quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Homem moderno é um “molenga”?

Muitos aborígines pré-históricos australianos bateriam fácil o recordista mundial dos 100 e 200 metros, Usain Bolt, nas condições atuais. Os tutsi, de Ruanda, conseguiam superar o recorde de salto em distância, de 2,45 metros, em suas cerimônias de iniciação, nas quais tinham que pular pelo menos a sua própria altura para provar sua masculinidade. E qualquer mulher neandertal venceria o ex-fisiculturista, ator e atual governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, numa queda de braço. Essas e outras surpreendentes revelações - que dão a entender que o homem moderno é um fracote, um tremendo molenga - estão num livro lançado pelo antropólogo australiano Peter McAllister, intitulado Manthropology, e cujo provocativo subtítulo pode ser traduzido como “A ciência do macho moderno inadequado”. Já na abertura do livro, McAllister demonstra o que está por vir. “Se você está lendo isso, então você, ou o macho que comprou esse livro para você, é o pior homem da História. Sem ‘talvez’, sem ‘porém’. Isso mesmo: o pior homem da História. Como classe, somos, na verdade, o mais patético dos Homo sapiens a andar pelo planeta”, diz o autor.

Usando um vasto material de pesquisa, McAllister garante ter encontrado evidências mostrando que o homem moderno é inferior aos seus antepassados, entre outras modalidades olímpicas, nas áreas de corrida e de salto. Suas conclusões sobre a velocidade dos aborígines australianos de 20 mil anos atrás são baseadas em pegadas, preservadas em um lago fossilizado, de seis homens perseguindo uma presa.

A análise das pegadas de um dos homens mostra que ela alcançava velocidades próximas dos 37 km/h, em uma superfície lamacenta, perto de um rio. Bolt, em comparação, atingiu a velocidade de 42 km/h durante seu recorde olímpico de 9,69 segundos durante os Jogos Olímpicos de Pequim (substituído este ano por outra marca, de 9,58 segundos, no Campeonato Mundial de Atletismo, em Berlim).

Entrevistado na Universidade de Cambridge, onde reside temporariamente, McAllister afirma que, com treinamentos modernos, calçados adequados e pistas com solo emborrachado, os caçadores aborígines teriam alcançado velocidades de 45 km/h.

“Acreditamos que eles estavam correndo no seu limite quando perseguiam uma presa. Mas se conseguiam atingir 37 km/h em um solo bastante macio e flexível, seriam grandes as chances de que eles pudessem superar Usain Bolt se tivessem as mesmas facilidades que ele tem. Podemos ver isso pela forma como o homem analisado corria, acelerando, até o final.”

Segundo ele, qualquer um dos outros companheiros do homem pré-histórico estudado também poderiam correr tão rápido.

(O Globo)

Nota: Quando vão se dar conta de que o homem moderno perde para os antigos em todos os quesitos? Basta pensar nas pirâmides e outras obras monumentais de pé até hoje (sem entender isso, alguns afirmam que essas construções só podem ter sido realizadas com tecnologia alienígena). Na verdade, temos a nosso favor apenas a tecnologia, mas perdemos em força, memória, longevidade, inteligência, etc. Vivemos o processo de involução a partir de uma origem superior, decadência essa ocasionada pelo pecado.[MB]


MICHELSON BORGES
É jornalista, mestrando em Teologia pelo Unasp e membro da Sociedade Criacionista Brasileira . É editor na Casa Publicadora Brasileira e autor dos livros /A História da Vida / e /Por Que Creio / (sobre criacionismo), /Nos Bastidores da Mídia / e da Série Grandes Impérios e Civilizações, composta de seis volumes. Casado com Débora Tatiane, tem duas filhas.
Editor do Blog Criacionismo

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