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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Você acha certo comemorar o natal?


"É certo comemorar o natal?"
Esse artigo foi publicado no Blog Nisto Cremos em 18 de Dezembro de 2007. Para relembrar, basta acessar:  http://www.nistocremos.net/2007/12/certo-comemorar-o-natal.html

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Postura mundial adventista sobre homossexualidade é ajustada

Silver Spring, EUA ... [ASN] A Igreja Adventista do Sétimo Dia no mundo reafirmou a sua posição contra a atividade homossexual e casamento do mesmo sexo e fez ajustes na declaração da posição denominacional para oferecer compaixão para com os gays. O voto foi confirmado na última Comissão Diretiva da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, ocorrida no final do mês de outubro em Brasília.

A declaração de praxe de meia página sobre homossexualidade foi aprovada pelo voto de levantar a mão por mais de 200 pastores, leigos e outros obreiros denominacionais que participaram da sessão administrativa da Comissão Executiva do Concílio Anual de 2012 na sede da denominação em Silver Spring, Maryland, Estados Unidos, ocorrida em outubro deste ano.

Os dirigentes da Igreja disseram que a declaração original elaborada em 1999 era clara e baseada nos ensinamentos bíblicos. Eles decidiram atualizar o documento para transmitir a mensagem de que a Igreja não aceita a prática homossexual, mas deve reconhecer a necessidade de ministrar aos gays com compaixão, disse o vice-presidente Pardon Mwansa, que presidiu a comissão de praxes que recomendou a mudança.

"Nós sentimos que precisávamos fechar esta declaração com uma frase mostrando que a Igreja está disposta a revelar um espírito de compaixão semelhante ao de Cristo para com aqueles que praticam a homossexualidade", disse Mwansa aos participantes que representavam os líderes da Igreja em seis continentes.

A declaração -- que não define compaixão nem explica como a Igreja deve tratar os homossexuais -- também foi reeditada para mostrar, numa posição mais forte do que antes, que a Igreja permanece fiel às Escrituras.

A última sentença do documento de três parágrafos agora reza: "Como Seus discípulos, os adventistas do sétimo dia se empenham por seguir a instrução e exemplo do Senhor, vivendo uma vida de compaixão e fidelidade, segundo o exemplo de Cristo".

União do mesmo sexo - Os líderes da comissão disseram que decidiram revisar a declaração sobre união do mesmo sexo a fim de refletir as tendências da sociedade, tais como reconhecimento de que alguns governos têm dado legitimidade a uniões do mesmo sexo. "As instituições do casamento e da família estão sob ataque", declarou Willie Oliver, membro da Comissão de Praxes e co-diretor dos Ministérios da Família para a Igreja global, citando uma linha que agora faz parte da nova declaração.

A exemplo da declaração sobre homossexualidade, a declaração sobre o casamento homossexual tenta incluir compaixão. A versão anterior declarava: "Consideramos que todas os indivíduos, não importa qual seja a sua orientação sexual, são filhos de Deus". A nova versão diz: "Acreditamos que todas as pessoas, independentemente da sua orientação sexual, são amadas por Deus".

Ekkehardt Mueller, vice-diretor do Instituto de Pesquisa Bíblica, elogiou a comissão por ter incluído uma frase na linha proposta para alteração ligando homossexualidade à "entrada do pecado" no mundo.

"Sentimos ser isto necessário, neste contexto, especialmente porque os homossexuais hoje negariam qualquer noção de pecado e diriam, 'isto é como fomos criados, Deus criou-nos desta forma, e, portanto, temos o direito e o dever de manter este estilo de vida', então eu seria oposto à emenda", disse Mueller. [Equipe ANN, Edwin Garcia]

OS QUATRO ENCONTROS EM NAIM

A História do nosso mundo tem sido marcada por muitos encontros famosos. Um dos encontros mais memoráveis, um dos encontros mais importantes registrados nos anais da História, foi celebrado na pequena cidade de Tilsit, na Prússia, em 25 de junho de 1809. Os imperadores Napoleão e Alexandre, numa noite histórica, se reuniram num encontro cheio de significado, para decidir os destinos da humanidade. A conferência durou mais de duas horas. Foi inteiramente particular, e entretanto envolvia o interesse de milhões de seres, porque envolvia a própria paz internacional. No entanto, houve um fracasso completo, porque as resoluções tomadas naquele encontro não resultaram em nada.

Retrocedamos 1800 anos antes da conferência de Tilsit e veremos um outro encontro. Não parece um encontro histórico, mas um encontro tão simples que nem os nomes das pessoas envolvidas foi registrado, exceto o de Seu Benfeitor, Jesus Cristo. Entretanto foi um encontro que resultou num grande benefício para milhões de pessoas, daquele tempo até esta parte, que saíram mais confiantes no poder do Filho de Deus. Lemos acerca desse encontro em Lc 7:11-17:

11 Em dia subsequente, dirigia-se Jesus a uma cidade chamada Naim, e iam com ele os seus discípulos e numerosa multidão.
12 Como se aproximasse da porta da cidade, eis que saía o enterro do filho único de uma viúva; e grande multidão da cidade ia com ela.
13 Vendo-a, o Senhor se compadeceu dela e lhe disse: Não chores!
14 Chegando-se, tocou o esquife e, parando os que o conduziam, disse: Jovem, eu te mando: levanta-te!
15 Sentou-se o que estivera morto e passou a falar; e Jesus o restituiu a sua mãe.
16 Todos ficaram possuídos de temor e glorificavam a Deus, dizendo: Grande profeta se levantou entre nós; e: Deus visitou o seu povo.
17 Esta notícia a respeito dele divulgou-se por toda a Judéia e por toda a circunvizinhança.

Jesus Se dirigia para a cidade de Naim. Naim ficava a cerca de 40 km de Cafarnaum - pelo menos um dia de viagem - e, no entanto, Jesus foi até lá sem ninguém ter pedido que o fizesse. Uma vez que os judeus sepultavam seus mortos no mesmo dia em que faleciam (Dt 21:23; At 5:5-10), é bem provável que Jesus e seus discípulos tenham chegado às portas da cidade no final do dia em que o menino faleceu.

Podemos observar naquele simples encontro de pessoas humildes e anônimas ..quatro encontros específicos.., ocorridos às portas da cidade de Naim naquele dia.

1 - O Encontro de Duas Multidões

Jesus estava sendo seguido por uma multidão e se encontra com outra multidão. Um cortejo fúnebre está saindo; sai pela porta da cidade devido ao fato de que não se permitia enterrar a um morto dentro de uma cidade judaica. Era a procissão de um funeral que se dirigia ao local de sepultamento.

Nada acontece por acaso. Aqui vemos a providência de Deus e a sabedoria de Jesus que já previa tudo o que haveria de acontecer, de acordo o plano divino, para aquele dia. Sim, aquele encontro não era por coincidência, senão por providência divina: Jesus chega no exato momento em que havia uma necessidade de vida ou morte!

