sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Quem namorar?



Oito características básicas de quem vive na paixão

1. Os sentimentos são subjetivos. Ex.: A menina fica atraída porque um rapaz canta bem, é bonito, toca um instrumento, etc...
2. Sentimento de Auto Tortura. Ele gosta disso. Fica a vida chorando. Anda pelos cantos.
3. Superestima as pessoas. Ele não encontra nenhum defeito nela
4. Subestimação da realidade
5. Exclusivismo
6. Dependência psicológica da pessoa “amada”. Ela não toma nenhuma decisão sem ele
7. Comportamento sentimental. Anda nas nuvens
8. Predomina a fantasia

O autor Walter Trabish em seu livro, Casei-me Com Você, agrupa 10 provas do verdadeiro amor.
1. O teste da Divisão - O seu relacionamento incentiva você a dividir os momentos de sua vida? Conta problemas pessoais sem o medo de ser traído?
2. O teste da Força - O seu relacionamento dá força para se continuar o preparo para o futuro?
3. O teste do Respeito Mútuo - Existe, entre os dois, o respeito corporal? Respeitam-se em relação aos pensamentos individuais? Devemos respeitar a privacidade
4. O teste do Hábito - Existe a aceitação mútua dos hábitos e fraquezas. Não se tenta mudar os hábitos e defeitos da outra pessoa. Ame-a pelo que ela é.
5. O teste da Briga - Desenvolveu a habilidade de resolver seus problemas sem discussões acaloradas?
6. O teste do Tempo - Vocês se conhecem o suficiente para estarem cientes da pessoa com quem passarão o resto da vida?
7. O teste da Separação - A distância mantém você fiel?
8. O teste da Dadivosidade - Você dá de si mesmo sem esperar algo em retorno?
9. O teste do Crescimento - Está seu relacionamento dinamicamente crescendo? Existe progresso em termos de maturidade?
10. O teste da Intimidade - Existe prazer mútuo sem a constante necessidade de se expressarem fisicamente?

A escolha imprudente
Infelizmente, poucas vezes os casais usam a razão, a lógica e avaliam a pessoa com a qual pretendem estabelecer um relacionamento sério. É muito ignificativo que consideremos algumas questões sérias:

Fatores que concorrem para essa decisão:
1. Influências Sócio-Culturais - Tanto mais pobre ou menor o nível de orientação educacional da pessoa, mais aumenta a possibilidade de errar. A mulher, com freqüência, tem mais pressa para casar que o homem. Ex.: Se ela viu que suas irmãs casaram cedo, ainda na adolescência, ela terá fortes desejos de casar na mesma idade.
2. Desejos sexuais cientes/inconscientes - Baseiam-se somente no físico
3. Expectativas irreais e/ou fantasias - Ex.: O meu amigo casou e eu quero casar também.
4. Pressão consciente ou inconsciente dos pais - Consciente: O pai diz para a filha que ela já está em tempo de casar. Inconsciente: O pai não deixa a menina namorar com ninguém com medo que ela tome uma decisão imprudente.
5. Demonstrar que é adulto - Acha que já pode tomar decisões.
6. Melhorar as condições econômicas
7. Vingança - Deseja vingar-se do ex-noivo ou ex-namorado
8. Decepção - Para esquecer o ex-namorado
9. Gravidez - Teve relacionamento sexual precoce
10. Chamado - Se não casar logo, corre o risco de não ser chamado para trabalhar no campo.

Outras razões:
1. Quero alguém que me ame
2. Quero alguém em quem eu possa confiar
3. Quero alguém que saiba me compreender
4. Quero alguém que respeite meus ideais e sonhos
5. Quero alguém que me ajude a tomar decisões
6. Quero alguém que me estimule em minhas ambições
7. Quero alguém que me transmita auto-confiança
8. Quero alguém que me apoie em minhas decisões
9. Quero alguém que me apoie e conforte nas dificuldades
10. Quero alguém que me aceite como eu sou
11. Quero alguém que admire minhas habilidades
12. Quero alguém que me faça sentir importante
13. Quero alguém que alivie minha solidão

Na verdade, o casamento deve preencher essas necessidades, mas não deve ser a razão principal.

