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quarta-feira, 23 de abril de 2008

Medo

Sem sombra de dúvida, vivemos num mundo de medo. De acordo com o psiquiatra James Reich, no "Jornal de Notícias e Enfermidades Mentais", nos Estados Unidos 3% da população sofrem de pânico, 6% de agorafobia (medo de lugares públicos e grandes espaços abertos), 3% de ansiedade generalizada, mais de 2%de fobias simples, e perto de 2% de fobias sociais. Mais de 13 milhões de pessoas são afetadas.

Donald Mederros declarou em seu livro "Crianças Sob Estresse", que 25% das crianças disseram ter medo de serem feridas quando saem de casa, e que 60% das crianças entre os sete e onze anos de idade declararam ter medo de que alguém invada suas casas e as machuque. Numa pesquisa recente, a publicação "Psicologia Hoje" fez uma pesquisa com seus leitores e descobriu que o maior medo era o da morte, depois vinha o temor de uma doença grave e por último as preocupações financeiras.

Denis Waitley, em seu livro "Sementes de Grandeza", fala a respeito de um estudo feito pela Universidade de Michigan que trata do relacionamento entre o medo e a realidade.

O estudo concluiu que 60% de todos os nossos medos são totalmente injustificáveis, porque nunca se concretizam. 20% dos nossos temores estão além do nosso controle.10% de todos os nossos medos são tão insignificantes que não fazem a menor diferença. Dos restantes10%, somente de 4% a 5% são reais ou justificados.

Real ou imaginário, o medo atormenta a todas as pessoas. O medo é uma realidade.

Ele remete a Adão, quando este disse: "Ouvi a Tua voz no jardim e tive medo..." (Gênesis 3:10).

Agora pense: Os bebês nascem com apenas dois medos básicos: o medo de ruídos altos e o medo de cair. Então, se nós temos apenas dois medos quando nascemos, isto quer dizer que podemos desaprender todos os outros medos.

Basta confiar!


"Busquei o Senhor e Ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores."
(Salmos 34:4).


"Porque Deus não nos deu o espírito de temor..." (II Timóteo 1:7).
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Dados Biográficos de Jesus



Nome: Emanuel (Deus conosco) - Mat 1:23
Filiação: Filho de DEUS - Mat 16:16
Origem: Divina - Jo 1:1
Existência: Eterna - Jo 8:56-58
Carater: Manso e Humilde - Mat 11:29
Autoridade: Todo Poderoso - Mat 28:18
Arma: Amor - Jo 15:13
Limite: Impossível - Jo 9:33
História: Bíblia Sagrada - Hb 10:7 Sl 40:7
Característica: Santidade - Lc 1:35 1Pe 1:16
Discurso: Evangelho - Mc 1:15
Talento: Sobrenatural - Jo 11:37
Povo: Igreja - Mat 16:18
Missão: Buscar e salvar os perdidos - Lc 19:10
Meta: Alcançar o mundo com o evangelho - Mat 28:19
Conduta: Obediência - Jo 8:29 Fl 2:8
Especialidade: Salvar, Curar e Batizar - Mc 16:16-18
Promessa: Vida eterna - Jo 5:24 Jo 3:16
Natureza: Divina e humana - Jo 1:14 1Jo 1:1-2
Personalidade: Espiritual - Cl 1:15 Hb 1:2-6
Força: Oração - Mat 26:38-39 Lc 22:40-43
Ofício: Profeta - Hb 1:1-2 Lc 7:16 Jo 6:14 / Sacerdote - Hb 4:14 5:6 / Rei - 1Tm 6:15 Jo 19:19
Grande Mandamento: Amor Jo 13:34
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Por Que Choramos Pela Isabella

Nestes últimos dias, o país mergulhou num clima de comoção, seguido de luto, apreensão, revolta e indignação popular. No centro de tudo isso, o assassinato de Isabella Nardoni, uma criança de apenas cinco anos de idade.

Sem reduzir em nada o peso da tragédia que se abateu sobre várias famílias, causando essa comoção nacional, é preciso suscitar e responder algumas perguntas que têm que ver diretamente com essa forma de reação do povo ao crime brutal – quase sem paralelos no Brasil de hoje.

É verdade que “A morte de uma criança nos fere a todos; é como se, ao mesmo tempo, alguém nos arrancasse um pedaço de nosso próprio futuro e destruísse a fantasia nostálgica da infância, que sempre cultivamos, mesmo que o primeiro período de nossa vida tenha sido infeliz”. [1]

Todos vemos nesta criança linda e meiga crainça, que teve a vida ceifada prematuramente, uma filha, uma sobrinha, prima ou neta. No entanto, “morrem duas crianças, como Isabella [...] assassinadas por dia no país. E mais milhares de jovens, principalmente pobres, principalmente pretos, nos guetos de nossas metrópoles. Mas por eles e por elas, só choram seus parentes e amigos. Ninguém mais liga a mínima”. [2]

Hoje mesmo, enquanto assistia o noticiário do telejornal da tarde, almoçando tardiamente como sempre, vi a notícia sendo dada – no estilo “vapt vupt” – do assassinato bárbaro de um menino lindo, de apenas quatro aninhos de idade em Bragança, Pará.

Ele desapareceu da casa dos avós no Sábado (19) e o seu corpo foi encontrado na segunda-feira (21) em um lago da região, apresentando sinais de abuso sexual. Imediatamente, foi preso um suspeito de ter cometido o crime que, por sinal, conhecia o garoto e era “amigo” da família.



Os Bárbaros Atacam


Sendo que, como vimos, não se trata de algo incomum e de caráter inédito aquilo que, infelizmente, aconteceu com a menina Isabella, a pergunta é: O que fez, então, com que este trágico incidente ganhasse contornos nacionais?

As revistas, jornais, o rádio e a TV mal falam de outros assuntos; gente estranha se comove ou se enraivece a ponto de ir à sua missa de sétimo dia ou esperar, horas, diante dos prédios dos familiares do pai e da madrasta da vítima (suspeitos de terem cometido o crime) para os hostilizarem.

Tanto quanto a brutalidade insana e injustificável perpetrada contra uma criança dócil e indefesa, o que nos causa repulsa e horror é a atitude troglodita de centenas de pessoas que – no melhor estilo dos hunos, hérulos, ostrogodos e outras tribos bárbaras do passado – querem a todo custo promover a execução dos possíveis criminosos.

Nesse momento, enquanto escrevo, eu me lembro de uma senhora – aparentemente pacata – que faltou ao serviço e fez algumas pequenas viagens dos bairros da periferia de São Paulo, capital, até o “epicentro” da crise.

Diante da TV, aquela mulher simples transformou-se numa leoa indomável e, com todas as letras, disse que queria “esganar o Alexandre Nardoni e, depois, pisar em cima do seu cadáver”.


Tentando Achar Respostas


Nas palavras de Nelson Ascher, colunista da Folha de S. Paulo, a pergunta, noutras palavras, passa a ser a seguinte: “Qual seria a razão para que a maioria, embora disposta a aceitar resignada tantas mortes por doenças ou acidentes mortais como obra do destino, revolte-se diante de uma única, desde que perpetrada por mãos humanas?” [3]

Abrindo um parêntesis, peço a compreensão dos leitores porque, neste caso, mais do que elaborar um texto, procuro aqui, neste espaço, montar um quebra-cabeças com a opinião de psicólogos, psicanalistas, criminalistas e jornalistas para tentar obter ao menos algumas respostas plausíveis para aquilo que o Brasil está vivenciando nestes últimos dias.

“Crianças continuam, é claro, morrendo diariamente ao redor do Planeta, seja de doenças para as quais não faltam prevenção e cura, seja devido à subnutrição ou por causa de acidentes. Mortes assim quase nunca desencadeiam tamanha comoção, algo que não advém, portanto, apenas da extrema precocidade do fim”, lembra-nos Nelson Ascher. [4]

O próprio Ascher, tentando achar respostas concretas, faz suas colocações: “Dois elementos ajudam a entender essa explosão emocional. O primeiro é a proximidade. Por mais que os espíritos humanitários a julguem indigesta, a verdade é que uma morte na China nos dói menos que uma no Brasil, esta nos toca menos que uma no Estado, na cidade de São Paulo, no nosso bairro, condomínio e assim por diante, até chegar, mais pungente, ao interior de nossa família.

“O mesmo se aplica a grupos étnicos, religiosos, profissionais e a classes sociais. É provável que quem professe o amor fraterno universal lide com seus irmãos como se fossem cifras. O segundo elemento é a intencionalidade que, se provada, configuraria o caráter criminoso da morte. [...] Caso se confirmem as suspeitas, estaremos perante um crime que, para a média das pessoas, é dos mais repelentes que existem, a saber, o assassinato de uma criança indefesa pelos adultos aos quais cabia zelar por seu bem-estar”. [5]

Antes de continuar, é bom lembrar que Nelson Ascher estava escrevendo no dia 7 de abril, portanto há cerca de 11 dias antes do indiciamento do pai e madrasta de Isabella – logo no início das investigações.

Quase por essa época, precisamente no dia 10, a psicóloga Rosely Sayão escreveu sobre “Tragédias na mídia” expondo, na sua ótica, os motivos por que este crime mexeu tanto com a opinião pública brasileira, causando tanta comoção.

Rosely parte da questão dos efeitos do noticiário – de forma geral – sobre as crianças. “Uma criança, de oito anos, perguntou à mãe se o pai poderia matá-la quando ficasse muito bravo”. [6]

E esse não é um caso isolado; pai de dois garotos, o empresário Maurício de Almeida, 36, conta a resposta que o filho mais velho, de sete anos, deu depois de receber uma repreensão: “Você, não vai me atirar pela janela, né?” [7]

Para Rosely, a grande comoção se deve, em grande parte, a um certo rompimento na questão dos valores e segurança dos vínculos familiares: “As crianças estão angustiadas com tais notícias porque identificam nelas que os adultos próximos, ao invés de protetores, podem ser ameaçadores. Justamente aqueles em quem elas depositam a maior confiança se revelam, nas notícias, suspeitos de agir de modo contrário”. [8]

O psicanalista Contardo Calligaris afirma que “a tragédia nos lembra afetos dolorosos que regram nossa maneira ‘moderna’ de casar”. Segundo ele, “O casamento ‘moderno’ é um nó de afetos reprimidos, uma convivência explosiva que aposta no amor do casal como se fosse remédio para todos os males. [...] É uma situação trivial: a pensão mensal, as visitas, o padrasto ou a madrasta, os meio-irmãos, etc. Mas a banalidade dessa situação não deveria disfarçar o emaranhado de afetos dolorosos que ela produz – afetos que muitos vivem e que todos preferimos esquecer”. [9]


E o Irmão de Mayutá?


