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sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Carta aberta para Renato Aragão, o famoso Didi.

Recebi um e-mail essa semana e estou repassando aos amigos leitores deste Blog. Se realmente a carta foi enviado ao Didi eu não sei, mas o conteúdo da mesma é muito reflexiva!

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Quinta, 23 de agosto de 2007.

Querido Didi, há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu nome para colar nas correspondências).

Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas à mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta.
Não foi por "algum" motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação.

Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula. A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não Mata ninguém. Estudei na escola da zona rural, fiz supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária.
Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento, em cada produto que preciso comprar para minha família.

Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na Escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, Meus dois filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais. O que está Acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores, dessa dinheirama toda, não tem a educação como prioridade. O dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando for a, ou aplicando muito mal. Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda?

Você diz em sua Carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República.
Ele é "o cara". Ele tem a chave do cofre. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas.
No último parágrafo DA sua Carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da "minha" doação, que a "minha" doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.

Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito Grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.
Você sabia que para pagar OS impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.

Outra coisa Didi, mande uma Carta para o Presidente pedindo para ele selecionar melhor os professores. Só escolher quem de fato tem vocação para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação. Peça para ele, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam além de ler, escrever e fazer contas, possam desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.

Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando...

Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari
P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal educada: vou rasgá-la antes de abrir.

Nota: Eu nunca ajudei o programa Criança Esperança que tem patrocinado projetos que valorizam os ensinamentos da Nova Era através de projetos musicais, capoeiras e outros mais.

Sendo assim, prefiro ajudar uma entidade que eu conheço (ADRA) e onde os recursos são destinados para a formação das faculdades físicas, mentais e principalmente espirituais.

O QUE É ADRA?
Adra é uma agência internacional de desenvolvimento e ajuda humanitária. Ela focaliza primariamente a sustentação, com projetos de desenvolvimento a médio-prazo.

Por décadas, a ADRA tem trabalhado ao redor do planeta, ajudando pessoas a vencer sua pobreza, doenças, alfabetização, e os sofrimentos resultantes de desastres naturais.

Cada projeto fala sobre o princípio do desenvolvimento: que é a sustentação, em lugar de prover apenas um ajuda temporária. A ADRA trabalha com a comunidade e governo local, para criar e desenvolver soluções produtivas.

Construímos conexões, construímos relacionamentos que sejam duráveis. Conhecimento que seja permanente na comunidade. Habilidades que direcionem o melhoramento econômico a longo-prazo, e o desenvolvimento de recursos e instalações locais.

Orientados por resultados, a administração dos nossos projetos está sempre baseado na avaliação direta da comunidade. Trabalhamos com o que existe. Consideramos as necessidades e as esperanças de quem ajudamos. Buscamos a oportunidade de fazer uma troca mensurável e quantitativa.

MISSÃO DE ADRA
Refletir o caráter de Deus através de atividades humanitárias de desenvolvimento.
Apoiar ativamente as comunidades necessitadas por meio de uma carteira de atividades de desenvolvimento, desenhadas, implementadas e executadas em conjunto.


Prover auxílio em casos de desastre e desta maneira trabalhar junto com aqueles que foram afetados, a fim de que alcancem soluções a longo-prazo.

Trabalhar em sociedades eqüitativas, com os necessitados, para alcançar uma mudança positiva e sustentável dentro da comunidade.

Construir relacionamentos que desenvolvam capacidades autônomas, tecnologia apropriada e capacitação para todos os níveis.

Manter relacionamentos constantes com nossos parceiros, que patrocinam os meios para o desenvolvimento das atividades.

Promover e aumentar a participação da mulher no processo de desenvolvimento.
Capacitar e ajudar a comunidade, com o propósito de manter e administrar os recursos naturais do meio ambiente, de uma forma responsável.


Facilitar os direitos e habilidades das crianças, para que possam também atingir seu pleno potencial e ao mesmo tempo ajudá-los a assegurar sua sobrevivência.

HISTÓRIA
Durante mais de um século, a ADRA têm sido relacionada com trabalhos de caráter humanitário, com diferentes nomes e programas e sempre buscando uma adaptação para alcançar os desafios da época. A organização foi formada no início de 1990, como uma associação de beneficência da Igreja Adventista do Sétimo Dia, dedicada às obras de caridade, no subúrbio de Chicago, Illinois, USA. Ao terminar a primeira guerra mundial e a sua devastação sem precedentes, a Agência enviou auxílio à Bélgica, França, Alemanha, Turquia, Egito, Rússia, China e também ao Oriente Médio.O início da Segunda Guerra mundial colocou ADRA novamente ao serviço do mundo, acelerando a expansão dos seus trabalhos de ajuda humanitária. Em 1959, os envios de ajuda anual chegaram a casa dos 2.3 milhões de dólares, e alcançaram 29 países. Uma grande parte deste desenvolvimento aconteceu, graças aos bons relacionamentos que foram estabelecidos com as novas agências de desenvolvimento não governamentais. Este relacionamento têm sido fortalecido com o tempo. Em meados dos anos 70, a organização começou a aumentar sua missão de auxílio aos programas orientados e ao desenvolvimento da comunidade a longo-prazo. Em 1984 a agência foi reorganizada com o nome de ADRA, e graças ao apoio deste primeiro subsídio e suas devidas contrapartes, mudou-se o enfoque principal para os programas de desenvolvimento a longo-prazo.Atualmente, ADRA é uma das maiores organizações não governamentais presentes no mundo. Sua sede está em Silver Springs, Maryland, e atua como coordenação central de uma rede global, sempre em crescimento. Guiado por sua filosofia de compaixão e ajuda humanitária, a ADRA têm tentado estar presente com todos aqueles que necessitam de sua ajuda, sem levar em conta a raça, afiliação política ou religiosa. Seu trabalho é caracterizado por um planejamento cuidadoso, com parcerias respeitosas e um enfoque dedicado a servir pessoas, bem como estabelecer compromissos a longo-prazo e projetos direcionados às necessidades das comunidades.