A escolha prudente
1. Convicções Cristãs - O indivíduo coloca a questão nas mãos de Deus. Há algumas perguntas que deveriam vir à mente nessa ocasião:
a) É ela cristã?
b) Demonstra sua vida, frutos do Espírito?
c) Podemos decidir, com franqueza, o aspecto espiritual de nosso relacionamento?
d) Oramos juntos e se não, por quê?
e) Concordamos nas questões como dízimo, ofertas, estudos bíblicos, freqüência à igreja, etc ...?
2. Mantém contato amistoso com pessoas dentro do círculo, compatível com ele e com ela?
3. Procura as pessoas com antecedentes sócio-culturais smelhantes?
4. Ressonância física/emocional
5. Procura conhecer os traços de nubilidade (aptidões para o casamento)?
a) Adaptabilidade e/ou flexibilidade
b) Empatia - capacidade do indivíduo para sentir-se bem com o outro
c) Habilidade de resolver problemas - não somente resolver com um beijo, mas, através da comunicação. Coloque a questão sobre você mesmo.
d) A habilidade de dar e receber - Saber como e onde receber. O homem tem a tendência de só querer receber. Ex.: O esposo passa o dia trabalhando e quando chega em casa, quer que a esposa lhe dê carinho.
e) Estabilidade emocional - Saber como controlar e expressar as emoções sem transferi-las para a pessoa amada.
f) Habilidade para se comunicar - saber como expressar-se verbalmente.
g) Compromisso - habilidade de aceitar as experiências da vida com maturidade; as aventuras, os riscos, alegrias, tristezas, dificuldades, desafios, etc...

VINÍCIUS A. MIRANDA

Tecnólogo em Comércio Exterior, Teólogo (nível básico), Regional J.A, Líder Master de Jovens e primeira medalha de dedicação do Paraná. Casado com Juliana dos Reis Nogueira Miranda.

Editor geral do Blog Tinguiteen, Blog Esperança, Central de Diretores J.A., Portal J.A. e Colunista do Blog Ação J.A.
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Obama reafirma apoio ao aborto enquanto milhares protestam em Washington

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defendeu nesta quinta-feira o direito das mulheres de praticarem o aborto. A declaração foi feita em comentário escrito sobre o 36° aniversário da decisão da Suprema Corte sobre o caso “Roe versus Wade”, que estabeleceu o entendimento de que o aborto é legal em todo o país.

“A decisão de 1973 não somente protege a liberdade e a saúde das mulheres, mas representa um princípio mais amplo: que o Governo não deve se intrometer em assuntos familiares mais íntimos”, disse Obama, defendendo ainda que todos precisam trabalhar para evitar a gravidez indesejada, reduzir a necessidade de abortos, e apoiar as mulheres e as famílias nas escolhas que fizerem.

As declarações foram divulgadas enquanto dezenas de milhares de opositores ao aborto realizavam um protesto em Washington contra a legalidade da prática. A manifestação, que acontece uma vez por ano desde 1974, incluiu uma marcha até a Suprema Corte para exigir que Obama “impeça a morte intencional” dos que ainda não nasceram.

“Queremos que Obama seja um defensor dos direitos humanos, dos quais o mais fundamental é defender a vida dos inocentes, dos que não nasceram”, disse Julio Hurtado, um manifestante colombiano. Muitos participantes do protesto disseram que o apoio de Obama ao aborto aumentou a necessidade de tornarem a mensagem deles mais visível.

Mudança

Obama venceu a corrida presidencial com um forte apoio das mulheres, e defendeu durante a campanha o direito de decidir sobre sua própria gravidez, o que causou a repulsa dos ativistas contra o aborto.

O ex-presidente George W. Bush regularmente manifestou apoio aos manifestantes na marcha anual. Em uma gravação endereçada aos manifestantes, no ano passado, ele disse que a biologia confirma que desde o início, cada feto é uma pessoa com seu próprio código genético.

Grupos como a Organização Nacional da Mulher (NOW, em inglês) também realizaram nesta quinta-feira atos de pressão para que Obama reverta as restrições ao envio de fundos americanos a organizações de planejamento familiar no exterior que “realizam ou promovem” o aborto.

A opinião pública americana sobre o aborto tem sido bastante estável nas últimas décadas, com pesquisas mostrando uma escassa maioria a favor do procedimento em todos ou na maioria dos casos. A questão continua entre as mais polêmicas entre os americanos.


Nota extraída da Monografia "Aborto" (SALT) de José Raimundo Benefrides, José Pereira dos Santos, Marcos C. Lamarques Alves, Roberto Motta, Ronaldo Arco, Janeiro – 1999

Vários são os motivos com os quais se quer justificar o aborto: motivos ditos terapêuticos, eugênicos, econômicos, sociais, sentimentais, etc.. Mas o respeito à vida de um indefeso, inocente e frágil ser humano, não seria mais que suficiente para se proibir e condenar o aborto?

É incontestável que o aborto é uma ação contra a vida, é atentado contra uma existência humana. Afirmar contrariamente é falsear a verdade para justificar atos “convenientes” às difíceis circunstâncias do momento.

Sem nenhuma dúvida científica ou ética, o aborto provocado constitui violenta agressão à mãe e à criança que vive em seu ventre, sendo, para o filho, de efeito mortal, constituindo-se portanto, em verdadeiro assassinato.

Por mais dramáticas que sejam as circunstâncias arroladas – como perigo de práticas clandestinas, doença da mãe, incesto, estupro, malformações fetais, explosão demográfica, etc. – não se justifica a legalização do abortamento voluntário, pois seria legalizar um ato de violência premeditada.

