A Corrida do Cristão

A cada quatro anos, atletas de diversas nacionalidades se reúnem num país previamente escolhido para disputar um conjunto de modalidades esportivas nos famosos Jogos Olímpicos. A bandeira olímpica representa a união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis entrelaçados que indicam os cinco continentes e suas cores. Os gregos foram os precursores dos Jogos Olímpicos. Por volta de 2500 a.C. já faziam homenagens aos deuses. Mas foi somente em 776 a.C. que ocorreram pela primeira vez os Jogos Olímpicos de forma organizada. Quando os romanos invadiram a Grécia no século II, muitas tradições gregas, entre elas as Olimpíadas, foram deixadas de lado. Em 392 d.C., os Jogos Olímpicos e todas as manifestações religiosas do politeísmo grego foram proibidos pelo imperador romano Teodósio I, após sua conversão ao cristianismo. Contudo, em 1896, os Jogos Olímpicos foram retomados em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, conhecido com o barão de Coubertin (veja mais 

Para atriz Carolina Dieckman, traição pode ser necessária

Carolina Dieckman revelou, em entrevista à revista IstoÉ Gente que considera a traição uma coisa “perdoável” e algumas vezes “necessária”. Para a atriz, que é casada com o diretor Tiago Worcman, “existem coisas que você não pode viver com seu parceiro mas, ao mesmo tempo, seu relacionamento é tão mais importante que não vale a pena jogar tudo fora por causa de uma escapada”. “A lealdade é o bem mais precioso que podemos dar para uma pessoa. Então, a traição pode ser perdoável, possível e até necessária, desde que não quebre a lealdade, não exponha o parceiro nem interfira no casamento”, disse na entrevista à IstoÉ Gente. Carolina Dieckmann continou explicando à revista que acredita que, se a traição for motivada “apenas pela necessidade de expandir a imaginação, algo que seja desculpável por você mesmo e que não quebre o compromisso na relação, você só está resolvendo um problema seu”.

A atriz argumentou que “não é justo atrapalhar uma relação por causa de um desejo latente, que não cabe no sexo do casal. “A gente fala que em quatro paredes vale tudo, mas quem disse que a gente tem coragem de satisfazer todas as nossas vontades? Às vezes existem coisas que você não pode viver com seu parceiro mas, ao mesmo tempo, seu relacionamento é tão mais importante que não vale a pena jogar tudo fora por causa de uma escapada”, disse à revista.

Para Carolina Dieckman, em determinados casos, a traição pode salvar o relacionamento da pessoa, “que está arrumando uma maneira de continuar junto e ser feliz, sem culpa”. “Mas tem que ser leal. Não acho legal quando o cara tem uma amante de quem realmente gosta e com quem vive uma relação paralela”, explicou sua forma de pensar à revista.

(Ai5Piauí)

Nota: Num país carente de modelos e líderes morais, em que jogadores de futebol e astros/atrizes são os ídolos do povo, imagine a influência de declarações como essa de Carolina Dieckmann. Como pode alguém trair (e traição de qualquer tipo sempre foi considerada como algo errado e reprovável) e viver feliz e sem culpa? Para isso, é preciso cauterizar a consciência e viver egoisticamente pensando apenas em seus próprios desejos pervertidos (isto é, satisfação sexual que não pode ser obtida com o cônjuge). Esta frase, para mim, é especialmente autocontraditória: "A lealdade é o bem mais precioso que podemos dar para uma pessoa. Então, a traição pode ser perdoável, possível e até necessária." Lealdade nunca vai combinar com traição.[MB]

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MICHELSON BORGES
É jornalista, mestrando em Teologia pelo Unasp e membro da Sociedade Criacionista Brasileira . É editor na Casa Publicadora Brasileira e autor dos livros /A História da Vida / e /Por Que Creio / (sobre criacionismo), /Nos Bastidores da Mídia / e da Série Grandes Impérios e Civilizações, composta de seis volumes. Casado com Débora Tatiane, tem duas filhas.
Editor do Blog Criacionismo

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