Para conher, basta acessar: http://www.dsa.org.br/adra.asp
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terça-feira, 25 de setembro de 2007

O VINHO NA BÍBLIA



Introdução



A finalidade deste estudo é pesquisar no Livro Santo para saber o que ele tem a nos dizer sobre o uso do vinho.


Se a Bíblia não se pode contradizer em seus ensinos, como iremos harmonizar declarações aparentemente contraditórias como estas: o uso da vinho é uma maldição, o uso do vinho é uma bênção. Essa aparente contradição escriturística levou os editores de O Novo Dicionário da Bíblia a afirmarem: "Esses dois aspectos do vinho, seu emprego e seu abuso, seus benefícios e sua aceitação aos olhos de Deus e sua maldição estão entrelaçados na trama do Antigo Testamento de tal modo que o vinho pode alegrar o coração do homem (Sal. 104:15) ou pode fazer a mente errar (Isa. 28:7). O vinho pode ser associado ao regozijo (Ecl. 10:19) ou à ira (Isa. 5:11); pode ser usado para descobrir as vergonhas de Noé (Gên. 9:21) ou, nas mãos de Melquisedeque pode ser usado para honrar a Abraão (Gên. 14:18)."


Se estas duas possibilidades antagônicas provêm do vinho é fácil concluir que a Bíblia apresenta duas espécies distintas de vinho. A primeira espécie seria o vinho não fermentado, o puro suco de uva que pode ser uma bênção. A outra espécie é o vinho fermentado, intoxicante, causador de muitos problemas sociais como discórdia, miséria, destruição da vida, por isso vários escritores bíblicos o condenaram com veemência.


O que diz a Bíblia? O que dizem os exegetas e os comentaristas sobre este problema?



O Vinho no Velho Testamento



Três vocábulos distintos são empregados no Antigo Testamento para designar três espécies de vinho.



1º) Yayin – Gên. 9:21.


É o mais usado, porque aparece nada menos de 140 vezes. Esta palavra é empregada indistintamente sem considerar se o vinho é fermentado ou não.



2º) O segundo vocábulo é Tirôsh, empregado 38 vezes. Ao contrário da palavra anterior, esta indica que o vinho não é fermentado! Algumas vezes é traduzido como vinho novo ou "mosto". Deut. 12:17.



3º) Shekar é a terceira palavra usada. Tem a conotação negativa, normalmente é traduzida por bebida forte. Os escritores do Velho Testamento a empregam 23 vezes. Prov. 31:6 – "Dai bebida forte (shekar) aos que perecem, e vinho (yayin) aos amargurados de espírito."


Seria interessante saber que na Septuaginta (tradução do hebraico para o grego, feita por setenta sábios judeus) a palavra "oinos" foi empregada para traduzir as hebraicas Yayin e Tirôsh, mas nunca para shekar ou bebida forte.


O Seventh-day Adventist Bible Dictionary, pág, 1.150 declara com muita propriedade:


"Arão e seus filhos, os sacerdotes, foram estritamente proibidos de beber vinho ou bebida forte ao entrarem no tabernáculo para ministrar diante do Senhor (Lev. 10:9). Os nazireus eram igualmente proibidos de unir vinho enquanto estivessem debaixo do voto (Núm. 6:3, 20; confira Juízes 13:4-7). Os recabitas viveram um exemplo digno de nota de abstinência permanente do vinho, aderindo estritamente ao mandamento de seu ancestral, Jonadabe, para abster-se dele (Jer. 35:2, 5, 8, 14). O livro de Provérbios está repleto de advertências contra indulgência com o vinho e bebida forte (veja capítulos 20:1; 21:17; 23:30, 31; 31:4 etc.). O vinho zomba daqueles que o usam (cap. 20:1), e os recompensa com ais, dores, lutas e feridas sem causa (cap. 23:29, 30). 'No seu fim morderá como uma serpente, e picará como um basilisco' (v. 32). O profeta Isaías declarou: 'Ai dos que do heróis para beber vinho, e valentes para misturar bebida (Isa. 5:22). Daniel e seus compatriotas deram um digno exemplo pela recusa de beber o vinho do rei (Dan. 1:5, 8, 10-16). Ao jejuar posteriormente, Daniel absteve-se de carne e vinho (cap. 10:3)."


Não é possível terminar esta parte do comentário, sem enfatizar mais uma vez: existem no Velho Testamento as mais variadas advertências dos grandes perigos advindos do uso do vinho e bebidas fortes. Dentre estas advertências as que mais se agigantam são as apresentadas por Salomão no livro de Provérbios (20:1; 20, 21 e 30).



Vinho no Novo Testamento



As referências ao vinho nesta segunda parte da Bíblia são mais escassas do que as encontradas no Velho Testamento.


Os escritores do Novo Testamento também empregaram três vocábulos gregos, que podem ser traduzidos para a nossa língua por vinho: oinos; sikera; gleulos . Destas três a mais usada é oinos (aparece 36 vezes), tendo o mesmo sentido de Yayin no hebraico, e que na Septuaginta, como já vimos traduz também o hebraico Tirôsh. A palavra sikera aparece apenas uma vez em Luc. 1:15 – "João Batista não bebia vinho (oinos) nem bebida forte (sikera)." De modo idêntico o vocábulo gléukos só foi usado uma vez em Atos 2:13. Outros zombando diziam: "Estão cheios de mosto (gléukos)."


O principal problema no estudo do vinho é este: embora a 1íngua grega seja especialista em empregar palavras distintas para idéias diferentes, ela não possui uma palavra para vinho com álcool e outra para vinho sem álcool. O Novo Testamento emprega oinos tanto para o vinho fermentado como não fermentado.



