quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Vai e não peques mais

Texto: João 8:2-11

Introdução:

A – Um texto de inesgotável fonte de inspiração é o que encontramos em Lucas 19:10: “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”.

1 – Este verso retrata a mais sublime missão do Salvador Jesus. O verso focaliza a providência do amor de Deus e apresenta a iniciativa paternal do Pastor em busca da ovelha perdida.

B – Uma ovelha, quando perdida, não sabe, por si só, encontrar o caminho de volta ao redil. Sabe por quê? Porque as ovelhas não têm senso de direção. As ovelhas são diferentes dos cães, dos gatos e dos pombos que facilmente voltam para casa sozinhos. Com a ovelha é diferente. Ela sabe que está perdida, mas não consegue voltar.

1 – Assim é o homem. Sozinho ele nunca volta para Deus. O homem é como uma ovelha perdida. Sempre vai precisar do pastor. Por este motivo, a Bíblia compara o homem como ovelha e Jesus Cristo como o Pastor.

Ilustração: Um gato ladrão.
Quero-lhe contar a história de um gato que criou muitos problemas em nosso lar. Eu era criança, mas nunca pude me esquecer do trabalho que meus pais tiveram com aquele gato. Não era nosso, mas entrava pelo quintal e penetrava na cozinha para roubar comida. Era um gato ladrão. Nós morávamos perto da estrada de ferro, onde o trem passava todos os dias. Certo dia, o trem parou na porta de nossa casa. Meu pai conseguiu pegar o gato, colocou-o dentro de um saco de estopa, amarrou a boca do saco e jogou o gato dentro de um vagão. O trem partiu e foi embora. Meu pai dizia: Desse gato estamos livres. Nunca mais!... Uma semana depois o gato apareceu e miava: Miau! Não sabemos dos detalhes. Certamente o trem parou alguns quilômetros depois e alguém soltou o gato, que voltou novamente para o bairro onde morávamos e continuou a roubar comida.

2 – Repito: O ser humano não é como o cão, pombo ou gato. O ser humano é ovelha perdida.
3 – Se Deus fosse esperar que a iniciativa de regenerar-se partisse do próprio homem, seria impossível a realidade de nossa salvação. Por isso, Ele tomou a iniciativa e veio chamar e buscar o pedido de volta ao redil.

C – Não importa para Deus, o Divino Pastor, quão longe fomos, ou quão profundamente caímos ou quão mau nos tornamos. Ele tem o remédio para todos os males humanos.

1 – Para grandes males, Ele apresenta maior poder de regeneração e recuperação do pecado. O apostolo Paulo diz: “Onde abundou o pecado foi aí que superabundou a graça”.
2 – Ele nos acha perdido e nos convida: “Vinde a mim, Eu vos aliviarei de vossos fardos e angústias”.

D – Cristo foi acusado muitas vezes pelo fato de ser amigo de pecadores. Ele nunca negou que não era. Sua resposta confundia seus acusadores: “Para isto eu vim”. “É a minha missão”. “Não vim para julgar o mundo, e sim, para salvá-lo”. (João 12:47).
1 – Jesus Cristo nunca despediu a alma que o buscasse sedenta de perdão, cura e paz. Com o manto de misericórdia e compreensão envolvia o filho pródigo no caminho do arrependimento, para lhe dizer: “Perdoados são os teus pecados”. Façamos festa porque o filho perdido foi resgatado.

I – JESUS CRISTO E A MULHER PECADORA

A – No evangelho de João 8: 2-7 encontramos uma vívida experiência no ministério de Cristo que retrata a sua filosofia de amor.

1 – Uma mulher é empurrada e arrastada violentamente a aos pés de Jesus. Mas qual seria o motivo de levarem aquela mulher à presença de Jesus?

a) Simplesmente para encontrar em Jesus uma falta. Trouxeram-na a Cristo com um pensamento ulterior de vingança, e não para um julgamento justo, porque eles mesmos já haviam julgado o caso.
b) O principal objetivo deles era armar para Cristo uma armadilha, quer desrespeitasse a lei, quer tacitamente consentisse na execução.
c) Era uma arapuca perfeita: “Se Ele escolher repudiar a lei de Moisés, que manda que tais mulheres sejam apedrejadas, os sacerdotes podem acusá-lo de não ser profeta.”