Mayutá é um indiozinho de quase dois anos de idade – bonitinho e com cara de esperto e inteligente. Segundo uma bela reportagem da jornalista Ana Paula Boni, ele deveria estar morto e enterrado, por conta da tradição de sua etnia Kamaiurá. [10]

Na lei de sua tribo, gêmeos devem ser mortos ao nascer porque são sinônimo de maldição. Paltu Kamaiurá, 37, enviou seu pai, pajé, às pressas para a casa da família de sua mulher, Yakuiap, ao saber que ela havia dado à luz a gêmeos. Tarde demais: Um deles já tinha sido morto pela família da mãe.

Segundo Boni, em cerca de 20 das mais de 200 etnias do país esse costume leva à morte de gêmeos, filhos de mães solteiras e crianças que nascem com qualquer tipo de deficiência. Nem se tem idéia do número de crianças mortas – infanticídio – anualmente devido à falta de controle governamental.

Quem contabiliza os óbitos e os passa para a sede da Funasa são os 34 Dseis (Distritos Sanitários Especiais Indígenas) espalhados pelo país para atender aos cerca de 460 mil índios (fiz os cálculos, dá praticamente 13.530 índios para serem tutelados, cuidados e atendidos em suas necessidades básicas, para cada um destes pequenos centro de atendimento).

Além disso, há uma discussão em curso que – caso o mundo chegasse a tanto – promete atravessar o milênio incólume e insolúvel: Deve-se respeitar o infanticídio como parte da cultura indígena ou o direito à vida, previsto no artigo quinto da Constituição, está acima de qualquer questão?

Bem, enquanto os intelectuais do PT discutem sobre os “Efeitos Deletérios das Mudanças Ocasionadas Pelo Homem Branco nas Minorias Étnicas, Notadamente as Indígenas”. Enquanto os antropólogos brasileiros ficam presos ao dilema de uma política não-intervencionista.

Enquanto, como disse o General Heleno, os engravatados de Brasília ficam tomando decisões sobre questões situadas a milhares de quilômetros – sem ao menos darem-se ao prazer lúdico ou exotismo de conhecerem a real situação dos índios. Os indiozinhos continuam sendo mortos – insana e cruelmente – em nome da tradição indígena e de uma “santa” ignorância.


“Mãe, ó Nóis na Globo!”


Antes que o leitor impaciente –e por justa causa – resolva me dar um “clique”, vou terminar fazendo um link entre o que vimos aqui e aquela regra básica do Marketing: “Quem não é visto, não é lembrado!”

É simples assim: Por que não choramos pelo irmãozinho de Mayutá? Por que não choramos pelas criancinhas do Iraque que são mortas todos os dias? Por que não choramos pelas crianças que morreram de dengue no Rio de Janeiro, vítimas da inépcia e inércia dos governantes, em pleno século XXI?

Também: Por que não choramos pelos milhões de bebês – lindos e saudáveis – que são assassinados todos os dias e, muitos deles viram matéria prima na indústria de cosméticos (leia a matéria “Uma História Repugnante” no site www.iasdemfoco.net), para satisfazer os padrões exigentes de pessoas frívolas, vazias? Por que não choramos pelos milhões de crianças africanas que estão morrendo – que nem moscas – de fome ou doenças que já foram erradicados nos países desenvolvidos há várias décadas? Por que não choramos pelas crianças que estão todos os dias disputando restos de comida com urubus nos lixões das grandes cidades?

É porque, na maioria das vezes, nós nem tomamos conhecimento da existência destes seres humanos! Responda rápido: Quantos de nós já havíamos ouvido falar desta prática criminosa entre os índios? É... aquilo que está longe dos nossos olhos, com certeza permanecerá longe do nosso coração.

Como todos vocês, eu me comovi com o drama da mãe e dos avós (principalmente os maternos, por razões óbvias) da Isabella. Eu me indignei com a brutalidade e morte cruel daquela linda menina. Eu – posso até estar errado – não vi nenhuma sinceridade naquilo que o pai e a madrasta dela falaram na entrevista de domingo (para mim, foi encenação barata e friamente calculada).

No entanto, examinando tudo sob a ótica jornalística, eu vejo que – considerados todos os fatores do drama – ele só adquiriu toda essa dimensão por causa do espetáculo televisivo. Como lembram os teóricos da Comunicação Social, os noticiários não pretendem se aprofundar na complexidade da realidade, mas aproveitar os fatos capazes de mobilizar o universo emocional do espectador.

Neste contexto, a procura pela audiência na TV é traduzida como uma obsessão pelo espetáculo. É aí que entra aquilo que conhecemos como fenômeno Agenda Setting: Onde a própria TV, através das grandes redes, determina os assuntos que estarão em pauta e a manutenção da discussão em torno deles. Nesse caso, “Aquilo que o espetáculo deixa de falar durante três dias é como se não existisse. Ele fala então de outra coisa, e é isso que, a partir daí, afinal, existe” (Guy Debord).

Nesse circo de horrores e exploração de emoções reprimidas em que se transformou a cobertura do assassinato da menina Isabella, até a polícia deu a sua notável contribuição. Na sexta-feira passada, quando o casal foi mais uma vez interrogado, ela montou cordões de isolamento e até instalou banheiros químicos, para garantir à platéia as melhores condições na hora de assistir ao espetáculo.

“Teve, inacreditável, bolo e parabéns pelo aniversário da menina assassinada - além, claro, do protocolar comércio informal de comes e bebes, obrigatório em aglomerações de todo tipo. O circo armou-se completo, em pleno dia útil da maior cidade da America do Sul”, lembra Aidano Mota. [11]

As notícias em torno da investigação do crime, depoimento de testemunhas, reconstituição (etc.) prometem monopolizar as pautas das grandes redes e a atenção dos telespectadores por mais um bom tempo.

Isso, pelo menos, até que uma nova morte – ou outro evento de grande repercussão e/ou apelo emotivo – os separe; ou, melhor, os una em “novas núpcias”. É a Agenda Setting. Faz parte do show; é o espetáculo televisivo!


Elizeu C. Lira, Coordenador Geral do Site www.iasdemfoco.net





Referências


1. Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 10 de abril de 2008.
2. Aidano André Mota, O Globo Online, 21 de abril de 2008.
3. Nelson Ascher, Folha de S. Paulo, 7 de abril de 2008.
4. Ibidem.
5. Ibidem.
6. Rosely Sayão, Folha de S. Paulo, 10 de abril de 2008.
7. Cláudia Colluci e Vinicius Queiroz Galvão, Folha de S. Paulo, 13 de abril de 2008.
8. Rosely Sayão, Folha de S. Paulo, 10 de abril de 2008.
9. Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 10 de abril de 2008.
10. Ana Paula Boni, Folha de S. Paulo, 6 de abril de 2008.
11. Aidano André Mota, O Globo Online, 21 de abril de 2008.
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terça-feira, 22 de abril de 2008

Homilética – O Sermão Eficaz



“Senhor, ensina-nos a pregar!” Seria bom que os discípulos tivessem feito esse pedido a Cristo, tal como o fizeram com respeito à oração. Teríamos então todos os benefícios de algumas orientações práticas sobre pregação, recebidas diretamente do Mestre dos pregadores. Ao examinarmos a vida e o ensino de Jesus, descobrimos muitos princípios que podem revolucionar nosso ministério da pregação.



O poder do Espírito


Jesus testemunhou claramente que o Espírito do Senhor O ungiu para pregar (Luc. 4:18). Seria muito afirmar que não deveríamos pregar a Palavra de Deus até que fôssemos primeiramente ungidos por Seu Espírito? Jesus Cristo ordenou que Seus discípulos esperassem em Jerusalém até que recebessem a promessa do Pai (Atos 1:8). Depois da unção celestial no Pentecostes, os seguidores de Cristo saíram para pregar no poder do Espírito Santo.

Um caso exemplar é o de Estêvão, o diácono, descrito como “cheio de fé e do Espírito Santo” (Atos 6:5), e também como “cheio de graça e poder” (v. 8). Quando Estêvão pregava, seus ouvintes “não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava” (v. 10). Mesmo a comunicação não-verbal de Estêvão foi uma irrefutável testemunha: “Todos os que estavam assentados no Sinédrio, fitando os olhos em Estêvão, viram o seu rosto como se fosse rosto de anjo” (v. 15). Sua vida demonstrou que quando uma pessoa está cheia do Espírito, ela está cheia de poder. E prega com santa ousadia (Atos 4:29-31; 13:6-12).



Entrega e oração


Jesus, o Pregador Mestre, devotou muito tempo à prática da oração. Enquanto Ele Se preparava para pregar nas sinagogas através da Galiléia, levantava-Se cedo pela manhã, dirigia-Se a um lugar solitário e orava (Mat. 1:35-39). Antes de pregar Seu sermão estratégico sobre o pão da vida, o Senhor gastou horas em oração (Mat. 14:23-25). Para Jesus, pregação e oração estavam inextricavelmente conectadas.

Os alunos da pregação de Jesus também compreenderam que aquele que ministra a palavra também deve entregar-se à oração (Atos 6:4). Os intensos períodos de oração pelos seguidores de Jesus, antes do Pentecostes, não eram apenas uma preparação essencial para a pregação poderosa. O apóstolo Paulo afirmou a importância da oração no preparo e entrega do sermão, quando fez um pedido especial por oração intercessória: “... orando... por todos os santos e também por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra, para, com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho” (Efés. 6:18 e 19). Ele compreendeu que, sem oração, não poderia falar com ousadia (v. 20).