O Vinho Usado por Jesus na Última Ceia



Podemos afirmar com certeza que o vinho usado por Jesus nesta ocasião não era fermentado. Esta afirmação é conclusiva da Bíblia pelo seguinte:


Na cerimônia da páscoa não devia haver fermento em nenhum compartimento da casa, desde que este é o símbolo do pecado. Se os pãos asmos não continham fermento como o próprio nome indica, é fácil concluir que o vinho também não podia conter fermento. A leitura das seguintes passagens nos levam a esta conclusão: Gên. 19:3; Êxodo 13:6-7; Lev. 23:5-8; Luc. 22:1. Tanto o vinho da ceia como o das bodas em Caná da Galiléia não era fermentado, porque Jesus jamais aceitaria partilhar daquilo que é tão fortemente condenado na Bíblia. Todas as igrejas cristãs tradicionais conservam o costume de usar o vinho sem fermento para simbolizar o sangue de Cristo, oferecido por nós na cruz, para remissão de nossos pecados.



Estudo de Duas Passagens



I. I Tim. 3: 8. – "Não inclinados a muito vinho."


Embora este conselho de Paulo seja difícil de ser explicado, se pensarmos bem sobre ele, e se o pesquisarmos em fontes sadias, concluiremos o seguinte:


O termo grego usado é oinos, empregado em O Novo Testamento, como já vimos, para o vinho fermentado e não fermentado. Se Paulo aqui se refere ao vinho fermentado, ele está em contradição com suas próprias declarações quanto ao cuidado do corpo (I Cor. 6:19 e 10: 31) e em oposição à orientação geral da Bíblia no tocante a bebidas intoxicantes (Prov. 20:1; 23:29-32; João 2:9). Como bem pondera o Comentário Adventista, se sua referência era ao uso do suco de uva não havia necessidade desta advertência.


Neste conselho Paulo adverte aqueles que exercem liderança dentro da comunidade cristã para não incorrerem neste vício, porque este os incapacitaria para o correto desempenho de sua tarefa.


Estas e outras passagens correlatas seriam bem compreendidas quando se pondera no seguinte: Deus deseja o nosso afastamento das bebidas com álcool, mas o ser humano, muitas vezes, se afasta desta orientação, daí a constante advertência dos mensageiros de Deus para que os seus filhos o evitem.


II. A Problemática Passagem de I Tim. 5:23.


Os defensores da abstinência total têm se preocupado muito com esta passagem. Se o verso de I Tim. 5:23 for analisado no seu contexto ele jamais deverá ser usado para liberar o uso do vinho fermentado.


The Interpreter's Bible, vol. XI, pág. 445 comentando este verso declara:


"Sendo que na ocasião o vinho era considerado como útil na medicina indicado na cura de uma variedade de doenças, a prática da abstinência total significa renúncia ao vinho não apenas como uma bebida, mas também como um remédio. Esta prática é prejudicial, diz o autor: Tendo Timóteo um estômago fraco ou por causa de suas freqüentes enfermidades, ele não devia hesitar em usar um pouco de vinho."


"O verso ilustra muito bem o senso comum, o ponto de vista moderado do autor. Ele não defende nenhum vinho como prazer. A religião é demasiado séria para isto. Mas quando ela chega a recusar remédio, ele traça-lhe um limite.''


O SDABC apresenta sobre esta passagem os seguintes esclarecimentos:


"Alguns comentaristas crêem que Paulo aqui defende o uso moderado de vinho fermentado para propósito medicinais. Chamam a atenção para o fato de que aquele vinho assim tem sido usado através dos séculos. Outros sustentam que Paulo se refere ao suco de uvas não fermentado, arrazoando que ele não daria conselho inconsistente com o resto das Escrituras, que advertem contra o uso de bebidas intoxicantes (veja Prov. 20: 1; 23: 29-32)." vol. VII, pág. 314.


O estudo da passagem de 1 Tim. 5: 23 nos leva à conclusão de que neste caso Paulo está tratando de um caso isolado e especial – um problema de doença. Em suas demais epístolas ele sempre defendeu total abstinência do vinho, como nos comprovam Rom. 14:21 – ". . . é bom não beber vinho..." Efésios 5:18 "... Não vos embriagueis com vinho. . ."


Não é justo alguém apoiar-se nesta passagem para defender o uso do vinho com álcool.


Do excelente folheto "Vinho", de autoria de Walter G. Borchers, destacamos estas judiciosas palavras concernentes a este verso:


"Os que querem beber vinho que contém álcool, não obstante a proibição bíblica, no seu desespero lançam mão, por último, de um só texto (eu diria dois, sendo o outro I Tim. 3:8), a saber, I Tim. 5:23. Mas, vamos ao texto. Descobriremos logo que o jovem pregador Timóteo, que conhecia as Sagradas Escrituras desde a sua infância, era um consciencioso e rigoroso abstêmio; também, que ele tinha a infelicidade de não andar bem de saúde, tendo estômago fraco e sofrendo freqüentes indisposições; e que S. Paulo lhe aconselhou o uso de um pouco de vinho, como remédio, por causa dessas suas enfermidades.


"Se olhássemos para o texto pelo prisma dos apologistas do vinho, diríamos: parece que Paulo, como algumas pessoas de hoje, que não acompanham a ciência moderna, pensava que o uso de 'um pouco de vinho', como remédio, embora fermentado, talvez fizesse bem.


"Notemos, porém, que o termo 'oinos', usado neste texto, sendo empregado, às vezes, no sentido de vinho doce, não diz com clareza se era vinho novo e doce ou fermentado, o que Timóteo devia usar; mas mesmo que fosse vinho fermentado, existe muita diferença entre o uso de um pouco, no caso de doença, e o beber vinho fermentado de preferência ao novo e doce, sob uma infinidade de pretextos fúteis, desprezando assim a Palavra de Deus, que, no Velho Testamento, proíbe, em 134 textos diferentes, o uso do vinho fermentado, e, no Novo Testamento, coloca na categoria de libertinos, idólatras, maldizentes, adúlteros, ladrões e assassinos, os bebedores de vinho dessa qualidade (I Cor. 6:9 e 10; Gál. 5:19-21; etc., etc.), deixando bem claro que os bêbados não herdarão o reino de Deus." – págs. 9 e 10.



Quais Seriam as Razões Fundamentais Indicadas pela Palavra de Deus para que Seus Filhos se Abstenham de Bebidas Alcoólicas?