(1) Ele havia dito que viera para cumprir a lei e não destruí-la.

B – Em choque com as autoridades romanas. Pensavam os agressores: “Se Jesus permitir o apedrejamento, estará em choque com as autoridades romanas, pois só Roma tem o poder de vida e morte.”

1- Se Jesus perdoasse a mulher, estaria contrariando a lei de Moises. Se Jesus condenasse a adultera estaria em choque com as leis de Roma e também perderia o seu prestígio com as multidões que O seguiam.
2 – Sua mensagem sempre foi: “Sede misericordiosos como é misericordioso o vosso Pai.”

a) Como condenar a mulher e ainda ser misericordioso?
b) Pensavam: “Qual será a sua sentença: Justiça ou Misericórdia?”

3 – Era uma armadilha inteligente: “Se ficar, o bicho come. Se correr, o bicho pega”.
4 – E ali no pátio de templo, de manhã bem cedo, formou-se o tribunal de inquisição: “Que morra essa mulher”. “Ela envergonha a nossa sociedade”. “Ele foi apanhada no próprio ato de delito.”

C – Construamos mentalmente este tétrico quadro:

1 – Nobres senhores com pedras na mão. Rostos implacáveis e austeros e alterados pelo ódio de falsa pureza. Oh! Gente limpa ofendida pela afronta desta pecadora! O crime não pode ficar impune!

D – Agora construamos outro quadro:

1 – Do outro lado, uma pecadora caída de joelhos aos pés de Jesus. Suas mãos cobrem-lhe o rosto desfeito em lágrimas, balbuciando uma oração despedindo-se da vida e pedindo a misericórdia divina de perdão.

E – Agora vem uma pergunta a você e a mim: se fôssemos expectadores pessoalmente deste drama, de que lado ficaríamos?
1 – Do lado da multidão ou do lado da mulher pecadora?

2 – Dizem que todo tumulto nos contagia. Alguma vez você já passou perto de um tumulto e foi contagiado por ele? O tumulto que eu me refiro é uma batida de carro, um incêndio, um crime na rua, um assalto... Você é contagiado? Dá a sua opinião? Fala a respeito do que está certo ou errado? Certamente, sim! Porque todo tumulto nos contagia e damos a nossa opinião.

a) Se você estivesse naquela manhã, na porta do templo, assistindo a cena, de que lado você ficaria? Do lado da multidão que mandava apedrejar ou do lado da mulher pecadora?

Ilustração: Vendo o quê?
Recentemente, eu passava de carro, num domingo à tarde, por uma das avenidas da minha cidade. Observei que muitas pessoas estavam olhando para o céu, observando alguma coisa. Imaginei: “Será que estão vendo algum disco voador?”. Continuei viajando e via mais pessoas olhando para cima. Curioso, parei o carro. Procurei para um rapaz que estava com os olhos vidrados nas alturas: O que é que todos estão vendo? Ele me deu a resposta mais sensacional que alguém já me deu. Ele me disse: “Eu não sei o que é. Estou querendo saber!”.
A vida é assim: todo tumulto nos contagia.

Aplicação homilética: Se você estivesse também na porta do templo em Jerusalém, naquele tumulto, qual seria a sua opinião sobre o caso? Ficaria ao lado da pecadora? Pegaria uma pedra também?

F – Os acusadores voltam a carga quebrando silêncio e insistem no pronunciamento de Jesus,

1 – Insistem: “Mestre, qual é o teu veredito: Justiça ou Misericórdia?”
2 – Soa fulminante e tranquilo desafio à consciência: “Aquele que for inocente atire a primeira pedra”. “Aquele que não tiver culpa, que for limpo e justo tome a iniciativa da execução”.
3 – Houve profundo silêncio. Momento para reflexão. Todos folheiam a página do diário do passado. Era momento de recapitulação e encontro com seu passado.

4 – Diz o texto que Jesus, sem dizer uma palavra, começou a escrever na terra com o dedo, nos pés dos acusadores. O que Jesus escreveu?

a) A Bíblia não diz o que Jesus escreveu. Mas todos supomos que Ele escreveu os pecados de todos os acusadores que estavam com pedras nas mãos.

