quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Um breve exame das parábolas de Jesus


Jesus demonstrou em seus ensinos ser o mestre por excelência. Seu conhecimento e sabedoria causaram admiração aos leigos e educadores de seus dias. A metodologia de ensino era inigualável e as mais importantes universidades foram fundadas por sua causa.

Alguns de Seus ensinos mais sublimes foram expressos em linguagem figurativa como as parábolas. “Ele não poderia haver usado método de ensino mais eficaz”.[1] A reação dos ouvintes era: “Jamais alguém falou como este Homem” (João 7:46).

Um exame minucioso destes ensinos é significativo quando se evidencia que um terço do ensino de Jesus nos evangelhos sinóticos se apresentam em forma de parábolas.[2] O evangelista Marcos comprovou esse fato quando escreveu: “Com muitas parábolas semelhantes Jesus lhes anunciava a palavra, tanto quanto podiam receber. Não lhes dizia nada sem usar alguma parábola”. (Mc 4:33-34).

O que é uma Parábola?

O conceito popular de parábola é um tipo de figura de linguagem em que se fazem comparações. No velho testamento, o termo utilizado em Hebraico é marshal, que também é usado para designar provérbio ou enigma.[3] No Novo testamento o termo é parabole e “vem do Grego para (“ao lado” ou “junto a”) e ballein (“lançar”). Assim, a história é lançada com a verdade para ilustrá-la”.[4] “No âmago do significado de parabole e marshal está a ideia de uma comparação entre duas coisas dessemelhantes. A realidade de nosso mundo é posta em contato com um mundo narrativo da parábola para alguma comparação que produza uma nova compreensão”.[5]

As parábolas de Cristo estão correlacionadas com outras figuras de linguagem. As “similitudes” geralmente falam de costumes no tempo presente fazendo uma comparação entre dois elementos e usam geralmente as expressões como, assim como, tal qual, tal como. Pedro usou uma símile quando escreveu: “...toda humanidade é como a relva...” (1 Ped 1:24).  Já as parábolas falam de um determinado momento do passado (e.g., O semeador saiu a semear. Mat 13:3). Também são perceptíveis as alegorias. “É uma figura de linguagem, mais especificamente de uso retórico, que produz a virtualização do significado, ou seja, sua expressão transmite um ou mais sentidos que o da simples compreensão ao literal”.[6]Enquanto que uma parábola consiste num acontecimento factível, a alegoria pode ser tanto factível como fictício. “Olhando para todas as parábolas que Jesus contou e as situações variadas em que Ele as proferiu, é razoável afirmar que Ele usou uma variedade de parábolas, algumas das quais eram meros símiles que não precisavam muito de alguma explicação (todos compreendiam imediatamente o seu propósito), e outras que poderiam ser melhor descritas como metáforas ou como de natureza alegórica e precisando de explicação”.[7]

Por que Jesus falava por parábolas?

Assim como a Divindade foi revelada através da sua humanidade, ao usar os elementos da natureza em suas parábolas, Jesus fornecia um veículo poderoso para compreensão das verdades espirituais em seus ouvintes. “Tão ampla era a visão que Cristo tinha da verdade, e tão extensos os Seus ensinamentos, que cada aspecto da natureza foi utilizado para ilustrar verdades.[8] Ensinava com autoridade já que toda a criação era obra de suas mãos. “O desconhecido era ilustrado pelo conhecido; verdades divinas, com as quais o povo estava familiarizado”.[9] Mais tarde quando os ouvintes se deparavam com os objetos ilustrados vinham-lhes a mente os ensinos de Jesus.

Não eram simples ilustrações como as que estamos acostumados a ouvir num sermão. A parábola envolvia as pessoas em um nível muito aprofundado de reflexão. Eram tão penetrantes que produziam efeitos diversos. Enquanto uns entregavam o coração instantaneamente a Cristo, outros o procuravam matá-lo.

“Ele lhes disse: A vocês foi dado o mistério do Reino de Deus, mas aos que estão fora tudo é dito por parábolas, a fim de que, ainda que vejam, não percebam; ainda que ouçam, não entendam; de outro modo, poderiam converter-se e ser perdoados” (Marcos 4:11 e 12).

Percebe-se que o propósito das parábolas de Jesus era multifacetado. Usava para revelar e ao mesmo tempo para esconder.  Como “a multidão não julgava as parábolas; eram as parábolas que julgavam as pessoas”, [10] ao ouvinte interessado e sincero era revelado aquilo que anteriormente estava oculto, o mistério do Reino de Deus. Este grupo sentia o desejo de ganhar a salvação enquanto que o ouvinte desinteressado ouvia a parábola, mas não entendia por que o coração estava endurecido e por achar que sabia tudo. Para estes, restavam-lhes apenas o juízo.