Uma resposta segura e abalizada se encontra no artigo O Consumo de Vinho do Ponto de Vista Bíblico de L. E. Froom, de onde extraímos os seguintes passos:


"Transportando agora todos os tipos e figuras, que alguns poderiam minimizar, passamos à plena admoestação de Deus sobre o cuidado e a proteção que devemos dedicar ao nosso corpo, e à razão relativa disso. Descobrimos que de nosso corpo é declarado ser o 'templo de Deus' três vezes e a habitação do Espírito Santo. Não devemos contaminar este templo com bebidas e alimentos proibidos, mas conservá-lo santo, para não sermos destruídos quando todos os maus forem exterminados. Paulo enuncia isto em 1 Coríntios: 'Não sabeis vós que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá'. I Cor. 3:16, 17.


"No sexto capítulo declara que somos 'templos do Espírito Santo', o qual não tem qualquer parentesco com o álcool e a embriaguez. Devemos glorificar a Deus com este corpo que é redimido em virtude do sangue de Cristo: o nosso corpo deve ser cuidado como lugar de habitação de Deus. I Cor. 6:19, 20.


"Enfim, o apóstolo Paulo repete a admoestação divina afirmando que nós somos o templo de Deus vivente, no qual Ele faz morada. Por isso devemos ser separados como o eram os nazireus da antigüidade. Não devemos tocar aquilo que é impuro, mas antes purificar-nos de toda imundícia e aperfeiçoarmo-nos na santidade. Agora e para sempre devemos ser possessão divina, pois é o que Deus espera de nós – Ver II Cor. 6:16-17." – O Atalaia, Maio de 1977 págs. 6 e 7.


A sábia orientação divina consiste em advertir-nos, seriamente, para os perigos e as nefastas conseqüências das bebidas. Os apreciadores de vinho não deviam ingeri-lo, justificando este desejo com exemplos bíblicos. Em vez de assim fazê-lo deviam meditar bem que esta fraqueza poderá levá-los à embriaguez, que está arrolada na Bíblia entre as obras da carne, que nos excluem do reino dos céus. (Gál. 5:21; I Cor. 6:10).


As Escrituras o condenam com veemência em muitas passagens, como os versículos 29 e 35 do capítulo 23 de Provérbios, por conseguinte, tocas as bebidas alcoólicas, logo ninguém deve ingeri-las escudado na Palavra de Deus.



Conclusão


Diante da exposição feita a única conclusão a que devemos chegar deve ser esta:


A sábia lição aos sacerdotes no santuário: o edificante exemplo dos nazireus; as ponderadas advertências de Salomão; e a orientação divina no caso de João Batista; as oportunas exortações do apóstolo Paulo com respeito a ser o nosso corpo o templo do Espírito Santo; a moral elevada que deve ser seguida na vida dos verdadeiros cristãos, tudo nos leva a afirmar: a abstinência do vinho ou de qualquer bebida alcoólica é o caminho seguro e o ideal proposto por Deus para os seus filhos em todas as idades e através de todas as épocas.


Conquanto o uso do álcool como bebida não seja condenado per si na Bíblia, os princípios de saúde esboçados nas páginas sagradas e os horríveis exemplos, tais como os de Nabal, dão autenticidade ao conselho dado por Ellen G. White de que "a única atitude segura é não tocar, não provar, não manusear". – A Ciência do Bom Viver, pág, 335.


Ela acrescenta que "a total abstinência é a única plataforma sobre que o povo de Deus pode conscienciosamente firmar-se." – Testimonies, vol. 7, pág. 75. – Comentário da Lição da Escola Sabatina, 21-5-1983, pág. 120.



DUAS EMBARAÇANTES PASSAGENS RELACIONADAS COM O VINHO



"Esse dinheiro dá-lo-ás por tudo o que deseja a tua alma, por vacas, ou ovelhas, ou vinho, ou bebida forte, ou qualquer cousa que te pedir a tua alma; come-o ali perante o Senhor teu Deus, e te alegrarás, tu e tua casa." Deut. 14:26.


"Dai bebida forte aos que perecem, e vinho aos amargurados de espírito." Prov. 31:6.


Limitar-nos-emos ao que diz o Comentário Adventista e a uma ligeira alusão de Adão Clark.


O que escreveram os teólogos e comentaristas adventistas sobre Deut. 14:26.


"Bebida forte. O vinho e a bebida forte aqui mencionados eram ambos fermentados. Em tempos passados Deus freqüentemente tolerava a grosseira ignorância responsável por práticas que Ele nunca pôde aprovar. Mas finalmente veio o tempo quando, em cada ponto, Deus ordenou a todos os homens que se arrependessem (Atos 17:30). Então aqueles que persistissem em suas práticas, a despeito do conselho e advertência não mais teriam uma desculpa para seu pecado (João 15:22). 'Se eu não viera, nem lhes houvera falado, pecado não teriam; mas agora não têm desculpa do seu pecado.' No seu procedimento anterior eles não tinham pecado e Deus não os considerava totalmente responsáveis, embora suas obras estivessem afastadas do ideal. Sua longanimidade é extensiva a todo aquele que não sabe o que está fazendo (Luc. 23:34). Como Paulo que perseguia a Igreja ignorantemente na incredulidade eles podem obter misericórdia."


Depois de falar que Deus suportou a escravatura e a poligamia, coisas contrárias aos princípios divinos, o SDABC assim conclui:



"Assim foi com o 'vinho' e 'bebida forte'. A ninguém era estritamente proibido beber, exceto os engajados em deveres religiosas e talvez também na administração da justiça (Lev. 10:9; Prov. 31:4). Os males do 'vinho' e da 'bebida forte' foram claramente indicados, o povo aconselhado a abster-se deles (Prov. 20:1; 23:29 a 33), e uma maldição pronunciada sobre aqueles que induzissem outros a abusar da bebida (Hab. 2:15). Mas Paulo coloca diante de nós o ideal declarando: 'Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.' (I Cor. 10:31), e informa que Deus destruirá aqueles que desonram seus corpos (I Cor. 3:16-17). Coisas intoxicantes destroem o templo de Deus e seu uso não pode ser considerado um meio de O glorificar (I Cor. 6:19-20; 10:31). Paulo abandonou o uso de cada coisa prejudicial ao seu corpo (I Cor. 9:27). Não há desculpa hoje para o argumento de que não há nada intrinsecamente errado no uso de bebidas intoxicantes, baseando-se no fato de que uma vez Deus as permitiu. Como já foi notado, Ele também permitiu uma vez a escravatura e a poligamia. A Bíblia adverte que os bêbados não herdarão o reino de Deus (I Cor. 6:10)."


