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sábado, 29 de maio de 2010

Atirar para o fundo do mar

A vontade de Deus em nos perdoar da nossa vida de erro é tão grande, que a Bíblia usa uma curiosa expressão para descrever o que Ele faz com os pecados dos homens arrependidos: 'tornará a apiedar-se de nós; sujeitará as nossas iniquidades, e tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar' (Miquéias 7:19).

Dizem que é no Oceano Pacífico que podemos encontrar o lugar mais profundo dos mares e oceanos da Terra: 11.034 metros de profundidade! Se quisermos ser literais na interpretação daquele texto bíblico, perguntaremos logicamente: será ali que Deus deposita os pecados do homem, de todos os que são perdoados e justificados?

Confesso que se pudesse escolher sonho para concretizar, seria ir até ao espaço para ver, a partir daí, o planeta Terra girar sobre si próprio; já quanto a uma viagem ao fundo do mar, eu colocaria sérias reservas... No entanto, estou seguro que em nenhum mar se encontra um depósito dos pecados do mundo. Se não fosse por outra razão, eles não caberiam ali...

Na verdade, neste texto, Deus demonstra que o Seu objetivo é lançar fora, enterrar longe da vista os pecados e os erros dos homens. Mas, Ele não o fará sem que estes reconheçam as suas falhas e autorizem Deus a fazê-lo.

Vamos pensar um pouco na história de Jacó. Por tantas tristezas passou a sua vida depois de ele ter gravemente pecado contra Deus, seu pai e seu irmão Esaú! Num único ato, Jacó violou três mandamentos de Deus: mentiu, desonrou a seu pai e cobiçou o que pertencia ao seu próximo. E no restante da sua vida, pagou as consequências dessa atitude: saiu como fugitivo, nunca mais viu a sua mãe e viveu atormentado com a hipótese de vingança por parte de seu irmão.

Façamos uma pergunta: esta fuga, apagava o erro de Jacó? Não, o pecado permaneceu lá pois não há registo de Jacó, no momento da fuga, se ter arrependido e confessado o seu erro.

Atentemos para o engano de Jacó. Ele simulou as caraterísticas físicas de Esaú e chegou perto do leito de seu pai. Este, ouvindo o apelo 'meu pai!' (Génesis 27:18) feito por Jacó, pergunta a quem se aproxima: 'quem és tu, meu filho?'

E foi aqui que Jacó falhou. Ao responder a esta pergunta de seu pai, ele mentiu, abrindo espaço para que uma obra falsa tivesse lugar. Em vez de responder 'eu sou Jacó', ele respondeu 'eu sou Esaú, teu primogénito' (Génesis 27:19).

Este foi o pecado que precipitou tudo o que se passou de seguida. Por isso, a partir deste instante, era este ato de Jacó que Deus queria atirar nas profundezas do mar, para que este homem fosse perdoado! Mas, para isso, Jacó tinha de demonstrar vontade de arrependimento e mudança.

Como acontece com todos os homens desde Adão, enquanto Jacó fugia, Deus foi atrás dele. E apanhou-o no episódio relatado em Génesis 32:22-32. Esta é a famosa história da luta noturna que Jacó mantém com Deus.

É interessante reparar que eles lutam até à alvorada, momento no qual, finalmente, alguém fala. O Varão que lutava com Jacó quis abandoná-lo, ao que ele contestou: 'não te deixarei ir, se me não abençoares!' (Génesis 32:26). Aqui, vemos que Jacó não foi abençoado de imediato; antes, ele teve de passar por um último, mas bem significativo teste. O Varão, voltando-se para Jacó, pergunta-lhe: 'qual é o teu nome?'

Paremos por um momento. Esta não era, para Jacó, uma pergunta inocente, tampouco indiferente. Ainda que não nos mesmos exatos termos, era a pergunta cuja sua resposta falsa tinha dado origem à sua vida de fugitivo! Seu pai a tinha já feito; a sua resposta tinha sido falsa!

Em concreto, a resposta que Jacó agora daria, demonstraria se ele estava arrependido do seu erro, e pronto para vê-lo lançado do fundo do mar!

