quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Como saber o plano de Deus para mim em 2008

Quem é Elizeu C. Lira?

Atualmente faz pós-graduação em Ciência da Religião e prepara-se para iniciar o Mestrado em Educação. É o diretor geral do site de jornalismo adventista 7 Com News.


O início de um novo ano sempre vem carregado de grandes expectativas. Surgem novos horizontes e renova-se a esperança de mudanças. Fim das crises, um tchau para as dificuldades e, como diz a música, "muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender". É com isso que todos nós sonhamos.

Há também, nessa época, uma grande ansiedade, medo pelo que pode acontecer de negativo. Teme-se o pior. A incerteza paira no ar. O "fantasma" de um velho e falecido ano, repleto de "esqueletos", tende a nos atormentar.

E aí que surge o desejo-necessidade, mais que mera curiosidade, de levantar a "cortina do tempo" e dar uma espiada no futuro. Afinal, não gostamos de ser surpreendidos pelos fatos e, por isso, queremos estar preparados para o que der e vier.
Essa sede pelo desconhecido, ou medo do desagradável, inquieta as pessoas e leva muitas delas a buscar uma "ajudazinha do além". Na tentativa de conhecer o futuro, apelam para todas as fontes possíveis e prováveis de "informação".

Os meios consultados vão da simples leitura de mão, passando pela bola de cristal, tarô e búzios, até o popular horóscopo. Envolve, também, cartomantes, tarólogos, videntes, pais-de-santo, astrólogos e outros espertalhões desejosos de faturar alto em cima da credulidade popular.

Buscando uma fonte de consulta

As pessoas que recorrem a essas práticas não são, em geral, mal-intencionadas. Trata-se de gente simples e sensível, que, diante das dúvidas, problemas e pressões que surgem em seu caminho, resolve apelar para o misticismo. Muitas vezes, o apego a essas fontes se deve mais ao desespero do que à crença.
Como diz o policial do filme Ghost, "as pessoas querem crer em alguma coisa". Elas precisam desesperadamente apegar-se em algo fora delas para se manterem firmes, numa boa, em meio ao vendaval dos problemas. Buscar o espiritual ou místico, mais do que uma fuga, passa a ser uma necessidade.

Talvez isso explique o porquê de tantas pessoas famosas incluírem consultas a astrólogos, videntes e bruxos em suas agendas. Sabe-se, por exemplo, que Joan Quigley, uma vidente, orientava as decisões mais importantes de Ronald e Nancy Reagan na Casa Branca; François Mitterrand, o presidente da França, ouvia com toda atenção o papo-furado de uma quiromante; e até mesmo o católico José Sarney tinha um especialista em horóscopo para fazer seus mapas astrais, no tempo em que foi presidente - isso, dentro do Palácio do Planalto!

A grande questão envolvida é o fato de as pessoas quererem respostas. Todas elas buscam orientação segura, confiável e infalível. Querem saber qual é a melhor decisão para cada caso ou situação.
Uma fonte 100% confiável

A grande notícia para essas pessoas, e para todos nós, é que ninguém precisa se submeter ao vexame desses "malabarismos de números" e imprecisões de mensagens truncadas, duvidosas, e falsas informações. Há uma fonte melhor, superior, confiável e 100% precisa.
E mais do que animador sabermos que Deus Se preocupa com cada aspecto de nossa vida, mesmo os detalhes, aqueles que costumeiramente julgamos insignificantes.

Deus tem um plano maravilhoso para cada um, e quer nos revelar passo a passo as coordenadas desse plano. Diz o profeta Isaías:
"Os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: "Este é o caminho andai por ele."

Aquele que guia as estrelas em suas órbitas quer nos guiar também. Mas as estrelas não exercem escolha, seguem maquinalmente o trajeto que lhes foi designado; já a cada um de nós cabe aceitar ou recusar as instruções dadas por Deus.

Sua direção é a melhor

Num dos quatro a seis livros que estou lendo atualmente, O Mistério da Vontade de Deus, o autor, Charles Swindoll, faz umas colocações fantásticas das quais quero partilhar algumas com você, encerrando este artigo.

"No meio desta sociedade louca, é o Senhor quem fala diretamente. É o Senhor quem preservou Sua verdade em preto-e-branco por meio de Sua Palavra" Num rápido comentário: No mundo aí fora o que predomina é o "cinzento", as meias-verdades, que não passam de absolutas mentiras; é o relativismo moral é a indefinição e a falta de compromissos; com Deus, não é assim... "E é o Senhor que tem o direito de fazer o que quiser ao nosso redor, a nós mesmos e dentro de nós. Ele é o Oleiro, lembra-se?"

"Por mais perturbador que o processo possa parecer aos nossos olhos, Deus se mantém firme a ele. Não há porque conhecermos todas as razões, e ele certamente não precisa dar explicações. Oleiros trabalham com o barro, não se lamentam para ele... nem pedem permissão para moldar o barro de maneira diferente. Se estamos dispostos a deixar Deus ser Deus, então somos forçados a dizer que Ele tem o direito de nos levar pelo processo que Ele escolher".

Por experiência pessoal, sei que não é nada fácil aceitar "os estranhos caminhos do Senhor"; neste caso, é onde a lógica cede lugar à fé e as nossas preferências pessoais devem ceder lugar, gentilmente, à direção divina como a melhor para nós a cada momento e em cada circunstância: "... para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12:2 u.p.)

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