Sobre Prov. 31:6 este mesmo Comentário tece as seguintes considerações:


"Pronto para perecer. Sem o conhecimento de narcóticos possuído pelos médicos hoje, os antigos tinham freqüentemente apenas várias misturas de bebidas intoxicantes e preparações de ervas narcóticas com as quais insensibilizavam as dores de doenças fatais. Àqueles que eram crucificados, no tempo de Cristo, ofereciam-lhes uma mistura de vinagre e fel. Nosso Senhor recusou beber aquela mistura. Ele desejava uma mente clara para resistir à tentação de Satanás e conservar forte Sua fé em Deus."


Adão Clark apresenta esta mesma idéia sobre Provérbios 31:6, apenas usando vocabulário diferente:


"Dai bebida forte para aquele que está morrendo. Já temos visto que bebidas embriagantes eram misericordiosamente dadas aos criminosos condenados, para torná-los menos sensíveis às torturas que enfrentariam na morte. Isto é o que foi oferecido a nosso Senhor, mas Ele recusou."


Do matutino paulista "O Estado de São Paulo" de 22-1-1984, retirei a seguinte nota:


"A História nos cientifica que no tempo de Napoleão a pobreza da farmácia não oferecia muitas possibilidades de aliviar os sofrimentos dos feridos. Não lhes era oferecida senão uma esponja embebida em suco de ópio para sugar."


Fonte: Pedro Apolinário - Explicação de Textos Difíceis da Bíblia
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sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Curiosidades - Verbo Duvidar

"Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a DEUS, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento." (Tiago 1: 5-6)

Os latinos dividere (dividir) e dubitare (duvidar) originaram-se da composição radical indo-européia *dwō-weidh-er (separar em dois, separado entre dois; etc.) e tiveram estas evoluções: 1) dwōweidher > duōveider > duvider > dividere; 2) dwōweidher > duōbeiter > dubiter > dubitare. Logo, quem duvida está dividido entre duas coisas... *dwō (dois); *weidh (dividir, separar); *er (ir; que movimenta; etc.).

Fonte: Professor Paulo Mappelli Siqueira
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quarta-feira, 19 de setembro de 2007

NÃO TENHA MEDO DE ARRISCAR - A BOMBA D'ÁGUA

Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Eis que ele chegou a uma cabana velha, desmoronando, sem janelas e sem teto. Andou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.

Olhando ao redor, viu uma velha bomba de água, bem enferrujada. Ele se arrastou até a bomba, agarrou a manivela e começou a bombear, a bombear, a bombear sem parar. Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostrado, para trás. E notou que ao seu lado havia uma velha garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia:
"Meu Amigo, você precisa primeiro preparar a bomba derramando sobre ela toda água desta garrafa. Depois faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir, para o próximo viajante."

O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa
estava quase cheia de água! De repente, ele se viu num dilema. Se bebesse aquela água, poderia sobreviver. Mas se despejasse toda aquela água na velha bomba enferrujada, e ela não funcionasse morreria de sede. Que fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar vir a ter água fresca, fria, ou beber a água da velha garrafa e desprezar a mensagem? Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... E a bombear e pôs-se a ranger e chiar sem fim. E nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando.

Então, surgiu um fiozinho de água, depois, um pequeno fluxo e finalmente, a água jorrou com abundância ! Para alívio do homem a bomba velha fez jorrar água fresca, cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente. Encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante. Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante. Encheu-a até o gargalo, arrolhou-a e acrescentou uma pequena gota: "Creia-me, funciona. Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta."

Conclusão:

Quantas vezes temos medo de iniciar um novo projeto, pois este demandará um enorme investimento de tempo, recursos, preparo e conhecimento. Quantos ficam parados satisfazendo-se com pequenos resultados, quando poderiam conquistar significativas vitórias.
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Lições que a vida ensina...

Primeira importante lição:

Durante o segundo mês na escola de enfermagem, o professor apresentou um questionário. Ele era bom aluno e respondeu rápido todas as questões até chegar a última que era: "Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?" Sinceramente, isso parecia uma piada. Ele já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como ia saber o primeiro nome dela? Entregou o teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um outro aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota. "É claro!", respondeu o professor. "Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples 'alô'". Ele nunca mais esqueceu essa lição e também acabou aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.

Segunda lição importante:

Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal. O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona. Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam.Um Jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajuda-lá. O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela. Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele para agradecê-lo. Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz. Para a surpresa dele, era uma enorme TV colorida com o console e tudo estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia: "Muito obrigada por me ajudar na estrada aquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse. Deus o abençoe por ter me ajudado. Sinceramente, Sra. Nat King Cole"

Terceira importante lição:

Sempre se lembre daqueles que te serviram. Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou a uma mesa. Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele. "Quanto custa um sundae?" ele perguntou. "50 centavos" - respondeu a garçonete.. O menino puxou
as moedas do bolso e começou a contá-las. "Bem, quanto custa o sorvete simples?" ele perguntou. A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete perdendo a paciência. "35 centavos" - respondeu ela, de maneira brusca. O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: "eu vou querer, então, o sorvete simples". A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu. Quando a garçonete voltou, ela começou a chorar à medida
que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas - ou seja,
veja bem, o menino não pediu o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.

Quarta importante lição:

O obstáculo no nosso caminho. Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho. Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra. Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas nenhum deles tentou
sequer mover a pedra dali. De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.
Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra. A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho. O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu: "Todo obstáculo contem uma oportunidade para melhorarmos nossa condição".