O aborto provocado legalizado constitui falsa e contraditória tentativa de solução de problemas que afligem a humanidade, pois consiste em ato, por sua natureza, contrário à justiça e ao direito, subvertendo, assim, a ordem moral e, portanto, desfigurando a dignidade humana, ao invés de promovê-la. É uma tentativa de resolver problemas humanos com desprezo da própria vida humana.

Permitindo-se, sob qualquer pretexto, a supressão voluntária de uma vida humana inocente em sua fase intra-uterina, como impedir-se a supressão de uma vida humana em qualquer fase de sua existência, quando constitui pesada carga: deficientes físicos e mentais graves, inválidos irrecuperáveis, loucos agressivos, velhinhos arterioscleróticos, comatosos irreversíveis, doentes crônicos de difícil manuseio, etc.? Só com respeito aos direitos de cada um, inclusive dos mais fracos e indefesos, é possível salvaguardar o direito de todos.

Por rebaixar o valor da vida humana ao nível dos animais irracionais, constitui o abortamento provocado sério atentado aos alicerces naturais da família, desagregando-os pelo triunfo do egoísmo que rejeita riscos e repele sacrifícios.


PR. FÁBIO DOS SANTOS
Teólogo, Pastor Local da Igreja Adventista em Osório - RS, casado com Margarete Elisia dos Santos, professora da Escola Adventista nesta cidade. Filho de Adventistas (Nildo F. dos Santos - "Obreiro da CPB" e Lucila G. dos Santos - "Colportora da APC").
Webmaster e Editor geral do Blog Nisto Cremos e Igreja Adventista de Osório
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Obama: união acima de raças, religião e sexualidade

Diante do memorial de Lincoln, e no mesmo local em que Martin Luther King fez o famoso discurso sobre a superação das diferenças raciais nos Estados Unidos em 1968, o presidente eleito Barack Obama fez neste domingo, em Washington, um apelo pela união dos americanos para superar os desafios, deixando de lado as diferenças raciais, religiosas e de sexualidade. Ele saudou a multidão, dizendo que todos eram bem-vindos à celebração da "renovação da América", e afirmou que poucas gerações enfrentaram tantos desafios ao mesmo tempo, com a crise econômica e as guerras no exterior, mas disse que, juntos, os americanos poderão superar os problemas e manter vivo o "sonho dos fundadores do país".

"Enquanto eu estou aqui hoje, o que me dá a maior esperança não são as pedraa e o mármore que nos cercam hoje, mas o que preenche o espaço entre elas. Que são vocês -americanos de todas as raças, regiões posições sociais que vieram aqui porque acreditam no que este país pode ser e porque vocês querem nos ajudar a chegar lá", discursou Obama.

Em uma extensão do pedido de união e superação das diferenças para além das raças e da posição política, o presidente eleito fez um dos seus mais fortes apelos em direção à aceitação dos homossexuais. (...)

Artistas como Beyonce, Bruce Springsteen e o grupo U2 [se apresentaram] para uma multidão de mais de 200 mil pessoas no mesmo local. O evento, chamado de "We Are One" ("Nós somos um"), faz parte do conjunto de celebrações da posse de Obama, que assume a Presidência [amanhã].

(Folha Online)

Nota: Além de prometer o combate ao aquecimento global, agora Obama cumpre seu papel previsto de recuperador da imagem arranhada dos EUA e defensor da união de todos em torno de um bem comum (coletivismo). Salvo algumas diferenças, esse vem sendo o mesmo discurso conciliatório (ecumêmico) do papa Bento 16. As profecias estão cada vez mais atuais...[MB]


MICHELSON BORGES
É jornalista, mestrando em Teologia pelo Unasp e membro da Sociedade Criacionista Brasileira . É editor na Casa Publicadora Brasileira e autor dos livros /A História da Vida / e /Por Que Creio / (sobre criacionismo), /Nos Bastidores da Mídia / e da Série Grandes Impérios e Civilizações, composta de seis volumes. Casado com Débora Tatiane, tem duas filhas.
Editor do Blog Criacionismo
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domingo, 18 de janeiro de 2009

''QUE FAREI DE JESUS, CHAMADO CRISTO?''

Quero iniciar com uma pergunta muito importante. É uma pergunta que foi levantada há 2000 anos atrás por um famoso governador. Ele fez a pergunta para a ocasião, e de acordo com as circunstâncias do momento. Entretanto, não sabia que estava fazendo a pergunta mais solene de toda a sua vida. Esta também é a pergunta mais solene que você terá de enfrentar enquanto você viver, em todos os dias de sua vida. Sabe qual é a pergunta?

Mateus 27:22: "Que farei então, de Jesus, chamado Cristo?"

Aqui temos a mais solene pergunta feita por Pilatos, governador romano. Pilatos tinha que fazer a decisão final quanto ao destino de Jesus. E ele não sabia o que fazer. Jesus tinha sido julgado pelo tribunal judaico que O condenara por blasfêmia; tinha sido levado perante Anás e Caifás, Herodes, e agora conduzido apressadamente a Pilatos, na madrugada daquela 6a feira do ano 31 de nossa era cristã.

