A Corrida do Cristão

A cada quatro anos, atletas de diversas nacionalidades se reúnem num país previamente escolhido para disputar um conjunto de modalidades esportivas nos famosos Jogos Olímpicos. A bandeira olímpica representa a união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis entrelaçados que indicam os cinco continentes e suas cores. Os gregos foram os precursores dos Jogos Olímpicos. Por volta de 2500 a.C. já faziam homenagens aos deuses. Mas foi somente em 776 a.C. que ocorreram pela primeira vez os Jogos Olímpicos de forma organizada. Quando os romanos invadiram a Grécia no século II, muitas tradições gregas, entre elas as Olimpíadas, foram deixadas de lado. Em 392 d.C., os Jogos Olímpicos e todas as manifestações religiosas do politeísmo grego foram proibidos pelo imperador romano Teodósio I, após sua conversão ao cristianismo. Contudo, em 1896, os Jogos Olímpicos foram retomados em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, conhecido com o barão de Coubertin (veja mais 

Curiosidades dos Tempos Bíblicos: Prostitutos Cultuais

Os cananeus em seus templos celebravam cultos da fertilidade onde ocorria a prostituição-cultual, em que as mulheres e os homens representavam deuses e se trajavam como tais, se prostituindo em honra a seus deuses. Prostituição masculina não existia no Oriente Médio a não ser em templos pagãos ou em seus cultos da fertilidade, tal prostituição está totalmente ligada a idolatria. Tanto que a palavra hebraica para “prostituto” que aparece na Bíblia é “qadesh”, que literalmente significa “santo” ou “separado”, “prostituta” em hebraico é “qadeshôth”, significando “separadas”ou “santificadas”; nesse sentido eles eram separados, não para o serviço de Deus, mas sim para o serviço aos deuses pagãos.

Esse costume nas escrituras de chamar a idolatria de prostituição vem do fato de que o relacionamento de Deus com a nação de Israel é metaforicamente ilustrado como um casamento; também porque o nome “Baal”, uma das principais divindades cananéias, significa “Senhor”, “dono” e “marido”, veja Oséias 2.2,3,16,17.

Os qadesh eram em maioria eunucos, que se entregavam totalmente ao serviço do templo pagão, sofrendo um ritual de emascuação (castração) para se entregarem inteiramente aos seus deuses da fertilidade. É bom lembrar também que havia eunucos que não eram prostitutos, estes eram homens castrados que viviam em palácios cuidando dos haréns ou se dedicando ao estudo e à sabedoria.

A lei mosaica proibia que entre os israelitas houvesse qadesh. Há uma passagem que fala também de eunucos em Deuteronômio 23.1, o comentário da Bíblia Vida Nova sobre esta passagem diz: “Emasculação é a mutilação do membro viril. Era uma prática pagã. Nas antigas religiões pagãs, os eunucos eram sacerdotes dos templos.”

Em Deuteronômio 23. 17,18 está a proibição aos israelitas de se tornarem prostitutos e prostitutas cultuais: Nenhum israelita, homem ou mulher, poderá tornar-se prostituto cultual. Não tragam ao santuário do Senhor, o seu Deus, os ganhos de uma prostituta ou de um prostituto, a fim de pagar algum voto, pois o SENHOR, o seu Deus, por ambos tem repugnância.”

Comentários

  1. Gostaria de esclarecer minhas duvidas, desculpe mas os eunucos cometiam prostituicao? Sera q vc oodem escl?arecer mais sobre isso

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