A Corrida do Cristão

A cada quatro anos, atletas de diversas nacionalidades se reúnem num país previamente escolhido para disputar um conjunto de modalidades esportivas nos famosos Jogos Olímpicos. A bandeira olímpica representa a união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis entrelaçados que indicam os cinco continentes e suas cores. Os gregos foram os precursores dos Jogos Olímpicos. Por volta de 2500 a.C. já faziam homenagens aos deuses. Mas foi somente em 776 a.C. que ocorreram pela primeira vez os Jogos Olímpicos de forma organizada. Quando os romanos invadiram a Grécia no século II, muitas tradições gregas, entre elas as Olimpíadas, foram deixadas de lado. Em 392 d.C., os Jogos Olímpicos e todas as manifestações religiosas do politeísmo grego foram proibidos pelo imperador romano Teodósio I, após sua conversão ao cristianismo. Contudo, em 1896, os Jogos Olímpicos foram retomados em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, conhecido com o barão de Coubertin (veja mais 

O Falso e o Verdadeiro

O que molda suas idéias sobre o casamento?

Você já ouviu tais frases:

• “O casamento é uma tragédia em dois atos: um civil, e um religioso?”
• “O matrimônio é uma boa transação quando é garantida por um bom patrimônio?” (Barão de Itararé).
• “Casamento: uma cerimônia em que são postos anéis no dedo da dama e no nariz do cavalheiro.” (Herbert Spencer).
• “O casamento é como o submarino, que até bóia mas foi feito para afundar.” (Anônimo).
• “Marido é a pessoa que fica ao nosso lado em todas as crises que não precisaríamos enfrentar se não tivéssemos casado com ele.” (Hodghead).
• O casamento é um mal necessário.”
• Montaigne disse: “O casamento se assemelha a gaiolas: Os pássaros que estão fora ficam desesperados para entrar, e os que estão dentro ficam desesperados para sair.”
• “O casamento é um contrato” com clausulas condicionais ou clausulas “Se”.
• “...... com clausulas de evasão.”

Pessimismo - Casamento - Amor

David Agsburger define o casamento perguntando: “É um ato particular de duas pessoas que se amam, ou um ato público de duas pessoas assumindo um contrato?

Nenhuma dessas coisas. É algo diferente. Muito diferente!

Sidney Smith: “O casamento assemelha-se a uma tesoura, cujas lâminas estão unidas de tal maneira que não podem ser separadas; quase sempre movem-se em direções contrárias, e, no entanto, sempre castigam qualquer pessoa que se interponha entre elas.”

Nosso propósito: Compreender o casamento como Deus o ordenou, em contraste com as opiniões do mundo que nos rodeia.

Precisamos ler Gênesis como se nunca os tivéssemos lido antes; vendo como verdades para nossa vida pessoal.

1º Gen. 1:27 Revela que:

A idéia de homem e mulher foi de Deus. Diferenças, características etc.

“Quem se recusa a ver e alegrar-se com as diferenças fundamentais entre homem e mulher jamais provará do prazer divino que Deus planejou para o casamento.

2º Gen. 2: 18-22 Declara que:

O casamento foi destinado por Deus para satisfazer o primeiro problema da raça humana: Solidão.

“O matrimônio sempre começa com uma necessidade que existiu desde o princípio dos tempos: necessidade de companhia e realização.

3º Gen. 2:23 Revela que:

O casamento foi planejado e ordenado com o fim de proporcionar felicidade e não tristeza.

Essa foi a primeira canção de amor!

Você consegue imaginar a emoção que deve ter ardido no íntimo daquele casal? Ao compreenderem o que poderiam vir a significar um para o outro?”

Embora contrariando todas as piadas nesse sentido, o casamento foi destinado a proporcionar-nos alegria, felicidade, e o desígnio de Deus nunca mudou.

4º O casamento deve começar com o abandono de todos os outros relacionamentos, a fim de estabelecer uma relação permanente entre um homem e uma mulher.

Gen. 2:24 diz:

Esse é um mandamento de Deus.

A união conjugal começa com um abandono: todos os outros relacionamentos. Essa é a mais íntima, fora do casamento. Se há necessidade de deixar pai e mãe, então os laços mais frágeis terão de ser, com certeza, quebrados, mudados, ou deixados para trás.