A escassez de poderosa pregação bíblica entre nós está diretamente relacionada à escassez de oração poderosa. Com seu ato de negar a Cristo, Pedro ilustra a incômoda verdade segundo a qual nós não teremos um poderoso testemunho sobre Jesus para partilhar com outros, se estivermos dormindo quando deveríamos estar orando. A lição é clara. Ore pela direção de Deus antes de começar a preparar um sermão. Ore enquanto o prepara. Ore enquanto prega. Aprenda, do exemplo de Jesus, que pregar poderosamente é resultado de muita oração, não de corre-corre. Banhe seu sermão em oração e entrega de si mesmo a Deus.

Pregação da palavra


Jesus proclamou a Palavra de Deus, por preceito e exemplo. Ousadamente declarou: “... e a palavra que estais ouvindo não é Minha, mas do Pai, que Me enviou” (João 14:24). E enquanto orava por Seus discípulos, testemunhou ao Pai: “Eu lhes tenho dado a Tua Palavra” (João 17:14). Os estudantes da pregação de Cristo compreenderam a importância de partilhar a Palavra de Deus, ao invés de suas opiniões próprias. Eles “com intrepidez, anunciavam a Palavra de Deus” (Atos 4:31), e “crescia a Palavra de Deus” (Atos 6:7).
As pessoas necessitam ouvir a Palavra de Deus, não nossas opiniões. O que Deus tem a dizer é mais importante do que nós temos a dizer.

Ouvimos muitos sermões, atualmente, que dão apenas um leve aceno à Palavra de Deus. Nos dias de hoje, sermões bíblicos, com ilustrações contemporâneas têm-se transformado em sermões contemporâneos com ilustrações bíblicas ocasionais. O resultado é falta de poder no púlpito e falta de transformação na igreja. Tais sermões podem ser divertidos, interessantes, mas não produzem mudança duradoura.



Comunicação da graça


Quando Jesus pregava, Ele não simplesmente falava a respeito da graça de Deus. Ele realmente comunicava a graça de Deus. Lucas recorda que em resposta à Sua pregação na sinagoga em Nazaré, Seus ouvintes “se maravilhavam das palavras de graça que Lhe saíam dos lábios” (Luc. 4: 22). Essa resposta da audiência é um testemunho não da finura de Sua expressão oral, mas uma resposta à essência de Sua fala. Jesus era “cheio de graça” (João 1:14) e quando Ele pregava, comunicava a graça de Deus.

Uma das mais poderosas palavras de graça do ministério da pregação de Cristo é encontrada no sermão que Ele pregou em uma determinada noite para uma pessoa: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele” (João 3:16 e 17).

Os aprendizes da pregação de Jesus compreenderam que foram enviados para comunicar a graça de Deus. Pedro começou Sua mensagem aos peregrinos da dispersão com as palavras “graça e paz vos sejam multiplicadas” (I Ped. 1:2). Paulo começava suas mensagens em numerosas ocasiões com as palavras: “Graça a vós outros e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo” (Efés. 1:2). E nos aconselha: “A vossa palavra seja sempre agradável [com graça]” (Col. 4:6).
Todo sermão deveria comunicar uma clara palavra de graça. É a graça de Deus que conduz esperança. É verdade que todo sermão deveria também conter uma clara palavra de julgamento. Porém, mesmo essa palavra de julgamento deveria ser comunicada com graça em nosso coração.

Auditório atento


Jesus demonstrou uma notável conscientização de Sua audiência. Ele compreendeu que a comunicação efetiva é diálogo, não apenas monólogo. Também abordou questões que estavam na mente de Seus ouvintes (Mat. 24:3; Luc. 10:39). Interagiu com eles através de perguntas (Luc. 10:36). Pelo menos, em uma ocasião, Ele até permitiu a rude interrupção de alguém e direcionou o curso do sermão (Luc. 12:13-21).

Jesus era atento às respostas verbais e não-verbais de Seus ouvintes. Durante Seu sermão em Nazaré, Ele discerniu as mensagens não-verbais dos que estavam presentes. A linguagem corporal que acompanhou o comentário “não é este o filho de José?” sugeria um espírito resistente e falta de fé. Respondendo a esses ouvintes, Jesus disse: “Sem dúvida, citar-Me-eis este provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo” (Luc. 4:23). E então mudou o foco de Sua mensagem, da proclamação do ano aceitável do Senhor para a importância da fé.

Os alunos de Jesus aprenderam do seu Mestre a importância de ficar atento às reações da audiência. Os que estavam presentes no dia de Pentecostes dialogaram com Pedro enquanto ele pregava no poder do Espírito Santo. Tendo proclamado ousadamente que “a este Jesus, que vós crucificastes, Deus O fez Senhor e Cristo” (Atos 2:36), Pedro fez uma pausa para ouvir a resposta da audiência. O comentário “que faremos, irmãos?” não marcou o fim do sermão. Ao contrário, foi uma parte essencial deste. Lembre-se de que toda comunicação efetiva envolve diálogo.

Um pregador não pode estar desatento à resposta dos ouvintes. Pedro continuou: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (Atos 2:38). E o apóstolo mostrou sensibilidade à resposta dos que o ouviam. O final do sermão aconteceu na água, quando cerca de três mil pessoas foram batizadas. Esse batismo foi uma parte do sermão, uma evidência clara de um diálogo transformador de vidas com Deus.



Afirmação simples e memorável


Um dia após a miraculosa alimentação de cinco mil pessoas, Jesus pregou um poderoso sermão. Ele usou uma simples e memorável afirmação para abordar Sua idéia principal: “Eu sou o pão da vida” (João 6:35). Podemos aprender muitas lições importantes dessa idéia. Primeira, é uma declaração simples, não uma sentença complexa. Segunda, é feita no sentido positivo. Não negativo.

Os pregadores são comissionados não simplesmente a transmitir informações,
mas para chegar à obediência e transformação.


Infelizmente não temos uma fita de vídeo com esse sermão de Cristo; mas os comunicadores concordam que há muitas formas de interpretação oral que podem ser usadas para enfatizar a principal idéia em um sermão. Jesus pode ter mudado Seu estilo quando disse: “Eu sou o pão da vida”. Pode ter acrescentado uma pausa, ou silêncio reflexivo. Isso realça a importância da idéia enquanto dá oportunidade para os ouvintes refletirem sobre ela. Jesus também pode ter usado uma variação de força, ou volume, para enfraquecer a idéia, como fez em outra ocasião (João 7:37).



Uso de repetição


Jesus não apenas arquitetou uma simples e memorável declaração para apresentar uma idéia principal, mas também usou a repetição para acrescentar ênfase. No sermão sobre o pão da vida, Ele repetiu Sua idéia textualmente pelo menos uma vez (João 6:35 e 38). Também a expôs através de paráfrases durante o próprio sermão: “Eu sou o pão que desceu do Céu” (João 6:41), e “Eu sou o pão vivo” (v. 51).

Se a reafirmação e a repetição de um pensamento eram importantes para Jesus, no sentido de fazer compreendida a idéia principal do Seu sermão, isso é mais importante hoje, quando ouvir atentamente está se tornando cada vez mais difícil. Devemos ter certeza de que a declaração simples e memorável de um sermão foi ouvida claramente, e foi absorvida.



Ilustrações práticas


Jesus era um mestre na ilustração de verdades espirituais. Ele freqüentemente usava ilustrações práticas da vida diária para transmitir verdades espirituais. Numa ocasião, quando falava a Seus discípulos, chamou uma criança e a colocou no meio deles. Que maneira brilhante de chamar a atenção! Ali estava uma ilustração viva da verdade que o Mestre queria transmitir. Então disse aos discípulos: “Se não... vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos Céus” (Mat. 18:3).

Jesus desenvolveu uma reputação como pregador que tirava ilustrações práticas da vida diária. Mateus lembra que “todas estas coisas disse Jesus às multidões por parábolas e sem parábolas nada lhes dizia” (Mat. 13:34). Ele falou sobre lançar redes, semear, ovelha perdida, entre outras coisas. Compreendia que as melhores ilustrações são encontradas no mundo onde o orador e os ouvintes estão inseridos. Quando Jesus falou sobre produzir e colher, Seus ouvintes agricultores não precisavam decodificar a mensagem. Eles estavam bem informados com os problemas de incômodo causados por pássaros, rochas, cardos, e raízes superficiais. Se Jesus estivesse dando aulas ou pregando no século 21, certamente encorajaria Seus ouvintes a usar ilustrações práticas de instrumentos da informática.

Podemos usar ilustrações práticas da vida diária, para reforçar e iluminar a idéia principal do sermão. Qualquer outra história, por melhor que seja, é simplesmente barulho irrelevante que pode causar mais prejuízo do que lucro. Não fomos chamados a entreter o povo com histórias apenas interessantes. Fomos chamados a proclamar uma Palavra que transforma vidas. Um pregador sábio aprende do exemplo de Jesus e usa ilustrações práticas, relevantes da vida diária, para ajudar a cumprir essa tarefa sagrada.



Mudança de vida


Jesus falava “como quem tem autoridade” (Mat. 7:29). Pregava no poder do Espírito Santo, partilhando a Palavra de Deus, em lugar de Suas próprias opiniões, mas também chamava a uma mudança radical de vida. Na conclusão de Seu histórico sermão da montanha, Cristo desafiou Seus ouvintes a aplicar em suas próprias vidas as verdades que tinham ouvido. Era um chamado à ação, um chamado à transformação. Disse Ele: “Todo aquele, pois, que ouve estas Minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha” (Mat. 7:24).

Em contrapartida, “todo aquele que ouve estas Minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia” (Mat. 7:26). Os pregadores são comissionados não simplesmente a transmitir informações, mas para chamar à obediência e transformação.

Embora seja verdade que a transformação seja obra de Deus e não nossa, somos chamados para unir-nos a Ele nessa tarefa. Quando a palavra de Deus é fielmente proclamada, um apelo à mudança de vida não é apenas um privilégio mas uma responsabilidade. Pedro não fez apologia quando apelou à conversão, no final de sua mensagem. Chamou o povo ao arrependimento, ao batismo e à salvação (Atos 2:38-40).

