segunda-feira, 24 de março de 2008

GUARANÁ JESUS - RÓTULO X CONTEÚDO



O Guaraná Jesus (Um Sonho Cor de Rosa) é uma bebida cor-de-rosa com sabor adocicado, lembrando cravo e canela. Jesus é uma bebida típica do Maranhão e domina quase um quarto do mercado de refrigerantes.

Fora do Maranhão é visto como uma curiosidade acompanhada de um estranho gosto de cravo e canela. O Guaraná Jesus teve um início simples como criação de um farmacêutico de São Luís na década de 1920, quando o farmacêutico tentou sintetizar o remédio que estava em voga no momento com uma máquina de gaseificação importada e acidentalmente criou “Jesus”. A bebida acabou virando um dos símbolos culturais do Maranhão. Por causa da popularidade na região, a Coca-Cola comprou os direitos de distribuição da bebida, pagando uma fortuna, impedindo sua saída do estado do Maranhão, único lugar onde é produzido.

No rótulo do Guaraná Jesus, os elementos gráficos cor-de-rosa representam a própria cor do produto. As embalagens seguem o padrão entre refrigerantes (garrafas PET, de vidro e lata). Apesar do Guaraná Jesus não apresentar elementos necessariamente regionais, ele é identificado como um símbolo cultural do Maranhão por sua popularidade.

O meu pai quando visitou o estado do Maranhão em determinada ocasião trouxe uma latinha deste Guaraná para me apresentar esse fato curioso: O nome Jesus num rótulo de refrigerante.

Ironicamente, Jesus Gomes, criador da bebida era ateu e após agredir fisicamente um padre foi excomungado pela Igreja Católica.

O refrigerante não apresenta nada sobre o verdadeiro Jesus, o salvador da humanidade. Porém para quem não conhece a sua origem indaga qual a relação existente com a pessoa de Jesus.

Fiquei pensado essa semana quando pregava na igreja Central de Osório na Semana da Paixão de Cristo o ato de Jesus amaldiçoar uma figueira por não produzir frutos.

O relato está no Capítulo 11 do evangelho de Marcos.

Jesus estava com os seus discípulos no domingo em Betânia e na Segunda-Feira foram a Jerusalém. No caminho viu uma figueira e desejou encontrar frutos pois estava com fome. O que viu foi uma figueira com muitas folhagens, mas não possuía fruto algum.

Aquela árvore estéril, representava o símbolo da nação Judaica. Era como uma linda e verdejante árvore, porém desprovida de bons frutos do espírito.

Semelhantemente, como cristãos não podemos ter uma vida de aparência. Dizer que temos Jesus se no trabalho, nos estudos ou qualquer outra atividade a nossa vida é antagônica aquilo que pregamos ser.

Uma antiga propaganda de Shampoo para caspa apresentava um slogan que marcou a minha geração: "Denorex - Parece mas não é". Lembram?

Muitos parecem ser cristãos mas não são. Parecem afirmar ter Jesus em primeiro lugar em suas escolhas, mas não o fazem.

Em João 8, os fariseus, buscando autenticar a nobreza de sua linhagem, disseram a Jesus: "Nós somos filhos de Abraão".

Jesus respondeu-lhes dizendo: "Se vocês fossem filhos de Abraão, vocês fariam as obras de Abraão". Em outras palavras: "deve haver coerência entre o que vocês dizem e o que são" Mas agora procuram matar-me a mim... isto Abraão não fez".

Justamente por causa dessa aparente dicotomia, Jesus lhes afirmou: "Vocês têm por pai o Diabo".

Se queremos afirmar que somos de Jesus, que não seja um rótulo mentiroso, mas que o conteúdo central de nossa vida tenha a mesma realidade pregada pelo apóstolo Paulo: Já não sou eu quem vivo, mas Cristo vive em mim".

Precisamos buscar a coerência entre aquilo que dizemos ser e aquilo que somos em realidade e pedir que Deus nos ajude a ser mais semelhantes a Jesus.

Há uma música conhecida do Pr. Williams Costa Júnior que expressa o nosso sincero desejo de ser como Jesus:

Mais semelhante a Jesus
É o que mais eu desejo na vida.
Mais semelhante a Jesus
É a vontade sincera nascida em meu ser.
Mais semelhante a Jesus é o ponto de minha partida;
Para ter nesta vida alegria e poder,
Quero ser mais semelhante a Jesus



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domingo, 23 de março de 2008

TRÊS CRUZES




Lucas 23:32-33

Estamos diante de uma cena de indescritível tristeza e horror.


Do lado de fora de Jerusalém, numa pequena colina chamada Calvário, três cruzes; e nelas três homens, diante de uma verdadeira multidão possuída de uma fúria selvagem e fanática, ali estava Ele sofrendo toda humilhação e toda dor que este tipo de morte era capaz de proporcionar.