Ellen White no livro Parábolas de Jesus, afirma que nem todos estavam preparados para aceitar e compreender suas parábolas. Assim, evitava com que a multidão incrédula lhe fizesse alguma acusação e rompesse com o seu ministério de maneira prematura. [11]

Regras para interpretação de Parábolas

No livro Compreendendo as Escrituras[12] é apresentando quatro regras básicas de interpretação:

1.  Evite alegorização - Inicialmente é importante diferenciar entre alegoria e alegorização. Como já foi citado, a alegoria usa uma metáfora ampliada para referir verdades fora do significado literal da narrativa. Já a alegorização é o processo de usar algum texto que não é alegórico por natureza e transformá-los em alegoria a fim de promover novos significados que originalmente não era a intenção do autor. O teólogo Agostinho usou a alegorização para dizer que na parábola do Bom Samaritano o homem que descia de Jericó era igual a Adão. [13] Ele não foi o único a usar este princípio interpretativo. Durante séculos este foi o método mais usado, mas o seu rompimento iniciou no movimento da reforma e terminou com o erudito alemão A. Jülicher no século passado.[14]

A alegorização facilita enxergar qualquer coisa em quase todas as parábolas. Acaba impondo um significado que o autor jamais pretendia.

2. Reúna dados históricos, culturais, gramaticais e léxicos - O mundo em que vivemos é muito diferente do mundo dos aldeões da palestina. Essa distância pode ser amenizada usando as descobertas arqueológicas, bem como a leitura de bons dicionários e comentários bíblicos e livros que retratam os costumes desta época.

3. Analise a narrativa da parábola - “As parábolas têm personagens, ações, cenários e suportes, e relações de tempo; elas têm um narrador e um leitor subentendido, um ponto de vista e um enredo. A Análise destes ajuda o leitor a ver, de forma objetiva, a maneira por que é criado o impacto emocional da narrativa e ajuda a delinear os temas e ênfases da narrativa.”[15]

Determine o auditório. Para quem Jesus está falando? Para escribas, Fariseus, às multidões, ou aos discípulos? A compreensão destas perguntas ajudará o leitor a determinar se a aplicação da parábola é para os dentro ou fora da igreja; para grupos ou pessoas. Também observe a reação dos ouvintes de Jesus, pois servirá de excelente pista para o seu significado.

4. Use o Espírito de Profecia - Depois da leitura Bíblica, esta deveria ser a primeira fonte de pesquisa. O livro Parábolas de Jesus é rico em detalhes e fornece uma interpretação correta das parábolas por ser um livro inspirado. Desta forma, grande soma de tempo em busca de respostas com outras literaturas pode ser evitada.

5. Aplique a parábola à situação de hoje - Identifique o princípio teológico ensinado por Jesus na parábola e aplique à sua vida pessoal. Lembre-se que a aplicação provém da parábola em vez de ser imposta a ela.

[1] Ellen White, Parábolas de Jesus, p. 21.
[2] Grant R. Osborne, A Espiral Hermenêutica: uma nova abordagem à interpretação bíblica (São Paulo: Vida Nova, 2009), p.372.
[3] Ibid.
[4] Roy B. Zuck, A Interpretação Bíblica: meios de descobrir a verdade bíblica (São Paulo: Vida Nova, 1994), p. 225.
[5] George W. Reid, Compreendendo as Escrituras: uma abordagem adventista (Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2007), p.232.
[6] Ver HIPERLINK: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alegoria
[7] George W. Reid, Op. Cit., 225.
[8] Ellen White, Parábolas de Jesus, p. 20.
[9] Ibid., p. 17.
[10] Warren W. Wiersbe, Comentário Bíblico Expositivo: Novo  Testamento: Vol I (Santo André:SP: Geográfica Editora, 2006), p. 157.
[11] Ellen White, Op. Cit., 21.
[12]George W. Reid, Op. Cit., 235.
[13] Ibid.
[14] Kennet Bailey, As Parábolas de Lucas (São Paulo: Vida Nova, 1995), p.25.
[15] George W. Reid, Op. Cit., 236.