Parece que hoje alguns pregadores temem apelar à mudança de vida. Temem parecer arrogantes ou autoritários. Mas a verdade, em sua própria natureza, é autoritária; exclui inevitavelmente tudo o que está errado. Um ouvinte da verdadeira Palavra de Deus precisa dar uma resposta. Não há lugar para manipulação, coerção ou jogo emocional. Entretanto, aprendemos do exemplo de Jesus que, quando a verdade é proclamada, é apropriado apelar para uma mudança de vida. Esse apelo deve ser simples, direto e claro. O resultado será maravilhoso para nós, pregadores, e para os ouvintes.

DEREK J. MORRIS
D.Min, pastor da igreja de Calimesa, Califórnia, e professor adjunto de homilética na Universidade Adventista do Sul, Collegedale, Tennessee, Estados Unidos

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sábado, 19 de abril de 2008

É o Espírito Santo Deus?

Introdução

Aqueles que não querem aceitar o Espírito Santo como Deus, dizem que o Espírito Santo é o mesmo Espírito de Deus, ou o Espírito de Jesus ou uma influência, ou um poder ou uma energia ou outra coisa qualquer menos Deus. O objetivo deste estudo é analisar cuidadosamente o texto de S. João 14:16 focalizando com atenção uma palavra grega- ALLÓS. O texto diz: "E Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará OUTRO Consolador, afim de que esteja para sempre convosco".Aqui temos três Pessoas distintas, o Pai, Jesus e o OUTRO Consolador. Neste texto não diz quem é o Consolador, embora saibamos que Ele é o Espírito Santo, por outros textos. Nosso estudo será descobrir se o Espírito Santo é da mesma natureza e da mesma essência que o Pai e o Filho ou se Ele é de natureza e essência diferente.

I Parte: Aspectos divinos que distinguem Deus de outros deuses:

1. Onisciente (Salmo 139:1-4)
2. Onipotente (Mateus 19:26)
3. Eterno (Salmo 90:2)
4. Imutável (Malaquias 3:6)
5. Bondade (Salmo 145:9)
6. Amor (I João 4:8)
7. Onipresente (Salmo 139:7-12)
8. Criador (Êxodo 20:11)

Aspectos divinos que distinguem Cristo de outros deuses:

9. Onisciente (Salmo 139:1-4)
10. Onipotente (Mateus 19:26)
11. Eterno (Salmo 90:2)
12. Imutável (Malaquias 3:6)
13. Bondade (Salmo 145:9)
14. Amor (I João 4:8)
15. Onipresente (Salmo 139:7-12)
16. Criador (Êxodo 20:11)

(1) Trinity, Whidden, Moon e Reeve, pág. 22 e 23 – Review and Herald, publishing Association USA, 2002.

II Parte :Diferenças entre duas palavras gregas.

Em português, temos apenas uma palavra para distinguir um elemento da mesma espécie ou de espécie diferente. Exemplo: Se eu disser: Eu tenho uma caneta, mas preciso de outra. A pessoa que me atende poderá trazer-me outra caneta igual àquela que está em minhas mãos. Porém, se eu quiser uma caneta diferente daquela que tenho em mãos, eu falo por favor me traga outra caneta. Neste caso, preciso acrescentar – Outra caneta diferente. Porque a palavra OUTRO para designar algo igual ou OUTRO para designar algo diferente, em português é a mesma. Entretanto, esta similaridade de palavras, não existe em Grego. Quando você diz: Quero OUTRA caneta, se você quer uma caneta igual, da mesma substância, da mesma qualidade, da mesma espécie então, você usa a palavra ALLÓS. Porém se você quiser uma caneta diferente, de espécie diferente, de substância diferente, desigual, então você usará a palavra HETERÓS. Trinity, Whidden, Moon e Reeve, pág. 122 – Review and Herald, publishing Association USA, 2002.

"Em Grego existem duas palavras para OUTRO: Allós significa outro da mesma espécie, enquanto Heterós, significa outro de espécie diferente" (2) Undertanding the Trinity, Max Hatton, pág. 113 – Autumn House, Alma Park Grantham, England, 2001.

Textos onde a palavra OUTRO – ALLÓS, é usada para indicar elementos da mesma espécie:

1. "Eu, porém vos digo que não resistais ao mal; mas se qualquer te bater na face direita, oferece também a OUTRA. (Allós) Mateus 5:39 – Outra face, da mesma espécie".
2. "E Pedro estava da parte de fora, à porta. Saiu então o OUTRO (Allós) discípulo que era conhecido do Sumo Sacerdote, e falou à porteira, levando Pedro para dentro." João 18:16 – João era o outro discípulo, da mesma espécie que Pedro.
3. "Foram pois os soldados e, na verdade, quebraram as pernas ao primeiro, e ao OUTRO (Allós) que com ele fora crucificado." João 19:32 – Outro ladrão, da mesma espécie." Geofrey W. Bromiley, Theological Dictionary Of The New Testament, pág. 43 e 44, William B. Eerdmans Publishing Company Grand Rápids, 1986.

Vejamos alguns textos onde a palavra OUTRO – HERTERÓS, é usada para indicar elementos de espécie ou de natureza diferente.

1- "Maravilho-me de que tão depressa passásseis dAquele que vos chamou à graça de Cristo para OUTRO (Heterós) evangelho" Gálatas 1:6 – Outro evangelho, de espécie diferente, de natureza diferente.

2- "Porque se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis OUTRO (Heterós) Espírito que não recebestes, ou OUTRO (Heterós) evangelho, que não abraçastes, com razão sofrereis." II Coríntios 11:4 – Outro evangelho ou outro Espírito, de espécie diferente. (Em Atos 15:1 e 5 está a explicação do conteúdo deste OUTRO evangelho e deste OUTRO Espírito. Eram coisas diferentes daquelas que Paulo tinha ensinado. Era um evangelho misturado com tradições judaicas)

3- "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o OUTRO (Heterós) ou se dedicará a um e desprezará o OUTRO. (Heterós) Não podeis servir a Deus e a mamom." Mateus 6:24 – Outro senhor, de espécie diferente, de natureza diferente.

4- "Os quais Jason recolheu, e todos estes procedem contra os decretos de César, dizendo que há OUTRO (Heterós) Rei Jesus." Atos 17:7 – Outro rei, Jesus era um rei diferente do rei César. Geofrey W. Bromiley, Theological Dictionary Of The New Testament, pág. 265 e 266, William B. Eerdmans Publishing Company Grand Rápids, 1986.

Como você notou, existe uma grande diferença entre ALLÓS, outro da mesma espécie, ou da mesma natureza e HETERÓS, outro de espécie diferente, ou de natureza diferente.

Aqui nasce a pergunta vital: Em João 14:16 João usou a palavra ALLÓS ou HETRÓS para indicar o OUTRO Consolador que o Pai enviaria? Resposta: João usou a palavra ALLÓS. Agora leia mais uma vez acima os aspectos que distinguem Deus e Jesus de outros deuses. Tendo isso em mente, podemos afirmar: O Pai é Deus, Jesus é Deus e o Espírito Santo é da mesma substância e da mesma espécie, então o Espírito Santo é Deus.

III Parte: Comprovação Bíblica e do Espírito de Profecia de que o Espírito Santo tem as mesmas características que distinguem Deus.

A. O Espírito Santo é onipotente. Romanos 15:19 diz: "Pelo poder dos sinais e prodígios na virtude do Espírito de Deus..."

"Ao pecado só poderia resistir e vencer por meio da poderosa operação da terceira pessoa da Divindade, (Trindade) à qual viria, não como energia modificada, mas na plenitude do divino poder." (3) DN pág. 501- Ellen White, Casa Publicadora Brasileira, Santo André, São Paulo, Terceira Edição

B. O Espírito Santo é onipresente. No Salmo 139:7 lemos: "Para onde me irei do Teu Espírito, e para onde fugirei da Tua face?"

"As circunstâncias podem nos separar de todos os amigos terrestres. Nenhuma porém, pode nos separar do celeste Consolador. Onde estivermos, onde formos, Ele estará sempre ao nosso lado para apoiar, suster, erguer e animar." (4) (DN, idem, pág. 500)

C) O Espírito Santo é onisciente: O apóstolo Paulo diz: "Mas Deus no-las revelou pelo Seu Espírito: porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus". Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus." I Coríntios 2:10 e 11.

"O Espírito Santo é o representante de Cristo, mas despojado da personalidade humana e dela independente. Embaraçado com a humanidade, Cristo não poderia estar em toda a parte em pessoa. Era portanto do interesse deles que fosse para o Pai e enviasse o Espírito Santo como Seu sucessor na terra. Ninguém poderia ter então vantagem devido a sua situação ou seu contato pessoal com Cristo. Pelo Espírito o Salvador seria acessível a todos. Nesse sentido estaria mais perto deles do que se não subisse ao alto." (7) DN, pág. 499, Ellen G. White, Casa Publicadora Brasileira, Santo André, São Paulo, Terceira Edição.

D) O Espírito Santo é eterno. "Os eternos dignitários – Deus, Cristo e o Espírito Santo munindo os discípulos de energia sobre-humana... Avançariam com eles para a obra e convenceriam o mundo do pecado." (5) Manuscrito 145, 1901

E) O Espírito Santo é infinito. "Somos batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e estes três grandes poderes infinitos estão harmoniosamente comprometidos a trabalhar em nosso favor se cooperarmos com Eles" (6) M.M. 1992, pág. 110

F) O Espírito Santo pode ser blasfemado – "Portanto Eu vos digo: todo pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens....Mas se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro." (Mat. 12:31 e 32) O que é blasfêmia? Blasfêmia é um tipo de insulto pessoal dirigido unicamente a Deus. É quando alguém se coloca no lugar de Deus ou assume as prerrogativas devidas unicamente a Deus. Ver Whidden, Moon e Reeve, The Trinity, pág. 71 e 72, Review and Herald Publishing Association, USA, 2002

Quando Jesus perdoou o pecados do paralítico, os judeus disseram que Ele blasfemou porque reconheciam que o ato de perdoar pecados é atribuição exclusiva de Deus. "Os fariseus tomaram essas palavras como blasfêmia, e conceberam a idéia de apresentá-las como pecado digno de morte. Disseram em seu coração: "Ele blasfema; quem pode perdoar pecados senão só Deus? Ellen White, DN, pág. 269, CD Room, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí SP, 2002".

