sábado, 20 de setembro de 2008

Na Contramão da Vida

Na manhã do domingo, 17 de fevereiro de 2008, um homem de 27 anos parou seu carro por alguns instantes no acostamento da rodovia Castelo Branco. Deu meia-volta e acelerou na contramão.

A partir daí, vários veículos tiveram de desviar abruptamente quando se deram conta do motorista que, obstinado, vinha na direção contrária.

Ele dirigiu por cerca de quatro quilômetros até atingir um caminhão de carga que não conseguiu sair do caminho. O motorista morreu preso nas ferragens de seu carro.

Gostaria que o relato acima fosse ficção, mas ele é fato, notícia: Aconteceu! Esse foi o fim trágico do bancário Kleber Rodrigo Plens – que havia se formado em direito, numa faculdade particular de São Paulo, e estava vindo da festa da sua formatura.

Não me cabe aqui especular sobre os motivos ou razões psicológicas, sociológicas ou, seja lá o que for, que levaram o jovem Kleber – que tinha um filho, havia se formado e recentemente havia sido promovido para uma importante função no trabalho – a cometer o desatino de por fim à própria vida.

Quero “apenas” lembrar ou advertir que nossos queridos familiares, colegas de trabalho e amigos estão, diante dos nossos olhos impassíveis e inclementes, todos os dias, dirigindo a toda a velocidade: Na contramão da vida. Quem sabe, querido(a) leitor(a), isso não esteja acontecendo com você: Que conhece a Verdade, já trilhou o caminho que conduz ao Céu; ou, mesmo está na Igreja mas leva uma “vida dupla”, é apenas é mais um “esquentador de banco”, alguém que vive uma religião de aparências?

Nosso Senhor Jesus afirmou há cerca de 2.000 anos e, hoje, agora, reafirma o seguinte para você: “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 10:10).

Amigo(a), como você sabe, o mais valioso presente do mundo não é nada (é lixo, porcaria) – a menos que seja aceito, apreciado e valorizado. Nosso querido Jesus é o mais Perfeito Cavalheiro, a Pessoa mais gentil que já pôs os pés nas estradas empoeiradas deste planeta; por isso: Ele não cobra nada, oferece tudo; não força entrada em nosso coração, espera que lhe abramos a porta (Apoc. 3:20); não nos obriga a caminhar com Ele, espera que O convidemos para estar presente em nossa vida.

Foi isso o que eu reli – e sobre o que meditei – hoje em meu devocional: “Houvessem os discípulos deixado de insistir no convite, e não teriam ficado sabendo que seu Companheiro de viagem era o Senhor ressuscitado. Cristo nunca força a Sua companhia junto de ninguém. Interessa-Se pelos que dEle necessitam. Com prazer penetra no mais modesto lar, e anima o mais humilde coração. Mas se os homens são demasiado indiferentes para pensar no Hóspede celestial, ou pedir-Lhe que neles habite, Ele passa. Assim sofrem muitos grande perda. Não conhecem a Cristo mais que os discípulos, enquanto Ele lhes caminhava ao lado”. – O Desejado de Todas as Nações, pág. 765.

Amigo(a), milhares, mesmo dentro da Igreja, estão cometendo suicídio espiritual. Estão enganados e enganando-se acerca da sua condição espiritual (Apoc. 3:15-17) e, o que é pior, estão recusando o fiel diagnóstico e a prescrição da Testemunha Fiel, que é Jesus (Apoc. 3:18-19). Recusam, assim, receber Aquele que é “o Caminho, a Verdade e Vida” (João 14:6). Caminham para a morte, estão na contramão da vida.

Caso você sinta que é este o seu caso, é nesta condição perigosa que você se encontra, aceite agora a proposta que o Senhor Vida lhe faz: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. Chega de ficar se enganando! Pare de brincar com Deus! Saia do caminho largo, que conduz para a morte e destruição final! Retome o Caminho que conduz para o Céu!


PR. ELIZEU LIRA

Atualmente faz pós-graduação em Ciência da Religião e prepara-se para iniciar o Mestrado em Educação.

É o diretor geral do site IASD em Foco

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