Ele poderia ter respondido 'eu sou o primogénito de Isaque', uma vez que de seu pai tinha recebido essa bênção (ainda que por métodos injustos). Mas Jacó, nesta fase, já estava convencido da sua falha e estava disposto a reconhecê-la e confessá-la. E foi isso que fez desta vez, quando disse a verdade: 'eu sou Jacó'. E o seu pecado foi atirado por Deus, nas profundezas do mar!

Não por acaso, na saga de Jacó segue o reencontro com o seu irmão. Depois de colocar a sua vida em ordem com Deus, ele foi fazer o mesmo com o seu irmão, pois há muito estavam desencontrados.

Tal como no caso de Jacó, Deus ainda hoje vem ao encontro de homens e mulheres para atirar os seus erros nas profundezas do mar. Para isso, precisa levar-nos à cena do nosso pecado para que, arrependidos, o possamos confessar e entregar aos cuidados Daquele que venceu o pecado.

Quando tiver a sua luta com Deus, não resista: arrependa-se, confesse, coloque-se em ordem para com Deus. E deixe o resto com Ele.


FILIPE REIS
Nascido e educado na Igreja Adventista do Sétimo Dia e batizado em Março de 1989, aos 13 anos. Vive em Vila Nova de Gaia, Portugal. Serviu vários anos como Diretor da Escola Sabatina e Ancião na Igreja de Pedroso, Portugal, entre outras funções. Atualmente, é Colportor Evangelista da União Portuguesa. Em breve iniciará a formação em Teologia, para servir como Pastor. Editor do Blog O Tempo Final. Casado com Sofia, têm um bebé, Caleb Filipe, nascido em Junho de 2009.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Quanto tempo devo ficar num mesmo emprego?

Uma das perguntas que mais recebo é “Quanto tempo devo ficar num mesmo emprego?” Essa dúvida existe na cabeça das pessoas porque não são poucos os que advogam que uma pessoa não deve ficar muito tempo no mesmo emprego e que deve sempre estar mudando para buscar novos desafios e motivações.

Não concordo com essas pessoas. Uma pessoa que muda muito de emprego é vista como instável e nem sempre digna de confiança de parte de seus empregadores. Além disso é falsa a idéia de que uma pessoa precisa mudar de emprego para encontrar novas motivações e desafios. Ela pode e deve buscar esses desafios no próprio trabalho, com critividade e inovação e aí sim terá chances de promoção e encontrar a motivação no próprio trabalho.

Vejo pessoas que estão num trabalho pensando em outro ou contabilizando os pontos negativos de seu emprego, sem olhar para os positivos. Mudam de emprego para constatar que apenas trocaram seis por meia-dúzia. Muitos, de fato, encontram maior motivação num novo emprego justamente porque a ele se dedicam muito mais do que ao antigo trabalho e essa dedicação traz a motivação. Vejo pessoas com consciência ingênua e confudem trabalho com prazer e ficam o tempo todo buscando prazer no trabalho como se estivesse um parque de diversões. Trabalhar exige esforço, dedicação, comprometimento e não é necessariamente fácil e agradável. É trabalho!

Quando uma pessoa busca desafios no próprio trabalho, encontra a motivação. O ser humano precisa sentir-se em constante desenvolvimento e não pode ficar esperando que alguém lhe ofereça essa oportunidade. Ele mesmo deve buscar esse desenvolvimento através da atenção aos detalhes em tudo o que fizer. A ilusão de viver em busca de um trabalho motivador é, muitas vezes, fruto da falta de dedicação ao trabalho atual. Ninguém ama aquilo que desconhece e quanto mais conhecemos sobre nosso trabalho, maior será a nossa chance de gostar do que fazemos.

Vejo pessoas que se dizem desmotivadas no trabalho e vivem constantemente olhando o seu saldo no FGTS para ser dispensado, levantar o Fundo e partir para outra, como dizem. Pura ilusão. Essas pessoas nunca crescerão em conhecimento e em emprego algum. Vivem como malabaristas de emprego, desmotivados, inseguros.