E era justamente por causa de seus efeitos sobre o corpo e a reputação do indivíduo que a crucificação representava a mais dolorosa a mais cruel e humilhante forma de execução que havia.



1) AS ORIGENS DA CRUCIFICAÇÃO



a. As origens da crucificação são um tanto desconhecidas, mas ela acabou sendo adotada por todos os povos antigos, sobretudo pelos romanos, costumava empregá-las para executar escravos, rebeldes prisioneiros de guerra, e os piores tipos de criminosos, e embora não exista muitas informações históricas sobre o método da crucificação em sí, o que sabemos já é suficiente para provocar em nós a mais completa repulsa, diante de castigo tão bárbaro, depois de pronunciada a sentença, o primeiro passo era submeter o condenado a um açoite tão violento que muitos não resistiam e ali mesmo morriam amarrado ao posto do suplício, enquanto que suas carnes eram dilaceradas pelos impiedosos golpes que recebiam. Na maioria das vezes porém, o sofrimento estava apenas começando.


b. O passo seguinte era colocar a pesada cruz de madeira sobre os ombros já feridos e ensangüentados do condenado e fazer com que ele carregasse até o local de sua execução que sempre ficava do lado de fora da cidade.



c. Ao ali chegar, ele era inteiramente despidos e deitados sobre a cruz para que suas mãos e pés pudessem ser pregados. A descoberta recente dos ossos de um homem crucificado no mesmo períodos de Jesus levanta a possibilidade que talvez as pernas fossem juntadas e torcidas e então fixadas à cruz por meio de um único prego que atravessava os dois calcanhares. Sabe-se também que os homens eram crucificados de costas para a cruz, olhando para os espectadores, enquanto que as mulheres o eram com o rosto voltado para a cruz. A cruz era então levantada e deixada cair com força num buraco no solo o que fazia com que as carnes feridas rasgassem com o balanço do corpo. Para que o corpo não caísse porém, um pequeno pedaço de madeira fixado no meio da cruz, servia de assento para a vítima, que ali era deixada a morrer de fome de dor, e de exaustão.



d. Este método tornava a morte bastante prolongada, raramente ocorrendo antes das trinta e seis horas, há registro de indivíduos que levaram até 08 ou 09 dias para morrer.



e. A dor logicamente era muito intensa, visto que o corpo inteiro ficava sujeito a tensões, enquanto que as mãos e o pés que são massa de nervo perdiam pouco sangue. Depois de algum tempo, as artérias do estômago e da cabeça ficavam regurgitadas de sangue, causando uma dor de cabeça alucinante, e finalmente a febre traumática e o tétano se manifestavam.


f. Na maior parte do tempo o indivíduo permanecia consciente, sentindo minuto a minuto toda intensidade da dor e a proximidade da morte e não havia absolutamente nada que pudesse fazer. De dia o sol forte queimavam suas carnes, as moscas o incomodavam sem que pudessem tocá-las. À noite o frio e o vento cortante tornava sua agonia insuportável.


g. E quando por alguma razão se desejava abreviar os sofrimentos da vítima, as suas pernas eram quebradas a golpes de martelo ou pedaços de pau, o golpe de misericórdia geralmente era dado com uma espada ou lança num dos lados do peito.



h. E ao morrerem, os crucificados não tinham sequer o direito a uma sepultura, seus corpos eram jogados nas valas onde se jogavam o lixo da cidade e ali eram devorados por abutres e animais carnívoros, o que aumentava ainda mais a vergonha do castigo; apenas a este pormenor, a crucificação de Cristo fugiu à regra.



2) TRÊS CRUZES E SEUS PERSONAGENS



a. E ali estavam aqueles três homens, haviam acabado de ser crucificados, e nada mais podiam fazer, nem mesmo apressar a própria morte, e assim diminuir os sofrimentos; nas duas cruzes laterais, dois criminosos, parece que eram membros de um grupo de terroristas interessados em desestabilizar o governo humano na Judéia. E no centro estava Jesus, ocupando a cruz daquele que talvez fosse o líder daqueles outros dois, Barrabás. Eram cerca de 9:00 horas da manhã quando foram crucificados, o dia e o sofrimento de cada um deles estava por assim dizer apenas começando. E não bastasse a terrível aflição que ainda os aguardava, ainda \teriam que suportar, especialmente Jesus, todo escárnio, toda provocação daquela multidão ali reunida.