E como Pilatos não sabia o que fazer, consultou a multidão, fazendo a mais solene pergunta: ''Que farei de Jesus, chamado Cristo?'' Ao pronunciar tais palavras (que se constituem na pergunta mais importante que já pode ser formulada), Pilatos fez uma interrogação universal que todo o indivíduo terá de enfrentar: – É uma pergunta pessoal, de cada indivíduo. – É uma pergunta inescapável: ninguém pode ser neutro, todos terão de enfrentá-la, todos terão de responder a esta importante e solene pergunta: ''Que farei de Jesus, chamado Cristo?''


I - COMO PILATOS RESPONDEU À SUA PRÓPRIA PERGUNTA


Pilatos cometeu 3 injustiças:

1- Pilatos libertou a um criminoso. Entre libertar um justo e um criminoso, ele escolheu libertar a um criminoso. Barrabás era o preferido da multidão, e Pilatos achou melhor seguir à multidão. O escolhido não foi o Salvador; foi um dos mais temidos criminosos.

2- Pilatos mandou açoitar a Jesus. Ele primeiro reconheceu a inculpabilidade de Jesus. V. 23: ''Que mal fez Ele?'' ''Eu não acho nEle crime algum!'' A seguir, mandou açoitar a Jesus Cristo. Como pode fazer isso? Se Jesus não é culpado, como pode Pilatos mandar açoitá-Lo? Os judeus perceberam sua vacilação e insistiram: ''Crucifica a Este, solta-nos Barrabás!''

3- Pilatos entregou a Jesus. Ao entregar Jesus aos líderes judaicos, Pilatos O condenou à morte, e morte de cruz, a pior morte, a morte mais horrenda e vergonhosa. Pilatos nunca mais teve paz de espírito. Não podia mais esquecer o que tinha feito de Jesus Cristo. Isso afetou toda a sua vida, e ele não podia mais mudar o que tinha feito. Bem que a mulher dele o advertira. No ano 39, 8 anos após à crucifixão de Jesus, não podendo mais suportar o remorso que carcomia a sua consciência culpada, ele pôs fim à sua miserável existência.


II – COMO OUTROS HOMENS RESPONDERAM À PERGUNTA


1- JUDAS também não sabia o que fazer de Jesus Cristo.

Judas era um homem de talentos especiais, admirado por muitas pessoas, inclusive pelos outros discípulos.

Ele viveu com Jesus por 3 anos. Ele pôde acompanhar o Salvador em Seus poderosos milagres, e em Suas obras de amor. Ficou convencido de que Ele era realmente o Messias enviado de Deus. Aprendeu muitas lições preciosas proferidas por Jesus. Mas Judas amava ao dinheiro mais do que a Cristo e Suas lições. Ele era avarento e ladrão e não quis se arrepender, não quis fazer de Jesus o seu Salvador.

Então, no final dos 3 anos, ele decidiu o que fazer de Jesus: - ele chamou os líderes judeus e propôs entregá-Lo. Então, traiu a Cristo por 30 míseras moedas de prata. Mas esse dinheiro que tanto desejara não lhe serviu de nada. Após a traição, tocado de remorso, Judas foi procurar os sacerdotes para devolver as moedas, dizendo: ''Pequei, traindo sangue inocente!'' E eles responderam, simplesmente: ''Que nos importa? Isso é contigo!'' Então, Judas jogou as 30 moedas para dentro do santuário, e foi procurar uma árvore para enforcar-se nela. (Mat. 27:3-5).


2- Você sabe o que SAULO fez de Jesus?

Ele perseguia a Jesus na pessoa dos Seus seguidores. Quando ele ia pela estrada de Damasco, a fim de aprisionar ainda outros cristãos daquela cidade, ele se encontrou com Jesus, que lhe apareceu numa radiante luz, e ouviu estas palavras: ''Saulo, Saulo, por que Me persegues?'' (Atos 9:4).

Nesse momento, compreendeu que estava fazendo tudo errado, e se defrontou com a grande questão: ''Que farei agora de Jesus? Pois até aqui, eu vinha perseguindo a esse Jesus, a Quem Deus ressuscitou dos mortos, como Filho de Deus! O que farei agora dEle?''

Mas ele não consultou aos seus companheiros de viagem. Ele consultou ao próprio Jesus, dizendo-Lhe: ''Senhor, o que queres que eu faça?'' (Atos 22:10). Então, o Senhor Jesus Cristo o dirigiu para os cristãos perseguidos, a fim de que eles o batizassem, e Saulo perseguidor se tornou em Paulo perseguido, um cristão autêntico, fazendo de Jesus o seu Salvador pessoal, e levando outros milhares à salvação.