É claro que haverá sempre empregos insuportáveis, chefes com os quais seja impossível conviver. Nesses casos você já sabe o que deve fazer e deve fazer assim que perceba, com certeza, que não suportará ficar naquela empresa. Digo “com certeza” porque você pode se iludir pensando encontrar um emprego em que não haja pressão, cobranças, prazos exíguos a serem cumpridos, etc. Cuidado para que a emoção não tome o lugar da razão e faça você tomar uma decisão da qual se arrependerá.

Assim, na minha opinião você deve permancer em seu emprego o máximo que puder. Mas lembre-se de duas coisas: procure nele os desafios e a motivação pela criatividade e inovação e faça mais do que esperam de você.

Pense nisso. Sucesso!



PROF. LUIZ MARINS

Antropólogo. Estudou Antropologia na Austrália (Macquarie University/School of Behavioural Sciences) sob a orientação do renomado antropólogo indiano Prof. Dr. Chandra Jayawardena e na Universidade de São Paulo (USP), sob a orientação da Profa.Dra. Thekla Hartmann;

- Licenciado em História (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba); estudou Direito (Faculdade de Direito de Sorocaba); Ciência Política (Universidade de Brasília - UnB); Negociação (New York University, NY, USA); Planejamento e Marketing (Wharton School, Pennsylvannia, USA); Antropologia Econômica e Macroeconomia (Curso especial da London School of Economics em New South Wales) e outros cursos em universidades no Brasil e no exterior.   

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Pensamentos do Espírito de Profecia (48) - Guardados por Anjos!

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GUARDADOS POR ANJOS
Oh, se pudéssemos todos avaliar quão próximo da Terra está o Céu! Ainda que os filhos da Terra não o saibam, têm os anjos de luz como companheiros; pois os mensageiros celestes são enviados para ministrar aos que hão de herdar a salvação. Uma testemunha silenciosa guarda toda alma vivente, procurando conquistá-la e atraí-la para Cristo. Os anjos nunca deixam o tentado como presa ao inimigo que destruiria a vida dos homens caso isto lhe fosse permitido. Enquanto há esperança, até que eles resistam ao Espírito Santo para sua ruína eterna, os homens são guardados por seres celestes. Manuscrito 32a, 1894.





DANIEL SILVEIRA
Ancião da Igreja Adventista de Osório-RS. Pai do Ex-pastor Silvio Silveira (Falecido) e casado com Areli Silveira.

domingo, 9 de maio de 2010

Qual é a sua religião?

Texto: Tiago 1:27


Introdução:

A – Outro dia, um amigo perguntou a um cavalheiro: “O senhor é religioso? Qual é a sua religião?”
Ele pensou um pouco e respondeu: “Não, eu não sou religioso. Não tenho religião”. O outro continuou perguntando:
– O senhor é batizado?
– Sim, respondeu.
– O senhor é crismado?
– Acho que sim – respondeu sem ter muita certeza, nem entender o que significa.
– O senhor se casou na igreja?
– Sim, me casei.
– Sendo assim, o senhor é religioso!

1 – Veja só. Ele era religioso e não sabia.

2 – Assim, são muitos os religiosos que não sabem que têm uma religião.

B – Definição: A palavra religião vem do latim “religare” que significa religar o homem a Deus, o seu Criador.

1 – Do ponto de vista didático, as religiões se dividem em muitos grupos. Estudemos alguns deles:

I – A RELIGIÃO TRADICIONAL

A – Consiste em seguir o caminho que já encontrou, quando nasceu.

1 – É a religião daqueles que seguem a religiosidade da família, dos pais e dos avós.

a) É a religião dos que dizem: “Eu sei que minha religião não é muito certa, mas nessa eu nasci, nessa morrerei”. Gostam de cantar: “Daqui não saio, daqui ninguém me tira”.
b) Dizem: “Essa sempre foi a religião de meus pais, de meus avós. Todos pertenciam a essa religião, e não posso decepcioná-los”.
c) Podemos realmente herdar a religião dos nossos antepassados, mas não herdar a salvação por causa de nossos pais. Salvação é algo individual e pessoal.