Ao obedecer à vontade do Pai, Jesus vivia de acordo com um cronograma divino (Jo 11:9; 13:1). Todas as coisas que Jesus realizava, todos os encontros que tinha não eram fruto de uma mera coincidência, mas eram ações já predeterminadas, com um grande propósito em vista, que produzia resultados fantásticos.

O nosso compassivo Salvador sempre nos ajuda quando mais precisamos (Hb 4:16), nas horas mais surpreendentes. Muitas vezes estamos desesperados, sem saber mais o que fazer, e daí, eis que acontece algo que parece mero acaso; no entanto, é mais uma das múltiplas providências divinas que vem em nosso auxílio no exato momento em que mais necessitamos.

Que contraste entre a multidão que seguia Jesus e a multidão que seguia a viúva e seu filho morto! A multidão que estava com Jesus era composta de pessoas que se alegravam diante das palavras e dos feitos extraordinários de Jesus. A outra multidão se entristecia e chorava mais e mais à medida em que se aproximavam do cemitério. Afinal, era apenas um jovem aquele que estava sendo conduzido para o cemitério. Um jovem na flor da idade, com muitos projetos de vida, agora interrompidos pelo alfanje da morte. Eles estavam chorando a morte de um jovem que fora o objeto das  mais suspiradas esperanças de sua mãe agora desesperada.

Jesus dirigia-se à cidade, enquanto os pranteadores dirigiam-se ao cemitério. Em termos espirituais, cada um de nós se encontra em um desses dois grupos. Ou estamos indo para a cidade ou indo para o cemitério. Se crermos em Cristo, estamos indo para a cidade celestial (Hb 11:10, 13-16; 12:22). Se estamos "mortos nos nossos pecados", já estamos no cemitério e sob a condenação de Deus (Jo 3:36; Ef 2: 1-3). Precisamos crer em Jesus Cristo e ser ressuscitados dentre os mortos (Jo 5:24; Ef 2:4-10).

Agora, pare e pense: Para onde você está indo? Certa vez, eu fiz uma visita a uma família, e encontrei alguns jovens, umas moças e um rapaz. Durante a visita introduzi o evangelho, e depois de algumas considerações procurando ganhar aqueles jovens para Cristo, o jovem disse: “Sabe o que é, pastor? Eu gosto mesmo é de pornografia. Acho muito legal, bonito...” Quando ele parou de falar, eu lhe disse, olhando nos seus olhos: “Sabe o que é, jovem? Eu só tenho uma pergunta para você me responder: Para onde você está indo? Aonde você vai chegar andando nesse caminho? Ou você vai para a cidade de Deus ou vai direto para o inferno!” O jovem, que até ali era muito falador, loquaz, extrovertido, exibindo-se diante das moças, ficou pensativo e mudo. Esta é a grande questão: Para onde estamos de fato indo? Não temos um meio termo: ou vamos para a cidade, ou para o cemitério, definitivamente.

2 - O Encontro de Dois “Filhos únicos”.

Um estava vivo, mas destinado a morrer, o outro estava morto, mas destinado a viver. Um era o filho único morto; o Outro o era o Filho Único vivo, que era a própria Fonte da vida, o nosso Senhor Jesus Cristo, que estava para morrer numa infamante cruz, a fim de que nós pudéssemos viver.

O filho da viúva era “único” no sentido de filho “único gerado”, e isto significa que era unigênito, em nosso idioma, porque não tinha irmãos. Mas a palavra grega significa apenas “único”, para ressaltar o fato trágico daquela mãe que perdia o que tinha de mais precioso.

Mas em Jesus Cristo a designação de “Único” também não significa “único gerado”, (é a mesma palavra no grego:  monogenês) porque embora Ele tenha sido gerado de Maria, pelo Espírito Santo, só a parte humana de Jesus é que foi gerada. (Lc 1:35; Hb 10:5) Aplicado a Cristo, o título “Único” significa "singular", “especial”, “ímpar” “exclusivo” ou "inigualável". Cristo não é um "filho" no mesmo sentido que eu sou, pois vim a existir pela concepção e nascimento. Mas Cristo sempre existiu; Ele nunca foi gerado como Deus; Ele mesmo é Deus (Jo 1:1,14).

Em algumas passagens de João, encontra-se a expressão “unigênito” (monogenês) referentes a Cristo. Mas a palavra que foi traduzida assim do original, é a mesma que encontramos aqui em nosso texto (Lc 7:12) e em outros lugares (Lc 8:42; 9:38), traduzida como "único". Portanto, para sermos coerentes, em João 3:16 (como em Jo 1:14,18; 3:18; 1Jo 4:9), a tradução deveria ser “Único”, e não unigênito. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Único...” O título Filho Único de Deus declara a natureza divina de Cristo e seu relacionamento perfeito com o Pai.

O encontro dos dois filhos únicos ficou marcado na história do evangelho de Lucas, exclusivamente, para que soubéssemos que há um poder onipotente no Filho Único de Deus, a ponto de até ressuscitar um jovem que tombara vencido pela morte. Deveria ficar assim evidente para todos que o Filho de Deus é o único que tem esse poder.

3 - O Encontro de Dois Sofredores      

O profeta Isaías fala de Jesus como o “Homem de dores e que sabe o que é padecer” (Is 53:3). Ele descreve a angústia que teve Jesus ao suportar a Cruz para nos salvar, e dar a vida em resgate por nós. De fato, a vida inteira de Jesus foi de muitos pesares, angústias e sofrimentos. Logo que nasceu, teve que fugir de Herodes que queria vê-lO morto, e O perseguiu para matá-lO.

Os Seus irmãos duvidaram dEle. Satanás O perseguia com muitas tentações continuamente. Os fariseus e doutores da lei estavam sempre no Seu encalço, a fim de conseguir achar alguma falha em Seu caráter. Mas Ele ainda tinha a preocupação de levar sobre Si mesmo o peso da salvação da humanidade.

De fato, Jesus Cristo foi o Homem que mais sofreu neste mundo. Jamais seremos chamados a sofrer tanto quanto Ele sofreu. Por isso, ninguém pode acusar a Deus dizendo que Ele é injusto em deixar-nos em nossos sofrimentos. O que sofremos é um mínimo em comparação com o que Ele sofreu através da entrega do Seu Filho amado para morrer numa infamante Cruz.

E lá estava aquela mãe inconsolável porque perdera o seu filho único. Era difícil consolar a uma mulher nesta situação desesperadora. Ora, já é terrível perder um dos filhos, de uma família numerosa. Mas muito pior é perder um filho único. Mas pior do que perder o filho único, é perder o filho único sendo viúva. Não apenas estava aflita como também se encontrava sozinha numa sociedade sem recursos para cuidar de viúvas.

