mês (Páscoa) e ressuscitou no dia 16, “como primícias dos que dormem” (I Cor. 15:20). Assim como o povo dedicava ao Senhor os primeiros frutos da colheita, Jesus dedica ao Pai os primeiros frutos da salvação, quando na Sua morte muitos ressuscitaram (Mat. 27:51 a53) e depois foram levados ao Céu com Ele.

4- Pentecostes ou Festa das Semanas (Lev. 23:15 a 22): Parece haver uma ligação desta festa com as anteriores, como sendo uma continuação (v. 15 e 16). Essa festa comemorava o fim da colheita, uma espécie de segunda festa das primícias.

O Pentecostes cumpriu-se cronologicamente em tempo exato (Atos 2:1) e com a descida do Espírito Santo, os seguidores de Deus entregaram “quase três mil pessoas” (Atos 2:41) como frutos da grande colheita desde a morte e ressurreição de Jesus.

Depois da Festa do Pentecostes havia um intervalo até a próxima festa. Assim acontece na história, temos um grande intervalo desde o Pentecostes até a retomado dos cumprimentos proféticos prefigurados pela festa.

5 – Trombetas (Lev. 23:24 e 25): No primeiro dia do sétimo mês era tocada a trombeta para anunciar o primeiro dia do ano civil, ou ano novo. A trombeta também alertava ao povo da proximidade do Dia da Expiação, que era dia de juízo onde se exigia preparação e solenidade. A Festa das Trombetas era um dia de descanso e consagração, representado pelas ofertas queimadas oferecidas a Deus neste dia.

Seu cumprimento profético se deu, no anúncio da proximidade do grande Dia da Expiação, claramente estampado na Primeira Mensagem Angélica: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo” (Apoc. 14:7).

6- Dia da Expiação (Lev. 23:26 a 32): Acontecia no décimo dia do sétimo mês. O Santuário era purificado das transgressões daqueles que um dia sacrificaram um cordeiro e tiveram seus pecados transferidos simbolicamente através do sangue do animal que era aspergido no tabernáculo.

Segundo a profecia de Daniel 8:14, no dia 22 de outubro de 1844 teve início esse grande dia, quando Jesus passou literalmente para o Lugar Santíssimo do Santuário celestial para julgar aqueles que aceitaram um dia o sacrifício de Cristo na cruz como cordeiro de Deus (Heb. 9:23 a 28).

7- Tabernáculos (Lev. 23:33 a 44): No décimo quinto dia acontecia a última festa do ano religioso, a Festa dos Tabernáculos. Os israelitas, em memória ao tempo em que eram errantes no deserto e viviam em tendas, deviam voltar a morar em barracas durante sete dias. Ao contrário da contrição da festa anterior, havia muito júbilo e alegria nesta ocasião. O juízo havia passado e o perdão dos pecados estava garantido.

Era uma festa de colheita também (uvas e azeitonas, ver William L. Coleman, Manual dos Tempos e Costumes Bíblicos, 268 e 269), e havia um espírito de gratidão por tudo que o Senhor havia feito durante o ano.

Seu cumprimento está no futuro, depois do término do Dia da Expiação, na ocasião da volta de Cristo.

Ele virá para fazer a colheita final (Apoc. 14:14 a 16) e seremos levados ao Céu com Ele. Note a descrição deste dia por Ellen G. White: “Todos nós entramos na nuvem, e estivemos sete dias ascendendo para o mar de vidro”. Primeiros Escritos, pág. 16.

Será um dia de muito louvor e gratidão pelo perdão dos pecados (concluído na festa anterior – O Grande Dia da Expiação) e seguirá por sete dias até recebermos de Jesus as coroas da vitória (ver Primeiros Escritos, 16 e 17).

A Bíblia também relaciona essa festa com a restauração final do povo de Deus: “Todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e para celebrar a Festa dos Tabernáculos” (Zac. 14:16).

Conclusão: As sete festas de Israel contam de forma universal e cronológica, a história da salvação desde a morte de Cristo na cruz, como cordeiro pascoal, até Sua segunda vinda de forma gloriosa.

Apesar de não celebrarmos hoje essas comemorações como Israel no Antigo Testamento fazia, podemos estudá-las e aprender muitas lições de vida cristã. Sobretudo, não devemos nos esquecer que estamos vivendo no contexto do Dia da Expiação e Cristo está hoje no Santo dos Santos fazendo o juízo investigativo antes de retornar a essa Terra.