Ilustração: Os que seguem a estrada do bezerro.
Na minha terra, existe uma estrada de uns 40 quilômetros que tem quase cem curvas. Dizem que quem abriu a estrada foi um bezerro, que fugiu da fazenda e saiu rasgando mato e formou a vereda. Todos passaram a andar por ela. Hoje, é uma estrada asfaltada, mas segue a estrada do bezerro: sinuosa, com muitas curvas.

II – A RELIGIÃO CONVENCIONAL

A – Adotam uma religião que lhe é conveniente. Adotam uma religião fácil que não lhe traga nenhum problema, nem dificuldades.

1 – O mancebo rico é um bom exemplo da religião convencional. - “E eis que alguém, aproximando-se lhe perguntou: Mestre, que farei eu de bom para alcançar a vida eterna? Respondeu-lhe Jesus: Por que me perguntas acerca do que é bom? Bom só existe um. Se queres, porém, entrar na vida, guará os mandamentos. Ele lhe perguntou: Quais? Respondeu-lhe Jesus: Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não dirás falso testemunho; honra ateu pai e tua mãe e amarás a teu próximo como a ti mesmo. Respondeu o jovem: Tudo isso tenho observado; que me falta ainda? Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois vem e segue-me. Tendo, porém, o jovem ouvido esta palavra, retirou-se triste, por ser dono de muitas propriedades”. (Mateus 19:16-22).

a) O jovem rico, que não sabemos o nome, era religioso desde a sua infância. Mas a sua religião era pautada pelas conveniências e convenções. Além do mais, ele era adepto de uma religião cultural.

Ilustração: Outro dia eu conversava com um comerciante. Ele me confessou: “Eu sei que devo guardar o Sábado, pois a Bíblia manda guardar esse dia. Mas se eu for guardar o Sábado, vou perder o melhor dia do meu comércio”.

III – A RELIGIÃO TEÓRICA

A – É o tipo de religião que se baseia apenas na teoria e despreza a prática.
1 – Quer um exemplo? A religião dos escribas e fariseus dos dias de Jesus. Era a religião daqueles que levaram a Jesus uma mulher adúltera para ser apedrejada. João 8: 2 – 11.

a)A teoria deles era: “Mestre, esta mulher fora apanhada em flagrante, no próprio ato de delito e na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas. E tu que dizes?”
(1) Jesus não disse nada acerca de apedrejar ou não apedrejar. Simplesmente começou a escrever na areia... (Quem sabe os pecados dos acusadores). Acusados na própria consciência, um a um a começar dos mais “santos” e mais velhos, todos se retiraram.
(2) Então, Jesus disse à mulher: “Ninguém te condenou? Nem eu tampouco te condeno. Vai e não peques mais”.

B – Todos eram pecadores e mais sujos que a própria mulher adúltera.

1 – Eles conheciam muito a teoria da religião, mas nada de prática.
2 – Essa é a religião dos que dizem: “Faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço”.
3 – Essa é a religião dos legalistas.
a) Religião sem graça, sem misericórdia e sem perdão. Paulo diz: “A lei mata, mas o Espírito vivifica”.

IV – A RELIGIÃO PURA

A – O apóstolo Tiago define assim a religião pura: – “A religião pura e sem mácula, para com nosso Deus e Pai é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo”. (Tiago 1:27).

1 – É a religião do amor ao próximo. – “Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque Ele faz nascer o sol sobre maus e bons e vir chuva sobre justos e injustos. Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo?” (Mateus 5:43-46).

2– O cristianismo resume-se na palavra: amor. Amor a Deus e amor ao próximo.
a)Cristo nos diz que devemos amar até os que nos odeiam e nos perseguem. Cristo é o supremo exemplo de amor.

(1) Jesus amou este mundo de tal maneira que deixou sua posição no céu e veio a este mundo salvar o pecador.
(2) Quando esteve sobre esta terra em pessoa amou a todos. Misturava-se com publicanos e pecadores. Amava o pobre tanto quanto o rico. Para Ele nunca existiu preconceito, nem discriminação racial, nem separação de castas. Todos os homens eram iguais. Esta é a religião do amor pregada pelo humilde Nazareno.