3) PROVOCAÇÃO E CÓLERA A JESUS



a. E eles não perderam tempo, mal os soldados haviam levantado a cruz, e começaram feito cães enfurecidos a descarregar contra Ele toda a sua cólera. Sacerdotes, escribas e fariseus, a turba de coração ingrato e impedernido, zombavam do próprio Filho de Deus, enquanto Ele agonizava no madeiro. Salvou os outros, diziam, a Sí mesmo se salve. Se és de fato o Filho de Deus, o escolhido... Os próprios soldados que mal conheciam a Jesus, acabaram sendo influenciados por aquele frenesi e também passaram a zombar dEle. dizendo se Tu és o Rei dos judeus, salva-Te a Ti mesmo. Mas não eram só os soldados e a turba até mesmo um dos criminosos que estava crucificado ao Seu lado dizia: Não és Tu o Cristo?, Salva-Te a Ti mesmo e a nós também. Diz a Sra. White que Satanás com os seus anjos e na forma humana. achava-se presente ao pé da cruz. O arqui-inimigo e suas hostes cooperava com os sacerdotes, diz ela e as demais pessoas que ali estavam. Era como se o inferno inteiro estivesse diante de Cristo naquele momento.



4) REAÇÃO DE CRISTO DIANTE DE TANTA PROVOCAÇÃO



a. Jesus porém não murmurava queixa alguma. Não retribuía nenhuma das maldições que contra Ele eram lançadas. Seu semblante permanecia calmo e sereno, apesar das grandes gotas de suor e de sangue que lhe banhavam a face. Dos seus lábios apenas se ouvia aquela oração intercessória: “PAI, PERDOA-LHES, PORQUE NÃO SABEM O QUE FAZEM!” . E essa súplica não foi em vão, pelo contrário, seu efeito foi imediato; enquanto um dos criminosos que com Ele estava crucificado apenas se tornava mais blasfemo e agressivo, o outro foi tocado pela calma serenidade de Jesus, e pela poderosa oração de perdão que lhe chegou aos ouvidos.



5) A REAÇÃO DE CRISTO PODE SALVAR VIDAS



(Leiamos ainda neste mesmo capítulo 23 de Lucas, versículos 39-41.)



a. O tempo entre a crucificação em sí e a morte propriamente dita do indivíduo, era suficiente longo para que ele refletisse sobre todos os seus atos, todos os seus erros, todos os crimes que havia cometido, pelos quais fora condenado; mas não foram necessários senão uns poucos minutos para que um daqueles criminosos reconhecesse a justiça de seu castigo. Ele havia pecado e muito, havia quem sabe praticado atentado contra os romanos. Cometido homicídios, roubos, furtos, mas embora sabendo que em termos humanos nada mais pudesse ser feito por ele, ele reconhece os seus crimes, mostra-se arrependido e disposto a aceitar a pena imposta pela lei.



b. Ele teme a Deus. E reconhece que seu sofrimento era justo, e por isso repreende o companheiro que não só continua rebelde, impenitente, mas que também chega ao ponto de se unir àquela multidão que ali estava nas provocações Àquele que não havia feito mal algum. E que portanto sofria injustamente. O relato bíblico nos dá a impressão de que o criminoso arrependido tinha algum conhecimento de Jesus e que agora reconhece como verazes todas as reivindicações Messiânicas feitas por ele. A Sra. White, confirma esta conclusão, dizendo que ele já havia visto e ouvido Jesus e ficara convencido de que Ele era o Messias, mas que por fim acabara abandonando esta idéia por influência dos sacerdotes, dos escribas, dos fariseus, fora desviado justamente por aqueles que eram os líderes espirituais da nação.


c. Ela diz também que durante todo o julgamento, ele estivera ao lado de Jesus. Ouvira Pilatos dizer que não havia nEle crime algum. Caminharam juntos em direção ao Calvário, percebera o seu porte divino e se rendera finalmente à convicção de que Ele era de fato o filho de Deus, ao ouvir aquela oração de perdão sobre aqueles que o ultrajavam. E ali na cruz, em meio à mais terrível dor e agonia, ele se lembra de tudo aquilo que havia ouvido dos lábios de Jesus; se lembra da forma como Ele curava os doentes, como Ele atendia aos necessitados, como Ele perdoava aos pecadores, e sobre a iluminação do Espírito Santo, vê nAquele Jesus ferido, ridicularizado e pregado na cruz, ele vê nEle o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. E num misto de esperança e agonia, com a voz embargada pela dor e o coração partido pela culpa, ele se atira com fé sobre o agonizante Salvador.