Quinta importante lição:

Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz que sofria de uma terrível e rara doença. A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.
O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã. Eu o vi hesitar um pouco, mas, depois de uma profunda respiração, ele disse: "Tá certo, eu topo já que é para salvá-la...". À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor. De repente, o sorriso dele desapareceu e ele empalideceu. Ele olhou para o médico e perguntou com a voz tremula - "Eu vou começar a morrer logo,logo?" Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico, ele pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã! Pois é, compreensão e atitude são tudo.

Anônimo
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terça-feira, 18 de setembro de 2007

Madonna recebe críticas de judeus por interesse em cabala

Madonna foi alvo de críticas de alguns judeus após sua recente passagem por Israel, onde assistiu à conferência sobre cabala. A cantora participou do evento ao lado de famosos como Demi Moore, Ashton Kutcher e Rosie O'Donnell.

Durante a viagem, Madonna, que se encontrou com o presidente israelense Shimon Perez e também celebrou o ano novo judaico, comentou em tom de brincadeira ser a embaixadora do judaísmo.

Este envolvimento de Madonna com assuntos ligados à religião gerou descontentamento entre judeus, segundo reportagem publicada no site da revista "Rolling Stone".

Líderes religiosos entrevistados pela revista consideraram faltar à cantora conhecimentos sobre o judaísmo, para que ela possa ser instruída em cabala. David Batzri, da Shalom Yeshiva, acredita que muitos dos próprios judeus precisam conhecer melhor os preceitos religiosos para compreender os segredos da religião. Ele também disse ser contra uma não-judia ter acesso ao conhecimento.

Outro estudioso da cabala, o qual pediu para não ter seu nome divulgado, disse à publicação que "na cabala é reconhecido que a impureza e a maldade são atraídas pela santidade. É por isso que as pessoas de Hollywood, um lugar de imoralidades, são naturalmente atraídas à santidade da cabala".

O interesse de Madonna por cabala ficou conhecido em 1998. Nesse ano, ela lançou o disco "Ray of Light", repleto de referências à mística judaica e temas orientais.

Em 2004, ela esteve em Israel para celebrar a chegada do Ano Novo judaico e conhecer mais sobre a cabala. Na época, a visita gerou protestos entre grupos de judeus fundamentalistas. Eles afirmaram ser a cabala um conhecimento complexo o qual deve ser proibido às mulheres. Para os religiosos, elas podem "enlouquecer".

Fonte: Folha Online
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domingo, 16 de setembro de 2007

QUEM VENCEU NA ABSOLVIÇÃO DE RENAN CALHEIROS

Nome: Elizeu C. Lira Local: Uberlândia : MG : Brasil Curriculum: Jornalista, ex-Redator da Casa Publicadora Brasileira, Tatuí-SP, atualmente faz pós-graduação em Ciência da Religião.



Se o leitor atento à minha coluna deste site percebeu, terminei o último artigo aqui publicado fazendo menção a esta possibilidade e, também, ao fato de que isso, com certeza, não isentaria o zumbi presidente do Senado de ter de encarar o julgamento da história e as implacáveis barras do “Supremo Tribunal Divino”.

Agora, após mais este golpe – creio que fatal – nas esperanças brasileiras de uma mudança de postura e depuração do corpo dos seus representantes políticos, eu pensei logo em escrever sobre os labirintos deste nefasto processo. Queria desvendar os meandros do acordo que livrou Renan Calheiros da “forca”.

Estava decidido a analisar, neste espaço, as maquinações de gente tipo José Sarney que, além de ser escritor e ex-presidente, é supersticioso (por exemplo: só sai pela mesma porta que entrou, para “o seu anjo da guarda não se perder”) e conseguiu a proeza de se eleger senador de um estado, Acre, onde nunca morou e quiçá coloca os pés “imortais” de membro da Academia Brasileira de Letras.

O Mote
Como disse, o meu cérebro começou a trabalhar nesta direção enquanto ia para mais uma das mais de 30 noites de conferências públicas na Lagoinha, um dos locais mais barra pesada de Uberlândia. No entanto, ao retornar para casa quase 23h, depois de deixar minha equipe numa das estações de ônibus e ter cumprido ainda outro compromisso, fui assistir à gravação do JN e, para meu espanto, deparei-me com uma frase de Renan Calheiros que, para ele, traduzia o resultado: “Venceu a democracia!”

Será? O prezado leitor concorda com isso e endossa tal declaração? Olha, somos livres para falar o que queremos e, também, para concordar ou não com quem quer que seja. Isso não significa, entretanto, que sejamos livres – ou tenhamos esta capacidade – para apagar o passado ou anular aquilo que tenhamos dito, escrito ou feito.

Pois bem, neste quesito, entra aquela declaração do Renan, em desespero de causa, de que o motivo por que ele estava passando por todo este “martírio” e “calvário” – sim, leitor, sua santidade Renan I comparou-se a Jesus Cristo – eram “os excessos da democracia”. É, isso seria apenas ridículo, se não fosse tão perigoso vindo dos lábios do maior representante do Poder Legislativo.


Quem perdeu
A primeira a perder, na vitória temporária de Calheiros, foi exatamente a democracia – a mesmo que ele invocou após o resultado final da votação. A menos que ela deixe de expressar, a partir de agora, a vontade do povo, o que se viu nesta decisão foi a “coitada” sendo atropelada de todas as formas possíveis e imagináveis para que a absolvição fosse alcançada.

Proibiu-se o uso de celulares e computadores na sessão do Senado. Os microfones foram arrancados da sala. Tudo foi feito no escurinho, na penumbra. O editorial da Folha de S. Paulo desta quinta feira, 13 de setembro de 2007, classifica todas as manobras renanzistas como “procedimentos de sigilo que caberiam melhor numa reunião entre lideranças da contravenção do que em plenário de um dos poderes da República”.

Vale a pena acrescentar um comentário de Clóvis Rossi, em sua coluna: “Quem se esconde de alguém é porque tem vergonha do que faz. Quem se esconde do público que o elegeu e lhe paga o salário é necessariamente um sem-vergonha, para dizer apenas o que é permitido”.