E aquela mulher agora se desesperava diante da morte do seu filho único, que era a sua única esperança de arrimo e felicidade para o futuro. Com a morte do seu filho único, a última fonte de sustento e proteção desta mulher se fora; e a esperança de perpetuar a descendência se desvanecera. O que seria feito dela? Sua condição era realmente trágica.

Mas Jesus, o "homem de dores", Se encontrou com essa mulher sofredora para mudar a sua situação. Ele não teve dificuldade para Se identificar com o sofrimento da viúva. Sabia de todas as suas aflições e temores. Podia ajudar-lhe agora com a Sua compaixão e Seu poder de ressuscitar o filho morto.

Jesus Cristo sabe de todas as nossas dores e pode nos ajudar ainda mesmo sem estar presente em pessoa. Ele prometeu enviar-nos o Espírito Santo que é o nosso Consolador e que traz a Cristo em nosso coração, a fim de confortar-nos em nossas angústias, dando-nos a certeza de Sua presença e poder para desfazer as obras de Satanás, e recuperar-nos em Sua comunhão.

4 - O Encontro de Dois Inimigos


Jesus enfrentou a morte, "o último inimigo" (1Co 15:26). Quando pensamos na dor e tristeza que a morte causa a este mundo, de fato é um inimigo terrível, e somente Jesus Cristo é capaz de nos dar a vitória (1 Co 15:51-58; Hb 2:14, 15).

Vendo Jesus a mulher, Se compadeceu dela, que fora alvo desse inimigo, a morte, por duas vezes.

.. 1 – Jesus não Se compadeceu do jovem morto ..    

Por quê? Porque os mortos não sabem que estão mortos. Os mortos não sabem que os vivos estão chorando por eles. Os mortos não estão sofrendo. Os mortos não tem noção do tempo e do espaço.  Os mortos não precisam de orações, não precisam de orientação, não carecem de consolação. Eles não sabem nada, porque estão em completo estado de inconsciência (Ecl 9:5-6).

Milhões estão enganados sobre a doutrina dos mortos, e é bom que nós estejamos de sobreaviso. Paulo disse que não devemos ser “ignorantes com respeito aos que dormem” (1Ts 4:13), porque os mortos dormem o sono inconsciente da morte (Sl 13:3; 6:5). Você sabe dar um estudo bíblico sobre os mortos? Milhões de pessoas, enganadas pelas falsas doutrinas do espiritismo, do paganismo, e do cristianismo em geral crêem que os mortos estão vivos. 

Milhões crêem que os mortos estão vagando no espaço sideral, esperando para reencarnar em alguma pessoa que nasce. Outros dizem que os mortos estão no Céu ou no Inferno, ou no Purgatório ou no Limbo [local de purificação para os infantes]. Quando Jesus ressuscitou ao jovem, Ele não o chamou de nenhum desses lugares. Ele o chamou do lugar onde ele dormia o sono tranquilo da morte, ali mesmo sendo levado num leito, envolto em lençol.

Por isso, Jesus não Se compadeceu do jovem morto: ele não podia saber nem reagir diante de uma consolação.

.. 2 – Jesus Se compadeceu da mãe do jovem morto...

Ela era viúva e já sofrera, portanto, a dor da morte do seu marido. De fato, aquela mulher era muito sofrida, muito nervosa, muito angustiada e muito insegura. Pesquisas têm sido feitas sobre o grau de estresse de uma pessoa, que passa por diferentes perplexidades. Mas a perda do marido, ou da esposa, a perda do cônjuge é de maior gravidade do que qualquer outra perda. E muito mais no tempo de Jesus quando as mulheres viúvas não tinham nenhuma segurança.

Mas depois de tudo o que sofrera com a morte do marido, que lhe deixara um filho, agora, ela perde esse filho amado, pela morte. Aquela mulher havia cifrado no seu filho único todas as suas mais acariciadas esperanças. Mas agora, ela estava desesperada, sem nenhuma esperança.

Jesus Se compadece dos que perderam os seus entes queridos. Conhece toda a angústia, toda a tristeza, toda a solidão, e talvez toda a revolta desses sofredores. Mas Jesus Cristo é o maior Consolador dos aflitos.

Então, Jesus disse à mulher: “Não chore!” Este era o imperativo da esperança. A maior consolação de Jesus para os enlutados é: “Não chore!” porque há uma esperança. Você nunca deve perder a esperança. A morte não é o fim. Há esperança até para mortos: a gloriosa esperança da ressurreição. Portanto, diz Jesus: “Não chore!” em desespero!

O "esquife" referente no texto era, provavelmente, uma espécie de maca aberta, não um caixão fechado, de madeira, como em nossos tempos. Jesus Se aproximou, e “tocou o esquife”. Mas por quê? Havia algum significado nesse ato? Aparentemente, era natural que tocasse no caixão, na maca aberta, como acontece quando vamos a um velório, e ao nos aproximar, tocamos no caixão, mesmo não intencionalmente, mas ninguém vai notar nisso.

Entretanto, no tempo de Jesus, era diferente. Se alguém tocasse num morto, ou no seu féretro, ele seria considerado imundo (Nm 9:6). Mas nesse ato de tocar no esquife, Jesus estava demonstrando que Ele não Se contamina com a morte por ser a própria Fonte de vida; Ele não teme o contágio, ao lidar com o Seu grande inimigo, a morte.

Jesus só precisou proferir uma palavra e o menino voltou à vida com saúde. Vemos aqui o poder da palavra de Jesus Cristo, o Verbo de Deus. Ele apenas ordenou: “Jovem, levanta-te!” e o jovem se levantou com vida. Assim foi na Criação: Ele falou e tudo se fez, ele ordenou e tudo passou a existir (Sal 33:6,9). Ele deu vida a todos os seres que têm vida. Ele deu vida a todos os animais por meio de uma palavra. Apenas falou e todos viveram. Agora, do mesmo jeito, Ele falou e o morto se levantou com vida e saúde.

O menino deu dois sinais de vida: sentou-se e falou. O texto não diz o que falou, mas devem ter sido palavras interessantes! Ele pode ter dito algo assim: “O que é que eu estou fazendo aqui? Mãe, por que todos estão chorando?” Num gesto de grande ternura, Jesus pegou o menino e o entregou à mãe, agora transbordante de alegria.

Toda a cena lembra o que acontecerá quando Cristo voltar e reencontrarmos nossos entes queridos. Aquele será um Dia de exultante glória e grande alegria, ao vermos todos os justos, e os nossos queridos salvos sendo levantados para a vida eterna.

O povo reagiu glorificando a Deus e identificando Jesus com o Profeta dos judeus pelo qual haviam esperado tanto tempo (Dt 18:15; Jo 1:21; At 3:22, 23). Não demorou que a notícia desse milagre se espalhasse. As pessoas animaram-se ainda mais para ver Jesus, e grandes multidões o seguiam (Lc 8:4, 19, 42).

O encontro dos dois inimigos ficou registrado para que soubéssemos que Jesus Cristo é o Vencedor de todos os Seus inimigos, e em breve há de declarar a vitória final sobre a morte, “o último inimigo a ser destruído”.

