A Corrida do Cristão

A cada quatro anos, atletas de diversas nacionalidades se reúnem num país previamente escolhido para disputar um conjunto de modalidades esportivas nos famosos Jogos Olímpicos. A bandeira olímpica representa a união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis entrelaçados que indicam os cinco continentes e suas cores. Os gregos foram os precursores dos Jogos Olímpicos. Por volta de 2500 a.C. já faziam homenagens aos deuses. Mas foi somente em 776 a.C. que ocorreram pela primeira vez os Jogos Olímpicos de forma organizada. Quando os romanos invadiram a Grécia no século II, muitas tradições gregas, entre elas as Olimpíadas, foram deixadas de lado. Em 392 d.C., os Jogos Olímpicos e todas as manifestações religiosas do politeísmo grego foram proibidos pelo imperador romano Teodósio I, após sua conversão ao cristianismo. Contudo, em 1896, os Jogos Olímpicos foram retomados em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, conhecido com o barão de Coubertin (veja mais 

Crer para Ver


Sabe aquele ditado popular de que os melhores perfumes estão nos menores frascos? Às vezes, isso também é verdade em relação aos livros. Em apenas 63 páginas, Ken Taylor dá seu recado no Crer Para Ver (Editora Textus), livreto que aborda, entre outras coisas, a possibilidade da realidade dos milagres, a importância dos pressupostos, a existência de Deus, a experiência cristã, as evidências da ressurreição de Jesus e a revelação na Bíblia. Taylor é o tradutor da paráfrase A Bíblia Viva e fala com propriedade e concisão dos temas mencionados. Algumas citações de seu opúsculo:

"Afirmar que já se provou que todas as coisas seguem as leis naturais significa dizer que tudo já foi observado. Isso não é verdade. No caso dos milagres nas Escrituras, as observações das testemunhas oculares, tanto crédulas quanto céticas, encontram-se registradas, e é impossível conseguir mais detalhes dos eventos."

"A questão mais importante é saber se o Deus pessoal dos cristãos existe. Se Ele existe, os milagres são não apenas concebíveis, mas devem ser esperados."

"Quando um cientista racionalista afirma que não é possível saber sobre Deus, ele não declara um fato, e, sim, a conclusão lógica de seu pressuposto: já que não é possível examinar Deus com os sentidos, Ele não pode ser conhecido. Mas talvez existam outras formas de conhecer as coisas. ... Deus enviou seu Espírito para informar-nos, e Seu Espírito investiga e nos revela todos os segredos mais profundos de Deus."

"É impossível provar que Deus não existe como uma pessoa. O motivo disso é a lei da lógica: é impossível provar uma negativa."

"Negar, com base no método científico, a existência de uma esfera na qual, pela definição, ele não se aplica é adotar uma postura totalmente ilógica. Um pensador que passa a agir assim deixou de ser objetivo. O preconceito se apoderou dele."

E, para mim, a melhor de todas: "Parece ser muito mais fácil se acreditar em um Deus que criou homem e mulher do que em uma mutação simultânea que produziu um macho e uma fêmea humanos em uma mesma geração, em um mesmo local."


MICHELSON BORGES
É jornalista, mestrando em Teologia pelo Unasp e membro da Sociedade Criacionista Brasileira . É editor na Casa Publicadora Brasileira e autor dos livros /A História da Vida / e /Por Que Creio / (sobre criacionismo), /Nos Bastidores da Mídia / e da Série Grandes Impérios e Civilizações, composta de seis volumes. Casado com Débora Tatiane, tem duas filhas.

Comentários