3- NICODEMOS aceitou a Jesus como seu Salvador.

Ele teve um encontro com o amado Mestre, ouviu atentamente as Suas palavras e compreendeu o plano da salvação.

Então, passou a defender a Jesus até diante do tribunal judaico, o Sinédrio; quando todos os outros estavam firmados contra o Mestre, Nicodemos ficou sozinho para pleitear em Seu favor, correndo o risco de perder a sua elevada posição, ser expulso do tribunal, e da própria sinagoga.

Após a morte de Cristo, o rico Nicodemos entregou todos os seus bens para a pregação do Evangelho.


4- PEDRO negou a Jesus, vergonhosamente.

Após tanto tempo em que tinha estado com Jesus, não se conhecia nem mesmo a si próprio. Jurou fidelidade até à morte e foi advertido por Jesus de que ele O negaria naquela mesma noite. Ele respondeu que jamais faria aquilo, mesmo se outros fizessem.

Entretanto, com medo de uma simples criada, negou que conhecesse a Jesus. Sim, o mesmo Pedro que jurou que estava disposto a morrer por amor a Cristo!

Felizmente, ele se arrependeu de forma sincera, tornou-se um dos grandes apóstolos do Mestre, e no final de seu ministério, deu a vida por amor a Cristo, sendo crucificado de cabeça para baixo, deixando-nos um exemplo digno de desprendimento, renúncia e abnegação.


5- A MULTIDÃO rejeitou a Cristo.

Instigados pelos sacerdotes e fariseus, clamavam: ''Crucifica-O! Crucifica-O!''

E diziam mais: ''O Seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos!''

Onde estavam os leprosos que foram purificados? Onde estavam os paralíticos, os coxos que se ergueram com saúde? Onde estavam os cegos que recuperaram a vista pelo poder de Cristo? Onde estavam todos os enfermos e endemoninhados? Muitos deles ali estavam avolumando o grito: ''Crucifica-O!''


III – O QUE FAREMOS NÓS DE JESUS, CHAMADO CRISTO?


Pilatos não sabia o que fazer de Jesus e consultou ao povo, que o pressionava, exigindo a crucifixão do Filho de Deus.

Você consulta a outras pessoas sobre suas decisões espirituais? Você deixa que os seus parentes, amigos e vizinhos interfiram em sua opinião, e permite que eles decidam o que você fará de Jesus? Esta é uma questão muito importante para você deixar que os outros decidam por você!

Este é um assunto de vida ou morte: sua salvação ou perdição eterna dependem da decisão sobre o que você vai fazer de Jesus Cristo!

Pilatos não aproveitou a sua última oportunidade. Ele não sabia que se ele não aceitasse a Cristo naquele momento, ele se perderia para sempre. Pode ser que alguns aqui estejam passando pela sua última oportunidade. Ninguém pode saber o que acontecerá amanhã!

Pilatos não fez de Jesus o Seu Salvador, e viveu mais alguns anos, cheios de remorsos. Então, não podendo mais suportar aquela existência miserável, suicidou-se, para a sua perdição eterna, porque não fez a escolha certa. Ele desprezou a última chance de toda sua vida; ele menosprezou a maior oportunidade de sua infrutífera existência.

Você também não pode saber o que acontecerá se não fizer de Jesus o seu Salvador nesta noite, porque amanhã poderá ser tarde demais.

Uma jovem certa vez, começou a assistir a uma série de conferências. Houve muitas oportunidades, muitos apelos. Mas ela não se decidia. Assistiu a mais uma conferência, mas não se decidiu naquela noite. Então, no outro dia, atravessando a rua, foi atropelada e morreu. Ela não sabia que aquela noite era a sua última oportunidade e rejeitou a Jesus na sua vida. Não podia saber que o seu tempo de graça estava se esgotando, e se perdeu.

O que faremos de Jesus, chamado Cristo? O que você vai fazer dEle? Decida-se por você mesmo: - O que você vai fazer de Jesus? Sugiro que você O torne o seu Salvador pessoal.

Jesus é o único e suficiente Salvador, porque não existe outro. Ninguém mais poderá salvá-lo. Os santos não podem salvá-lo; os profetas não podem salvá-lo; os ministros não podem salvá-lo; as igrejas não podem salvá-lo! É só Jesus Cristo que pode salvá-lo! Ele é o único; não existe mais ninguém!

Mas considere agora:


IV – O QUE JESUS FEZ POR VOCÊ


Para saber o que você deve fazer de Jesus, você deve meditar no que Ele já fez por você.

1- Jesus deixou o Seu trono lá no Céu. Ele é Rei e estava assentado no trono junto do Pai. Mas Ele deixou o conforto do Seu Paraíso, deixou toda a glória e honra que recebia dos santos anjos e dos mundos que não caíram no pecado, e veio a este mundo por você e por mim.