PR. FÁBIO DOS SANTOS
Formado em Processamentos de Dados e Teologia no UNASP. Atualmente trabalha como Pastor da Igreja Adventista de Barretos-SP na Associação Paulista Oeste. Webmaster e Editor dos Blogs Nisto Cremos  e COMIASD
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Sermão de Casamento - "Compromisso"



I – ENTRADAS

A. Mestre de Cerimônia – Introdução.
B. Mestre de Cerimônia – Anuncia a entrada do Pastor Oficiante.
C. Mestre de Cerimônia – Anuncia a entrada das Testemunhas.
D. Mestre de Cerimônia – Anuncia a entrada do Pai do Noivo com a Mãe da Noiva.
E. Mestre de Cerimônia – Anuncia a entrada do Noivo com a sua Mãe.
F. Mestre de Cerimônia – Anuncia a entrada do Bíblia (Pajem).
G. Marcha Nupcial - Entrada da noiva com seu pai (Aias na frente).
H. Noivo Recebe a Noiva.

II – ORAÇÃO INICIAL

III – MENSAGEM MUSICAL

IV – SERMÃO (TÍTULO DO SERMÃO: COMPROMISSO)

Introdução:

Algumas pessoas acham desnecessário afirmar constantemente a expressão “Eu te amo”. E assim estabelecem critérios e datas para expressar o amor.

Para estas pessoas, expressar o amor é como usar um vestido de festa. É bonito, é sofisticado, mas somente para ocasiões especiais.

Tais casamentos baseados nesta premissa estarão fadados ao fracasso.

V - COMPROMISSO DE AMAR

Texto:

Filhinhos, deixemos de dizer apenas que amamos as pessoas; vamos amá-las realmente e mostrar isto pelas nossas ações. I João 3:18

Ilustração:

Uma mulher que se sentia muito infeliz no seu relacionamento conjugal visitou o seu advogado para pedir conselhos. “Estou muito magoada” ela disse, não aguento mais essa situação. Quero me separar. Mas quero fazê-lo de um modo que ele sofra muito, para me vingar de tudo o que passei.

O sábio advogado, depois de pensar um pouco respondeu: “Eu tenho uma ideia infalível. Durante três meses você vai fingir ser a melhor esposa do mundo. Sendo atenciosa, carinhosa, não reclamando de nada, elogiando sempre e fazendo tudo para agradá-lo. Quando ele estiver feliz pensando que os problemas acabaram, você pede o divórcio. Será um golpe mortal”.

A mulher saiu do escritório vibrando, pois finalmente encontrará uma maneira de devolver todo o mal que o marido lhe fizera.

Após cinco meses de visita dessa senhora o advogado telefonou para ela e disse: “Já passaram dois meses do prazo combinado. Venha para preparar os papéis do divórcio”.

Ela respondeu sorrindo: “Doutor, descobri nesses cinco meses um homem maravilhoso, por quem estou apaixonada e com quem quero viver o resto dos meus dias”.

Há um ditado que diz: trate seu cônjuge como um príncipe ou uma princesa e ele agirá como tal.

A. Para amar é preciso conhecer

1. Na prática o conhecimento acontece de maneira bem interessante: as pessoas apresentam o seu lado “bonitinho” primeiro
(1)    Ninguém é bobo de dizer logo de cara quais são seus maiores defeitos. Você não vai encontrar ninguém se apresentando como “preguiçoso”, “relaxado”, “desorganizado”, “de pavio curto”, “parcial”, “desafeto”, “traidor”, e coisas dessa natureza.
(2)    Ao contrario, é de se esperar que nos primeiros encontros, cada um se arrume, tome banho, coloque perfume, penteie o cabelo, escolha uma roupa apresentável, corte as unhas, limpe os sapatos, e escolha uma meia e roupas íntimas que não tenha furos. Ainda cada um procurará apresentar-se com boas maneiras, educados, gentis, sorridentes, sempre contentes, nunca deprimidos, entusiastas e animados.
(3)    É fácil “amar” estas coisas e qualidades. Qualquer pessoa aprecia estas características. E no início é isso que as pessoas mostram umas para as outras sendo necessário manter um pouco de precaução com estas primeiras impressões.
(4)    Como diz o ditado, “toda moeda tem dois lados”. E eu acredito que não é diferente na questão de relacionamentos e no desenvolvimento do amor.
(5)    Conhecer é o primeiro estágio no desenvolvimento do amor, e pode ser o único se o indivíduo não está disposto a ser honesto consigo mesmo e com os semelhantes e mostrar o “outro lado da moeda”. Todos têm, não existe ninguém perfeito, ainda que os apaixonados sempre achem que seus escolhidos são os seres mais perfeitos do universo, mas isso é fruto de uma distorção cognitiva que faz com que a realidade fique relegada a um segundo plano. O amor é mais racional do que muita gente pensa.

B) Para amar é preciso conhecer os dois lados da moeda

1. Analisar os dois lados é reconhecer o bonito e o feio

(1)    Para alguém realmente conhecer alguém ou algo, é necessário ter informação dos dois lados, saber o máximo possível tanto do lado positivo, quanto do negativo. Saber as limitações e as possibilidades. Conhecer os prós e os contras. Analisar o bonito e o feio de cada um, o bem e o mal, o lado construtivo e o destrutivo que cada ser humano tem.

