A Corrida do Cristão

A cada quatro anos, atletas de diversas nacionalidades se reúnem num país previamente escolhido para disputar um conjunto de modalidades esportivas nos famosos Jogos Olímpicos. A bandeira olímpica representa a união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis entrelaçados que indicam os cinco continentes e suas cores. Os gregos foram os precursores dos Jogos Olímpicos. Por volta de 2500 a.C. já faziam homenagens aos deuses. Mas foi somente em 776 a.C. que ocorreram pela primeira vez os Jogos Olímpicos de forma organizada. Quando os romanos invadiram a Grécia no século II, muitas tradições gregas, entre elas as Olimpíadas, foram deixadas de lado. Em 392 d.C., os Jogos Olímpicos e todas as manifestações religiosas do politeísmo grego foram proibidos pelo imperador romano Teodósio I, após sua conversão ao cristianismo. Contudo, em 1896, os Jogos Olímpicos foram retomados em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, conhecido com o barão de Coubertin (veja mais 

Menino ou menina?

O transgênero é uma expressão normalmente atribuída a adultos em crise sobre sua verdadeira sexualidade – são pessoas que se sentem desconfortáveis com o papel social que lhes é atribuído em razão de seu sexo. Na América do Norte e na Europa, porém, cresce o número de crianças classificadas como transgêneros. A revista The Atlantic aborda o caso do menino americano Brandon, que tem oito anos e que desde cedo se dizia menina. Usava roupas de personagens femininos, preferia bonecas a carrinhos e declarava ser “uma garota”. Quando ele tinha cinco anos, sua mãe tentou convencê-lo de que Deus o havia feito homem “por uma razão especial”, ao que Brandon respondeu: “Deus cometeu um erro.”

Tina, a mãe de Brandon, que é separada do pai biológico dele, não demorou a descobrir que o menino não era um exemplo isolado. A Atlantic cita vários casos, como o de Kenneth Zucker, diretor de uma clínica canadense especializada em transgêneros jovens, que relata que o número de seus pacientes quadruplicou em quatro anos.

A reportagem mostra as diversas reações de especialistas ao fenômeno. Psicanalistas condenam os pais que cedem aos filhos e não os reprimem logo cedo. Alguns recomendam que se recompense a criança sempre que ela agir de acordo com seu sexo. Na outra ponta, porém, há os médicos que defendem o uso de bloqueadores hormonais para impedir que as crianças desenvolvam as características de seu sexo – meninos não engrossarão a voz; meninas não terão seios – até que elas decidam o que querem ser. A idéia é evitar que elas enfrentem os dissabores sociais de sua condição de transgênero enquanto a transição não é concluída, se é que será.

No meio termo, há os especialistas que dizem que as crianças têm um raciocínio bastante concreto; assim, se um menino tem vontade de se vestir como menina, ele acredita que seja uma menina. O trabalho dos pais, nesse caso, é ajudar os filhos a pensar de maneira mais flexível – permitir que a criança escolha o gênero seria uma saída superficial, que não atingiria o problema psicológico em si. “Se uma criança tem grave ansiedade provocada pela separação e não quer ir à escola, uma solução é deixá-la ficar em casa”, compara Zucker. “Isso resolveria um nível do problema, mas não todo ele. Assim funciona com a identidade de gênero.”

No entanto, Tina, a mãe de Brandon, decidiu aceitar a opção dele. Deu todas as roupas do menino a um vizinho, comprou-lhe vestidos adequados e passou a chamá-lo de Bridget.

(Marcos Guterman)

Colaboração: Marcello Flores

Nota: Sabe-se que a orientação sexual de uma pessoa já começa no ventre materno com a exposição do feto a hormônios secretados pela mãe. O que ocorre é que o estilo de vida moderno e os alimentos industrializados estão fazendo uma bagunça aí. Além disso, a deterioração da família e a pregação do sexo livre (com conseqüente aumento do número de mães solteiras) está originando uma geração de filhos sem pais. Meninos sem referenciais masculinos (ou com maus referenciais) e expostos a uma mídia que exibe padrões de comportamento impróprios tendem a sofrer cada vez mais essa crise de identidade sexual.


MICHELSON BORGES
É jornalista, mestrando em Teologia pelo Unasp e membro da Sociedade Criacionista Brasileira . É editor na Casa Publicadora Brasileira e autor dos livros /A História da Vida / e /Por Que Creio / (sobre criacionismo), /Nos Bastidores da Mídia / e da Série Grandes Impérios e Civilizações, composta de seis volumes. Casado com Débora Tatiane, tem duas filhas.
Editor do Blog Criacionismo

Comentários

  1. Boa tarde, realmente este é um assunto bem extenso, mais abordo meu parecer: as mães estão se alimetando mal, e a influência as vezes prevalece sobre crianças que ficam expostas o dia inteiro e pela noite diante da TV e internet.
    Acredito, assim como Deus tinha cuidado em passar os conhecimentos de seu caráter ao seu povo israelita, acredito que as mães estão trabalhando muito e esquecendo de ensinar o Caminho a verdade e a vida a essas crianças inocentes.

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