2- Jesus viveu uma vida perfeita por você. Ele viveu aqui neste mundo uma vida de perfeita obediência à Lei de Deus, para que pudesse creditar tudo isso na sua conta. Então, Ele assumiu todos os seus pecados, para dar a você a sua perfeita justiça com a qual você pudesse ser perdoado e reconciliado com Deus.

3- Jesus morreu por você. Na Cruz do Calvário, Ele derramou o Seu precioso sangue, morrendo por você numa infamante e vergonhosa morte de cruz, para que você pudesse viver, e não precisasse sofrer a pena e o castigo do pecado.

4- Jesus ressuscitou para lhe dar a vida eterna. Ele foi ao Céu e intercede por você. E finalmente prometeu voltar para buscá-lo. Agora está garantida a sua entrada no Céu, para você poder viver eternamente lá no Paraíso com Deus, que o amou de tal maneira que deu o Seu Filho único para fazer tudo isso por você, para que hoje você soubesse o que fazer de Jesus.


CONCLUSÃO


Então, sabendo agora de tudo isso, o que você fará de Jesus, chamado Cristo? Ao saber Quem é Jesus, o poderoso Salvador, que demonstrou tão maravilhoso amor de tal modo que viveu e morreu por você e por mim, eu já fiz de Jesus o meu glorioso Salvador.

E quanto a você? O que fará de Jesus? Gostaria de recebê-Lo em seu coração? Você gostaria de recebê-Lo como Salvador pessoal? Você gostaria de fazer de Jesus o Seu Deus e Senhor, por toda a sua vida?


PR. ROBERTO BIAGINI
Teólogo, Mestre em Teologia. Realizou vários cursos de Extensão Teológica da Andrews University e do Centro de Educação Contínua da DSA. Trabalhou como distrital de várias igrejas do centro, norte e sul do país. É casado com a Profª. Silvane Luckow Biagini, e tem dois filhos, Ângela e Roberto.
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Pensamentos do Espírito de Profecia (14)



DEVEMOS CONFIAR EM DEUS!

Quando tomamos em nossas mãos o controle das coisas com que temos de lidar, e confiamos em nossa própria sabedoria quanto ao êxito, chamamos sobre nós um fardo que Deus não nos deu, e estamos a levá-lo sem Sua ajuda. Estamos tomando sobre nós mesmos a responsabilidade que pertence a Deus, pondo-nos, na verdade, assim em Seu lugar. Podemos bem ter ansiedade e antecipar perigos e perdas; pois isto é certo sobrevir-nos. Mas quando verdadeiramente acreditamos que Deus nos ama, e nos quer fazer bem, cessamos de afligir-nos a respeito do futuro. Confiaremos em Deus assim como uma criança confia em um amoroso pai. Então desaparecerão nossas turbações e tormentos; pois nossa vontade fundir-se-á com a vontade de Deus. O Maior Discurso de Cristo, pág. 87.


DANIEL SILVEIRA

Ancião da Igreja Adventista de Osório-RS. Pai do Ex-pastor Silvio Silveira (Falecido) e casado com Areli Silveira.
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Abençoados Obstáculos


“Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez”. – Provérbio Oriental.

Sempre que penso em motivação me vem logo à mente uma história contada por Bernardinho, técnico da Seleção Masculina de Vôlei, no seu livro “Transformando Suor Em Ouro”:

Há uma história sobre motivação que eu adoro. É a respeito de um menino negro do Sul dos Estados Unidos que passou um Natal muito triste, porque os pais não tinham dinheiro para comprar-lhe uma bicicleta como a que seus amigos haviam ganhado.

No verão seguinte, o menino conseguiu um emprego temporário como carregador de caixotes numa mercearia. Durante três meses trabalhou duro e conseguiu juntar dinheiro para comprar a tão sonhada bicicleta.

Felicidade total. Até que lhe roubaram a bicicleta. O menino ficou desesperado. Na polícia, ao dar queixa, foi atendido por um sargento que, vendo-o furioso, o encaminhou para o esporte. Mais especificamente para o boxe.

O menino tornou-se lutador. Como amador, ganhou a medalha de ouro dos meio-pesados nos Jogos Olímpicos de Roma e depois, como profissional, o título de campeão mundial dos pesos pesados.

Numa das explicações que deu para seu formidável portfólio de vitórias, ele contou que toda vez que subia ao ringue via no adversário o sujeito que lhe roubara a bicicleta. E partia firme para derrubá-lo. Era isso que o motivava. Seu nome? Cassius Marcelus Clay, depois Muhammad Ali.


Convertendo um “não” em vários “sim”



A bem da verdade, devo dizer que eu me enxergo muito nessa história – já que as minhas duas maiores conquistas no campo da Comunicação (talvez 3, mas essa terceira fica como “o Terceiro Segredo de Fátima”...) foram engendradas a partir de dois grandes impedimentos. Explico:

A primeira aconteceu quando eu estava na Casa Publicadora Brasileira, como um dos seus redatores, e, na ocasião, participei da pauta para a preparação de um número especial da finada – e insepulta – revista “Sinais dos Tempos”.