(1) Aproximou-se de um loiro e alto de cabelos grisalhos e barbas longas, e nos seus pés escreveu: “Extorsão”...
(2) Perto dos pés de outro escreveu: “Idólatra”...
(3) De um terceiro escreveu: “Mentiroso”...
(4) Do seguinte escreveu: “Beberrão”...
(5) De outro: “Assassino”...
(6) De mais outro: “Adúltero”...

b) As pedras vão caindo de suas mãos...
c) Um por um rastejam como animais procurando sombras...

G – Finalmente, quantas pedradas recebeu a mulher? Quantas?

1– E por que nenhuma? Por qual razão?

a)O Texto explica. João 8:9 – “Acusados pela própria consciência”. Acusados no íntimo – “a começar pelos mais velhos até aos últimos”.

(1) Operação do Espírito Santo.

2 – Hoje, existe uma tendência na igreja de imaginar que só os jovens são pecadores.

a) Existem aqueles que pensam: “Quanto mais velho, mais santo”. “Quanto mais jovem, mais pecador”.
b) Existem igrejas que pensam que só os mais velhos podem ser líderes, porque não confiam nos jovens. Para estes, jovem é sinônimo de uma vida irregular. Dizem: “Só pode ser ancião se for casado”. Só pode ser ancião se tiver mais de 35 anos. Isto é um absurdo. Ser casado e ser velho não são sinônimos de santidade. Quantos problemas eu já vi de gente casada e de pessoas idosas!

(1) O texto diz: “A começar dos mais velhos”. Foram eles os primeiros a se retirar.

3 - O texto explica que a retirada se iniciou com os mais velhos. Isto quer dizer que nos dias de Jesus já havia também velhos pecadores e pecadores velhos.

II – COM QUEM ELA ADULTEROU?

A – A lógica diz que foi com um homem. Mas onde estava ele na hora do apedrejamento?

B – A adúltera não poderia ter sido infiel se um homem não a houvesse tentado.

1 – O grande pregador americano Peter Marshal disse certa vez num sermão sobre o assunto: “Não haveria nenhuma prostitua no mundo, se os homens não tivessem más paixões”. Para Marshal o problema da prostituição não começa com uma mulher, mas com os homens. As prostitutas têm a sua gênese com os prostitutos – os homens, os iniciadores da prostituição no mundo.

a) Algum homem deveria ter ficado ao lado dela na sua condenação, para ser apedrejado também. Mas ela estava sozinha.

Citação, Ellen G. White: “Entre aqueles nobres acusadores estavam alguns que foram culpados do desvio daquela pobre moça do caminho da virtude e da reputação”.

b) Como? Revoltamo-nos. Que sórdida hipocrisia! Talvez você esteja indignado e quem sabe com vontade de apedrejar, não a pecadora, mas aqueles falsos moralistas que estavam dispostos a apedrejar a pobre moça.

C – Mas onde se apoiaram, então, para acusar a pobre vítima?

1 – Na pseudoteoria machista de que “no homem nada pega”.

a) Eles dizem: “O homem é homem. A mulher tem de andar na linha, mas o homem...”.
b) Pega, sim! Deus não aceita este juízo improvisado aos homens. Deus e a Bíblia chamam-nos de hipócritas e adúlteros.

D – Acusados no íntimo da consciência, um a um, deixam todos o cenário daquele tribunal improvisado e ignominioso.

III – O AMOR SUPLANTA O ÓDIO

A – João 8:10,11 (1ª. Parte) “Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor!”

1 – O amor suplanta o ódio. A força da graça entra agora em operação dinâmica.

B – A mulher espera agora a censura e a repreensão do seu libertador.

1 – Cristo a compreende. Ele veio para salvar o perdido. Não veio para condenar, mas chamar os pecadores ao arrependimento.

C – A interrogação de Jesus: “Ninguém te condenou?”

1- Veja a sua resposta: “Ninguém, Senhor”.
2 – A pecadora usou apenas duas palavras. Isto foi tudo que ela disse do princípio ao fim.
- Não se desculpou pela sua conduta.
- Não tentou justificar o que fez.
3 – Se estavam ali alguns homens que já a tinham usado e abusado dela, era a hora de contar o pecado deles a Jesus. Ela não disse nada. Só apenas: “Ninguém, Senhor!”  Usou apenas duas palavras.