É hora de reflexão, contrição e expectativa do glorioso dia que nos aguarda.

PR. YURI RAVEM
Mestre em teologia e pastor da Igreja Adventista em Pelotas - RS Casado com Andressa, mestre em educação e diretora do SENAC Pelotas - RS.
Editor Associado do Blog Nisto Cremos e Editor do Blog Igreja Adventista de Pelotas

Quem tem medo de 2015?


Acabou  2014. E que  ano louco! Foi um ano para  corações fortes. Copa do Mundo e eleições,  competições e surpresas, escândalos por todos os lados.   Um ano para ser esquecido por muitos  e lembrado por alguns.
E como  será 2015?

Não  quero ser  um  cavaleiro   do  Apocalipse,   mas  ele  será  mais  difícil ainda.  Teremos   que   ter  ainda   mais  energia,  muita   garra   e  entusiasmo  para vencer  os  desafios e as emoções que  virão. Assim, terá  medo de  2015  aquela empresa, aquele empresário e aquele profissional que  ficar esperando a “crise” passar e não  agir, dentro de  suas  possibilidades e condições para  enfrentá-la, pois, com  certeza a crise, mais cedo  ou  mais  tarde,  passará e precisamos estar preparados para acelerar  quando a neblina  passar.

Agora  é  hora   de  sentar  em  cima  do  caixa.  É  hora   de  planejar   bem investimentos  e  gastos.   É   hora   de   diferenciar  ainda   mais   nossa   empresa buscando encantar e surpreender nossos clientes,  pois eles, igualmente, estarão mais  seletivos  e  exigentes.  Sei que  isso  é  mais  fácil dizer  do  que  fazer.  Mas temos que acreditar que não nos resta  outro caminho para vencer em 2015.

Assim, terão  medo de  2015  aquela empresa que  ainda  estiver  inchada, gorda,  lenta,  burocratizada e aquele profissional  acomodado,  que  não  investe em   si  próprio,   que   fica  reclamando  em   vez   de   agir   em   direção  a   seu aperfeiçoamento pessoal e profissional.

Este novo  ano  nos mostrará com ainda  mais clareza  a verdade de que  os competentes sobreviverão e vencerão – e terão mais uma vez o gosto da vitória.

Conta  uma  velha história  que  um americano e um japonês (hoje seria um chinês) estavam caçando na África e ficaram sem munição. De repente viram um enorme leão  que  se aproximava. O japonês tirou os sapatos e começou a calçar o seu  tênis  de  corrida.  Ao ver o japonês colocando seu  tênis,  o americano lhe disse  espantado:  Você  acha  que  de  tênis  correrá mais  que  o  leão?  Ao que  o japonês lhe respondeu: Não preciso correr mais que o leão. Preciso apenas  correr mais do que você!

Eis aqui uma boa  lição para o ano que se inicia. No mundo de hoje, extremamente competitivo, na “selva” em  que  vivemos,  temos que  correr,  pois para  que  sobrevivamos num  mundo em  que  não  é  o  maior  que  vencerá   o menor,   mas   sim  o  mais  ágil  que   vencerá   o  mais  lento,   temos  que   ter  a velocidade necessária para  correr  mais que  nossos concorrentes deixando-os, e não  a nós, como  presas do  mercado. Para isso temos que  decidir  com  rapidez, empreender novas ideias, enfim, agir.

Seja   você   patrão,   empregado,   profissional  liberal   ou   autônomo, o momento não  é o de ficar esperando para  ver as coisas  acontecerem. É hora  se ser  proativo e não  apenas reativo.  É hora  de  acreditar em  sua  capacidade de vencer  obstáculos,  de  correr  mais  que  o leão  e de  atingir  o sucesso e não  só sobreviver.

E para correr mais que o leão você tem que estar  preparado e com o equipamento certo.  Por isso, antes  de  sair correndo,  lembre-se de  se preparar bem,  investir  em  você, estudar, ler e participar de  todas as oportunidades que possam fazer de você um vencedor.

Pense nisso. Sucesso!