Neste caso, também perdeu o Senado da República que teve literalmente nas mãos a oportunidade de se depurar e melhorar a imagem altamente desgastada perante a opinião pública. Ao invés da limpeza ética, o que se viu foi o chafurdar na lama; fazendo a quarta-feira, 12 de setembro de 2007, entrar para os registros como “um momento vergonhoso na história do Legislativo brasileiro”.

Um dia depois do fatídico 11 de setembro americano, nós vivemos o dia em que, “protegido pelo corporativismo, pela pequenez e pela covardia da maioria de seus pares”, Renan Calheiros conseguiu uma sobrevida para a tortuosa carreira política. Numa biografia marcada pela mentira, dissimulação, contratos “fantasmas”, “bois voadores” e uma “plantação de laranjas”, por trás das suas empresas e concessões de rádio, que daria inveja ao Cutrale e aos maiores plantadores de cítricos da Flórida (EUA).

Perdeu Aloizio Mercadante, uma das estrelas do PT e o senador mais votado nas últimas eleições, que, com o discurso de que “sacrificar Renan faria de Lula o próximo alvo”, conseguiu cabalar uns votinhos decisivos contra a cassação. Além disso, contrariando o que falou em público para justificar a sua abstenção, como se fosse possível justificar o injustificável, o seu voto – entre os seis da omissão criminosa – forjou exatamente a diferença necessária para manter Calheiros no cargo e, de quebra, como presidente da Casa.

Quem venceu
Nesta decisão em que um grupo de 41 membros do Senado, contando com as seis covardes abstenções, votou favorável ao seu presidente, cumpre-nos alistar aqui alguns dos grandes vencedores.

Venceu um dos governos mais corruptos da história. Governo que surfa na corrupção, em meio ao mar de lama que instaurou neste país, e que trabalhou muito nos bastidores para construir este resultado. Para tanto, colocou em campo sua tropa de choque liderada pelo ministro Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) e pela líder petista no Senado Ideli Salvatti (SC).

Venceu a corrupção que grassa neste país que nem praga, enriquecendo políticos, empreiteiros e lobistas desonestos. Mantendo no posto juízes que negociam sentenças com bicheiros, donos de caça-níqueis e traficantes. Corruptos agentes da lei que, investidos de poder, libertam os criminosos e culpados e colocam nas academias do crime – que são as prisões brasileiras – os indivíduos que cometem pequenos delitos e, não dispondo de recursos para pagar bons advogados, acabam sendo jogados ali junto com bandidos e assassinos contumazes.

Venceu a mentira, o conchavo, o jogo sujo dos bastidores. A promiscuidade entre os poderes Executivo e Legislativo. A prática do “É dando que se recebe”. A política com “p” bem minúsculo que perpetua a desonestidade, a hipocrisia e o deboche para com a população brasileira que paga a segunda mais alta carga tributária do planeta (até estes dias, era a primeira) para manter as regalias de uma classe política em que pontificam indivíduos tais como Renan Calheiros.

Venceu a falta de transparência. A truculência verbal. Ameaças, claras e veladas, que o czar das Alagoas fez a homens públicos de moral inquestionável do quilate dos senadores Jefferson Peres e Pedro Simon. As agressões físicas sofridas por aquele grupo de deputados federais – entre eles Jungman e Gabeira – que haviam conseguido junto ao STF o direito de assistir ao julgamento no Senado.

Moeda de troca?
Não resta dúvida que venceu, também, a ineficiência administrativa do Governo Lula, do qual o Poder Legislativo tornou-se mero apêndice. Venceu o desgoverno que nos “brindou” com o apagão aéreo e, agora, está patrocinando o “espetáculo do apagão da saúde”. Com hospitais quebrados e falidos. Para se ter uma idéia do tamanho da crise, só nos 45 hospitais universitários do país a dívida chega a R$ 450 milhões. Sem reajuste na verba enviada pelo governo há três anos e sem reposição dos quadros de funcionários, muitas dessas instituições começam a paralisar o atendimento à população – que, como sempre, é quem mais sofre com estas crises e apagões no atendimento público.

São filas intermináveis. Multidões de doentes esperando ser atendidos. Médicos em greve. Pessoas morrendo nos corredores dos hospitais. Unidades de transplante desativadas, novos centros cirúrgicos fechados e equipamentos quebrados e, o que é pior, sem nenhuma expectativa de uma data para conserto.

Venceu a impunidade! Em meados de agosto, Paulo Maluf, que foi o deputado federal mais votado por São Paulo nas últimas eleições, foi beneficiado pelo tempo nas acusações que sofre por suposto superfaturamento de obra – o crime foi prescrito (terminou o prazo estabelecido por lei para que ele fosse levado a julgamento).

Curiosamente, nesta mesma época, numa das mais longas audiências de família ocorridas no Fórum de Pinheiros, em SP, com mais de cinco horas de duração, Flávio Maluf, filho de Paulo Maluf, e a ex-mulher dele, Jaqueline, não conseguiram chegar a um acordo em termos de redução da pensão que Flávio paga a ela. Trata-se da maior importância já concedida na história do país: R$ 217 mil – por mês, montante que muito jogador famoso de futebol não chega a ganhar.

Como perguntar não ofende: Qual seria a razão para, na época do divórcio, Flávio Maluf concordar com um valor astronômico desses a título de pensão alimentícia? Por acaso seria algum segredinho de casamento que ele não gostaria que fosse revelado pela ex-esposa num momento de fúria?

Vamos transferir, agora, esta linha de raciocínio para o affair entre Lula e Renan: O que será que levou o Governo Lula a empenhar-se tanto – na surdina, é claro – pela absolvição de Renan Calheiros? Porventura seriam as ameaças – abertas ou veladas – que o “cadáver político” fazia, ao sentir a tampa do caixão se fechando? Deixo com o sapiente leitor todas as respostas para estas intrigantes perguntas.
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quarta-feira, 12 de setembro de 2007

COMPREENDENDO A PROFECIA DAS 2300 TARDES E MANHÃS

A finalidade desta pesquisa que se segue, é fornecer uma compreensão fácil sobre um tema pouco compreendido até mesmo por teólogos. Porém não entrarei em detalhes específicos sobre os acontecimentos proféticos, mas me detenho no *quando* a profecia se cumpre. Para isso ore a Deus para que Ele ilumine a sua mente a compreender este assunto de extrema relevância histórica, profética e espiritual.