CONCLUSÃO

1.  Jesus é o nosso Consolador nas horas mais difíceis. Ele nos conhece e Se compadece de nossas aflições. Portanto, devemos sempre confiar nEle.

2.  Não devemos temer nada neste mundo; nem mesmo a morte. Devemos ser calmos, serenos e tranquilos em toda e qualquer situação.  

3.  Jesus tem poder onipotente. Portanto, devemos depender dEle completamente porque é o Único em quem podemos confiar plenamente, sem nunca sermos decepcionados.

4.  Não podemos depositar a nossa última esperança nos nossos entes queridos. Nossa maior esperança deve estar depositada em Jesus Cristo que é o nosso poderoso Deus e Autor da nossa vida eternamente.



PR. ROBERTO BIAGINI
Teólogo, Mestre em Teologia. Realizou vários cursos de Extensão Teológica da Andrews University e do Centro de Educação Contínua da DSA. Trabalhou como distrital de várias igrejas do centro, norte e sul do país. É casado com a Profª. Silvane Luckow Biagini, e tem dois filhos, Ângela e Roberto.

A CARTA DE DEUS AO HOMEM

INTRODUÇÃO

"Nascida no Oriente, com sua vestimenta e imagem orientais, a Bíblia avança pelos caminhos de todo o mundo ganhando familiaridade, penetrando todas as terras, encontrando-se em todas as partes. A Bíblia tem a faculdade de falar em centenas de idiomas ao coração do homem. Chega ao palácio para dizer ao monarca que ele é um servo do Altíssimo e à choupana para garantir ao camponês que ele é um filho de Deus. As crianças maravilhadas e embevecidas escutam suas histórias e homens sábios as consideram como parábolas de vida.

"A Bíblia contém uma palavra de paz para todo o tempo de prova, uma palavra de conforto para o dia de calamidade, uma palavra de luz para a hora de trevas.

"Acima do berço e ao lado da tumba suas palavras grandiosas nos surgem espontâneas. (. . .) Elas voltam a nós velozes e tranqüilas como pombas que voam à distância.

"Elas nos surpreendem com novos significados, como fontes de água que surgem da montanha ao lado de uma antiga senda. Elas crescem cada vez mais preciosas à semelhança das pérolas abrigadas no coração.

"Ninguém que possua este tesouro é pobre ou abandonado. Quando o vacilante peregrino avança para o chamado 'vale da sombra da morte' não teme penetrá-lo. Ele toma o Bastão e o Cajado da Escritura em sua mão e diz ao amigo e companheiro: 'Adeus, até nos encontrarmos novamente.' E confortado por aquele apoio segue o trilho solitário como quem caminha das trevas para a luz." (Henry Van Dyke. Citado por Apolinário, Pedro. História do Texto Bíblico, p. 2).

E nesta oportunidade iremos analisar a origem e o significado desse Livro que, desafiando os séculos, continua a contar a história da salvação e a transformar vidas.

I – A  COMUNICAÇÃO  ENTRE  DEUS  E  O  HOMEM  NO  PRINCÍPIO

 A – Antes do Pecado:

a)Nossos primeiros pais, por vezes, ao caminharem pelo jardim do Éden "com a fresca do dia, ouviam a voz de Deus, e face a face entretinham comunhão com o Eterno." (Educação, p. 21)

 B – Após a Queda :

a) O homem não mais pôde ver a face de Deus:

–       Êxodo 37:20
–       João 1:18

b) "Desde o pecado de nossos primeiros pais, não tem havido comunicação direta entre Deus e o homem. O Pai entregou o mundo nas mãos de Cristo, para que por Sua obra mediadora remisse o homem, e reivindicasse a autoridade e santidade da lei de Deus. Toda a comunhão entre o Céu e a raça decaída tem sido por meio de Cristo. Foi o Filho de Deus que fez a nossos primeiros pais a promessa de redenção." – Patriarcas e Profetas, p. 366).

c) Então Deus, por meio de Cristo, passou a comunicar-Se com os homens através de profetas, a quem Ele revelava a Sua vontade em sonhos e visões (Núm. 12: 6).

d) "Durante os primeiros vinte e cinco séculos da história humana, não houve revelação escrita. Os que tinham sido ensinados por Deus comunicavam seu saber a outros, e esse saber era transmitido de pai a filho, através de gerações sucessivas." (O Grande Conflito, Introdução, p. 7).

e) "Os antediluvianos não tinham livros, não tinham registros escritos; mas com o seu grande vigor físico e mental possuíam forte memória, capaz de apreender e reter aquilo que lhes era comunicado, e por sua vez transmiti-lo intacto à posteridade." (Patriarcas e Profetas, p. 83).

II – A  COMUNICAÇÃO  DIVINA  ATRAVÉS  DA  PALAVRA ESCRITA

A – O Seu Surgimento


a)       Como a vida humana abreviou-se, a capacidade mental diminuiu e começou a crescer a apostasia, Deus ordenou a Moisés que escrevesse a verdade divina:

–       Êxodo 17:14 (é a primeira referência bíblica à "escrita")

b)      O objetivo era preservar as verdades divinas para a posteridade, sem serem deturpadas pela tradição oral (Isa. 30:81).

 B – O Período Bíblico

a) A Bíblia começou a ser escrita cerca de 1.500 anos antes de Cristo, quando Moisés, "nos desertos de Midiã . . passou quarenta anos como pastor de ovelhas" (Educação, p. 62) e, "sob a inspiração do Espírito Santo, escreveu o livro de Gênesis bem como o livro de Jó." (Comentários de E.G. White, SDA Bible Commentary, vol. 3, p. 1140)

b) Sua conclusão deu-se aproximadamente 1.600 anos depois, quando João, o discípulo amado, estava banido na ilha de Patmos – "uma ilha árida e rochosa no mar Egeu", que "havia sido escolhida pelo governo romano para banimento de criminosos.. . Aqui, afastado das afanosas cenas da vida", ele "recebeu instruções para a igreja por todo o tempo futuro." (Atos dos Apóstolos, pp. 570 e 571). Durante esses 1.600 anos, cerca de 40 autores – entre eles haviam sábios, profetas, reis, pastores de ovelhas, pescadores, um médico e um fabricante de tendas – escreveram os 66 livros que formam a Bíblia, em lugares e situações as mais adversas. . . Grande número deles não se conheceram, muito menos tiveram qualquer contato entre si; porém seus escritos se harmonizam como um todo sem nenhuma contradição.