d. E suplica o que lemos no versículo 42; e acrescentou, “Jesus, lembra-te de mim, quando vieres no Teu reino”. Eu posso imaginar a emoção de Jesus naquele momento, as lágrimas a brotarem de Seus olhos banhados pela dor, a alegria a inundar o Seu coração partido pelo sofrimento, ao ver mesmo ali naquele cenário sórdido e repulsivo, naquele lugar onde os anjos choravam e os demônios se regozijavam, ao ver mesmo ali uma alma arrependida e crente, que clamava por perdão. Os discípulos haviam fugido, aqueles que uma semana atrás haviam entoados hosanas ao Filho de Davi, agora zombavam e escarneciam dEle. Muitos a quem havia socorrido e ajudado, agora o injuriavam; quão reconfortante não deve ter sido para Jesus aquela simples, mas genuína declaração de fé, aquela súplica de entrega e de arrependimento: “Jesus, lembre-te de mim, quando vieres no Teu reino”. E a resposta foi imediata. Em palavras repletas de amor e compaixão, Jesus lhes disse, no versículo seguinte: Jesus lhes respondeu: “Em verdade Te digo hoje, estarás comigo no Paraíso”. No mesmo instante em que estas palavras foram pronunciadas , diz a Sra. White: “Um brilhante e vívido clarão penetrou a escura nuvem que parecia envolver a cruz”. Era Jesus que mesmo em Sua humilhação estava sendo glorificado. Os homens podiam açoitá-lo, podiam coroá-Lo de espinhos, podiam crucificá-Lo, os homens podiam derramar o Seu sangue blasfemar dEle e ultrajá-Lo, mas não tinham como impedí-lo de perdoar pecadores; não podiam impedí-Lo de salvar todo aquele que se volvesse a Ele em arrependimento e fé.



6) PROBLEMA DE TRADUÇÃO



“Em verdade te digo hoje, estarás comigo no Paraíso”.



Jesus não prometeu ao criminoso que ambos estariam juntos no Paraíso naquele mesmo dia, embora a maioria das versões bíblicas que usamos dizem isto. Temos aqui na verdade um problema de tradução que tem que haver apenas com a pontuação correta do texto. A palavra hoje usada por Cristo está ligada não ao verbo estarás, mas está ligada à expressão te digo, foi usada por Jesus para dar ênfase à importância do momento. O criminoso pediu a Jesus que se lembrasse dEle naquele dia, naquele dia quando Ele haveria de voltar para o estabelecimento definitivo de Seu reino. Mas Jesus lhe respondeu: “Em verdade te digo hoje”, ou seja, neste dia, neste dia em que você se arrependeu e creu, neste dia em que estamos prestes a morrer, neste dia em meio à toda essa humilhação, a toda esta dor e agonia por que passamos, neste dia de aparente derrota e fracasso, Eu garanto a você, estarás comigo no Paraíso.



7) PALAVRAS DE ALCANCE MAIOR


a. Prezados irmãos e amigos, estas confortadores palavras de Jesus, dirigidas àquele criminoso arrependido, não se aplicava exclusivamente a ele, e nem se destinavam apenas a confortá-lo, naquele momento de desespero, estas palavras são de um alcance muito maior, e dizem respeito à realidade de todo aquele que confiou em Jesus para perdão de seus pecados, mas que ainda vivem num mundo rodeado por misérias, por problemas, por desgraças dos mais diferentes tipos e tamanhos.


b. Que mundo é esse irmãos, em que os bons e os inocentes muitas vezes sofrem enquanto que os maus quase sempre prosperam e se deliciam com o fruto de sua maldade. Que mundo é esse em que a violência e a criminalidade fazem com que sejamos reféns permanentes do medo e da insegurança, Que mundo é esse em que a fome, as epidemias e os terremotos dizimam populações inteiras de cidades e países? Que mundo é esse que as guerras e os rumores de guerras espalham terror por todos os lados, justamente numa paz em que se imaginava que a paz e a harmonia universal haveriam de prevalecer? Que mundo é esse em que a despeito de todos os avanços científicos e tecnológicos, a vida nunca esteve tão ameaçada e o futuro nunca pareceu tão sombrio. Que mundo é esse de poluição e catástrofes e de desastres ecológicos cada vez mais maiores? Que mundo é esse de desigualdade sociais, da imoralidade e dos vícios sempre crescente e dos lares cada vez mais desmantelados? Que mundo é esse em que o mau triunfa a olhos vistos, e nós mesmos muitas vezes nos acostumamos a ele e não nos impressionamos mais com os estragos que ele tem feito em nossa própria vida e na vida daquele a quem amamos. Que mundo é esse em que os valores dos cristãos parecem já não existir mais, a fé se materializou, o amor se encontra totalmente deturpado, a pureza virou peça de museu e o sentido da vida se reduziu à busca alucinante de prazeres e emoções cada vez mais fortes? Que mundo é esse que se ridiculariza abertamente das noções do bem e do mal, levando a muitos a desanimarem da virtude, a zombarem da honra e a terem vergonha de serem honestos como disse Ruy Barbosa.



c. Que mundo é esse irmãos?



SEGURAMENTE NÃO É O MUNDO QUE DEUS TINHA PLANEJADO PARA NÓS NO PRINCÍPIO.



Não é o mundo em que Ele pretende nos deixar agora. Não foi apenas para nos perdoar ou para restaurar em nós a Sua imagem que Jesus veio a esta terra. Se o plano da redenção se limitasse àquilo que Cristo fez por nós na cruz e aquilo que Ele faz por meio do Espírito Santo hoje em nossa vida, não haveria muito sentido de tornarmos cristãos.