Ilustração: Quando termina a noite e chega o dia.
Nos Contos Orientais encontra-se a história de três árabes que discutiam quanto ao fim da noite e a chegada do dia. Perguntou um deles:
– Você sabe quando é passada a noite e já chegou o dia e as trevas não voltam mais?
Respondeu um deles:
– Eu sei: “Quando não preciso mais de nenhum tipo de luz artificial para mostrar o caminho. Então, eu sei que passou a noite e chegou o dia”.
– “E você?” – perguntaram ao segundo, que respondeu:
– Oh. Quando sou capaz de enviar uma agulha sem o uso de luz artificial, então sei que passou a noite e chegou o dia.
Disse o terceiro árabe:
– Ambos vocês estão enganados: É quando olhamos o rosto de nosso irmão e reconhecemos nele a imagem de nosso Deus, não importa a cor de sua pele, nem o aspecto de seus cabelos ou a língua que ele fale.

V – A RELIGIÃO PRÁTICA

A – A religião prática é também uma religião de amor. Esta era a religião do samaritano da parábola contada por Jesus. Lucas 10: 25-37.

1 – Quem é meu próximo? Jesus conta-lhe a parábola.
2 – Você já descobriu quem é o seu próximo?
a) Seu próximo não é o que tem a mesma cor de sua pele.
b) Seu próximo não é o que goza dos mesmos prestígios sociais que você tem.
c) Nosso próximo é todo aquele que necessita de nosso auxílio, independente de sua situação social.

(1) É o pobre, o desamparado, o mendigo...

3 – O verdadeiro cristianismo é sempre visto com roupas de trabalho.
4 – Religião prática: Esta era a religião de Dorcas da igreja cristã primitiva.

CONCLUSÃO:

A – Você tem uma religião?

1 – Qual é a sua religião?

B – A sua religião é tradicional, convencional, teórica, social ou prática?

C – Se você é um cristão, então pratique a religião de Cristo, e assim terá ao seu lado a pura e verdadeira religião.

ORACÃO: Senhor Deus e Pai, ajuda-nos a sermos bons cristãos. Cristãos não apenas de nome, mas de verdade. Que sempre possamos Te adorar em espírito e em verdade. Que a nossa maneira de ser possa demonstrar a todas as pessoas que entrarmos em contato que temos andado Contigo. Que a nossa religião não seja aquela que herdamos dos outros, mas seja uma religião do coração. Que sejamos sempre sinceros em Te servir e Te adorar. Em nós não existe mérito algum, mas Te pedimos tudo em nome de Jesus Cristo. Amém!


Hinos sugeridos: H.A., 304, 308, 315

Pensamentos do Espírito de Profecia (47) - PRINCIPIOS SÃO INEGOCIÁVEIS!

http://4.bp.blogspot.com/_NdQOK97Yzk4/SdPQLzcL6OI/AAAAAAAACcU/DFPKC51N1-4/s200/0614114.jpgPRINCIPIOS SÃO INEGOCIÁVEIS!Cristo não procurou, nem por um instante, trocar a paz por uma traição aos sagrados legados. Não podia haver paz à custa de princípios. ... É um grande erro, da parte dos que são filhos de Deus, procurarem construir uma ponte sobre o abismo que separa os filhos da luz dos filhos das trevas, abrindo mão de princípios que comprometam a verdade. Seria isto prejudicar a paz de Cristo, a fim de fazer paz ou estabelecer fraternidade com o mundo. O sacrifício é demasiadamente custoso, para ser feito pelos servos de Deus - este de fazer paz com o mundo pelo abandono dos princípios da verdade. ... Então, que os seguidores de Cristo resolvam nunca comprometer a verdade, jamais ceder um jota dos princípios pelo favor do mundo. Que se mantenham firmes à paz de Cristo. Review and Herald, 24 de julho de 1894.




DANIEL SILVEIRA
Ancião da Igreja Adventista de Osório-RS. Pai do Ex-pastor Silvio Silveira (Falecido) e casado com Areli Silveira.
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