Algumas pessoas se surpreendem ao estudar a profecia das 2300 tardes e manhãs e não encontrarem uma solução lógica que se encaixe perfeitamente com os eventos históricos já ocorridos. Explicando: A dificuldade limita-se a forma de cálculo utilizado para datar o início e fim desta profecia. È por isso que muitos não encontram o ano de 1844 como término da mesma e sim 1843.


O fato comum é que subtraem 457 (a data da saída da ordem para restaurar Jerusalém – Daniel 9:25) de 2300 e notam que não atingem o ano de 1844, e sim um ano a menos.


Se desejarmos saber matematicamente quando o referido tempo terminou, não podemos simplesmente subtrair desta forma, por que 457 é data, e 2300, número de anos. Para encontrar um resultado satisfatório, temos que transformar datas em anos. Assim, ao mudar 457 A.C para anos, podemos agora subtraí-lo de 2300.


O decreto de Artarxerxes foi emitido em 457 A.C no 7º ano de seu reinado (Esdras 7:1-28) e foi posto em execução no outono deste ano. Este decreto foi o primeiro a dar ao estado Judeu a autonomia completa.


Todos sabemos que um ano possui quatro estações. Em nosso País (Brasil) estes períodos do ano se chamam: Primavera, Verão, Outono e Inverno. Para fins de compreensão em nosso estudo iremos definir neste gráfico um ano completo com suas quatro estações :

Primavera

Verão

Outono

Inverno



Como o decreto foi predito em outono, concluímos que faltava mais ou menos 1/4 de ano para que este terminasse, já que o ano possui quatro estações, considerando que no hemisfério Norte o Outono começa entre o fim de setembro e começo de outubro.


A data para início é 457 A.C, mas o número de anos é 456 anos completos + 1/4 de 457 que ainda faltava transcorrer. Assim temos:

DATA

NÚMERO DE ANOS

ESTAÇÃO

457 A.D

456 completos + 1/4

Outono


Portanto, subtraindo 456+1/4 de 2300, encontramos a data desejada de 1844. Como a data de 457 A.C é antes de Cristo, é fácil compreender que faltava 3/4 de ano para este ser completo. Notem, que 1/4 de ano a mais não pode simbolizar a primavera e sim o outono, por que a linha de raciocínio neste caso é descendente (-).

DATA

NÚMERO DE ANOS

ESTAÇÃO

1844 A.D

1843 + 3/4

Outono


Creio que as dúvidas tenham sido sanadas, porém já que mencionamos esta profecia, o capítulo 9 de Daniel apresenta a profecia das setenta semanas como um período de tempo de 490 anos(70 semanas x 7 dias de uma semana) fazendo uma parte do tempo da profecia das 2300 tardes e manhãs. O seu estudo é de extrema importância por que através dele encontramos a data específica para a contagem desta profecia, sendo assim, Daniel 8:14 só poderá ser compreendido quando estudado com o capítulo 9 do mesmo livro.

Leia com atenção os seguintes versos para melhor compreensão:

*24 Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo.

25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos.

26 E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações.

27 E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador.* Daniel 9:24 a 27

O batismo de Cristo como vimos, aconteceria em 483 anos após a data de 457 A.C marcada pela ordem de restauração para Jerusalém. Calculando:

DADOS PROFÉTICOS

CÁLCULOS

7 semanas + 62 semanas = 69 semanas

69 semanas X 7 (dias semanais) = 483 anos


Assim temos: 483 (69 semanas) - 456+1/4 (*ordem de restauração*) = 26+3/4. O batismo de Jesus aconteceria em Outono. Assim temos:

DATA

NÚMERO DE ANOS

ESTAÇÃO

27 A.D

26 + 3/4

Outono

BATISMO DE CRISTO


A morte de Jesus ocorreria 3,5 anos depois do batismo (metade da última semana – vs 27 ). Como a conta envolve quartos e não meios, subtende-se que metade de um ano seria 2/4, já que um ano completo possui quatro estações, 4/4. O resultado seria 3,5 anos, o mesmo que 3+2/4 + 26+3/4 = 29+5/4 ou 30+1/4. A cruz foi levantada 30 anos completos depois de Cristo mais 1/4 de ano seguinte (Sabemos que Cristo morreu por ocasião da páscoa). Assim temos:

DATA

NÚMERO DE ANOS

ESTAÇÃO

31 A.D

29+5/4 ou 31+1/4

Primavera

Morte de Cristo


Até a morte de Estevão são mais 3,5 anos, e as 70 semanas, ou 490 anos, chegam ao fim. Somando 3+2/4 a 30+1/4 o resultado é 33+3/4 do ano seguinte ou em data, 34 A.D. Assim temos:

DATA

NÚMERO DE ANOS

ESTAÇÃO

34 A.D

33 + 3/4

Outono

Fim das 70 semanas – Morte de Estevão


Neta altura percebemos que falta 1810 anos para concluirmos a data profética. Explicando: Subtraindo 490 (número correspondente das 70 semanas) de 2300 sobram 1810 anos que somados a 33+3/4 chegamos também ao resultado desejado: 1843+3/4 ou mais precisamente como conhecemos outono de 1844.


O gráfico final o ajudará a visualizar de forma completa os eventos ocorridos durante os períodos das 2300 tardes e manhãs. Assim temos:

NÚMERO DE ANOS

456+1/4 (A.C)

26+3/4

30+1/4

33+3/4

1843+3/4

EVENTO

Ordem para restaurar Jerusalém – Decreto do Rei Artarxexers

Batismo de Jesus

Morte de Cristo

Morte de Estevão

Fim dos 2300 tardes e manhãs – Início do Juízo investigativo

457 A.C

27 A.D

31 A.D

34 A.D

1844 A.D

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