Se fosse para continuar onde estamos, rodeados de toda espécie de pecado, de ódio e de malícia, e sofrendo os efeitos deste estado de coisas, seríamos as pessoas, mais infelizes do mundo, estaríamos fora de lugar, e chegaríamos ao ponto de acabarmos desprezando a própria vida.



O plano da redenção no entanto, se destina a restaurar tudo aquilo que foi arruinado com a ação do pecado. E isso não envolve apenas o ser humano. O próprio mundo será purificado, e completamente restaurado à Sua glória, a sua perfeição original.



(Fonte: Pr. Paroschi)
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terça-feira, 18 de março de 2008

Exemplo de honestidade do flanelinha Francinei dos Santos - Jornal da Globo


A boa ação do flanelinha Francinei dos Santos, que devolveu uma carteira com R$ 7 mil achada em uma rua do centro de Manaus, na segunda-feira (17), será recompensada. O aposentado Alberto Araújo, dono do dinheiro, disse ao G1 que vai ajudar o rapaz a realizar o sonho de ter uma casa de alvenaria.

Araújo contou que estava dirigindo com a carteira no colo, quando estacionou e desceu do veículo para ir ao banco. O aposentado só notou que não estava com a carteira na porta da agência.

O aposentado voltou correndo para ver se a encontrava e foi abordado por Santos, que entregou a carteira com todos os documentos e o dinheiro.

“Francinei merece uma recompensa e vou fazer o possível para ajudar, depois que ele teve uma atitude tão nobre. Ele tem uma casa de madeira, mas disse que quer reformar, passar para alvenaria, e eu vou comprar alguns materiais para colaborar com a construção da casa dele. Quero ajudá-lo também”, diz Araújo.

Araújo afirmou que vai falar com amigos empresários para tentar conseguir um emprego formal para Santos.

“Ele é um rapaz magnífico, muito honesto e digno de confiança. Ele é um exemplo a ser seguido por todos. Não é sempre que encontramos alguém com tanto caráter. Ficaria feliz se o presidente Lula quisesse conhecê-lo, porque foi uma atitude muito nobre”, diz Araújo.

De acordo com o aposentado, Santos trabalha na mesma rua há 15 anos. “Sempre que eu for para o centro, vou deixar meu carro com ele. Vou entregar até a chave para ele”, diz.

(Fonte: G1)

Nota:


Há uma frase que diz que "o mundo são dos espertos", ou seja, daqueles que só pensam em tirar vantagens de tudo, mas ainda existe pessoas de caráter que pensam nas necessidades alheias.

Esse Flanelinha levou a sério em sua vida prática a exortação do sábio Salomão:

“Pesos fraudulentos são abomináveis ao Senhor; e balanças enganosas não são boas.” Prov 20:23

É por isso que a bíblia valoriza a honestidade de seus filhos e profere bênçãos para aqueles que a praticam:

2 Coríntios 8:21 “Pois zelamos o que é honesto, não só diante do Senhor, mas também diante dos homens.”

Provérbios 20:7 “O justo anda na sua integridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele.”


Pense Nisso!
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Ordem dos acontecimentos da Semana da Paixão de Cristo

Segue um rápido esboço dos pontos altos da Semana da Paixão de Cristo:



Domingo (9 de Nisan). A entrada triunfal; a visita silenciosa de Jesus ao templo; Sua volta para Betânia.


Segunda-feira (10 de Nisan). A figueira estéril amaldiçoada; segunda purificação do templo; Jesus cura os aflitos; volta à noite para Betânia.


Terça-feira (11 de Nisan). Último dia no templo (os gregos encontram Jesus no pátio exterior); último dia de ensino público de Jesus; lamento contra a elite religiosa; retirada para o Monte das Oliveiras e discurso sobre a segunda vinda; Judas fecha acordo de traição com os sacerdotes naquela noite.


Quarta-feira (12 de Nisan). Jesus em retiro silencioso com os discípulos.


Quinta (13 de Nisan). Preparativos para a Páscoa; a Ceia do Senhor; a traição de Judas; o discurso de despedida de Jesus aos discípulos e oração sumo-sacerdotal; Getsêmani; aprisionamento. Os eventos ocorridos depois da Ceia do Senhor foram depois do pôr-do-sol; conseqüentemente, agora era 14 de Nisan, ou quinta-feira à noite.


Sexta-feira (14 de Nisan). Jesus é levado para Anás, depois, para Caifás, e em seguida, para o Sinédrio; a negação de Pedro; Jesus é levado para Pilatos, depois, para o palácio de Herodes, e de volta a Pilatos. É açoitado, condenado e crucificado.