Quando Satanás sugeriu que Cristo o adorasse, Jesus teve esta atitude como blasfema. "Ao solicitar Satanás homenagem, despertou-se a divina indignação de Cristo e não pôde mais tolerar a blasfema pretensão de Satanás, ou mesmo permitir que ficasse em Sua presença."- Ellen White, História da Redenção, pág. 286, CD Room, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí SP, 2002"

Quando Jesus Se comparou com Deus, eles disseram: ""Não Te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo Tu homem, Te fazes Deus a Ti mesmo." João 10:33. Se blasfemar é um ato pecaminoso dirigido unicamente a Deus, e se há a possibilidade de alguém blasfemar contra o Espírito Santo, a conclusão é que Ele é Deus.

Max Hatton reconhece que o Espírito Santo é uma pessoa da trindade. Diz ele: "O Espírito Santo é uma pessoa da trindade. Ele não é o Pai, e nem o Filho. Ele é coeterno com os três" (8) Max Hatton, idem pág. 119.

Ellen White reconhece claramente que o Espírito Santo é uma pessoa como o próprio Deus. Diz Ela: "Precisamos reconhecer que o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como o próprio Deus, está andando por esses terrenos.". (9) Evangelismo pág.616 – Ellen White, Casa Publicadora Brasileira, Santo André, São Paulo, 1975.

"O Espírito... nos assiste em nossa fraqueza" (Rom. 8:26); e o Espírito, sendo Deus, conhece a mente de Deus..." Ellen White - Recebereis Poder, pág. 26.

Conclusão:

O Espírito Santo é OUTRO (Allós) Consolador, DA MESMA ESPÉCIE, infinito, eterno onipresente, onipotente, e onisciente. Se o Pai é Deus, se Jesus é Deus, e o Espírito Santo é da mesma espécie, ENTÃO ELE É DEUS. É um Mestre amoroso, é uma Pessoa interessada em nosso presente e futuro. Embora unido ao Pai e ao Filho em substância, tem sua própria personalidade e tarefas.

Pr. Ivanaudo B. de Oliveira
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sexta-feira, 18 de abril de 2008

As Respostas de Deus



Você diz: Isto é impossível;
Deus diz: Todas as coisas são possíveis (Lucas 18:27).

Você diz: Estou muito cansando;
Deus diz: Eu te darei descanso (Mateus 11:28-30).

Você diz: Ninguém me ama;
Deus diz: Eu amo você ( João 3:16 e João 13:34).

Você diz: Eu não posso continuar;
Deus diz: A minha graça te basta ( II Corintios 12:9 e Salmo 91:15).

Você diz: Eu não posso entender as coisas;
Deus diz: Eu dirigirei o seu caminho ( Provérbios 3:5-6).

Você diz: Eu não posso fazer isto;
Deus diz: Você pode fazer todas as coisas (Filipenses 4:13).

Você diz: Eu não sou capaz;
Deus diz: Eu sou capaz (II Corintios 9:8).

Você diz: Isto não vale a pena;
Deus diz: Isto valerá a pena (Romanos 8:28).

Você diz: Eu não posso me perdoar;
Deus diz: EU PERDÔO VOCÊ (I João 1:9 e Romanos 8:1).

Você diz: Eu não consigo;
Deus diz: Eu satisfarei todas as suas necessidades (Filipenses 4:19).

Você diz: Estou com medo;
Deus diz: Eu não dei a você espírito de fraqueza (II Timóteo 1:7).

Você diz: Estou sempre preocupado e frustrado;
Deus diz: Lance sobre mim suas preocupações ( 1ª Pedro 5:7).

Você diz: Eu não tenho fé suficiente;
Deus diz: Eu tenho dado a cada um uma medida de fé (Romanos 12:3).

Você diz: Eu não sou inteligente o suficiente;
Deus diz: Eu te darei sabedoria (I Corintios 1:30).

Você diz: Eu me sinto sozinho;
Deus diz: Eu nunca te deixarei, jamais te abandonarei (Hebreus 13:5-6).
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domingo, 13 de abril de 2008

Desenvolvimento cronológico da Igreja Adventista no Mundo

Segue um resumo do desenvolvimento cronológico da Igreja Adventista, visando alguns acontecimentos importantes para o avanço da mensagem que proclamou e continua proclamando sobre a volta do Senhor Jesus. Destacamos abaixo os principais eventos e em seguida o desenvolvimento da mensagem Adventista em território Brasileiro.




1844:
Em março daquele ano, cerca de quarenta pessoas começaram a observar o Sábado em Washington, New Hampshire. Ali alguns pastores adventistas conheceram a verdade do Sábado nesse mesmo ano. Um deles, T. M. Preble, foi o primeiro que comunicou esta verdade, por meio da imprensa, aos adventistas.
1845: Um artigo de Preble sobre o Sábado, escrito em East Weare, New Hampshire, datado de 13 de fevereiro de 1845, em Portland, Maine, atraiu a atenção de José Bates.


1846: O primeiro documento publicado por uma pessoa relacionada com esta denominação foi um folheto datado de 8 de abril de 1846 e se dirigia ao “remanescente disperso”. Foi escrito por Ellen G. Harmon. Foram impressos 250 exemplares custeados por Tiago White e H. S. Gurney. Com a data de 8 de maio de 1846, José Bates publicou o primeiro panfleto intitulado The Opening Heavens (Os Céus se Abrem). Tinha 40 páginas. Em agosto de 1846, José Bates publicou um panfleto de 48 páginas, intitulado The Seventh Day Sabbath, a Perpetual Sign (O Sábado do Sétimo Dia, um Sinal Perpétuo), acerca do qual Tiago White disse na Review and Herald, vol. 2 p. 61: “Confirmou-nos acerca do tema”. “No outono de 1846 começamos a observar o Sábado bíblico, assim como a ensiná-lo e entendê-lo” (Ellen G. White, Testimonies for the Church, vol. 1, p. 75).


1848: Primeira reunião geral dos observadores do Sábado, os dias 20 e 21 de abril, em Rocky Hill, a doze quilômetros de Middletown, Connecticut, com 30 pessoas presentes.


1849: O primeiro periódico The Present Truth (A Verdade Presente) quinzenal, fundado por Tiago White, saiu do prelo em julho, em Middletown, Connecticut. Foram publicados 11 números até o de novembro de 1850. No total, 88 páginas: de 10 x 20 cm. Foi impresso o primeiro hinário, de 48 páginas, com 50 hinos sem música.


1850: Em novembro, iniciou-se como periódico mensal a Second Advent Review and Sabbath Herald, em Paris, Maine; a comissão editora era composta de José Bates, S. W. Rhodes, J. N. Andrews e Tiago White; este último era o redator.


1851: A Review and Herald foi publicada por algum tempo em Saratoga Springs, Nova York.


1852: A 6 de maio, o primeiro número do vol. 3 da Review and Herald foi impresso em Rochester, Nova York, em um prelo manual, com tipo comprado graças às primeiras contribuições gerais dos crentes no “segundo advento”. O custo total do prelo e do material foi de US$ 652,93; a contribuição para este fim de US$ 655,84 dólares. Em agosto daquele ano apareceu em Rochester, Nova York, o nº 1 do Youth’s Instructor, especialmente dedicado à Escola Sabatina.


1853: Fixou-se o preço para a assinatura da Review and Herald, que foi publicada semanalmente durante aquele ano. Foram organizadas as primeiras Escolas Sabatinas regulares em Rochester e Buck’s Bridge, Nova York, onde também iniciou-se a primeira escola paroquial da denominação.


1854: O Pr. J. N. Loughborough fez as primeiras vendas de publicações adventistas do sétimo dia em uma reunião de tenda, em Rochester. O conjunto das publicações à venda custava então 35 centavos de dólar.


1855: Em uma reunião realizada em Battle Creek, Michigan, a 23 de setembro, resolveu-se mudar a sede da obra para Battle Creek. O primeiro número da Review publicado ali levava a data de 4 de dezembro.


1859: Foi adotada a “doação sistemática baseada no dízimo”, em uma reunião geral dos observadores do sábado celebrada de 3 a 6 de junho, em Battle Creek, Michigan.


1860: A 1º de outubro foi adotado o nome de “Adventistas do Sétimo Dia”, como nome da denominação. Até então a mensagem e a obra eram distinguidas pelas palavras: “do segundo advento”.


1861: A 3 de maio foi inaugurada The Review and Herald Seventh-day Adventist Editorial Association (Associação Editorial Adventista do Sétimo Dia Review and Herald). Pela primeira vez foram nossas igrejas formalmente organizadas. A Associação de Michigan foi a primeira a ser organizada, a 5 de outubro de 1861.


1862: A Associação de Michigan foi a primeira a estabelecer um sistema regular de pagamento para os pastores, cujos salários eram fixados por uma comissão examinadora de contas.


1863: Organizou-se a Associação Geral do Adventistas do Sétimo Dia, a 21 de maio, com a presença de 20 delegados de seis associações, e foi nomeada uma junta executiva de três membros.


1864: O governo norte-americano reconhece os adventistas do sétimo dia como não combatentes, e os designa aos serviços dos hospitais durante a guerra civil.


1865: Aparece a primeira publicação sobre saúde How to Live (Como Viver), de Ellen G. White.


1866: Em 1º de agosto aparece o primeiro número de Health Reformer (Reformador da Saúde); seu redator foi o Dr. H.S. Lay. A 5 de setembro foi aberto o primeiro sanatório adventista, em Battle Creek, Michigan, sob a direção do Dr. H. S. Lay.


1868: Foi organizada a primeira sociedade missionária de publicações em South Lancaster, Massachusetts. J. N. Loughborough e D. T. Bourdeau iniciam a obra na Califórnia, a 13 de agosto.


1870: A 6 de novembro é organizada a primeira sociedade missionária de publicações de uma associação, a de Nova Inglaterra.


1872: Os adventistas iniciam seu primeiro periódico em outro idioma além de inglês. Era o Advent Tidende (Revista Adventista) em dinamarquês-norueguês, editado pelo Pr. J. G. Matteson, nas dependências da Review and Herald, Battle Creek, a 3 de junho, sob a responsablidade da junta da Associação Geral e dirigida pelo Prof. G. H. Bell. Estabelecida a primeira escola primária adventista, em Battle Creek, MI.