PROF. LUIZ MARINS

Antropólogo. Estudou Antropologia na Austrália (Macquarie University/School of Behavioural Sciences) sob a orientação do renomado antropólogo indiano Prof. Dr. Chandra Jayawardena e na Universidade de São Paulo (USP), sob a orientação da Profa.Dra. Thekla Hartmann;

- Licenciado em História (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba); estudou Direito (Faculdade de Direito de Sorocaba); Ciência Política (Universidade de Brasília - UnB); Negociação (New York University, NY, USA); Planejamento e Marketing (Wharton School, Pennsylvannia, USA); Antropologia Econômica e Macroeconomia (Curso especial da London School of Economics em New South Wales) e outros cursos em universidades no Brasil e no exterior. 

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Para Viver Mais

“Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?”– Jesus Cristo

O livro Para Todo o Sempre é a biografia de Peter Marshall, que se tornou capelão do Senado norte-americano no fim dos anos 40. Depois de narrar a emocionante trajetória desse grande pregador escocês, a autora, que também era sua esposa, Catherine Marshall, presenteia os leitores com alguns sermões do marido. Num deles, Peter conta a seguinte história:

Certo homem costumava ir à cidade mais próxima, algumas vezes durante o ano, vender os produtos que, junto com a família, cultivava em suas terras. Um filho sempre o acompanhava. Certa manhã, bem cedo ainda, os dois carregaram o carro de boi e partiram. O moço calculou que, se andassem todo o dia e a noite, chegariam com tempo suficiente para aproveitarem as melhores oportunidades de venda. E, com o rapaz exigindo pressa enquanto fustigava o boi com um aguilhão, iniciaram a jornada. Pedindo calma, o velho esticou-se na carroça, protegeu o rosto com um chapéu e começou a cochilar.

Alguns quilômetros depois, chegaram a uma casinha e o pai, sob protestos do filho, disse: “Vamos parar um pouco e dizer ‘bom-dia’ ao seu tio. Moramos perto e raramente nos encontramos.” Depois de uma longa conversa, retomaram a caminhada. Agora, o pai dirigia a carroça, enquanto o filho descansava. Adiante, numa encruzilhada, tomou o rumo da esquerda. “Pai, você sabe que o caminho da direita é mais curto; já perdemos muito tempo”, disse o filho, ao que o pai respondeu: “Mas o da direita é mais bonito. Tenha calma, e você viverá mais, filho.”

A noite os alcançou num lugar que parecia um jardim, com uma paisagem belíssima. “Vamos dormir aqui”, sugeriu o pai. “Dormir?! Pai, estamos perdendo tempo, você parece mais interessado em olhar flores do que em ganhar dinheiro”, protestou o rapaz. “Obrigado, filho. Esta é a coisa mais bela que você me disse hoje. Tenha calma, você viverá mais”, o pai respondeu. No dia seguinte, mal reiniciaram a caminhada, encontraram um fazendeiro tentando tirar seu carro de um buraco. Sob mais protestos do filho, o homem disse: “Vamos ajudá-lo. Quem sabe, um dia poderemos estar na mesma situação.” Terminado o trabalho, recomeçaram a viagem e, não muito longe da cidade, ouviram um estrondo que pareceu ser um forte trovão, seguido de um intenso clarão e uma imensa nuvem negra. “Chegaremos à cidade debaixo de chuva”, disse o pai, enquanto o filho retrucava: “Eu avisei. Perdemos tempo demais. Os concorrentes levarão vantagem sobre nós.” Novamente o pai respondeu: “Filho, tenha calma; você viverá mais.”

Finalmente, chegaram ao topo de um morro, à entrada da cidade. Ali, perplexos, ficaram olhando-a demoradamente. Viraram a carroça, retomaram o caminho de casa, deixando para trás a cidade que fora Hiroxima, devastada por uma bomba atômica. Então, o filho disse: “É verdade, pai. Viveremos mais.”

Não é sem razão que Jesus Cristo aconselhou: “Não andeis ansiosos pela vossa vida... não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal” (Mateus 6:25, 34). A ansiedade não resolve nenhum problema. Ao contrário, traz prejuízos mentais, emocionais e físicos. Pergunte sobre as razões da longevidade de uma pessoa e, entre muitas, ela dirá: tranqüilidade e confiança. Para viver mais e melhor, deixe suas preocupações no lugar certo: “Lançando sobre Ele [Deus] toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós” (1 Pedro 5:7).