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domingo, 16 de março de 2008

A ERA DA SIMPLICIDADE

É incrível o número de empresas, organizações e pessoas, no mundo inteiro, que estão discutindo e revendo a sua forma de viver, encarar a própria vida e o trabalho. Existe um movimento mundial chamado “Voluntary Simplicity” (Simplicidade Voluntária) que está ganhando centenas de adeptos a cada dia. Existe um site na Internet – www.simpleliving.net , que vem sendo acessado por aqueles que buscam maiores informações sobre esse novo estilo de vida. Livros, vídeos, revistas estão sendo publicados sobre “simplicidade”.


É importante ressaltar que “simplicidade” não significa abdicar da vida moderna, nem da tecnologia, nem do trabalho, nem do emprego. Significa fazer uma análise crítica de nossa vida pessoal, profissional e espiritual, e ver se não estamos “complicando” demais as coisas, criando burocracias desnecessárias, criando sistemas e métodos que em vez de simplificar tornam as coisas e a própria vida mais complexas do que já devem ser. Muitas vezes nós próprios criamos – até inconscientemente – coisas que exigem tempo, trabalho, retrabalho, que não são nem essenciais, nem mesmo importantes para o nosso sucesso, para a qualidade de nossa vida e dos serviços que prestamos. Num mundo complexo como o que vivemos, ser “simples” é um desafio muito grande. É preciso um questionamento diário, constante, permanente. É preciso que tenhamos consciência de que a tendência natural de todos nós é a de complicar ao invés de simplificar. Muitas vezes achamos que as coisas simples são de menor qualidade, o que não é sempre verdadeiro. Geralmente administramos a nossa vida pela “exceção”.


No trabalho da igreja é importante lembrar que antes da “mistura” ou da “sobremesa” vem o feijão com arroz. Quantas vezes se realizam projetos grandiosos, complexos e programas “espetaculares”. Porém se ignora o “simples”, o “básico”, que seria ensinar a igreja a orar, estudar a bíblia e confiar na direção de Deus.



Na vida pessoal eu não posso dizer diferente. Eu sugiro a oração, o estudo da Bíblia e da lição da Escola Sabatina como atividades primárias, básicas do cristão. Se isso não acontece, adianta envolver o membro em atividades complexas?



Tem gente que realiza o seu culto diário apenas ouvindo um CD de músicas, outros lêem uma mensagem espiritual no computador que chegou em sua caixa de e-mail e alguns lêem apenas a meditação matinal e se dizem satisfeitos. Mas o básico ficou para trás que seria a oração e o estudo da palavra. Eu sei que todos esses acessórios espirituais como CDS, DVDS, meditações e outras coisas mais, são importantes, mas no seu devido lugar. Seriam na verdade um complemento para o crescimento espiritual. O problema é quando invertemos a ordem e deixamos a vida de oração e o estudo da palavra como planos secundários.



Nessa semana eu gostaria de pedir a você que não reinventasse a roda. Não complique as coisas. Seja simples. Valorize o que é importante e aquilo que realmente traz resultados na sua vida espiritual. Leia a Bíblia, estude a lição da Escola Sabatina, pratique a oração e seja feliz!

Pense nisso.

Adaptado (Newslater - Luiz Marins)

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domingo, 9 de março de 2008

Adventistas com freqüência permanecem adventistas, diz pesquisa sobre Igrejas

Em torno de 60 por cento dos americanos criados no que é definido como "família adventista" de Igrejas, um grupamento de protestantes dominados pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, permanecem nessa família como adultos, diz uma pesquisa marcante divulgada em 25 de fevereiro.

Com base em entrevistas com mais de 35.000 americanos, com idades de 18 anos ou mais velhos, a Pesquisa do Panorama Religioso nos EUA, compilado pela instituição 'Pew Forum on Religion & Public Life', descobriu que a filiação religiosa nos EUA é ao mesmo tempo "bastante diversificada e extremamente fluída". Contudo, "todas as famílias denominacionais protestantes perdem um considerável número de adeptos de infância para as fileiras dos não-afiliados", relataram os pesquisadores.

Para propósitos do estudo, foi dito que "uma 'família denominacional' é um conjunto de denominações religiosas e congregações relacionadas com uma origem histórica comum". Juntamente com a Igreja Adventista do Sétimo Dia, a "família adventista" listada pela pesquisa incluía várias outras Igrejas que se desenvolveram a partir de divisões do movimento milerita. Os adventistas do sétimo dia, contudo, compreendem a esmagadora maioria desse grupamento; o monante de um milhão de membros nos Estados Unidos ultrapassa por várias vezes o total combinado de membros dos demais grupos dessa categoria.

Ao mesmo, o percentual daqueles que dizem que não são afiliados com qualquer grupo ou tradição religiosa em particular subiu para 16,1 por cento dos americanos, um aumento líquido de 8,8 pontos, segundo a pesquisa.

"Consideráveis números daqueles criados em todas as religiões--do catolicismo ao protestantismo para o judaísmo--são atualmente desassociados com relação a qualquer denominação em particular", declarou o documento. O número de "não-afiliados" é quase igual aos 18,1 por cento de americanos que alegam ser membros de Igrejas protestantes tradicionais.