1874: Incorpora-se a 11 de março a Sociedade Educacional Adventista do Sétimo Dia. Nesse ano foi fundado o colégio de Battle Creek, que iniciou sua obra escolar com treze professores e 279 alunos matriculados. O custo total do edifício foi de US$ 53.341,95. O primeiro número de Signs of the Times (Sinais do Tempos) foi editado em Oakland, Califórnia, a 4 de junho. Saiu de Boston para a Europa o primeiro missionário oficial enviado a um campo estrangeiro, Pr. J. N. Andrews.


1875: A 1º de abril foi incorporado em Oakland, Califórnia, a Pacific Seventh-day Adventist Publishing Association, com um capital subscrito de US$ 2.900,00.


1877: É organizada na Califórnia a primeira Associação de Escolas Sabatinas abrangendo um Estado.


1878: É organizada a Associação Geral da Escola Sabatina, e são recebidas as primeiras contribuições da Escola Sabatina.


1879: É aberta a segunda instituição de saúde: a Rural Health Retreat, em Santa Helena, Califórnia.


1880: Celebra-se o primeiro batismo de adventistas na Inglaterra a 8 de fevereiro, quando J. N. Loughborough batizou seis pessoas em South Hampton. O primeiro colportor regular adventista foi Jorge A. King: o primeiro livro de subscrição foi sobre Daniel e Apocalipse; o primeiro comprador, D. W. Reavis. Na Dinamarca é organizada a primeira associação adventista da Europa. É estabelecido um sanatório em Skodsborg, perto de Copenhague, sob a direção do Dr. J. C. Ottosen. Era patrocinado por membros da realeza e outros notáveis europeus. Chegou a ser um dos maiores da denominação.


1882: Outras escolas são abertas: o colégio de Healdsburg na Califórnia, a 11 de abril (inaugurado a 2 de outubro), e a escola da South Lancaster, Massachusets, a 19 de abril (incorporada a 12 de dezembro de 1883).


1883: É publicado o primeiro Yearbook (Anuário) da denominação adventista do sétimo dia.


1884: Inicia-se em Battle Creek, Michigan, o primeiro curso para enfermeiros entre os adventistas.


1885: Inicia-se na Europa a obra dos colportores remunerados por comissão.


1886: L. R. Conradi é enviado à Rússia como o primeiro missionário adventista a um país não protestante.


1887: São enviados os primeiros missionários para a África: D. A. Robinson, C. I. Boyd e outros.


1889: A 21 de julho é organizada a Associação Nacional de Liberdade Religiosa em Battle Creek. O nome é mudado mais tarde para torná-la internacional, e em 1901, chega a ser um departamento da Associação Geral.


1890: O primeiro navio missionário Pitcairn é construído e lançado à água para levar a mensagem às ilhas do Pacífico do Sul. Saiu de S. Francisco a 20 de outubro. Em julho é publicado o periódico Our Little Friend (Nosso Amiguinho).


1894: É organizada a primeira União, a Australasiana. Inicia-se a obra em terras pagãs, em Matabelelândia, África do Sul.


1895: A Srta. Geórgia Burrus chega à Índia em janeiro para iniciar a obra em favor das mulheres. F. H. Westphal vai como primeiro pastor adventista para a América do Sul e se estabelece na Argentina.



1896: Ellen G. White põe a pedra fundamental do primeiro edifício escolar em Cooranbong, Austrália. Ela permaneceu nove anos naquele país. Chegam os primeiros missionários ao Japão, a 19 de novembro.


1899: Começa a funcionar a Christian Braille Foundation em Battle Creek, Michigan, que em janeiro de 1900 edita os primeiros 75 exemplares de publicações para cegos.


1901: Na Assembléia da Associação Geral daquele ano, foram feitos planos para a organização de Uniões em todo mundo. Um plano baseado no sistema de orçamento, ou fusão dos recursos, foi adotado para a expansão das missões e para fortalecer a obra nas associações mais fracas. Em Nashville, Tennessee, estabelece-se a Southern Publishing Association.


1903: A sede da denominação dos adventistas do sétimo dia muda-se para Washington, D.C., a 10 de agosto.


1905: Estabelece-se em Loma Linda um centro de educação médica, o Colégio de Médicos Evangelistas, que recebeu a aprovação inicial em 1909.


1907: Em Mount Vernon, Ohio, é organizado o departamento de jovens da Associação Geral.


1908: É publicado a primeira Devoção Matinal. A Associação Geral adotou o plano da Recolta Anual, com base nas experiências feitas desde 1903 por Jasper Wayne, de Iowa.


1909: É organizada a escola por correspondência para ajudar os estudantes isolados a obterem uma educação cristã.


1910: No fim desse ano foi adotado um fundo geral de jubilação para sustentar os obreiros incapacitados e afastados, bem como as viúvas e filhos necessitados dos obreiros falecidos.


1913: A Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) adota a organização por Divisões.


1916: Organiza-se a Divisão Sul-Americana da IASD.


1917: Funda-se a Divisão do Extremo Oriente (reorganizada em 1931) e a Divisão Sul-Asiática da IASD.


1920: Organiza-se a Divisão Sul-Africana da IASD.


1922: Estabelece-se a Divisão Australasiana e a Inter-americana da IASD.


1928: Funda-se a Divisão Central Européia (reorganizada em 1948), a Divisão Norte Européia (reorganizada em 1951), e a Divisão Sul Européia da IASD.


1934: Estabelece-se nos Estados Unidos o Seminário Teológico Adventista, para estudos superiores.


1942: A Voz da Profecia, programa radiofônico adventista, inaugura uma transmissão que abrange toda a América do Norte.


1948: Começa a publicação da revista Listen, com a finalidade de partilhar instrução científica para evitar o consumo do alcoolismo e o vício de narcóticos.


1950: Inicia-se o Clube de Desbravadores para jovens adventistas, na América do Norte.


1951: Publica-se a primeira edição da revista Life and Health (Vida e Saúde) para cegos. Em outubro acrescenta-se uma escola de odontologia ao Colégio Médico de Loma Linda. Organização da Divisão do Oriente Médio da IASD, com as missões do Levante e do Nilo.


1952: Centenário da Escola Sabatina, departamento da IASD.


1955: É criado o Chapel Records da Pacific Press, para produzir discos e fitas magnéticas especialmente destinados à música religiosa. A Escola Sabatina arrecada 100 milhões de dólares para as missões. O número de adventistas ultrapassa o seu primeiro milhão.


1957: É criada a Universidade Adventista de Potomac, em Takoma Park, MD, mudada parcialmente para Berrien Springs, Michigan, em 1959. Atualmente se chama Universidade Andrews.


1959: Publicações inter-americanas se mudam de Brookfield, Illinois, para Mountain View, Califórnia.


1961: É criada a Universidade de Loma Linda, em Loma Linda, Califórnia, abrangendo o que foi o Colégio de Médicos e os cursos superiores do Colégio de La Sierra.


1970: A IASD alcança 2 milhões de membros.


1971: A Rádio Adventista Mundial inicia sua operação em Portugal.


1972: É inaugurado o Centro de Assistência Social Adventista em Viena na Áustria, onde centenas de casas são atendidas diariamente, com o objetivo de cuidar de pacientes recém-saídos do hospital, ou mães incapacitadas com crianças pequenas.


1978: Número de membros da IASD ultrapassa os 3 milhões.


1982-1985: É lançado o programa “Mil Dias de Colheita”, campanha evangelística da IASD no mundo, no período de junho de 1982 a junho de 1985, com o objetivo de pregar a Palavra de Deus a um milhão de pessoas: mil pessoas em cada dia dos mil dias de colheita.


1985: Australianos celebram 100 anos na igreja de Avondale enquanto a de Cabo Verde comemora 50 anos. Grande igreja é dedicada em Praga, Tchecoslováquia. A ADRA dá assistência no terremoto do México.


1986: Número de membros da IASD ultrapassa os 5 milhões.


1987: A Rádio Adventista Mundial alcança metade do planeta, e o Hospital Ile Ile ,da Nigéria, retorna às mãos dos adventistas. Em Mali, na tribo de Bambara, a ADRA constrói um Centro Evangelístico de palha e taipa por US$ 2,50, e a Divisão Inter-Americana ultrapassa a marca de um milhão de membros.


1988: Hospital das Guianas difunde pelo rádio mensagens sobre saúde, e a França é anfitriã da Convenção de Comunicação de locutores das rádios adventistas da Europa. Congresso na Dinamarca atrai jovens de 20 países, e o Centro Ecumênico do Canadá recebe livros adventistas.


1989: A Associação Geral muda-se para Silver Springs, Maryland. Austrália hospeda representantes de 19 países para o II Seminário da Associação Internacional de Alimentos Saudáveis em New South Wales.


1990: Organizada a Divisão Euro-Asiática da IASD. O projeto da Missão Global foi votado a ser implantado pela igreja mundial por ocasião da Associação da Conferência Geral reunida em Indianápolis, nos Estados Unidos. Esse projeto tem como objetivo atingir áreas geográficas sem presença adventista até o ano 2000.


1991: Os crentes da Albânia encontram a fé após 50 anos de isolamento e a igreja estabelece presença oficial na antiga Cambodia. A presença da IASD nas ilhas de Barbados e a faculdade adventista de enfermagem da Califórnia celebram 100 anos de existência. Na União Soviética a igreja imprime 100 mil Bíblias, e uma série de conferências atrai mais de mil pessoas por noite na Romênia. 10 igrejas inauguram escolas em Nova York. Número de membros da IASD ultrapassa os 7 milhões.


1992: Adventistas estabelecem presença em Zanzibar, Tanzânia, e é fundada na Polônia a Associação de Liberdade Religiosa. Em Malawi, os adventistas iniciam um Programa de Emergência de Alimentação, e a Inglaterra celebra o bicentenário das missões.


1993: Número de membros da IASD ultrapassa os 8 milhões. Acontece o primeiro batismo na Mongólia. O colégio de Heldeberg, na África do Sul, faz 100 anos. O evangelismo na Ucrânia resulta em 297 batismos, e em Moscou (Rússia) mais de 10 mil visitantes assistiram o final da série de conferência com Mark Finley.