PR ZINALDO A. SANTOS

Jornalista formado pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP) e com mestrado em Teologia pelo UNASP, atua na Casa Publicadora Brasileira como Editor da revista Ministério e editor associado da Vida e Saúde.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

A grande missão de Jesus

Texto: Lucas 4:16-21

Introdução:

A – Na história das grandes nações, encontramos homens que tiveram uma missão importante:

1 – Na Babilônia – Nabucodonosor
2 – Grécia – Alexandre
3 – Pérsia – Dario
4 – Roma – Júlio César
5 – França – Napoleão Bonaparte
6 – Itália – Garibaldi
7 – Venezuela – Bolívar
8 – Peru – Pizarro
9 – Argentina – San Martin
10 – Índia – Mahatma Gandhi
11 – USA – Washington – Abraão Lincoln (Morreu assassinado, mas libertou os escravos de seu país).
12- Brasil – Oh! Quantos Homens com uma missão nobre!

a) Dom João VI, Dom Pedro I, Princesa Isabel, Tiradentes. (Morreu enforcado para ver o seu país livre), Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e muitos outros...
b) Todos estes grandes nomes estavam restritos a certas circunstâncias.

(1) Tinham as suas limitações políticas e territoriais.
(2) Muitos deles morreram precocemente...

B – Agora, queremos lhe apresentar um outro grande homem, que fez uma obra superior a qualquer um destes nomes citados.

1 – Um que não tinha e nem tem limitações.

a) Ele foi o Criador deste mundo. É dono de tudo...

2 – Para resolver o problema do homem deixou o céu:

a) Deixou Sua posição honrosa, sua pompa, seu trono...
b) Despiu-se de suas vestes reais.
c) Deixou o seu cetro.
d) Desprezou a grandeza celestial.
e) Abandonou os palácios de marfim...

3 – Tomou as vestes de servo para fazer um trabalho importante...

C – Senhores, refiro-me à pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo.

D – Eis a sua grande Missão: Lucas 4:18 e 19 (Edição Corrigida) – “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para curar os quebrantados de coração, apregoar liberdade aos cativos e dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor”.

1 – Encontramos aí as seis grandes missões de Nosso Senhor Jesus Cristo:

I – “POIS ME UNGIU PARA EVANGELIZAR OS POBRES”.

A – O que queria Jesus dizer com isto? Jesus se referia, em primeiro lugar, à pobreza espiritual.

1 – Jesus veio para dar as boas novas aos pobres de espírito.

a) Aos que sentem sua fragilidade, sua pobreza espiritual.
(1) Aos que reconhecem que de si mesmos nada têm, e querem receber de Cristo a riqueza – A Salvação.

2 – Mas Jesus referia também aos pobres de recursos financeiros.

a) Não que os ricos não tenham direito de serem evangelizados e terem acesso à salvação, mas porque quase todos eles estão satisfeitos com sua posição e status social, sua riqueza, esquecendo-se muitas vezes de Jesus.

(1) Quem ouve com muita atenção as palavras do Grande Mestre?
(2) Quem aceita o seu chamado facilmente?
- Os Pobres...
(3) Basta fazer uma experiência na igreja...

(a) Onde estão os milionários neste hora?

(b) Satisfeitos com o status quo em que vivem, a maioria deles não têm prazer em ouvir falar de Jesus.

II – “ENVIOU-ME PARA CURAR OS QUEBRANTADOS DE CORAÇÃO”

A – Que é o coração?

1- Embora saibamos que tudo parte de nossa mente - o cérebro - o coração é considerado por todos como o centro de nossos motivos. Tudo parte do nosso coração.

a) Nosso amor, nosso ódio, nossas tristezas, nossa alegria...

B – Os corações quebrantados.

1 – Satanás tomou conta do coração da raça humana.
2 – Jesus Cristo veio a este mundo para curar os corações quebrantados.

a) Mas esta é uma obra que não pode ser feita, se nós não consentirmos.

(1) Cristo diz a você: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo ” Apocalipse 3:20
(2) Ilustração: Pintor – A Porta sem maçaneta. Levaram o quadro para o pintor que fez o desenho, alegando que algo estava faltando, por não haver a maçaneta na porta. Ele concluiu: “Esta porta não se abre por fora. Esta porta (o coração) só se abre por dentro”.
(3) Lei da Física – Impenetrabilidade: “Dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo”.

