quinta-feira, 30 de novembro de 2006

UMA MELHOR TRADUÇÃO DE ROM. 1:17B - JUSTIFICAÇÃO

A tradução de Almeida – Edição Revista e Corrigida – apresenta: "Mas o justo viverá da fé"; enquanto na Revista e Atualizada no Brasil aparece "O justo viverá por fé".



Estudos recentes, feitos por ilustres exegetas, baseados na Teologia Paulina e em considerações específicas sobre a epístola aos Romanos têm sugerido que uma melhor tradução seria: “O justificado pela fé, viverá.”



O problema com o texto grego é o seguinte: ele pode ser lido de duas maneiras:



1ª) O justo / viverá pela fé.



2ª) O justo pela fé / viverá, ou o que for justificado pela fé, viverá,



Em outras palavras: a expressão – ek pisteos (pela fé) pode ligar-se ao verbo dzesetai (viverá) ou com o dikaios (o justo) apresentando em cada caso um sentido diferente.



É bastante conhecido o fato de que os primitivos manuscritos não possuíam pontuação alguma, e ao ser esta colocada a passagem poderia ser lida com sentido bem diferente ao ser alterada a sua pontuação. Esta afirmação pode ser comprovada com estes exemplos e com muitos outros que poderiam ser alistados.



Ressuscitou, não está aqui.



Ressuscitou? não, está aqui.



A voz daquele que clama no deserto: preparai o caminho do Senhor.



A voz daquele que clama: no deserto preparai o caminho do Senhor.



Em verdade te digo: hoje estarás comigo no paraíso.



Em verdade te digo hoje: estarás comigo no paraíso.



Em última análise, o problema de Rom. 1:17 segunda parte, é também um problema de pontuação como é facilmente deduzível.



Sabemos que a citação de Rom. 1:17 é tirada de Habacuque 2:4, mas que aparece na versão da Bíblia Septuaginta da seguinte maneira:



- O justo pela minha fé viverá.



A teologia de Paulo nos afiança de que o homem justificado pela fé é o único que possui vida. Ele insiste na tecla de que a lei não pode dar vida, porque esta vem unicamente de Cristo, recebida através da fé. O grande tema da epístola aos Romanos pode ser sintetizado nesta frase: O pecado conduz à morte; a justificação conduz à vida (Rom. 5:17, 21; 8:10).



Os escritores do Velho Testamento criam que a justificação vinha através da observância da lei: Lev. 18:5; Hab. 2:4, mas Paulo nos ensinou que a justificação vem através da fé em Cristo. A lei só poderia doar vida se o homem pudesse por si mesmo cumprir todos os seus requisitos, porém, isto não é possível.



O estudioso Anders Nygren em seu Commentary on Romans, página 86, afirma que a ênfase na primeira parte da epístola aos Romanos está na palavra fé, através da qual vem a justificação. Nos primeiros 4 capítulos – pistis ou o verbo pisteuo aparecem pelo menos 25 vezes, enquanto vida – dzoê, é usada 2 vezes. Em oposição nos 4 capítulos seguintes pistis (fé) é usada 2 vezes e dzoê – 25. Assim sendo nos primeiros quatro capítulos predomina a justificação pela fé, mas nos capítulos cinco a oito Paulo enfatiza a vida vitoriosa em Cristo ou a santificação.



Estudiosos sustentam que Paulo ao citar Habacuque, ele não queria dizer "viver pela fé", mas "ser justificado pela fé" ou sendo "justificação pela fé" é a condição necessária para alcançar vida.



Rudolf Bultmann, Theology of the New Testament, pág. 270 diz: "Se o homem, antes da fé, é um homem caído no poder da morte, o homem sob a fé é o homem que recebe vida. A passagem paralela de Rom. 5:1 – dikaiothentes ek písteos – justificados pela fé, nos confirma que esta será uma melhor tradução em Rom. 1:17.



Estudiosos profundos dos problemas exegéticos e de tradução, como Lange, Beza, Meyer e Dr. Benedito de Paula Bittencourt ligam "pisteos" com "dikaios" dando-lhe a seguinte tradução: "O homem que é justificado pela fé – viverá."