1994: É dedicada a primeira igreja na Albânia, e o Paradise Valley Hospital, na Califórnia, completa 90 anos de ministério. Museu adventista é inaugurado em Fridensau, Alemanha. A igreja adventista de Laos na União Sudeste Asiática reabre após 33 anos de forte perseguição política. ADRA inicia um Hospital Distrital para os Refugiados da Ruanda.


1995: A IASD se estabelece em Sri Lanka. Os escritos da Sra. White ficam à disposição na Internet pela primeira vez. Um novo Centro de Saúde é aberto na Colômbia, e a construção do novo Centro de Câncer na Flórida é iniciada. É organizada a primeira igreja de fala inglesa no Egito. O número de membros da IASD ultrapassa os 9 milhões.


1996: Centenário da Igreja Adventista de Crespo, Argentina, considerada a primeira Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul.


1997: Fundada a primeira igreja adventista na Mongólia, onde a conversão ao cristianismo implica no abandono da nacionalidade. Número de membros da IASD ultrapassa os 10 milhões. Na Divisão Sul-Americana 131.151 pessoas uniram-se à IASD, divididas assim: Brasil – 80.651; Peru – 28.245; Bolívia – 7.668; Chile – 5.071; Argentina – 4.788; Equador – 3.238; Paraguai – 1.097 e Uruguai – 393. Igreja comemora 100 anos na Islândia. Quase 7 mil pessoas foram batizadas na Coréia, aumentando o número de adventistas para aproximadamente 150 mil. Inaugurado o primeiro templo adventista na cidade de S. Petesburgo, Rússia, embora houvesse presença adventista desde 1880.


1998: Adventistas ampliam presença na Internet, através de viagens missionárias virtuais, programas evangelísticos, recursos de treinamento e informação. A Rádio Mundial Adventista começa a transmitir suas mensagens em ondas médias para a China, gerando uma igreja no Vietnã. A IASD comemora 50 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e os Adventistas nas Ilhas Fiji atingem o número de 17 mil. Comemora-se o Centenário do Ministério da Mulher e o primeiro encontro do Ministério da Mulher na Tailândia, com a participação de duas divisões e 13 países. A revista Message, cujo nome original era Gospel Herald, direcionada para os negros da América do Norte, comemora 100 anos. No Batismo da Primavera 26.720 juvenis e jovens uniram-se à IASD na América do Sul. Inaugurada, na Universidade Andrews, a escultura em homenagem a seu patrono, John N. Andrews.


1999: Centenário de Fridensau, Alemanha, primeiro colégio fundado na Europa. 150 anos do Ministério de Publicações (1849-1999). 40 mil pessoas se uniram à IASD como resultado da Net 98. A Aviação Mundial Adventista prepara aeronave para atuar em Roraima (fronteira entre Brasil, Guiana e Venezuela). Pastor adventista na Inglaterra é escolhido como pregador do ano.


Fonte (Centro de Pesquisas Ellen White)


DESENVOLVIMENTO CRONOLÓGICO DA IGREJA ADVENTISTA NO BRASIL


1879: Deu entrada no Brasil, através do porto de Itajaí, SC, o primeiro pacote de literatura adventista que continha 10 exemplares do periódico Stimme der Warheit (Voz da Verdade), publicado em Battle Creek, Estados Unidos.


1884: Um alemão por nome Dresler, professor primário em Brusque, SC, resolveu voluntariamente tomar sobre si o encargo de pagar e distribuir toda publicação adventista que lhe chegasse às mãos. Ele não era adventista e sua conduta até pouco recomendável, pois era um alcoólatra.


1887: Guilherme Belz, residente em Gaspar Alto, SC, deparou-se com o livro Gedanken über das Buch Daniel (Comentários sobre o Livro de Daniel) de Urias Smith.


1890: Em princípios desse ano Guilherme Belz e família, seguidos por vários vizinhos, inclusive as famílias Olm, Look e Thrun, decidiram guardar o sábado, mesmo sem conhecer qualquer adventista.


1893: Chega ao Brasil, desembarcando em São Paulo, o primeiro missionário designado pela Associação Geral da IASD, o colportor Albert B. Stauffer.


1894: Chega ao Brasil, desembarcando no Rio de Janeiro, o segundo missionário adventista, o colportor W. H. Thurston acompanhado da esposa, vindos dos Estados Unidos. Sua missão era estabelecer naquela cidade um depósito de livros denominacionais para suprir as necessidades da colportagem local.


1895: Em abril desse ano o Pr. Francisco H. Westphal realizou o primeiro batismo de conversos adventistas no Brasil, na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo. O segundo batismo ocorreu em Rio Claro, no mesmo Estado. Depois houve outros batismos em Indaiatuba, Brusque e Gaspar Alto, esses dois últimos em Santa Catarina. Chega ao Brasil o primeiro pastor, por nome Huldreich Graf. Criada a Missão Brasileira da IASD e organizada a primeira igreja no Rio de Janeiro. No dia 14 de dezembro, o Pr. Graf realiza um batismo de 23 pessoas em Santa Maria do Jetibá, ES.


1896: Nesse ano foi organizada a Igreja Adventista de Gaspar Alto, SC, sob a supervisão do Pr. Huldreich Graf. Em 1º de julho passou a funcionar em Curitiba, PR, o primeiro educandário adventista, Colégio Internacional de Curitiba, dirigido pelo Prof. Vicente Schmidt e logo a seguir pelo Prof. Guilherme Stein Jr. Chega ao Brasil o segundo pastor, Frederico W. Spies, vindo da Alemanha, onde havia sido Diretor de Colportagem.


1897: Em 15 de outubro foi estabelecida uma escola missionária adventista em Gaspar Alto, SC, iniciada pelo Prof. Guilherme Stein Jr.


1900: Inicia-se no Rio de Janeiro a publicação da mensagem adventista em língua portuguesa com a edição da revista O Arauto da Verdade; em 1913 passou a se chamar Sinais dos Tempos, e em 1923 O Atalaia.


1902: A Missão Brasileira da IASD passa a ser Associação Brasil (atual associação Rio de Janeiro, que foi reorganizada em 1951, em 1980 e em 1998) com 15 igrejas e 860 membros.


1903: Uma segunda escola missionária foi fundada em Taquarí, RS, tendo como seu primeiro diretor o Prof. Emílio Schenk.


1905: Com o nome de “Sociedade Internacional de Tratados no Brasil,” a tipografia em Taquari, Rio Grande do Sul, inicia sua produção.


1906: Inicia-se a publicação da Revista Trimestral (erroneamente chamada Trimensal). Em 1908 foi substituída pela Revista Mensal, e de 1931 em diante passou a denominar-se Revista Adventista. Funda-se as seguintes associações e missões da IASD: Associação Sul-Riograndense é composta de seis igrejas e 444 membros, enquanto que Associação Paraná-Santa Catarina tem 12 igrejas e 427 membros. A Missão Paulista é composta de apenas uma igreja com 23 membros e a Missão Norte tem três igrejas com 176 membros.


1907: Transfere-se para Santo André, São Paulo, próximo à estação de São Bernardo, a tipografia adventista de Taquari, que mais tarde passou a se chamar “Casa Publicadora Brasileira.”


1908: Chegam da Alemanha para a Casa Publicadora dois prelos movidos com motor a gasolina.


1910: Em face de novos e mais abarcantes planos, e também devido a não estar bem localizada, a IASD decidiu fechar a escola de Taquari. É estabelecida a Associação Espírito-Santense, que foi reorganizada em 1955 e 1980.


1911: É organizada a União Brasileira com sete campos, 68 igrejas e 1.550 membros.


1915: É fundado o Colégio Adventista Brasileiro, hoje Instituto Adventista de Ensino - Campus 1 (IAE- C1).


1919: É organizada duas uniões no Brasil: a Sul e Este. A Missão Bahia é composta de uma igreja com 91 membros.


1920: É ordenado ao ministério o primeiro pastor evangelista brasileiro, Pr. José Amador dos Reis. O Brasil já tem 12 campos, 68 igrejas e 3.571 membros.


1921: Estabelecida a Missão Mato-Grossense com cinco membros.


1922: No então Colégio Adventista gradua-se a primeira turma de formandos do seminário de Teologia. É fundada a Associação Paulista com 750 membros. No país existe 84 igrejas e 7.015 membros.


1924: O Pr. J. Berger Johnson, então gerente da Casa Publicadora Brasileira, realizou no dia 29 de novembro o batismo dos primeiros conversos no Estado de Goiás.


1927: Fundada a Associação Brasil Central da IASD.


1928: Iniciou-se o trabalho entre os indígenas carajás, na missão do Rio Araguaia, pelo Pr. A. N. Allen. Funda-se o Ginásio Adventista de Taquara, hoje Instituto Adventista Cruzeiro do Sul (IACS), no Rio Grande do Sul.


1931: No vasto Amazonas a lancha médico-missionária “Luzeiro I”, pilotada pelo missionário Leo B. Halliwell, iniciou o grande trabalho filantrópico da região.


1932: Organizada a Missão Nordeste da IASD.


1936: Organiza-se a União Norte-Brasileira da IASD, com a Missão Costa-Norte. Foi estabelecida a Fábrica de Produtos Alimentícios Superbom, anexo ao Colégio Adventista Brasileiro.


1937: A União Norte Brasileira da IASD é organizada com três igrejas e 226 membros.


1939: Inicia-se a publicação da revista Vida e Saúde. O Dr. Antônio Alves de Miranda passou a dirigir uma pequena clínica, estabelecida na capital de São Paulo, sob o nome de Sanatório Boa Vista, precursor do Hospital Adventista de São Paulo. Foi fundado o Instituto Teológico Adventista, hoje Instituto Petropolitano Adventista de Ensino (IPAE), em Petrópolis, RJ.


1940: O Brasil já conta com 11 campos, 106 igrejas e 13.849 membros. A Associação Baixo-Amazonas, bem como a Missão Central Amazonas e Federação Sul-Paranaense da IASD são organizadas.


1942: Funda-se em São Paulo a Casa de Saúde Liberdade, hoje Hospital Adventista de São Paulo (HASP). A Clínica de Repouso White foi estabelecida no Rio de Janeiro, sob a direção do Dr. Chester S. Schneider, sendo substituída, em 1948, pelo moderno Hospital Adventista Silvestre (HAS).