Na época, após ficar acertado que eu escreveria um artigo sobre a Nova Era, o movimento ganhava força e causava frisson entre as pessoas no mundo evangélico, caí em campo à cata do máximo de informações sobre o assunto.

Pouco depois, fui informado oficialmente de que não seria eu, mas, sim, outro redator – por sinal, um dos meus grandes amigos – a escrever o tal artigo. Como já havia escarafunchado inúmeros artigos e lido centenas de páginas de revistas e jornais sobre o assunto – e não queria jogar tudo isso pelo ralo – resolvi aproveitar o “embalo” e redirecionar os meus esforços.

Resultado: Fugindo “à ordem natural das coisas”, produzi um livro. Depois outro e mais outro. No final, foram três livros – graças a Deus bem recebidos pelo público – em lugar de um artigo. Devo admitir que os números finais, de certa forma, me foram amplamente favoráveis. Inclusive, nessa contabilidade entra uma família inteira de São Bernardo que se converteu devido ao material apresentado no segundo livro.

Como nada fácil tem valor, ao longo da jornada tenho me deparado em várias ocasiões com esse tipo de situação. Sendo assim, a história do site (IASDEMFOCO) que esta semana completa o seu primeiro aniversário, como não poderia deixar de ser, começou a ser construída a partir de outro “não” – silencioso, mas na verdade tão irracional e castrador como tantos outros desestímulos que eu e você recebemos todos os dias.

Depois de ter me colocado à disposição e ter colaborado com alguns sites institucionais, percebi que dois artigos relevantes meus haviam sido “censurados” – sem o mínimo retorno ou explicação. Isso me fez lembrar os tempos de criança em que brincava de futebol nos campinhos de várzea de Gurigica, Vitória-ES (hoje Bairro da Consolação).

Muitas vezes, no clímax da animação, tínhamos que parar o “baba” simplesmente porque o dono da bola havia se chateado com algo e, ato contínuo, havia posto a “redonda” debaixo do braço e ido embora sem dar a mínima explicação. Quando isso acontecia, todos os demais moleques permaneciam no campinho – em “clima de velório”.

No entanto, era só aparecer uma outra bola – podia ser até de meia e “recheada” com pano ou papel velho – que logo a alegria voltava a reinar. Da mesma forma que o “não” – com o confisco da bola pelo proprietário – jamais arrefecia a nossa vontade de jogar futebol, estes “não” no campo literário nunca conseguiram podar o ânimo e, muito menos, cortar a minha paixão pela escrita.

Os colegas do Jornalismo explicam isso com uma frase: “Esta é a minha cachaça!” Como sou abstêmio, prefiro pensar que esta é a minha sina. Prazer. Deleite. Paixão. Minha vida.

Parafraseando Paulo, diria: “Ai de mim, se eu não escrever – tentando contar as histórias mais bonitas, com as informações mais relevantes ao leitor e os pensamentos mais inspiradores que conseguir arrancar da mente e dos outros escritores!”

Artigo publicado no site IASDEMFOCO em 19/12/2008


PR. ELIZEU LIRA

Pastor em Uberlândia. Atualmente faz pós-graduação em Ciência da Religião e prepara-se para iniciar o Mestrado em Educação.

Editor Geral do Blog 7 com news e do site de Evangelismo IASDEMFOCO
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domingo, 4 de janeiro de 2009

A presença do amor

Os passageiros do ônibus olhavam com compaixão à jovem mulher com a bengala branca, enquanto ela cuidadosamente subia os degraus.

Pagou a passagem e com suas mãos localizou o assento vazio que o motorista indicara.

Então, sentou-se colocando sua pasta no colo e descansou a bengala contra
a perna.

Fazia um ano desde que Susan, 34 anos, ficara cega. Devido a um erro de diagnóstico médico havia perdido a visão e foi lançada repentinamente em um mundo de escuridão, raiva, frustração e pena de si mesma.

Outrora independente, agora Susan estava condenada por essa tragédia do destino a tornar-se um fardo impotente, desamparada.

“Como isto pôde Ter acontecido a mim?” ela dizia, com o coração mergulhado em amargura. Não importando quanto lamentasse ou rezasse, sabia que sua dor não poderia trazer de volta sua visão.

Uma nuvem de depressão rondou seu espírito, outrora otimista.

Cada dia, viver era um exercício de frustração e esgotamento.

E tudo o que ela tinha a que se agarrar era seu marido, Mark, um oficial da Força Aérea que a amava com todo seu coração.

Quando ela perdeu sua visão, ele a olhou e, sentindo o desespero da esposa, determinou-se a ajudá-la a recuperar a força e a confiança que ela precisava para tornar-se novamente independente.

A experiência militar de Mark havia treinado-o para lidar com situações delicadas e ele sabia que aquela seria a mais difícil batalha que ele teria que enfrentar.