D – Cristo olhou para ela, vendo as faces manchadas de lágrimas e vendo os seus olhos vermelhos de chorar, vendo mais fundo o seu coração, vendo o seu genuíno arrependimento, diz-lhe: “ Nem eu tampouco te condeno”.

1- Mágicas palavras de efeito. Bálsamos penetrantes.

a) Em outras palavras: “Eu te perdoo, mulher”.
b) Para aquela mulher pecadora as palavras do Grande Mestre foram semelhantes a um cântico de um pássaro após uma grande chuva com tempestade. Agora tudo estava calmo!

Aplicação homilética:
Você já foi perdoado alguma vez? Como reagiu ao perdão?

Ilustração: “Você foi perdoado!”
O meu neto, quando criança, meteu no nariz uma bolinha de vidro. Estava morrendo sufocado sem poder respirar bem. O seu pai, com medo do que poderia acontecer, colocou-o no automóvel e correu para o hospital mais próximo. Atravessou todas as avenidas em velocidade. Perto de sua casa há uma avenida com barreira eletrônica. Ele passou a 100 km, tentando salvar o seu filho, que foi socorrido a tempo. Um mês depois chegou a multa do DETRAN. Ele fez uma carta ao órgão, explicando tudo o que havia acontecido. Não negou que havia cometido uma infração, mas apresentou todos os documentos hospitalares e médicos, pedindo clemência. Aguardou a resposta. Um dia recebeu uma carta do DETRAN que lhe dizia em poucas palavras: “Você foi perdoado!” Eu o vi pulando de alegria e dizendo: “Eu fui perdoado! Eu fui perdoado!”... Que alegria!

IV – “EU NÃO TE CONDENO”.

A – Analisemos a profunda teologia do versículo 11. Vamos omitir a conclusão para fortalecer a nossa análise. João 8:11 (Só a 1ª. Parte): “Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então lhe disse Jesus: “Nem eu tampouco de condeno”.   Só até aí.

1 – Se o verso acabasse aí, que tínhamos? Simplesmente um evangelho desfigurado.

a) Se Cristo fosse assim, seria apenas um bom homem.
b) Se Cristo fosse assim, seria apenas um homem compreensivo...
- Sinceramente, onde estaria o Salvador?

2 – Se Jesus Cristo agisse assim, seria condescendente com o pecado, como quem dissesse:

a) “Você caiu realmente, mas isto não é coisa do outro mundo. Quem não cai?”
b) “Isto não tem importância. Aqueles teus acusadores também sãos sujos. Não faça caso! Continua na sua vida!”

3 - Se Jesus agisse assim, obliteraria a impressão da desgraça. Ocultaria o verdadeiro caráter do débito. Uma tal teologia encorajaria a pessoa a outras quedas.

4 – Teologia sem lei, sem fruto de obediência.

5 – Se Cristo agisse assim com a pecadora, seria como o Cristo do Corcovado no Rio de Janeiro, sempre de braços abertos, abençoando a vida perdida das praias, dos lupanares, dos cassinos e carnavais do Rio.

a) O carioca bebe, e quando está embriagado, caído na sarjeta, e olha de qualquer lugar do Rio, e lá em cima do Corcovado, está Jesus Cristo de braços abertos, como se dissesse: Está tudo bem! Eu estou aqui para te abençoar!...

B – Mas Cristo concluiu o seu discurso àquela mulher, dizendo:

1 – João 8:11 (última parte). “VAI E NÃO  PEQUES MAIS”.

a) Eu não te condeno. Eu te perdôo.
b) Eu te assistirei na experiência de uma vida vitoriosa.

2 – A graça que nos oferece o perdão nos outorga poder e força e alento para uma vida vitoriosa.

a) Foi exatamente isto que aconteceu com a mulher pecadora.

(1) Porventura voltou ela a vida de pecado? Não. Nunca mais. Ela passou a ser uma seguidora de Jesus. Ela esteve ao Seu lado até a morte.

Aplicação Homilética: “O meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”.

C – Aquele que nos leva justificado ao batismo é o mesmo que nos mantém limpos na igreja.

