A Corrida do Cristão

A cada quatro anos, atletas de diversas nacionalidades se reúnem num país previamente escolhido para disputar um conjunto de modalidades esportivas nos famosos Jogos Olímpicos. A bandeira olímpica representa a união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis entrelaçados que indicam os cinco continentes e suas cores. Os gregos foram os precursores dos Jogos Olímpicos. Por volta de 2500 a.C. já faziam homenagens aos deuses. Mas foi somente em 776 a.C. que ocorreram pela primeira vez os Jogos Olímpicos de forma organizada. Quando os romanos invadiram a Grécia no século II, muitas tradições gregas, entre elas as Olimpíadas, foram deixadas de lado. Em 392 d.C., os Jogos Olímpicos e todas as manifestações religiosas do politeísmo grego foram proibidos pelo imperador romano Teodósio I, após sua conversão ao cristianismo. Contudo, em 1896, os Jogos Olímpicos foram retomados em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, conhecido com o barão de Coubertin (veja mais 

Descatastrofizando a vida

Você já reparou que há pessoas que fazem da vida uma catástrofe? Quantas pessoas você conhece que só veem o lado negativo das coisas, das pessoas, dos fatos? Quantas pessoas você conhece que fazem tempestade num copo d’água? Você conhece pessoas para quem fazer qualquer coisa é sempre muito difícil, complicado, quase impossível? Já reparou que existem pessoas que veem catástrofe em tudo?

Conheço pessoas que nunca receberam amigos em suas casas porque aqueles que não foram convidados poderão se sentir magoados e isso causará um grande problema. Conheço pessoas que não programam nada ao ar livre porque com certeza choverá nesse dia e tudo ficará muito complicado. Conheço pessoas que veem defeitos em tudo e quando se lhes pede ajuda estão sempre ocupadas e se negam a participar. Conheço pessoas que ao programarem uma viagem só pensam nos problemas que poderão ocorrer e nunca nos prazeres que poderão ter. Garanto que você, leitor, também conhece pessoas assim.

É preciso fazer um grande esforço para “descatastrofizar” a vida! É preciso mudar o hábito de só pensar nos possíveis problemas, nas dificuldades, no que não iremos gostar naquela festa, nas pessoas chatas que iremos encontrar, nos “nãos” que irão nos dizer, nas oportunidades que iremos perder, enfim, nas catástrofes que poderão ocorrer.

Em relação ao Brasil, à nossa empresa, à nossa família, a nós mesmos é preciso descatastrofizar. O Brasil não dará certo! Nossa empresa irá enfrentar muitas dificuldades. Nossos filhos não serão sucesso. Eu não consigo acertar, etc, etc. parece ser o que mais ouvimos e o que é pior, o que mais falamos. É claro que não devemos ser ingênuos a ponto de não querer ver que as coisas poderão não dar certo, mas não devemos viver pensando só no lado negativo. Quando nossa mente está mais voltada para as possibilidades, para o que pode dar certo e o que poderá ser bom, teremos mais chances de usar nossa energia na direção de fazer as coisas acontecerem positivamente. Nossos modelos mentais afetam nossa forma de ver a realidade e de agir. Acredite! É preciso descatastrofizar a vida.

Pense nisso. Sucesso!

PROF. LUIZ MARINS

Antropólogo. Estudou Antropologia na Austrália (Macquarie University/School of Behavioural Sciences) sob a orientação do renomado antropólogo indiano Prof. Dr. Chandra Jayawardena e na Universidade de São Paulo (USP), sob a orientação da Profa.Dra. Thekla Hartmann;

- Licenciado em História (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba); estudou Direito (Faculdade de Direito de Sorocaba); Ciência Política (Universidade de Brasília - UnB); Negociação (New York University, NY, USA); Planejamento e Marketing (Wharton School, Pennsylvannia, USA); Antropologia Econômica e Macroeconomia (Curso especial da London School of Economics em New South Wales) e outros cursos em universidades no Brasil e no exterior. 

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