A prova de que estas afirmações são procedentes se encontra nas abalizadas traduções: Nygren, Beza, RSV, NEB, O Novo Testamento na Linguagem de Hoje.



Adaptado: Pr. Pedro Apolinário (Apostila de Textos Difíceis)
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terça-feira, 21 de novembro de 2006

O SIGNIFICADO DA CRUZ PARA OS CRISTÃOS ORIENTAIS

Levando em consideração o caso recentemente divulgado da funcionária da British Airways que foi suspensa por se recusar a tirar ou cobrir um colar com um crucifixo, esse artigo trata do significado da cruz para comunidades cristãs no mundo muçulmano.

No Ocidente, mulheres usam, freqüentemente, um crucifixo simplesmente como uma jóia moderna, mas, para os cristãos no Oriente Médio, que resistiram a catorze séculos de opressão islâmica, a cruz tem uma simbologia profunda de identificação com sua fé, sua igreja e sua comunidade.

Enquanto que para os muçulmanos a cruz é um símbolo odiado de uma religião “falsa”, religião essa que foi alvo dos exércitos muçulmanos no primeiro ataque violento islâmico e que, mais tarde, respondeu militarmente nas Cruzadas sob esse símbolo, para os cristãos de igrejas antigas no Oriente Médio, que já sofreram muito, a cruz significa sua identidade como uma comunidade cristã. Para esses cristãos, a cruz simboliza os longos séculos de perseguição e martírio, e sua lealdade à sua igreja perante a perseguição muçulmana. A cruz se tornou um símbolo da essência do seu “cristanismo” e uma marca extrema de identificação que os difere da maioria, geralmente, hostil.

O ódio muçulmano pela cruz é evidente na hadith (tradições), que profetiza à fé muçulmana que, no fim dos tempos, Jesus irá reaparecer como um muçulmano e quebrará todas as cruzes. Na história, por exemplo, o califa al-Mansur (754-775) proibiu que a cruz fosse exibida em público e destruiu algumas cruzes que ficavam no topo de algumas igrejas. A proibição de exibir a cruz em público continua em vigor, atualmente, na Arábia Saudita. O califa al-Hakim (996-1021) obrigou cristãos a usarem uma cruz de cinco pontas em seus pescoços como um sinal de humilhação.

Cristãos coptas no Egito vêem sua cruz como a maior vitória de sua igreja e como um símbolo de seu longo martírio. Eles tatuam a cruz no pulso direito, como forma de orgulho e oposição, como uma marca indestrutível de sua identificação com sua comunidade e igreja, apesar de saberem que essa marca visível pode trazer desprezo e discriminação na sociedade em que vivem, onde a maioria é muçulmana.

Às vezes, os ataques físicos a cristãos no Egito são focados na tatuagem da cruz em seus pulsos. Por exemplo, em abril de 2005, uma garota copta de 17 anos foi seqüestrada por um grupo extremista islâmico (o seqüestro e a conversão forçada de jovens coptas é um problema grave no Egito). Durante 23 horas, ela foi drogada, estuprada e tentaram remover a tatuagem dela com uma tesoura.

Enquanto que para os cristãos protestantes o símbolo físico da cruz não é uma questão essencial de fé, para muitos cristãos no mundo oriental, isso ainda continua sendo um símbolo forte da morte e ressurreição de Cristo, a alma de sua fé. Ao usá-la, eles se identificam com Cristo e com sua humilhação e sofrimento.

O artigo é de cunho informativo e histórico. (Curiosidade Cultural). Em nenhum momento representa apoio ao uso físico da cruz ou denota poderes espirituais ao mesmo.

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APÓSTOLOS SE CRÊEM UNGIDOS DE DEUS, DIZEM LÍDERES EVANGÉLICOS

O título de apóstolo está na moda na América Latina e no Caribe, onde pastores se consideram ungidos de Deus, validados pelo crescimento de suas igrejas, mas assumindo posturas autoritárias, asseguraram pastores e líderes evangélicos no debate com o teólogo norte-americano Juan Stam.

