A Corrida do Cristão

A cada quatro anos, atletas de diversas nacionalidades se reúnem num país previamente escolhido para disputar um conjunto de modalidades esportivas nos famosos Jogos Olímpicos. A bandeira olímpica representa a união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis entrelaçados que indicam os cinco continentes e suas cores. Os gregos foram os precursores dos Jogos Olímpicos. Por volta de 2500 a.C. já faziam homenagens aos deuses. Mas foi somente em 776 a.C. que ocorreram pela primeira vez os Jogos Olímpicos de forma organizada. Quando os romanos invadiram a Grécia no século II, muitas tradições gregas, entre elas as Olimpíadas, foram deixadas de lado. Em 392 d.C., os Jogos Olímpicos e todas as manifestações religiosas do politeísmo grego foram proibidos pelo imperador romano Teodósio I, após sua conversão ao cristianismo. Contudo, em 1896, os Jogos Olímpicos foram retomados em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, conhecido com o barão de Coubertin (veja mais 

Medo


Sem sombra de dúvida, vivemos num mundo de medo. De acordo com o psiquiatra James Reich, no "Jornal de Notícias e Enfermidades Mentais", nos Estados Unidos 3% da população sofrem de pânico, 6% de agorafobia (medo de lugares públicos e grandes espaços abertos), 3% de ansiedade generalizada, mais de 2%de fobias simples, e perto de 2% de fobias sociais. Mais de 13 milhões de pessoas são afetadas.

Donald Mederros declarou em seu livro "Crianças Sob Estresse", que 25% das crianças disseram ter medo de serem feridas quando saem de casa, e que 60% das crianças entre os sete e onze anos de idade declararam ter medo de que alguém invada suas casas e as machuque. Numa pesquisa recente, a publicação "Psicologia Hoje" fez uma pesquisa com seus leitores e descobriu que o maior medo era o da morte, depois vinha o temor de uma doença grave e por último as preocupações financeiras.

Denis Waitley, em seu livro "Sementes de Grandeza", fala a respeito de um estudo feito pela Universidade de Michigan que trata do relacionamento entre o medo e a realidade.

O estudo concluiu que 60% de todos os nossos medos são totalmente injustificáveis, porque nunca se concretizam. 20% dos nossos temores estão além do nosso controle.10% de todos os nossos medos são tão insignificantes que não fazem a menor diferença. Dos restantes10%, somente de 4% a 5% são reais ou justificados.

Real ou imaginário, o medo atormenta a todas as pessoas. O medo é uma realidade.

Ele remete a Adão, quando este disse: "Ouvi a Tua voz no jardim e tive medo..." (Gênesis 3:10).

Agora pense: Os bebês nascem com apenas dois medos básicos: o medo de ruídos altos e o medo de cair. Então, se nós temos apenas dois medos quando nascemos, isto quer dizer que podemos desaprender todos os outros medos.

Basta confiar!


"Busquei o Senhor e Ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores."
(Salmos 34:4).


"Porque Deus não nos deu o espírito de temor..." (II Timóteo 1:7).

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