2. Avaliação sobre a relação
(1)    Uma coisa interessante ainda sobre o conhecer, é que neste nível, é possível fazer um julgamento, de aplicar uma avaliação sobre a relação.

a)    É nesta fase que precisamos decidir se ela pegará as toalhas que ele deixará espalhadas pela casa ou não;
b)    Escolher se a maneira como ele ou ela trata os familiares como irmãos, irmãs, pai e mãe, será a maneira como você deseja ser tratado (a), pois dificilmente alguém muda seu jeito depois de casado. É possível, mas muito difícil;
c)    Se aceita alguém que vai dormir sem tomar banho;
d)    Que limpa o nariz na frente de qualquer pessoa ou situação;
e)     Decidir mesmo sobre aquelas manias que são privadas, particulares, que somente você e seu parceiro sabem;
f)    Ou aquela mulher amabilíssima que, no entanto, é completamente desorganizada. Quando começa a arrumar a casa mexe em todos os cômodos e no final do dia a casa está pior do que antes de ela “arrumar” a casa.

(2)    A esta altura você pode achar que estou exagerando, mas cada um destes exemplos e inúmeros outros, são de casos reais, de pessoas de verdade com problemas de casamento. Todos eles passaram pela faze do conhecer “cegos de amor” para estas coisas.

a) A maioria já sabia destes defeitos

(a)    Na maioria dos casos, os parceiros sabiam destes defeitos, ou limitações ANTES de chegarem ao altar. Mas acharam que poderiam mudar seus parceiros DEPOIS de casarem. Vocês já ouviram aquela famosa frase “depois de casar eu o coloco na linha?”

b) A base do amor está na aceitação

(a)    Talvez quem tenha dito que depois de casado colocaria o cônjuge na linha, esqueceu que esta é uma frase mentirosa. Sim...! Mentirosa por um motivo simples. A base do amor está na aceitação (que é o próximo verbo do amor), e querer mudar o outro é a própria negação da aceitação.
(b)    É como se um dissesse para o outro: não gosto de você deste jeito e para eu lhe aceitar existem condições. Quando isto acontece, a relação vira um contrato cheio de “Ses”. Exemplos: “Se você mudar nisto e naquilo, então ficaremos juntos”, “se estas e aquelas condições existirem então seremos felizes”, “mas se porventura as minhas condições não existirem então estou fora da relação”.

(c)    A Bíblia afirma em I Coríntios 13:5 que o verdadeiro amor não busca os seus próprios interesses.


VI - COMPROMISSO DE HONRAR

Texto:

Amem-se uns aos outros com afeição fraternal e tenham prazer de honrar uns aos outros. Rom 12:10

Ilustração:

Certo marido muito espirituoso, que gostava de brincar, costumava dizer para a sua esposa: “Querida você é tão linda!” E quando ela ficava toda feliz com o elogio, ele completava: “Pena que é tão burra!”

A esposa a princípio ficou sem ação, mas à medida que a brincadeira foi se repetindo, e algumas vezes até na presença doa amigos, ela se sentiu mais humilhada pelo marido e muito enganada.

Um dia em que ele repetiu a brincadeira costumeira, ela respondeu de sarcasmo: “Querido, sabe por que Deus me fez bonita? Para que você pudesse me escolher. E sabe por que fez burra? Para que eu pudesse escolher você!”

Esse marido não estava cumprindo o compromisso assumido no altar. Honrar significa tratar com consideração e com respeito. Honrar é tratar alguém com dignidade, colocar essa pessoa em posição de honra.

Mas honrar não é apenas na frente dos outros, mas na intimidade também. Se levarmos a sério a nossa responsabilidade de honrar a Deus, será mais fácil honrar o cônjuge também.


A) MANEIRAS DE HONAR A SUA ESPOSA

1. Perceba a sua esposa

(1)    É através da atenção que damos a uma pessoa, que demonstramos o valor que ela possui.

2. Respeite os sonhos e as limitações de sua esposa
(1)    Conheço muitas mulheres que abriram mão de seus sonhos para investir no marido.

3. Valorize a companhia de sua esposa
(1)    Separe momentos especiais.

B) MANEIRAS DE HONRAR O ESPOSO

1. Reconheça a sua autoridade

(1)    A melhor maneira de honrar a seu marido, é permitindo que ele assuma o lugar que Deus lhe designou: o cabeça da esposa. Mas isso jamais o torna superior.