 C – Homens Inspirados por Deus Escreveram-na

a) A razão é apenas uma:

–       II Tim. 3:16
–       II Ped, 1: 21

 III – A  IMPORTÂNCIA  DO  ESTUDO  DA  BÍBLIA

 A – O Que Fazer Para Entender a Bíblia:


1º) Ler (I Tim. 4:13)
2º) Meditar (I Tim. 4:15)
3º) Ocupar-se com ela (I Tim. 4:14)
4º) Comparar uma parte com outra (1 Cor. 2:13)
5º) Obedecer (João 7:17)

B – O Estudo da Bíblia Serve Para:
1º) Ensinar, advertir, instruir na justiça, aperfeiçoar (II Tim. 3:16 e 17);
2º) Iluminar a vida (Sal. 119:105);
3º) Livrar de pecar (Sal. 119:11);
4º) Tornar a pessoa feliz (Apoc. 1:3).
C – O Testemunho de Cristo:

– João 5: 39

D – Ilustração:

"Guilherme contava apenas 17 anos de idade quando, na pedreira em que trabalha, foi vítima de pavorosa explosão. Muitos pereceram, ali mesmo, no lugar do sinistro formidável. Daquelas ruínas, arrancaram o jovem operário quase em ruínas também. Seus olhos haviam desaparecido. Seus braços foram arrancados. Seu estado era desesperador.

"Penalizados, os médicos tentaram salvar-lhe a vida. Várias operações melhoraram o aspecto daquele rosto deformado. Mas Guilherme McPherson estava sem braços e cego. E tudo isto no verdor e nas esperanças fagueiras dos seus 17 anos.. .

"A grande provação, todavia, de Guilherme, era a sua impossibilidade de ler a Bíblia, o querido livro, que tantas bênçãos lhe concedera. Outros liam para ele, caridosamente. E ele ouvia a Palavra de Deus, e chorava, com saudade dos seus olhos.

"Certo dia, na igreja que sempre freqüentava, Guilherme ouviu seu pastor contando a estória de certa velhinha que, entrevada pela crudelíssima enfermidade, e não podendo mais segurar a Bíblia para ler, beijou-a demoradamente, num ósculo em que se despedia do bendito livro.

"Foi aí que Guilherme, misteriosamente motivado, pensou na possibilidade de aprender o sistema de leitura especial para os cegos, conhecido como Braile. Sua dificuldade era a falta das mãos, dos dedos.

"Não teve dúvida: aprenderia a ler com a ponta de sua língua. E começou o trabalho cruciante. Dias, semanas, meses, e o jovem a tocar naqueles caracteres em alto relevo, com a ponta de sua língua, com seus lábios. Quantas vezes aquelas páginas, lidas com avidez e sacrifício, ficaram manchadas de sangue, pelas feridas provocadas naquele homem que amava, como pouca gente, as Escrituras Sagradas. Eram as marcas verdadeiras do amor.

"Cego e mutilado aos 17 anos, aos 46 de idade Guilherme McPherson, em 1951, quando sua história foi escrita, já conseguira ler a Bíblia inteira nada menos de 4 vezes. Sua Bíblia é integrada por 59 grossos volumes, em que ele encontra alento para seus sofrimentos, esperança para seu coração, e luz a brilhar na grande noite em que o desastre transformou a sua vida.

"A vida de Guilherme McPherson é rica em lições e exemplo. É vida que emociona. Desafia. Estimula. Choca, mesmo.

"Ouçamos a maior emoção que o singular leitor da Bíblia viveu, depois da catástrofe: 'Eram duas horas da madrugara de um domingo quando eu consegui, pela primeira vez, com minha língua, sem errar uma só letra, ler a oração do Pai Nosso. . .'

"Qual é o nosso amor á Palavra de Deus?

"Enquanto podemos, vamos ler e amar a nossa Bíblia?" (Ávila, Ivan Espíndola de. A Bíblia, ao Longo do Caminho, pp. 92-94).

E, mais do que isto, ela é um livro que devemos abrir no lar daqueles que não conhecem a verdade como nós a conhecemos. . .

AVILA, Ivan Espíndola de. A Bíblia, ao Longo do Caminho, pp. 92-94). (Hist. Nº 53, primeira) ... O africano que depois de muita renúncia conseguiu comprar uma Bíblia e depois arrancou as suas folhas para distribuir.

 CONCLUSÃO

"A Palavra do nosso Deus subsiste eternamente.' Isa. 40:8. Diz o Dr. Cummings: 'O império dos Césares passou; as legiões de Roma jazem no pó; as avalanches que Napoleão arremessou sobre a Europa se desfizeram; o orgulho dos faraós ficou abatido; ... mas a Palavra de Deus ainda sobrevive. Tudo quanto ameaçou extingui-la apenas logrou ajudá-la a sobreviver; e isto prova cada dia quão transitórios são os mais nobres monumentos que os homens podem construir, e quão perdurável a menor palavra proferida por Deus. A tradição cavou para ela uma sepultura; a intolerância para ela acendeu muitos fogos; muitos Judas a têm traído com um beijo; muitos Pedros têm-na negado com juramento; muitos Demas a têm abandonado; mas a Palavra de Deus ainda permanece." (Adelaide Bee Evans. Citado no livro Princípios da Vida, p. 24).

Pr. Alberto Timm

domingo, 4 de novembro de 2012

Músicas de Louvor Cifradas Para Violão, Baixo e Teclado


Essa apostila pode ser muito útil para o louvor em sua igreja. Geralmente, alguém que toca violão, baixo ou teclado, não sabem ler partituras, mas conhecem as cifras.

O louvor ao vivo é muito melhor e envolve mais pessoas, além de incentivá-las a cantarem. Já o play-back  faz tudo sozinho e muitas vezes a impressão que temos é que a igreja está dublando o hino.


Nessa coleção há hinos para todas as ocasiões, desde o culto divino até o culto jovem. Imprima essa apostila e leve para sua igreja, e com certeza o louvor será outro, para honra e glória de Deus!

Acesse: https://docs.google.com/open?id=0B_6aSvUhPkmoOU1RampSaTlxUDA

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A unidade da Fé

INTRODUÇÃO

1. Texto: Efésios 4:1 a 16.

2. Contexto: A igreja de Éfeso era composta por múltiplas nacionalidades. Além disso, a herança religiosa causava divergência doutrinária entre os cristãos. Uma vez composta por judeus, gentios, asiáticos, europeus, escravos e livres, Paulo reconhece a necessidade de unir essas pessoas em Cristo.

Como instrumento de reconciliação e unidade, a igreja que é exemplificada como o corpo de Cristo, deveria em amor proporcionar tanto a judeus, como gentios, um ambiente favorável para o crescimento na fé, relacional e missional. Os gentios também precisavam entender que são dignos de desfrutar o mesmo lugar de igualdade e privilégios diante de Deus e da Igreja.

3. Objetivos: (1) Ressaltar a unidade revelada pela Divindade; (2) Identificar a importância da unidade no Corpo de Cristo; (3) Persuadir os ouvintes a cumprirem a missão confiada à igreja com base nos resultados espirituais da unidade eclesiástica.

4. Proposição: Um Deus, por meio de um Cristo nos redimiu do pecado, deu-nos uma fé, nos regenerou por um Espírito, nos fez membros de um corpo por meio de um batismo, e nos deu uma esperança eterna.