1 – Imagine se Cristo tivesse procedido assim:

a) “Vai, depois que provares que não podes mais pecar, então, vem e eu te perdoarei”.

2 – Não! Cristo não faz assim.

D – Cristo diz assim: “Estarei contigo na tentação para te fortalecer. Eu te assistirei com a graça de Meu poder”.

1 – O perdoado não deve voltar à mesma prática do pecado.

Ilustração: Um porco limpo e bem tratado.
Billy Grhan contava em suas campanhas evangelística a experiência de uma senhora que foi à feira e comprou um porquinho. O porco passou a ser tratado como quem trata um filho. Banhado com xampu, perfumado, bem vestido e com argola de ouro no pescoço. Um dia, ela foi a uma festa e levou o seu porquinho. Era o porco “garoto propaganda” nas reuniões sociais. Na festa ela se esqueceu de seu porquinho. Ele saiu por uma porta e foi para o quintal... Procurando-o, encontrou o porco na lama. Por quê? O banho exterior não muda a natureza do porco.

Aplicação homilética: A tendência natural do homem sem Cristo é sempre voltar para a lama, para o pecado. Mas Deus quer mudar a nossa natureza.

2 – Efésios 3:16,17. “Para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor”.

3 – Completa transformação. Hebreus 10:16 e17. “Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei no seu coração as minhas leis e sobre a sua mente as escreverei, e acrescenta: Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre”.

CONCLUSÃO:

A – Bíblia chama este milagre de o Novo Nascimento. Nova Criatura. “Mas a todos quantos receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus. Aos que creem em seu nome”.

B – Cristo diz: “Sem mim nada podeis fazer”.

C – Aquele que é nascido de Deus não peca habitualmente, porém a semente de Deus permanece nele, e não pode continuar no pecado, porque é nascido de Deus.

D – O que Cristo disse à mulher apanhada em pecado, diz também a nós: “VAI E NÃO PEQUES MAIS”.


ORAÇÃO: Bom Deus e Pai amado! Quão bom é saber que tu nos amas e sempre está disposto a perdoar as nossas faltas, quando voltamos a Ti arrependidos. Aprendemos através deste sermão que Tu que perdoaste a mulher pecadora podes perdoar também as nossas transgressões, quando arrependidos, voltamos para Ti. Aprendemos também que, além de nos perdoar, Tu queres transformar a nossa vida suja e mudar numa vida limpa, como aconteceu com a mulher pecadora arrependida.
    Senhor Deus e Pai, ajuda-nos a vencer cada dia o pecado que nos rodeia. Nós Te pedimos em nome de Jesus. Amém!


Hinos sugeridos: H.A. 537, 539, 534.



Pr. Emmanuel de Jesus Saraiva
Natural de São Luís – Ma. Formado em Teologia, Pedagogia e Letras. Autor de dois livros: “Memórias da África” e “A História do Adventismo no Maranhão”. Trabalhou como pastor em várias igrejas no Maranhão, dentre as quais a Igreja Central de São Luís. Foi departamental de Jovens e Educação nas Missões Costa Norte, Central Amazonas e Nordeste e diretor do Educandário Nordestino Adventista – ENA. Por seis anos foi missionário na África, como diretor do Seminário Adventista de Moçambique, onde lecionou várias disciplinas teológicas, dentre as quais Homilética e Oratória. Casado com a professora aposentada Nilde Fournier Saraiva. Tem duas filhas: Raquel e Léia. Trabalhou como pastor por 35 anos. Hoje, jubilado, mora em São Luís - MA e atua como Ancião da Igreja do Colégio Adventista de São Luís - CASL. 

2 comentários:

  1. lindo pr. saraiva!!!, agora queria mais esclarecimentos a respeito do pedido de CRISTO "VÁ E NÃO PEQUES MAIS",relaciona-se com outros versos como por exemplo "Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós." como o cristão relaciona-se com pecado após o perdão e conhecer a cristo?

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  2. Esse sermão me emocionou muito,e pretendo prega-lo em breve...mas estou com uma duvida...essa mulher pecadora e Maria Madalena da qual Jesus expulsou sete denonio são a mesma pessoa???Caso não seje, porque muitas pessoas acham que são???

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