2. Aceite as diferenças
(1)    Não fique tentando mudar o marido ou controlar a vida dele ou ficar o dia todo dizendo o que é certo ou que é errado.
(2)    Quando gastamos tempo pensando em como gostaríamos que o nosso cônjuge fosse, perdemos grande oportunidade de apreciar como ele é na realidade.

3. Seja uma auxiliadora
(1)    Conforme o livro de Gênesis, Deus criou Eva para ser uma auxiliadora idônea.

VII - COMPROMISSO DE PERDOAR

Texto:

“Sejam amáveis e prontos para perdoar; jamais guardem rancor. Lembrem-se que o senhor os perdoou, portanto vocês devem perdoar os outros.” Colossenses 3:13

A. O mundo não ensina a perdoar.

1. Entre todos os sentimentos que nos assaltam os sentidos todos os dias através das Novelas, Livros Românticos e Notícias em Geral, o que tem menor IBOPE no mundo atual é o perdão.
(1)    A Razão é bem simples: onde entra o perdão, acaba o conflito; e onde acaba o conflito, se desmantela a máquina satânica de fazer dinheiro com a desgraça.
(2)    Geralmente quando sofremos alguma injuria moral, traição de caráter pessoal ou financeiro, ou um desapontamento de ordem espiritual com outra pessoa, a maioria dos conselhos do mundo indica soluções que podem ser traduzidas em uma palavra só: Vingança. Não isso que apresentam os filmes?
(3)    Satanás tem destruído muitos lares que não conseguem ministrar o perdão por que o mundo ensina que a vingança é um prato que se como frio.


B. Aprenda a perdoar
 

1. Deus ensina o aprendizado do perdão:
(1)    Antes sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.  Efésios 4:32

Ilustração:

Uma senhora foi certa vez ao seu pastor, em grande amargura de espírito, levando nas mãos um punhado de areia molhada.

– O senhor está vendo o que é isto? – perguntou.
– Sim, é areia molhada.
– Mas o senhor não sabe o que ela significa, não?
– Não, não o posso dizer. Que significa?
– Sou eu – respondeu ela, chorando. – É a grande multidão dos meus pecados, que não podem ser numerados.
– Onde conseguiu essa areia? – perguntou o pastor.
– Lá em baixo, na praia.
– Volte lá – disse ele – e tome consigo uma pá. Ajunte um grande monte de areia e faça-o tão alto quanto possa. Então volte à beira da praia e fique observando o que vai acontecer quando a onda vier.

Dentro de uma hora ela voltou e relatou o seguinte:

– Pastor, a onda passou por sobre o monte de areia que fiz e levou-o completamente!
– É justamente assim – respondeu o pastor – quando pedimos ao nosso Pai celestial, por amor de Jesus, que nos perdoe os pecados.

Semelhantemente, podemos aprender com perdão de Cristo e aplicá-lo no relacionamento conjugal, removendo todo e qualquer obstáculo que impede um relacionamento sólido e duradouro.

C. Passos para o perdão

1. Reconheça o problema
(1)    Quando é necessário perdão?

a)    Quando sentimos que causamos uma ferida que quebra o relacionamento.
b)    Quando desejamos o mal aos outros.

2. Aceite a responsabilidade pelo seu comportamento
(1)    Reconheça que você está em falta. Você não poderá pedir perdão se não reconhecer seu próprio erro.
(2)    Não transfira a culpa dos seus próprios erros para os outros. A falha em não aceitar e assumir a responsabilidade pelos próprios erros incentiva a irresponsabilidade.

3. Ter uma atitude de perdão e arrependimento
(1)    “Desculpe-me” é uma palavra mágica, mas será que realmente quer dizer arrependimento?
(2)    Dizer “desculpe-me” não é o suficiente a menos que tenhamos uma ATITUDE de sincero arrependimento.

4. Lutar pela reconciliação
(1)    A reconciliação não acontece quando alguém diz: “Eu perdoo, mas não faça isso novamente”. “Você está perdoado, mas não confio mais em você”.
(2)    Estar pronto para a reconciliação somente se a outra pessoa tomar a iniciativa, prejudica o processo do perdão. 
(3)    Seja humilde e tome a iniciativa da reconciliação.

5. Esqueça
(1)    Lembrar erros passados atrapalha nossas expectativas para o futuro em relação à outra pessoa.
(2)    "Quando me fazem uma injúria – dizia Descartes procuro elevar tão alto a minha alma, que a ofensa não me pode atingir."

VIII - COMPROMISSO DE LUTAR

Ilustração:

Num dia de verão, estava na praia, observando duas crianças brincando na areia. Elas trabalhavam muito, construindo um castelo de areia, com torres, passarelas e passagens internas.