Finalmente, Susan sentia-se preparada para retornar a seu trabalho, mas como fazê-la chegar até lá?

Ela costumava pegar o ônibus, mas agora estava muito amedrontada para andar pela cidade sozinha.

Mark ofereceu-se para levá-la de carro diariamente, embora eles morassem no lado oposto da cidade.

No princípio, Susan sentiu-se confortada e isso satisfez a necessidade que Mark sentia de ajudar sua esposa cega que sentia-se tão insegura sobre executar as tarefas mais simples.

Logo, no entanto, Mark percebeu que isso não estava funcionando – além de conturbar o horário, ainda estava saindo caro.

Ele admitiu a si mesmo que Susan teria que começar a tomar ônibus novamente. No entanto, apenas o fato de ter que mencionar isso a ela fez com que ele se sentisse incomodado. Ela ainda sentia-se fragilizada e com raiva. Como ela reagiria?
Como Mark previra, Susan ficara horrorizada à idéia de ter que tomar o ônibus novamente. “Eu estou cega!”, ela respondeu amargamente. “Como posso saber onde estarei indo? Eu sinto como se você estivesse abandonando-me!”

O coração de Mark quebrou-se ao ouvir estas palavras, mas ele sabia o que deveria ser feito. Prometeu a ela que a cada manhã e a cada noite ele a acompanharia até o ponto de ônibus, até que ela se sentisse capaz de fazer por si mesma. E foi exatamente isso que aconteceu.

Durante duas semanas, Mark vestiu seu uniforme militar e acompanhou Susan quando ela ia e vinha do trabalho. Ele ensinou-lhe como confiar em seus outros sentidos, especialmente na audição, para determinar onde ela estava e como adaptar-se a seu novo ambiente. Ele a ajudou a ser amiga do motorista de ônibus que poderia ajudá-la a encontrar um assento. Ele a fez rir, mesmo naqueles dias mais difíceis quando ela tropeçava degraus do ônibus ou derrubava sua pasta.

A cada manhã, eles faziam o mesmo caminho juntos e Mark pegava um táxi de volta para seu trabalho. Embora essa rotina fosse mais cara e cansativa que a anterior, Mark sabia que era apenas uma questão de tempo até que ela pudesse pegar o ônibus por si só. Ele acreditava nela, na Susan corajosa que enfrentava qualquer desafio, a Susan que conhecera antes de ela ter perdido a visão.

Finalmente, Susan decidiu que estava pronta para experimentar a viagem sozinha. A manhã de segunda-feira chegou e antes de partir, ela abraçou Mark, seu guia de ônibus, seu marido e melhor amigo. Seus olhos estavam molhados pela gratidão, paciência, lealdade e amor que ele lhe devotava. Ela disse tchau e pela primeira vez eles seguiram caminhos separados.

Segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira...cada dia ela pegava o ônibus sozinha e sentia-se muito bem.

Na sexta-feira pela manhã, Susan pegou o ônibus como normalmente havia feito desde o início da semana. Enquanto estava pagando a passagem, o motorista disse-lhe “ Eu realmente a invejo”. Susan não tinha certeza se o motorista havia falado com ela. Afinal de contas, quem em sã consciência teria inveja de uma mulher cega que durante o último ano estivera lutando para encontrar coragem para viver? Curiosa, pergunta ao motorista: “Porque diz que me inveja?”

O motorista respondeu-lhe: ” A senhora sabe, todas as manhãs dessa última semana, um cavalheiro num uniforme militar tem lhe observado enquanto a senhora sai do ônibus. Ele se assegura de que a senhora atravessa a rua de forma segura e de que entra naquele prédio comercial. Então ele lhe lança um beijo, faz um aceno discreto e vai embora. A senhora é uma pessoa abençoada.”

Lágrimas de felicidade rolaram pelo rosto de Susan, pois ela não podia vê-lo mas ela sempre sentiu a presença de Mark. Ela era realmente uma pessoa abençoada, pois ele havia lhe dado um presente muito mais poderoso que a visão, um presente que ela não precisava ver para acreditar – o presente do amor que pode trazer a luz a qualquer lugar onde haja escuridão.

Deus nos observa da mesma maneira.
Podemos não saber que Ele está presente.
Podemos não ver Sua face, no entanto, Ele sempre está lá!


PR. JOSÉ CARLOS EBLING
Doutor em Educação Religiosa e Aconselhamento Matrimonial pela Andrews University. Professor universitário e conselheiro matrimonial no UNASP - campus Engenheiro Coelho, SP. Autor dos livros : Namoro No Escuro, Mosaico Do Amor, Amigos Para Sempre, Sentido Único, Saúde No Relacionamento Familiar, Depressão : Você Não Está Sozinho, Perdas e Danos. Casado com Nair Ebling Coordenadora da Extensão Universitária do Unasp - Campus II e autora de diversos livros Didáticos publicados pela CPB.
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