Adicionalmente, o relatório indicou que "o grupo que experimentou a maior perda líquida foi a Igreja Católica. Ao todo, 31,4 por cento dos adultos dizem que foram criados como católicos. Hoje, contudo, somente 23,9 por cento dos adultos se identificam com a Igreja Católica, uma perda líquida de 7,5 pontos percentuais.

A entidade sem fins lucrativos "Pew Forum on Religion & Public Life" "busca promover um entendimento mais profundo de questões na intersecção de religião e assuntos públicos", segundo o website do grupo, www.pewforum.org.

De acordo com uma comunicação do grupo à imprensa, "a pesquisa descobriu que o movimento constante caracteriza o cenário religioso americano, com os principais grupos religiosos simultaneamente ganhando e perdendo adeptos. Os que estão crescendo como resultado de mudança religiosa estão simplesmente ganhando novos membros a um índice maior do que suas perdas. Por outro lado, os que estão tendo declínio de números devido a mudança religiosa, simplesmente não estão atraindo novos membros em número suficiente para compensar o número de adeptos que estão deixando essas comunidades de fé em particular".

A educação adventista -- que se crê ser um dos maiores sistemas de escolas paroquiais do mundo -- desempenha uma parte em ajudar os jovens a permaneceram na fé, disse Debra Brill, vice-presidente para ministérios da Divisão Norte-Americana da IASD.

"Os adventistas dão historicamente prioridade à qualidade de formação religiosa para as crianças num currículo sistêmico que cobre desde o nascimento até a educação superior", declara Brill. "A tradição fomenta uma cultura que envolve muitos pais e filhos numa filiação vitalícia com a Igreja Adventista do Sétimo Dia".

Monte Sahlin, especialista em crescimento da Igreja e diretor de pesquisa para a Associação de Ohio, encontrou dados positivos no estudo da Pew, bem como alguns pontos de preocupação.

"Este estudo mostra que a IASD compartilha 0,4 da população e o último estudo de monta desse tipo [da Pesquisa de Identificação Religiosa Americana, de 2001] descobriu que então tinha 0,3 por cento. Ao longo dos últimos sete anos, a Igreja Adventista nos EUA aumentou sua parcela da população em somente um terço", observou Sahlin.

Contudo, ele acrescentou, o "potencial de dados negativos é a clara evidência de um problema de apostasias. O estudo de 2001 descobriu que 73 por cento dos que são criados na Igreja Adventista permaneciam, e isso declinou para 60 por cento. A tendência das novas gerações de adventistas de não se ligar à denominação está acelerando".

O que fazer? "A coisa mais importante que podemos aprender desse tipo de estudo é o ambiente religioso mutante dentro do qual precisamos realizar a missão que Deus nos designou", disse Sahlin.

"Os segmentos de maior crescimento são formados por aqueles que optam por nenhuma religião e os que se unem a congregações não-filiadas a qualquer denominação", ele acrescentou. "Há pouco evangelismo real ocorrendo, em termos de se ganhar porções significativas de descrentes e/ou não-filiados para corporações de fé de base protestante bíblica. "Precisamos levar a sério o trabalho de missões numa América secular, pós-denominacional e parar de ficarmos nas mesmas iniciativas vez após vez".

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segunda-feira, 3 de março de 2008

UM GRANDE CAMPEÃO DA VIDA - RICARDO OLIVEIRA

Esta semana, a conquista de um jovem cearense pobre chamou a atenção de todo o país. Ricardo, filho de lavradores e portador de uma doença séria e rara, deu uma lição para todos nós: ganhou a Olimpíada Nacional de Matemática.



PARA ASSISTIR O VÍDEO,
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É na zona rural de Várzea Alegre, no interior do Ceará, que mora o estudante medalha de ouro em matemática. A cidade fica a 447 quilômetros de Fortaleza. Ricardo Oliveira da Silva, de 19 anos, não é só um campeão dos números, é um vencedor na vida!




“A vida sempre tem um lado bom e um lado ruim. Mas, se você ficar só pensando no lado ruim, não chega a lugar nenhum", afirma ele.



Ricardo nasceu com uma doença neurológica que atrofia a medula espinhal e causa fraqueza nos músculos. Ele é filho de agricultores que plantam arroz, milho e feijão para comer. A família recebe um salário-mínimo por mês, da aposentadoria de Ricardo e R$ 76 de programas sociais do governo.



Na infância, a deficiência impediu que ele fosse à escola, mas o menino não perdeu a vontade de estudar. Ricardo foi alfabetizado em casa, pela mãe. Dona Francisca da Conceição, que só cursou até a sexta série, ensinou o pouco do que sabia ao filho.



“Eu ensinava o português, matemática, história e ciências com uma cartilha que comprei e que tinha as quatro matérias”, conta a mãe de Ricardo.