Quando estavam quase acabando, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo a um monte de areia e espuma.

Achei que as crianças cairiam no choro, depois de tanto esforço e cuidado, mas tive uma surpresa.

Em vez de chorar, correram para a praia, fugindo da água, Sorrindo, de mãos dadas e começaram a construir outro castelo...

Compreendi que havia recebido uma importante lição:

Gastamos muito tempo de nossas vidas construindo alguma coisa e mais cedo ou mais tarde, uma onda poderá vir e destruir o que levamos tanto tempo para construir.

Mas quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar, será capaz de sorrir!

Tudo é feito de areia; só o que permanece é o nosso relacionamento com as outras pessoas.

Portanto Sorria, e perceba ao seu redor quem realmente se importa com você e jamais se esqueça da criança que ao invés de chorar e desistir apenas reiniciou sua caminhada.

IX - VOTO MATRIMONIAL

1. Noivo

Diante de Deus e na presença destas testemunhas, toma você, esta mulher, como sua legítima esposa, para juntos viverem conforme as ordens de Deus no santo estado do matrimônio? Você a amará, confortará, honrará e protegerá, na doença e na saúde, na prosperidade e na adversidade; e, renunciando a todas as outras conservar-se-á somente para ela, enquanto ambos viverem?

2. Noiva

Diante de Deus e na presença destas testemunhas, toma você, este homem, como seu legítimo marido, para juntos viverem conforme as ordens de Deus no santo estado do matrimônio? Você o amará, confortará, honrará e protegerá, na doença e na saúde, na prosperidade e na adversidade; e, renunciando a todas os outros conservar-se-á somente para ele, enquanto ambos viverem?”

Havendo ambos feitos perante Deus e diante destas testemunhas mutuas promessas de afeto e de fidelidade, eu como ministro do evangelho e pela autoridade que a igreja adventista me confere em harmonia com a cerimônia civil já realizada, eu vos declaro marido e mulher. O que Deus uniu, ninguém tem o direito de separar.

X - ORAÇÃO - (BÊNÇÃO)

1. Ênfase da oração:

•    Para que a união seja uma bênção para os cônjuges, para a família, para a igreja e todos que entrarem em contato com eles.
•    Que o homem seja um esposo amoroso.
•    Que a mulher seja a esposa virtuosa.
•    Abençoar os futuros filhos.
•    Que o lar seja um local onde os anjos vivam constantemente.
•    Que Deus esteja em primeiro lugar em todas as decisões.
•    Pedir que Deus abençoe todos os casais presentes.

XI - MÚSICA - PAI NOSSO

XII - TROCA DAS ALIANÇAS

XIII - ASSINAR O LIVRO

XIV - MÚSICA FINAL

XV - APRESENTAÇÃO DO CASAL

XVI - BEIJO DO CASAL

XVII - CUMPRIMENTOS



PR. FÁBIO DOS SANTOS
Formado em Processamentos de Dados e Teologia no UNASP. Atualmente trabalha como Pastor da Igreja Adventista de Barretos-SP na Associação Paulista Oeste. Webmaster e Editor dos Blogs Nisto Cremos  e COMIASD
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Pensamentos do Espírito de Profecia (77) - JESUS CHOROU TAMBÉM POR SATANÁS!



http://4.bp.blogspot.com/_NdQOK97Yzk4/SdPQLzcL6OI/AAAAAAAACcU/DFPKC51N1-4/s200/0614114.jpg
"Satanás treme ao contemplar sua obra. Ele está sozinho, meditando sobre o passado, o presente e o futuro de seus planos. Sua poderosa estrutura vacila como numa tempestade. Um anjo do Céu está passando. Ele o chama e suplica uma entrevista com Cristo. Isto lhe é concedido. Então, relata ao Filho de Deus que está arrependido de sua rebelião e deseja voltar ao favor divino. Está disposto a tomar o lugar que previamente Deus lhe designara e sujeitar-se a Seu sábio comando. Cristo chorou ante o infortúnio de Satanás mas disse-lhe, como pensamento de Deus, que ele jamais poderia ser recebido no Céu. O Céu não devia ser colocado em perigo. Se fosse recebido de volta, todo o Céu seria manchado pelo pecado e rebelião originados com ele. As sementes da rebelião ainda estavam nele. Não tivera, em sua rebelião, nenhum motivo para seu procedimento, e arruinara irremediavelmente não só a si mesmo mas a multidão de anjos, que teria sido feliz no Céu, tivesse ele permanecido firme. A lei de Deus podia condenar mas não podia perdoar. Ele não se arrependeu de sua rebelião porque visse a bondade de Deus, da qual havia abusado. Não era possível que seu amor por Deus tivesse aumentado tanto desde a queda, que o levasse a uma alegre submissão e feliz obediência à Sua lei, por ele desprezada. HISTÓRIA DA REDENÇÃO, PÁG. 27.