1943: Funda-se o Educandário Nordestino Adventista (ENA), em Belém de Maria, PE. O programa de “A Voz da Profecia” começa a ser irradiado através de 17 emissoras, sob a direção do Pr. Roberto M. Rabello.


1947: Funda-se, em Butiá, PR, o Ginásio Adventista Paranaense, hoje Instituto Adventista Paranense (IAP), transferido posteriormente para Curitiba e anos mais tarde para o município de Ivatuba, PR, onde está atualmente.


1948: Iniciou-se o curso de enfermeiro-padioleiro, sob o comando de Pr. Domingos Peixoto da Silva, então Secretário da Liberdade Religiosa e Deveres Cívicos para o Brasil. Estabelecido o Hospital Adventista Silvestre no Rio de Janeiro.


1949: Em Santo Amaro, SP, foi estabelecido o “Lar da Velhice”. No município de Sumaré, próximo de Campinas, interior de São Paulo, começou a funcionar o Ginásio Adventista Campineiro, hoje Instituto Adventista São Paulo (IASP).


1950: Na capital do estado do Pará, Belém, começa a funcionar o Hospital Adventista de Belém (HAB). Sob a direção do Dr. Edgar Bentes Rodrigues, teve início a Clínica Adventista de Mato Grosso, depois conhecida como Hospital Adventista do Pênfigo, e hoje como Hospital Adventista de Campo Grande, na cidade de Campo Grande. O país conta com 106 igrejas divididas entre 13 campos, e 13.849 membros. A 3 de dezembro inicia-se o programa evangelístico de televisão “Fé para Hoje”.


1953: Surge a revista Nosso Amiguinho, destinada ao público infanto-juvenil.


1955: Fundada a Associação Minas Gerais da IASD, que foi reorganizada em 1968, 1980 e 1983.


1956: Realiza-se o primeiro congresso Sul-Americano da Juventude Adventista no Hotel Quitandinha, em Petrópolis, RJ. Comemorou-se ali o 40º aniversário da Divisão Sul-Americana da IASD.


1957: Com a divisão da Associação Paraná-Santa Catarina surge a Missão
Catarinense, com sede em Florianópolis, hoje chamada Federação Catarinense da IASD.


1958: É lançada a revista Mocidade para os jovens brasileiros.


1960: O Brasil passa da casa dos 59 mil membros divididos entre 279 igrejas.


1961: É fundado o primeiro Clube de Desbravadores do Brasil, na cidade de Ribeirão Preto, SP, bem como o Instituto Adventista Grão-Pará em Belém, PA.


1962: O programa evangelístico “Fé para Hoje” passa a ser transmitido pela TV em São Paulo, sob a direção do Pr. Alcides Campolongo.


1963: É fundado o Educandário Espírito-Santense Adventista (EDESSA), no município de Colatina, ES. Inaugurado o primeiro templo no Distrito Federal, em Taguatinga.


1968: É doado pelo INCRA área para o estabelecimento do Instituto Adventista Agro-Industrial da Amazônia Ocidental, em Mirante da Serra, RO.


1969: Começa a funcionar a Faculdade Adventista de Enfermagem (FAE), no IAE, SP.


1970: Com 15 campos e 554 igrejas o país chega a 150.580 membros.


1972: Em julho desse ano é fundado o Lar Infantil Neanderthal, em Hortolândia, SP.


1973: Inicia-se a programação radiofônica “Uma Luz no Caminho”, sob a orientação do Pr. Paulo Sarli. Começa a funcionar a Faculdade Adventista de Educação (FAED), no IAE, SP.


1974: É fundado o Instituto Adventista Agro-Industrial (IAAI), em Manaus, AM.


1975: O Centro Educacional Ilustrado (CEI) inaugura sua sede em Santo Amaro, SP.


1976: Inaugurada em Brasília, no dia 22 de junho, a nova sede da Divisão Sul-Americana da IASD, transferida de Montevidéu, Uruguai, para o Brasil.


1977: Fundação da Clínica Médica Adventista em Manaus, bem como a formação do Grupo Hospitalar Adventista do Brasil (GHAB). Aquisição pela Golden Cross do Hospital São Lucas, no Rio de Janeiro, incorporado ao GHBA.


1978: Com a divisão da Associação Paulista da IASD em dois campos, são fundadas as Associações Paulista Oeste e Paulista Leste. Inauguração do edifício do Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia (SALT) no IAE-SP. Em março desse ano, o Lar Adventista Paul Harris de Apucarana, PR, começa suas atividades, bem como o Hospital Adventista de Manaus. O Instituto Adventista Transamazônico Agro-Industrial foi inaugurado.


1979: Foi fundado o Instituto Adventista de Ensino do Nordeste (IAENE), no Estado da Bahia. Com a divisão da Missão Mato-Grossense da IASD, surge a nova Missão Mato-Grossense em Cuiabá, na União Sul-Brasileira.


1980: Com a divisão da Missão Central-Amazonas da IASD, surge a Missão Amazônica Ocidental, com sede em Porto Velho, Rondônia, na União Norte-Brasileira. Estabelecido o Colégio Adventista de Salvador. Aquisição do Hospital Santa Mônica, Belo Horizonte e da Clínica Adventista de Terapia Natural, (São Roque) em Ibiúna, SP, ambos incorporados ao GHBA.


1981: Estabelecimento do programa de mestrado em Teologia pelo Seminário Adventista Latino-Americano (SALT), do IAE/SP (Reitor: Dr. Mário Veloso), junto a Divisão Sul-Americana, bem como do Instituto Adventista do Nordeste. É fundado o Instituto Adventista Brasil Central, próximo à cidade de Anápolis, GO. Aquisição do terreno para a construção do Instituto Adventista Catarinense, entre as cidades de Blumenau e Joinville, no Estado de Santa Catarina.


1982: Inicia-se a transmissão do programa de TV “Encontro com a Vida” com o Pr. Roberto Conrad. Inauguração do Hospital Adventista de Vitória, incorporado ao GHBA. A Federação Paulista Leste da IASD é fundada.


1983: O Hospital Adventista Silvestre inaugura novas instalações para os setores de dietética e administração. Enquanto a compra da fazenda para o novo IAE é feita, é estabelecido o Instituto Adventista de Ensino de Minas Gerais (IAEMG). As missões Brasil Central e Catarinense adquirem novo status, passando a Associações. A Associação Paulista Leste da IASD é dividida em Leste e Sul.


1984: Iniciada a execução do projeto da nova Casa Publicadora Brasileira, bem como é lançada a pedra fundamental no Novo IAE, em Artur Nogueira, SP. Missão Mato-Grossense ganha novo prédio para acomodar a administração do campo. Realizado, em Foz do Iguaçú, o I Campori Sul-Americano de Desbravadores, com a presença de 3.500 desbravadores de oito países, e o I Congresso da Associação Ministerial Feminina (AFAM) de Porto Alegre, RS. Dos 52% dos brasileiros que já ouviram falar nos adventistas mais da metade desconhece inteiramente a sua mensagem.


1985: É inaugurado o Instituto Adventista Brasil Central (IABC).


1986: Reorganizada a União Sul Brasileira da IASD, que se dividiu formando a União Central Brasileira.


1987: Com a presença de representantes da Associação Geral da IASD, foi fundado no IAE o “Centro de Pesquisas Ellen G. White”.


1988: Organizada a Missão Maranhense, bem como a Missão Sergipe-Alagoas. Cursos de Letras e Ciências são acrescidos à Faculdade de Educação. No primeiro ano do Centro de Produção Artística (CPA/IASP) 57.919 pessoas foram atingidas através de concertos, semanas de oração, concílios, cultos, programas jovens, congressos, vigílias e acampamentos, e como resultado 1.140 não adventistas pediram estudos bíblicos.


1989: Divisão da Associação Paulista Oeste da IASD em duas: Paulista Oeste e Paulista Central.


1990: Compra de uma grande lancha para o trabalho missionário no Rio Purús, da Missão Central Amazonas.


1991: Divisão da Federação Paulista Sul da IASD em duas: Paulistana e Paulista Sul. Em 3 de novembro é lançado o programa de televisão “Está Escrito” na Rede Bandeirantes. Os adventistas são em número de 706.409.


1992: Organizada a Associação de Obreiros Jubilados Adventistas de Hortolândia (AJAH), com sede própria à partir de agosto. A Missão Global penetra em 1.200 novas áreas no Brasil.


1993: O programa “Revive” na praia de Camburi em Vitória, ES, tem audiência em média de 15 mil por noite.


1994: Estabelecida a Federação Planalto Central da IASD, com sede administrativa em Brasília, DF.


1995: Criado o Sistema Adventista de Comunicação (SISAC).


1996: Fundada a União Nordeste Brasileira da IASD, bem como a Missão Ocidental Sul Riograndense. Celebração do centenário da educação adventista. Inaugurada a nova sede do SISAC em Nova Friburgo, RJ.


1997: Número de Adventistas nas Uniões Brasileiras: Central – 11.817; Este – 8.652; Nordeste – 15.937; Norte – 18.460; Sul – 7.671. Inauguração do Centro Adventista de Vida Saudável (CAVS) em Nova Friburgo, RJ, bem como da Clínica Médica em Porto Alegre.


1998: Realizada a primeira defesa pública, pelo Pr. Luiz Nunes, de tese doutoral pelo SALT, bem como o I Simpósio da Memória Adventista no Brasil com o tema “História do IAE-Ct, 15 anos”, ambos no IAE- C2. O Instituto Adventista Cruzeiro do Sul (IACS) comemora 70 anos. O número de adventistas no Brasil chega a 882.352.


1999: Reorganizada a Missão Nordeste Brasileira da IASD, composta agora pelos Estados da Paraíba e Rio Grande do Norte, criando a Associação Bahia Sul, e a Associação Pernambucana. 50 anos do Instituto Adventista de Ensino (IASP). Conferido pelo MEC ao Instituto Adventista de Ensino o status de “Centro Universitário”, com sede no IAE – Campus 1, em São Paulo.



2000: Centenário da Casa Publicadora Brasileira.


Fonte (Centro de Pesquisas Ellen White)

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