Com a ajuda do irmão mais novo, ele foi além da leitura e das operações básicas da matemática. E Ricardo se afinou bem com os números.



“A gente sempre estudava junto, ele me ensinava alguma coisa e eu ensinava alguma coisa para ele. Nós trocávamos conhecimento direto", lembra o irmão Ronildo Oliveira da Silva.



Só aos 17 anos, Ricardo conseguiu se matricular na escola. Ele fez um teste e ficou na quinta série, mas só tem uma aula por semana, quando um professor vai até a sua casa.


"Quando chego aqui, ele já viu o conteúdo e só tenho que dar uma pequena explicação", elogia a professora Maria Zumira Gino.



Da porta de casa para fora, a vida do Ricardo se torna bem mais difícil. Se nas grandes cidades os obstáculos estão nas construções, nem sempre planejadas para deficientes, na zona rural, onde ele mora, o problema é a total falta de infra-estrutura.



A única estrada é de barro e cheia de buracos e a cadeira de rodas não passa por ela. O jeito foi o pai, Joaquim, improvisar um "carrinho de mão" para transportar o filho.



"O meu transporte é com uma bicicleta. Mas não consigo passar aqui com a cadeira de rodas dele. Por isso, tem que ser no carrinho de mão", revela Joaquim.



Se o destino for a escola para fazer as provas, Ricardo é carregado por um quilômetro.



“Balança muito, é um pouco desconfortável. Mesmo assim vou, pois é o único jeito”, diz resignado.



Foi assim que ele conseguiu participar duas vezes da Olimpíada Nacional de Matemática e trazer duas medalhas de ouro. A última foi entregue na terça-feira, no Rio de Janeiro.



“O Ricardo sonha em ajudar o país com seus conhecimentos e diz ele: 'hoje, é o Brasil que está me ajudando. Mas pode ser que amanhã eu esteja ajudando o Brasil”, declarou o presidente Lula.



Para Ricardo, o momento mais emocionante da premiação foi quando ele foi aplaudido de pé por todas as pessoas presentes na cerimônia.



“Foi uma emoção tão grande, que eu só tinha vontade de chorar", recorda emocionado.



O jovem do sertão acumula medalhas e certificados. Além da matemática, ele também foi ouro nas Olimpíadas de Astronomia e Astronáutica. Por causa do bom desempenho nos estudos, Ricardo já tem computador em casa, que vai ajudar no seu sonho de se tornar um professor. Falta agora chegar a internet à zona rural de Várzea Alegre. Mas, para quem esperou 17 anos para ir à escola, o tempo parece não ser problema.



"A gente tem que começar sempre devagar e superar os obstáculos um a um para poder chegar longe", ensina o campeão da vida.


(FANTÁSTICO)



Nota:

A emoção ao ver essa reportagem foi muito positiva por despertar o desejo de dar o meu melhor. O problema é quando frequentemente pensamos que já esgotamos a nossa capacidade seja nos afazeres corriqueiros da vida como nas questões espirituais.

Baseado no fato real apresentado, Ricardo é um exemplo de vida, dedicação e por demonstrar que nunca é tarde para fazer algo grandioso por nós e através de nós. Ele almeja inclusive ajudar a sua nação e creio que já ajudou milhares com esse testemunho fantástico.

Enquanto assistia essa reportagem lembrei da parábola dos talentos de Mateus 25:14-30

Sabemos que os talentos aqui mencionados são dons do Espírito e não tenho dúvida que Ricardo Oliveira recebera de Deus um dom especial para motivar os que se acham fracos e incapacitados.

Mas quando estudamos essa parábola, percebemos que ela centraliza-se na pessoa que recebeu apenas um único talento. Você já se perguntou por que a ênfase não está no homem que recebeu cinco talentos?

O Pr. Russel Burril em seu livro "Revolução na Igreja" na página 70 afirma:

A Razão pela qual a igreja não está a avançar como devia hoje não é tanto devido às pessoas que tem muitos dons mas sim devido as muitas pessoas de um só dom que não estão a fazer nada por que acham que não tem muito. Cristo quer que as pessoas que têm menos dons compreendam que são muito valiosas aos seus olhos...

Talvez não sejamos um Albert Aiesten ou um Leonardo da Vinci, mas quem disse que não poderiamos?

O segredo está em ser apaixonado pela vida. De reconhecer que nada acontecerá sem que haja esforço e dedicação. Grandes homens desse mundo possivelmente fossem pessoas tão comuns quanto cada um de nós. O segredo era a paixão pelo que faziam.

De acordo com a parábola, aqueles que investiram o talento que possuíam, receberam mais, porém os que achavam que tinham tão pouco, perderam o pouco que tinham.

Não importa se tens 1 ou 2, o que importa é que nas mãos de Deus proezas acontecerão. E se souberes investir no dom que Deus lhe confiou, receberás muito mais...

Pense nisso!
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