5. Ilustração: Certo pai, já bem velho, chamou os cinco filhos e lhes ensinou uma lição. Pediu-lhes que trouxessem um feixe de varas. Tomou uma das varas e mandou que a quebrassem. Foi fácil quebra-la. Depois tomou o feixe de varas, amarrou-o bem e mandou que o quebrassem. Imediatamente o filho disse que não seria possível. Assim, disse o pai, se vocês estiverem sozinhos poderão ser vencidos; porém, se estiverem unidos uns com os outros e ligados pela força de Jesus, nada poderá vencê-los. Lembrem-se que a união é poder.

ARGUMENTAÇÃO

I. A REVELAÇÃO DA UNIDADE

1. A Unidade Revelada em Deus.

A antiga separação entre Judeus e Gentios sempre foi um problema para a igreja primitiva cristã. Os Judeus recém-conversos ao cristianismo ainda carregavam uma grande tradição religiosa. Possuíam um conhecimento aprofundado das escrituras e da crença em único Deus, como é apresentado no Shemá Judaico, que são as duas primeiras palavras da seção da Torá que constitui a profissão de fé central do monoteísmo (Deut 6:4-9). Por outro lado, os moradores da cidade de Éfeso eram politeístas, e essa forte cultura, ainda prejudicava os gentios que eram recém-conversos ao cristianismo, na compreensão adequada de quem é o Deus verdadeiro e como Ele se relaciona com os seus filhos. Essa aparente dicotomia de fé e prática religiosa entre as culturas judaicas e gentílicas, geraram constantes problemas doutrinários, agravando os relacionamentos e a unidade da fé. Paulo apresenta em Efésios 4, a solução para essa diversidade, que seria a unidade em torno de um único Deus.

Em deferência ao Deus Pai, Paulo relata que fomos criados, controlados, sustentados e preenchidos por Ele. É o alicerce de todas as unidades, por ser também a fonte originária de todos os seus motivos. Deus como pai é a força unificadora do seu povo, pois somos seus filhos e pertencemos à mesma família Divina.

Para Paulo, Deus é a fonte de tudo: “um só Deus, e pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos” (Efé 4:6).

(1) Sobre Todos: Ele é soberano. A sua deidade é manifestada em toda a criação (Efé 3:15). Esse termo sugere a transcendência e onipotência de Deus. Ele é o governante soberano de tudo, cujo poder transcende a tudo. É o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.

(2) Age por meio de todos: Muitos teólogos interpretam essa expressão, como sendo a manifestação da providência de Deus. Não seria errado dizer que Ele tem o controle de tudo, mediante os diversos instrumentos usados por seu poder.

(3) Está em Todos: Certamente, essa expressão denota a imanência de Deus. Ele habita em todos.

2. A Unidade Revelada em Cristo.

A palavra “Senhor” é conhecida no Novo Testamento como uma referência direta a pessoa de Cristo Jesus. Paulo está falando de Cristo quando menciona a existência de “um só senhor” (Efé 4:5). Quando os crentes aceitam “um senhor” em suas vidas, e mostram-se ativos em seu senhorio, é mister que se forme entre eles a unidade prática, no seio da igreja local. Do contrário, onde houver divisões, alguém não estará honrando a Cristo como “Cabeça” (Efé 4:15), mas antes estará honrando a si mesmos ou a outros homens, como se fosse senhor e a cabeça.

Se Cristo é cultuado e honrado como Senhor, nem ambição pessoal, nem espírito partidários, nem disputas acerca de questões secundárias quebrarão essa unidade.

Cristo e a igreja são um só corpo. Cristo é a cabeça e nós os membros. Alguns são o coração, o pulmão, braços, pernas, ouvido. Um é o polegar esquerdo outro é o minguinho, fígado, o rim e assim por diante. Cada um de nós forma uma parte do corpo de Cristo. Ele, sendo a cabeça é o que comanda, o que orienta, o que guia a igreja. No corpo alguns membros são muito necessários, mas aparecem pouco, outros são menos necessários e aparecem mais, para haver harmonia todos são importantes.

Na igreja é a mesma coisa: um tem o dom de pregar, de cantar, distribuir folhetos na rua, visitar os doentes. Um é administrador do campo, pastor distrital, medico, colportor, professor, e assim sucessivamente, mas todos são necessários para o cumprimento da missão deixada por Jesus. Então como estávamos falando Cristo não é apenas Cristo. Cristo no sentido que estamos focalizando é uma unidade. Cristo é a cabeça, e os membros formam o corpo de Cristo que é a igreja. Portanto a igreja de Deus é a cabeça e todos os seus membros.

O Filho promoveu a unidade na igreja, sendo a cabeça da igreja, o objeto de fé de todos os crentes, e Aquele em quem todos os crentes são identificados.

3. A Unidade Revelada no Espirito.

Lemos em Efésios 4:3 “Esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz”.

É interessante notar que as palavras “Esforçando diligentemente” formam apenas uma palavra no original grego, “spudazo”, que significa “apressar-se”, “ser intenso”. A forma verbal exclui a passividade, o quietismo, a atitude de ficar esperando. É como se Paulo estivesse dizendo: “A iniciativa é de vocês... façam isso agora... levem a sério... vocês precisam fazê-lo...”. É um apelo para que guardem, permaneçam, preservem constantemente essa unidade.

Sabemos que esse propósito não é fácil, tendo em vista que as pessoas estão separadas uma das outras por diversas razões. Ao formar a igreja, Deus eliminou a desavença entre Judeus e Gentios uma vez que em Cristo essa distinção foi abolida. Mas haveria a tendência de formar a igreja de Cristo Judaica e a Igreja de Cristo das Nações. Para evitar essa dicotomia, Paulo sugere que todos se esforçassem para preservar a unidade.

Em termos práticos é preciso fazer o nosso melhor. Se uma pessoa vocifera contra você, procure fazer o melhor para não contender com ela. Se outra lhe odeia, procure amá-la. Isso é buscar o vínculo da paz. A paz é um vínculo que permite que as pessoas vivam em harmonia. Essa disposição e esforço diligente unem os cristãos, enquanto que as desavenças desunem os corações.

Embora os crentes possuam dons diferentes (Efé 4:11), e isto, não deve ser motivo para separação e trabalho individualizado, considera-se uma grande oportunidade para que o corpo de Cristo esteja ajustado para o serviço. Isso só acontecerá  mediante o funcionamento de cada parte deste corpo através da atuação do Espírito Santo. Somente o Espírito com seu poder regenerador, uma vez enaltecido por Cristo a Nicodemos, pode eliminar qualquer divisão nas relações humanas.

Certamente a ausência do Espírito redundará na falta de Paz. A falta do vínculo da paz sugere a rejeição deste esforço diligente por essa busca tão necessária para o bom funcionamento da igreja como o corpo de Cristo.