Está claro que o adulto deve honrar seus pais continuamente, mas a separação deve ocorrer, pois nem os pais, nem qualquer outro tipo de relacionamentos deve interferir entre marido e mulher.

O 1º princípio que podemos aprender de Gen. 2: 24 é: Casamento significar deixar.

“A não ser que você esteja disposto a deixar todo o resto, jamais gozará da união maravilhosa do relacionamento que Deus pretendeu que todo casal viesse a gozar.”

5º O Casamento exige uma união inseparável entre marido e mulher durante a vida inteira. Em Gen. 2:24 notamos a declaração:

... Se unir ...

“O princípio a ser aprendido aqui é que não adianta você deixar, se não estiver preparado para passar uma vida inteira unindo-se.”

O marido é o responsável por fazer tudo o que é possível e ser tudo o que deve ser, a fim de formar os elos necessários com a mulher, que tornem os 2 inseparáveis. E a mulher deve corresponder ao marido da mesma forma. Laços fortes como aço pata assegurar uma união que não possa ser rompida.

Unir-se envolve duas características: 1º lealdade inabalável.

2º Amor ativo, permanente que não desiste.

Pergunte-se sempre:

“Isto irá unir-nos ou separar-nos?”

“Ajudará nosso relacionamento ou irá destruí-lo?

6º O casamento significa união no sentido mais amplo possível, incluindo a união física íntima, sem constrangimento. Gen. 2: 24- 25 diz que:

“ O padrão do casamento estabelecido por Deus na Criação produzirá algo notável quando seguido”: Duas pessoas se tornarão uma só. Isto é mais do que estarem juntos! Ninguém conseguiu explicar até hoje tudo o que significa para dois seres humanos se tornarem “uma só carne.” Sabemos apenas que isso acontece! E é ótimo!!

Para que isso seja possível o casamento deve ser:

Monogâmico

Livre de: Adultério, Promiscuidade. Prov. 6: 32 diz: “Ninguém pode com certeza alegrar ignorância como desculpa”.

Heterossexual

Conclusão:

“ No padrão divino do casamento, a relação sexual entre marido e mulher inclui tanto o conhecimento físico intimo como um conhecimento pessoal terno, também intimo.
O deixar, unir e conhecer um ao outro resulta então numa nova identidade em que dois indivíduos se fundem num único ser - unidos de mente, coração, corpo e espírito. Está é a razão - divórcio tem um jeito devastador. Não restam duas pessoas, mas duas frações de uma só.

Este é o modelo de casamento como ordenado por Deus no princípio.

Uma relação de AMOR tão profunda, Terna, pura e íntima que foi moldada segundo o sentimento de Cristo por sua Igreja.

Este é o fundamento para a vida amorosa que você pode experimentar em sua própria união conjugal, um fundamento sólido em que pode construir com toda segurança.

A Vida No Lar

A vida no lar nem sempre é muito fácil
Até entre os que se dizem tanto amar,
Sabemos que há um inimigo hábil
Disposto a ver o par se separar.

Porém o ideal de Deus no matrimônio
É ver o casal feliz com muito amor,
A se completar em perfeito binômio
Cumprindo o desígnio do bom Salvador.

Às vezes no lar há muito egoísmo
E falta de amor, paciência e compreensão,
Mas isto se dá devido a um motivo
Ainda não está Jesus no coração.

Porém o ideal de Deus no casamento
É ver o casal feliz em união,
Lembrando que deve ser o seu intento
Deixar que o bom Deus ocupe o coração.

Salmos 127: 1 (Ler)


PR. JOSÉ CARLOS EBLING
Doutor em Educação Religiosa e Aconselhamento Matrimonial pela Andrews University. Professor universitário e conselheiro matrimonial no UNASP - campus Engenheiro Coelho, SP. Autor dos livros : Namoro No Escuro, Mosaico Do Amor, Amigos Para Sempre, Sentido Único, Saúde No Relacionamento Familiar, Depressão : Você Não Está Sozinho, Perdas e Danos. Casado com Nair Ebling Diretora da faculdade de Educação no Unasp - campus II e autora de diversos livros Didáticos publicados pela CPB.

Comentários