(a) Se Cristo habita em nosso coração, o diabo não pode nele habitar.

III- ENVIOU-ME PARA APREGOAR LIBERDADE AOS CATIVOS

A – O homem antes do pecado era livre. Adão, nosso pai, era o dono deste mundo. Tudo foi feito para ele. Tudo lhe pertencia.

B – Um dia, porém, por sua livre e espontânea escolha, Adão se tornou escravo.
1 – Escravo de Satanás.

a) Satanás hoje é o dono deste mundo.

(1) Ele escraviza os homens, porque este é o seu principal trabalho.
(2) Satanás escraviza os homens na dissipação da saúde, nos vícios, nos prazeres baixos.

2 – Satanás escraviza os homens de duas maneiras:

a) Uns ele escraviza a mente...
b) Outros ele escraviza mente e corpo: O ser todo. (O psicossomático do homem).
(1) São pessoas dominadas por ele totalmente.
(2) Pessoas endemoninhadas.
(a) Jesus Cristo libertou pessoas que eram escravas de Satanás desta maneira.
(b) Aplicação homilética: Os viciados de hoje (Fumo, Álcool, Drogas). Jesus continua libertando hoje.

3 – Assim como através de um só homem, Adão, passamos a ser escravos, através de um só homem, Cristo, nos tornamos livres.

C – Cristo, na cruz, comprou o preço da nossa salvação.

D – Ilustração: O orador alagoano, falando sobre liberdade no dia da nossa independência, no interior de Alagoas. A solenidade de 7 de setembro foi realizada na praça principal da cidade, num dia quente, sol a pino. Para ilustrar o seu discurso ele tirou o passarinho da gaiola e segurou em suas mão por muito tempo, enquanto discursava eloquentemente. No final do discurso disse: “Voa passarinho. Agora tu serás livre!” Quando abriu a mão e soltou o passarinho, já estava morto.

1 – Sem querer, em vez soltar o passarinho, ele o matou.
2 – Foi exatamente isto que Satanás fez com o homem, Adão. Quis explicar o que era liberdade. Quis mostrar que Deus era injusto... E depois o matou...
3 – Cristo na cruz abriu a prisão e soltou o prisioneiro.

a) Mas o prisioneiro não deve voltar à prisão...

IV – VAMOS PARA A QUARTA MISSÃO DE JESUS: “E DAR VISTA AOS CEGOS”.

A – A que tipo de cegueira estava Jesus se referindo aqui? Creio que a dois tipos:

1 – A cegueira física. Cristo veio para curar os cegos. Ele curou muitos cegos, dentre os quais dois:

a) Um cego de nascença. João 9:1-12
b) Em Jericó – O cego Bartimeu – Marcos 10:46-52.

(1) Na porta da cidade, o filho de Timeu clamava: “Jesus, filho de Davi. Tem compaixão de mim”. E Jesus o curou de sua cegueira física.

2 – Mas nesta mesma cidade, Jericó, Jesus curou um outro tipo de cegueira – a cegueira espiritual de um homem.

a) Que tipo de cegueira é esta?

(1) Têm dois olhos perfeitos, mas não vêem.
(2) Não entendem as coisas espirituais.
(3) Não vêem a cruz do Calvário como remédio para seus pecados.
- Eu espero que não haja aqui nenhum cego desta natureza. E se por ventura existir, que possa ver agora.

b) Refiro-me ao caso do “cego” Zaqueu.

(1) Zaqueu era cego, embora tivesse dois olhos perfeitos.
(2) Querendo ver Jesus, ele subiu numa árvore, de uma avenida de Jericó, por onde Jesus iria passar.
(3) Jesus parou. Olhou para cima e disse: “Zaqueu, desse depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa”.

(a) Jesus sabia tudo sobre a vida errada de Zaqueu: Chamou-o pelo seu nome. Sabia onde ele morava. Conhecia os seus problemas profundamente, inclusive o seu vazio existencial.

(4) No dia em que Jesus passou na casa de Zaqueu, ele enxergou. Zaqueu prometeu devolver quadruplicado, se por ventura tivesse roubado alguém.

(a) Cristo lhe disse: “Hoje entrou a salvação nesta casa”.