O Espírito Santo promoveu a unidade na igreja formando um corpo, habitando na igreja e sendo a esperança para a harmonia da prática religiosa.

II. OS PRÉSTIMOS DA UNIDADE

1. A Unidade para Equipar o Ministério.

No Novo Testamento há três tratados sobre os dons espirituais: Romanos 12, I Coríntios 12 e Efésios 4. Em todas as passagens os dons aparecem como parte do corpo de Cristo.

Paulo relaciona em Efésios 4:12, duas razões pelas quais os dons são concedidos à igreja simbolizada pelo corpo de Cristo. A primeira é para equipar os crentes para o serviço.

O termo equipar vem da palavra grega “Katartimós” que não é mencionada em nenhum outro lugar do Novo Testamento. Significa consertar, assim como um pescador remenda uma rede que está rasgada. Semelhantemente, os dons têm como objetivo restaurar, unir os crentes que por algum motivo encontram-se separados.  Vivemos num mundo de diferenças. Há grandes e pequenas diferenças. Somos diferentes na maneira de falar, de vestir, de pensar e de sentir. Algumas de nossas diferenças são bastante evidentes, como a cor de nossa pele, a cor de nosso cabelo, a forma do rosto e nossa constituição física. A lista é infindável. Somente Cristo, a fonte de todas as ações que governa o corpo, como cabeça da igreja, pode nos unir.

Todavia a palavra tem o sentido de aperfeiçoar, o que está deficiente. Transmite assim a ideia de levar os santos a tornarem-se aptos para o desempenho de suas funções no corpo, sem deixar implícita uma restauração de um estado desordenado. O propósito é habilitá-los para o serviço. (Efé 4:12).

A mesma palavra também é usada para exemplificar a junção de um osso quebrado. Imagine alguém que tenha quebrado a perna e tenta caminhar, correr e saltar. Por mais que haja empenho, ela dificilmente sairá do lugar. Da mesma forma que um osso quebrado prejudica a mobilidade do corpo, se a igreja estiver divida, permanecerá estagnada. A analogia é simples: Se um corpo para ser saudável precisa estar em constante movimento a fim de exercitar-se, a igreja precisa permitir que o exercício da unidade da fé proporcione os meios necessários para o cumprimento do seu ministério.

Algumas traduções como a de João Ferreira de Almeida, Revista e corrigida, usa a palavra ministério, onde noutras traduções mais recentes, foi traduzida por serviço. A palavra ministério não é uma profissão especializada a homens com devidas especializações. O termo significa exclusivamente serviço, incluindo suas mais diversas formas. Todos os crentes devem fazer parte deste ministério. Os dons são dados para aperfeiçoar ou equipar todos os crentes a fim de poderem servir ao senhor, edificando desta forma o corpo de Cristo que é sua igreja.

2. A Unidade para Edificar o Corpo de Cristo.

A segunda razão mencionada em Efésios 4:12 pela qual os dons são concedidos à igreja, é a edificação do corpo de Cristo. O processo é simples: Primeiro os dons equipam os santos. Em seguida, os santos servem e por fim o corpo de Cristo é edificado. Mas nesse processo, é importante salientar que todos os dons concedidos à igreja, são designados para o bem coletivo e o seu crescimento. Todos os dons não só trabalham para o corpo ou por meio do corpo – eles trabalham para aumentar a unidade da igreja.

A unidade apresentada por Paulo não implica em uniformidade. A metáfora do funcionamento do corpo demonstra que a igreja experimenta a unidade na diversidade.  É como uma videira. Ela possui ramos diferentes, mas que estão ligados ao tronco principal. A semelhança de cada ramo ou folha, o cristão individual difere dos demais, mas ainda assim existe a unidade, uma vez que recebem nutrição a partir do mesmo tronco, a videira. Assim, a unidade cristã depende do mesmo enxerto dos membros a Cristo. Embora existam diferenças na igreja, todos trabalham sob a mesma cabeça. Embora existam muitos dons, o Espírito que os concede também é o mesmo. Ainda que os dons sejam diferentes, existe ação harmoniosa. O mesmo Deus opera tudo em todos (Efé 4: 6).

A igreja é edificada na fé quando os membros se preocupam com outras pessoas, aplicando os dons do serviço para o benefício do seu semelhante. Quando estende a mão a todos que estão ao seu redor, atrai pessoas diversas para o mesmo rebanho. Essa tarefa é uma grande responsabilidade. Isto envolve pregar, ensinar, curar, nutrir, administrar e muitas outras tarefas. Cumprir essa ordem sozinho seria impossível. Mas Deus nos chama como membros do seu corpo. Ninguém deve ser um mero espectador ou observador e sim um instrumento ativo nesse processo de edificação da igreja.

III. O CRESCIMENTO NA UNIDADE

1. A Unidade no Crescimento da Plenitude em Cristo.

Os dons espirituais não são concedidos apenas para equipar os fiéis no ministério eclesiástico, mas também leva-los a estatura da plenitude de Cristo. (Efé 4:13). Contudo, ir até Cristo e experimentar a unidade não são suficientes. Os cristãos devem crescer em Cristo.

O Senhor, que nos separou para sermos seus filhos, não nos quer imaturos e medíocres. O que Ele quer de nós é que todos nos envolvamos num desenvolvimento cristão, “até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo” (Efésios 4:13).

Tentar ser cristão mas não crescer na “fé e no conhecimento do Filho de Deus” é ir contrariamente aos desígnios do Senhor. Crente espiritualmente imaturo, que permanece imaturo, constitui uma negação dos planos divinos, para com o presente e para com o futuro.

Fomos salvos por Cristo com o objetivo de atingir a “plenitude de Cristo”. O novo céu e a nova terra não serão habitados por crentes medíocres, mas por filhos de Deus que, enquanto aqui na terra, vivem o processo espiritual da maturidade. E não uma maturidade qualquer, humanamente desenvolvida, mas uma maturidade na “medida” certa, na “medida da plenitude de Cristo”. Esta terra velha o Senhor transformou em nosso centro de treinamento. É aqui que devemos crescer. Porque o Senhor nos quer na “plenitude de Cristo”.

Quando a igreja está à altura da maturidade plena ela se aperfeiçoa em Cristo. À medida que cresce em direção a essa maturidade, fica mais próxima de sua meta em Cristo. Mas vale destacar que não existe crescimento na igreja separadamente do crescimento individual. O crescimento individual, redundará no crescimento coletivo.

Somente Cristo tem a estatura, no sentido de maturidade perfeita. Quando somos coparticipantes de sua natureza, o crescimento acontece e deixamos de ser meninos frágeis e imaturos, mas crescemos em tudo naquele que é o cabeça da igreja. O mais alto grau de maturidade, alcançaremos na grande transformação final. (I Cor 15).