DANIEL SILVEIRA
Ancião da Igreja Adventista de Osório-RS. Pai do Ex-pastor Silvio Silveira (Falecido) e casado com Areli Silveira.
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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Pessoas que “se acham”

Pessoas que “se acham” são aquelas que não cabem em si de tanta arrogância. Ouvi dizer de uma dessas pessoas que disse: “Eu não só me acho. Eu me tenho certeza!” São pessoas que perderam a noção do ridículo e vivem exigindo que outras as sirvam como súditos de um tempo que não existe mais.

Pessoas que “se acham” são aquelas que se desprenderam da realidade; perderam qualquer noção de humildade. E é bom lembrar que a palavra humildade tem sua origem em “húmus” (terra) e que, portanto, uma pessoa humilde é aquela que tem os pés no chão e sabe que ninguém chega ao pódio sozinho. Pessoas arrogantes e que “se acham” parecem acreditar poder vencer por si mesmas, sem a ajuda de ninguém. Daí o fato de que as pessoas arrogantes são sempre ingratas ou seja não são capazes de agradecer.

A verdade é que essas pessoas quase sempre acabam solitárias, abandonadas. Não há quem suporte viver ao lado de quem não diz sequer um “muito obrigado!” Não há quem suporte viver ao lado de pessoas que vivem olhando para um espelho e se admirando o tempo todo. Não há quem suporte viver ao lado de pessoas que só falam de si e que exigem que seus desejos sejam atendidos sem qualquer consideração às dificuldades alheias.

Pessoas arrogantes são malcriadas, sem educação, sem polidez. Não possuem nenhum grau de empatia. São incapazes de se colocar no lugar de outras pessoas e sentir o que elas sentem. Para elas, todo mundo é ignorante, preguiçoso, dotados de má vontade. Dirigem palavras duras e rudes principalmente às pessoas simples a quem não demonstram o menor respeito e consideração.

Olhe no espelho e se pergunte: será que eu também não estou “me achando”? Será que não serei eu aquela pessoa que disse “não só me acho, como me tenho certeza”? Será que não estou com problemas de relacionamento na vida pessoal e profissional, em casa, no emprego exatamente por causa de meus arroubos de arrogância? Procuro nutrir um genuíno sentimento de gratidão às pessoas, desde as mais simples?

Pense nisso. Sucesso!


PROF. LUIZ MARINS

Antropólogo. Estudou Antropologia na Austrália (Macquarie University/School of Behavioural Sciences) sob a orientação do renomado antropólogo indiano Prof. Dr. Chandra Jayawardena e na Universidade de São Paulo (USP), sob a orientação da Profa.Dra. Thekla Hartmann;

- Licenciado em História (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba); estudou Direito (Faculdade de Direito de Sorocaba); Ciência Política (Universidade de Brasília - UnB); Negociação (New York University, NY, USA); Planejamento e Marketing (Wharton School, Pennsylvannia, USA); Antropologia Econômica e Macroeconomia (Curso especial da London School of Economics em New South Wales) e outros cursos em universidades no Brasil e no exterior. 
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Pensamentos do Espírito de Profecia (76) - ESTAMOS DECIDINDO AGORA!


http://4.bp.blogspot.com/_NdQOK97Yzk4/SdPQLzcL6OI/AAAAAAAACcU/DFPKC51N1-4/s200/0614114.jpg
"Lembrai-vos, caros amigos, de que cada dia, cada hora, cada momento, estais tecendo a trama de vosso destino. Cada vez que a lançadeira é atirada, é levado para a trama um fio que enfeia ou embeleza o desenho. Se sois descuidosos e indolentes, arruinais a vida que Deus designou fosse brilhante e bela. Se escolheis seguir vossas próprias inclinações, vossos hábitos não segundo o modelo de Cristo ligar-vos-ão com cintas de aço. E, ao vos distanciardes de Cristo, vosso exemplo será seguido por muitos que, devido ao vosso mau procedimento, jamais desfrutarão as glórias do Céu. Mas, se fizerdes valorosos esforços por vencer o egoísmo, não desprezando as oportunidades de auxiliar os que se achem em torno de vós, a luz de vosso exemplo guiará outros à cruz." MENSAGEM AOS JOVENS Pág. 212.