3 – Aplicação homilética: Jesus também sabe tudo de sua vida: seus problemas, suas angústias, suas dificuldades financeiras, seus problemas existenciais...

a) Jesus sabe o seu nome, onde mora, onde trabalha, ou não trabalha...

(1) Tenha a certeza disto: Jesus sabe tudo de sua vida, e até o número de seu celular.

b) Faça como Zaqueu. Entregue-se a Ele de todo o coração e a sua vida vai mudar.

V – VAMOS PARA A QUINTA MISSÃO DE JESUS: “PÔR EM LIBERDADE OS OPRIMIDOS”

A – Cristo veio com a missão de promover a paz ao homem.

1 – Ele nos diz: “Vinde a Mim todos os que estais cansados e oprimidos e Eu vos aliviarei”. Mateus 11:28

B – Ilustração: Um inglês no México.

1 – O México foi um país colonizado pela Espanha, assim como fomos pelos portugueses. Os mexicanos lutaram pela sua liberdade. Eram vigiados...

A história conta que numa cidade mexicana, morava um certo inglês, homem bom e honesto, que era respeitado por todos os mexicanos.

Um dia, porém, ele foi acusado de tramar a independência em favor dos mexicanos. Foi preso. Apanhou.

Finalmente foi julgado e condenado à morte pela justiça espanhola. Chegou finalmente o dia da execução. Vendaram-lhe olhos. Coloram-no em um paredão. O oficial espanhol levantou a mão e, quando a baixasse era o sinal de os tiros saírem pelas bocas dos rifles. Os soldados estavam ajoelhados, fazendo a mira.

De repente, rompendo a multidão, soa uns gritos: “Não atirem, não atirem”. Era o embaixador da Inglaterra. Ele correu aonde estava o inglês. Envolveu o seu corpo com a bandeira da Inglaterra, dizendo: “Se atirar neste homem, significa atirar na Inglaterra, e agora mesmo vai começar uma guerra entre a Espanha e a Inglaterra”.

O oficial baixou o braço. O tiro não saiu. A guerra não começou. O inglês estava salvo... Por quê? Ele estava envolvido com a bandeira do seu país.

VI – SEXTA E ÚLTIMA MISSÃO DE JESUS: “APREGOAR O ANO ACEITÁVEL DO SENHOR”.

A – Para quem não conhece Jesus Cristo o ano aceitável começa hoje.

1 – Começa aqui e agora.
2 – Hoje é o dia aceitável, Hoje é o dia da salvação. Cristo está lhe dizendo: “Hoje, se ouvirdes a minha voz, não endureçais o vosso coração... Hebreus 4:15.

Conclusão:

1- Cristo veio a este mundo com a missão sublime de salvar o homem.
2- Se estivermos envolvidos com a bandeira do príncipe Emanuel, estaremos protegidos...
3- Esta foi a Sua Missão:

a) Evangelizar os pobres.
b) Curar os quebrantados de coração.
c) Apregoar liberdade aos cativos.
d) Dar vista aos cegos.
e) Pôr em liberdade os oprimidos.
f) Apregoar o ano aceitável do Senhor.

4 – Apelo: Jesus cumpriu a sua missão. Cada ser humano precisa aceitar esta missão em sua vida.

a) Aceite hoje Jesus Cristo como seu salvador pessoal e sua vida pode ser transformada completamente.
b) Não quer você receber essa bênção agora?

Pr. Emmanuel de Jesus Saraiva
Natural de São Luís – Ma. Formado em Teologia, Pedagogia e Letras. Autor de dois livros: “Memórias da África” e “A História do Adventismo no Maranhão”. Trabalhou como pastor em várias igrejas no Maranhão, dentre as quais a Igreja Central de São Luís. Foi departamental de Jovens e Educação nas Missões Costa Norte, Central Amazonas e Nordeste e diretor do Educandário Nordestino Adventista – ENA. Por seis anos foi missionário na África, como diretor do Seminário Adventista de Moçambique, onde lecionou várias disciplinas teológicas, dentre as quais Homilética e Oratória. Casado com a professora aposentada Nilde Fournier Saraiva. Tem duas filhas: Raquel e Léia. Trabalhou como pastor por 35 anos. Hoje, jubilado, mora em São Luís – Ma.
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