2. A Unidade no Crescimento Doutrinário.

Certa vez, Jesus disse que somente aqueles que se tornassem como crianças poderiam entrar no reino dos céus. (Marcos 10:13-16).  Em Efésios 4:14, a mensagem não é contraditória a esta metáfora aplicada por Cristo. O apóstolo escreve: “para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro”. Na verdade, Deus quer que sejamos como as crianças, na pureza de coração, mas não infantis. Ele almeja um constante crescimento e para isso espera que deixemos "as coisas próprias de menino" (I Cor. 13:11) e alcancemos a maturidade da idade adulta, com a qual podemos fazer distinção entre as coisas espirituais e as mundanas, e comer alimento sólido em vez de leite (I Cor. 3:2).

Paulo sugere a necessidade do crescimento doutrinário, uma vez que os ensinos espúrios, solapavam a igreja em seus dias. Um exemplo dessas heresias, é o Gnosticismo que negava a humanidade, encarnação e redenção de Cristo na cruz do calvário e que a salvação era adquirida a partir do conhecimento e não através da fé.

Para mensurar os perigos dessa vã doutrina, Paulo lança mão de uma metáfora muito conhecida. Como um viajante de longas distâncias, comumente fazia uso de embarcações. Diante de uma forte tempestade, o barco poderia se partir quando jogado de um lado para o outro pelos fortes ventos e ondas do mar. Ele, que inúmera vezes sofrera a angústia de naufragar, sabia o significado desta perigosa experiência. Assim, ele compara as pessoas que são balançadas diante dos falsos ensinos que lhe são apresentadas.

A firmeza envolve estabilidade no que cremos, como separamos a verdade do erro e em não sermos enganados por aqueles que alegam ter a verdade. Exige forte fundamentação na Palavra de Deus, de forma que quando "a artimanha" "astúcia" e "indução ao erro" (Efé. 4:14) nos confrontarem, estejamos firmes no testemunho de Deus (Isa. 8:20).

A prevenção para o problema é encontrada no verso seguinte: Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo. (Efé 4:15).

3. A Unidade no Crescimento em Amor.

Como mencionado anteriormente, no versículo 14, Paulo apresenta o perigo dos falsos ensinamentos contra o povo de Deus. Já no versículo seguinte ele usa a conjunção adversativa “mas” para expor um antídoto a este problema: “Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor”. (Efé 4:15-16)

O ambiente em que devemos viver, nos mover e existir é a verdade. Porém, a verdade deve ser inseparavelmente unida em amor: boas novas anunciadas asperamente deixam de ser boas novas e o encanto da mensagem é destruído pelo espírito da discórdia do mensageiro.

John Stott afirmou: “A verdade é dura quando não é suavizada pelo amor; o amor é inconstante se não é fortalecido pela verdade”.

Uma vez que não conhecemos nossas reais intenções, o perigo de comunicar o que somos poderá ser desastroso e pouco eficaz já que enganoso é coração mais que todas as coisas conforme (Jer 17:9). Não comunicamos o queremos e sim o que somos. Assim, a única solução  para esse problema, é permitir que Cristo viva em nós conforme sugestão do apostolo Paulo (Gal 2:20). A partir desta decisão a verdade assume guarida em nossa vida por que Cristo é a verdade.

Embora jamais sejamos a verdade, podemos possuí-la. Se Cristo estiver por detrás de cada palavra, gestou ou atitude, o testemunho será vivo e eficaz e seu amor nos constrangerá.

Será que esse princípio tão importante que une as pessoas é notável no seio da igreja? Tem a igreja pronunciado a verdade em amor a todas as pessoas, sejam elas crentes ou descrentes, cultos ou incultos, ricos ou pobres? Caso não seja essa a realidade , vale ressaltar que o amor mútuo entre os cristão é um grande aliado do crescimento espiritual; ao passo que “um reino dividido contra si mesmo não pode subsistir” (Mac 3:24).

Paulo ao mencionar a importância da unidade em amor, chega ao final dessa seção, no verso 16, reiterando esta ideia apresentada anteriormente no verso 1 onde afirma ser necessário suportarmos uns aos outros em amor (Efé 4:1).

Cumpre-nos observar esse processo de crescimento e nutrição que produz maturidade e unidade. Os dons espirituais são necessários, mas só são úteis quando usados em amor.

CONCLUSÃO

1. A prática da unidade cristã depende da compreensão correta de como Deus se relaciona com os seus filhos. Percebemos nesse estudo que toda a Divindade está envolvida diretamente na unidade da igreja. Deus pai é a fonte de tudo, agindo por meio de todos e estando em todos (Efé 4:6). O filho, promoveu a unidade na igreja, sendo a cabeça da igreja, o objeto de fé e identificação de todos os crentes. O Espírito Santo, promove a unidade na igreja formando um corpo, habitando na igreja, promovendo o vínculo da paz e sendo a esperança para a harmonia da prática religiosa.

2. Os dons são dados para equipar e edificar o corpo de Cristo. Somos partes diferentes do corpo de Cristo, mas todos são úteis para o funcionamento da igreja. Quando colocados em prática, e em harmonia, o corpo de Cristo representado por sua igreja é edificado. Primeiro os dons equipam os santos. Em seguida, os santos servem e por fim o corpo de Cristo é edificado.

3. Como cristãos, nossa tarefa é espalhar o evangelho a todas as nações. Para que essa tarefa seja mais efetiva, é preciso haver constante crescimento. Os cristãos deverão crescer em Cristo, na doutrina e também no amor.

4. Ilustração e Aplicação: Benjamin F. Reaves, ex-diretor do Oakwood College em Alabama, faz uma analogia interessante sobre a unidade. Ele disse: - Assentei-me no auditório escurecido observando o palco iluminado, aguardando o início de um concerto a ser executado pela orquestra da universidade de Alabama juntamente com os harpistas do Oakwood College. Os membros da orquestra estavam no palco, cada um sem conexão com o outro, tocando alguma frase musical em seu determinado instrumento. O som cortante do oboé, o som sombrio da trompa, o som alegre da flauta, as cordas, os instrumentos de percussão – tudo soava, mas sem qualquer senso de unidade. Então apareceu o maestro. Todos os olhares se fixaram nele. A música teve início quando a orquestra se concentrou na pessoa que deu sentido, direção e unidade aos seus esforços. Unidade no corpo de Cristo significa vibrar o instrumento da minha vida na grande orquestra dos chamados por Deus, sob a batuta do divino Maestro. No Seu ritmo, seguindo a partitura original da criação, temos o privilégio de apresentar à humanidade a sinfonia do amor de Deus.

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Ver HIPERLINK: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/2005/frlicj842005.html

Ver HIPERLINK: http://www.iasdemfoco.net/mat/querosaber/abrejanela.asp?Id=171



PR. FÁBIO DOS SANTOS
Formado em Processamentos de Dados e Teologia no UNASP. Atualmente trabalha como Pastor da Igreja Adventista de Barretos-SP na Associação Paulista Oeste. Webmaster e Editor dos Blogs Nisto Cremos  e COMIASD
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