A Corrida do Cristão

A cada quatro anos, atletas de diversas nacionalidades se reúnem num país previamente escolhido para disputar um conjunto de modalidades esportivas nos famosos Jogos Olímpicos. A bandeira olímpica representa a união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis entrelaçados que indicam os cinco continentes e suas cores. Os gregos foram os precursores dos Jogos Olímpicos. Por volta de 2500 a.C. já faziam homenagens aos deuses. Mas foi somente em 776 a.C. que ocorreram pela primeira vez os Jogos Olímpicos de forma organizada. Quando os romanos invadiram a Grécia no século II, muitas tradições gregas, entre elas as Olimpíadas, foram deixadas de lado. Em 392 d.C., os Jogos Olímpicos e todas as manifestações religiosas do politeísmo grego foram proibidos pelo imperador romano Teodósio I, após sua conversão ao cristianismo. Contudo, em 1896, os Jogos Olímpicos foram retomados em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, conhecido com o barão de Coubertin (veja mais 

Quem deve nunca esquece

Uma pessoa muito simples me disse uma profunda verdade: “Quem deve nunca esquece”. O que ele quis dizer é que se você é credor, isto é, tem a receber, você até pode se esquecer de uma dívida. Mas o devedor - aquele que ficou devendo, o que não pagou - jamais se esquecerá. Veja que grande verdade!

É por isso que temos que estar sempre credores. É por isso que nunca devemos estar na posição de devedores. E aqui estou falando não só em dívidas pecuniárias - em dinheiro - mas de todo tipo de dívida.
Uma pessoa que mentiu para prejudicar alguém, nunca se esquecerá. O prejudicado poderá até não se lembrar mais da traição de um amigo. Mas o traidor jamais se esquecerá da traição que cometeu. Alguém que tenha sido alvo de uma grande injustiça poderá se esquecer com o decorrer do tempo. Mas aquele que cometeu a injustiça, jamais se esquecerá. Essa é a pena do devedor. Nunca se esquecer da falta que cometeu.

Só isso, me disse a pessoa simples, basta para fazer uma pessoa viver na retidão. Toda a injustiça, falta, dívida, crime, contravenção, ou seja, o que for que ela cometer, poderá nunca ser descoberta por suas vítimas. Mas, ela jamais se esquecerá do erro cometido, transformando-se por isso, na principal vítima do próprio delito, pois será prisioneira de si mesma.

Assim, o segredo é deixar sempre o outro devedor. Seja sempre credor. E para ser credor, você deve fazer mais do que o outro espera que você faça. Deixe o seu cliente devedor. Deixe seu colega devedor. Deixe seu patrão ou chefe devedor. Faça sempre mais. Não seja prisioneiro de sua consciência. Vá além e você terá uma paz interior e uma tranqüilidade que poucos entenderão e todos invejarão.

Pense nisso. Sucesso!


PROF. LUIZ MARINS

Antropólogo. Estudou Antropologia na Austrália (Macquarie University/School of Behavioural Sciences) sob a orientação do renomado antropólogo indiano Prof. Dr. Chandra Jayawardena e na Universidade de São Paulo (USP), sob a orientação da Profa.Dra. Thekla Hartmann;

- Licenciado em História (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba); estudou Direito (Faculdade de Direito de Sorocaba); Ciência Política (Universidade de Brasília - UnB); Negociação (New York University, NY, USA); Planejamento e Marketing (Wharton School, Pennsylvannia, USA); Antropologia Econômica e Macroeconomia (Curso especial da London School of Economics em New South Wales) e outros cursos em universidades no Brasil e no exterior.     

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