DANIEL SILVEIRA
Ancião da Igreja Adventista de Osório-RS. Pai do Ex-pastor Silvio Silveira (Falecido) e casado com Areli Silveira.
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Pensamentos do Espírito de Profecia (75) - CRISTO VEIO PLANTAR A ÁRVORE DA VIDA EM NÓS!

http://4.bp.blogspot.com/_NdQOK97Yzk4/SdPQLzcL6OI/AAAAAAAACcU/DFPKC51N1-4/s200/0614114.jpg"Em Sua vida na Terra, Cristo poderia haver feito revelações que haveriam eclipsado e lançado ao esquecimento todas as descobertas humanas. Poderia haver aberto porta após porta às coisas misteriosas, e muitas revelações de verdades eternas haveriam sido o seguro resultado. Ele poderia haver proferido palavras que teriam sido qual chave para descerrar mistérios que haveriam cativado a mente de gerações até ao fim do tempo. Cristo, porém, não abre as numerosas portas a que a curiosidade humana tem lutado por obter entrada. Não apresenta para os homens um banquete que se demonstraria prejudicial a seus mais altos interesses. Ele veio plantar para os homens, não a árvore da ciência, mas a árvore da vida." MENSAGENS ESCOLHIDAS VOL. 2 PÁG. 33.



DANIEL SILVEIRA
Ancião da Igreja Adventista de Osório-RS. Pai do Ex-pastor Silvio Silveira (Falecido) e casado com Areli Silveira.
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Os Dez Pecados Capitais dos Cristãos Atuais


Texto: Lucas 3:3-14
João Batista era um personagem impopular. Suas roupas e hábitos eram diferentes. “E João andava vestido de pelos de camelo, e com um cinto de couro em redor de seus lombos, e comia gafanhotos e mel silvestre.” Marcos 1:6.
Todavia Deus o usou para uma das grandes mensagens da história deste mundo, e sobre João disse Jesus: “E João andava vestido de pelos de camelo, e com um cinto de couro em redor de seus lombos, e comia gafanhotos e mel silvestre.” Marcos 1:6.
“Em verdade vos digo que, entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior do que João o Batista; mas aquele que é o menor no reino dos céus é maior do que ele”. Mateus 11:11.
João não tinha medo de denunciar o pecado da sua comunidade e sociedade, e chamou seus ouvintes (publicanos, soldados, povo comum) de raça de víboras.
E você, se considera um João Batista, que prega a verdade destemidamente, ou é você que está precisando de uma advertência?
Você vai descobrir isso agora! Aperte o cinto, segure firme e abra seu coração para o Espírito Santo falar com você.
Os Dez Pecados Capitais dos Cristãos Atuais:
1- Falta de Comunhão pessoal. Bíblia, Espírito de Profecia, Lição da Escola Sabatina e Meditação. Você tem lido frequentemente esses livros?
2- Não fazer Culto Familiar. Pais perdem filhos por isso! É o pai o responsável e sacerdote do lar.
Alguns são moles em obrigar os filhos ir à igreja, mas obrigam ir à escola!
3- Não frequentam todos os cultos: enfraquece a comunhão com a igreja e perdem bênçãos infinitas.
4- Excesso de trabalho secular. Deus e a igreja estão em terceiro plano! Tempo, energia e dinheiro são gastos nas coisas seculares, e o que sobra fica para Deus.
5- Falta de amor fraternal! Alguns odeiam seus irmãos, não conversam com outro, não se perdoam e desejam o mal. Isso não é de Deus!
6- Vida dupla: Santo na igreja, um capeta em casa e no trabalho! Dívidas, mal testemunho, falar palavrão, brigas entre vizinhos, no trânsito e no trabalho.
7- Infidelidade com os Dízimos e ofertas. Roubam a Deus! Preferem dever a Deus que ao banco! O que pertence a Deus é o primeiro a ser cortado do orçamento!
8- Infidelidade com o Sábado. Com o pôr-do-sol. Trabalhos ditos essenciais (área de saúde, segurança, alimentação, etc.), mas com propósito de ganhar dinheiro.
9- Infidelidade Moral/sensual. Fornicação, pornografia, adultério, homossexualismo, etc.
10- Falta de comprometimento com as coisas de Deus. Não envolvem no cuidado e manutenção da igreja, com os cargos da igreja.
Não testemunham nem fazem trabalho missionário!
Procuram uma igreja que tem o que oferecer para ele, e não para se doar a ela!
Conclusão:
Deus está fazendo um chamado para você ser um João Batista!
Uma reforma é necessária e com urgência! Abandone seus pecados e vá pregar o evangelho que transforma e salva.
PR. YURI RAVEM
Mestre em teologia e pastor da Igreja Adventista em Sumaré - SP. Casado com Andressa, mestre em educação e pai do Yan.
Editor Associado do Blog Nisto Cremos
Twitter:@yuriravem
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