Após proferir conferência sobre Poder e Autoridade no marco das atividades dos 90 anos da Primeira Igreja Batista de Manágua, que a denominação celebrará em março de 2007, Stam declarou à ALC que muitos pastores atuam como ditadores ao se intrometerem em todos os aspectos da vida dos fiéis, como se tudo soubessem ou estivessem em linha direta com o Todo-Poderoso. "Eu recomendo a esses pastores que aprendam a consultar e trabalhem em equipe, em grupos, que consultem e que acompanhem os seus fiéis", disse o teólogo.

Essa tendência ditatorial provoca malefício às pessoas e acontece em todos os países da América Latina, agregou o teólogo. Ele contou que ouviu fiéis afirmarem que amam a sua igreja, mas não gostam que o pastor escolha com quem devem casar.

Stam disse, na conferência, que o apóstolo é o enviado, o mensageiro, e na Bíblia não aparece nenhuma sucessão de apóstolos, mas sim que eles foram testemunhas da ressurreição.

A verdade é que esse titulo está na moda e pastores ou líderes utilizam-no porque dá mais autoridade, mas sobretudo recorrem ao título aqueles pastores que têm sede de poder e dinheiro. Outros usam esse nome porque o titulo de pastor é muito pequeno para pregadores de mega-igrejas. “O que a Igreja precisa é de servos”, destacou.

O pastor da igreja Batista, Félix Ruiz, disse que o movimento de apóstolos que se entendem ungidos está criando conflito nas congregações e que nas igrejas da Convenção Batista já ocorreram divisões. Na Nicarágua pastores usam o termo apóstolo e até mesmo de benfeitores da humanidade.

Stam disse que é preocupante para a Igreja escutar um pregador que sabe tudo, que só ele é autorizado, que só ele pode levantar a voz. Essa tendência hierárquica não é sadia na igreja, destacou.

O teólogo norte-americano pediu aos pastores para não sejam autoritários.

Fonte: ALC
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quarta-feira, 1 de novembro de 2006

SOU EU UM MEMBRO DA TRIBO DE DÃ?

Sermão desenvolvido pelo Pastor Elbert kun (Mongólia)


OBJETIVO: Levar a congregação a refletir sobre o problema da crítica e julgamentos.

INTRODUÇÃO:



Apoc. 7:4




No registro das tribos encontradas em apocalipse 7, a última vez em que se menciona as 12 tribos na Bíblia, o relato fala dos 144.000, um grupo especial, que venceram todas as suas batalhas, são irrepreensíveis, derrotaram satanás e seus anjos.



CARACTERÍSTICAS DAS TRIBOS



Havia entre o grupo dos 144.000, representantes de todas as tribos de Israel. Aí encontramos:

  • Ruben tendo vencido todas as suas fraquezas,
  • Simeão e Levi neste tempo já estão com a vida transformada.
  • Judá estava reconciliado com seus irmãos.
  • Issacar e Zebulon estão em seus lugares.
  • Quando chamados ali respondem Gade, Aser, Naftalí juntamente com manasses e Benjamim.

Apoc. 7:9

Comentário:

Todos tem uma historia, de lutas e vitórias, fracassos e sucessos, mas enfim, pelo sangue de Jesus venceram, estes os que lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do cordeiro.


AUSENCIA DA TRIBO DE DÃ



Ao fazermos uma leitura mais detalhada, percebemos algo interessante, existe entre os filhos de Jacó, uma ausência, uma das tribos não é mencionada em apocalipse, e esta é a tribo de Dã.



RELATO HISTÓRICO DA TRIBO DE DÃ



Em Gênesis 49, Jacó chama seus filhos e dá a eles as ultimas orientações, ali encontramos a tribo de Dã. O profeta Ezequiel no capítulo 48 ao relatar as terras que cada tribo recebeu menciona Dã recebendo sua porção.



Mas entre o tempo de Ezequiel e o tempo em que João, algo aconteceu fazendo com que Dã excedesse em impiedade os demais irmãos, as demais tribos, a ponto de ser excluído de seus irmãos e excluído da herança eterna.



PERGUNTAS PARA CONSIDERAR



Mas o que será que ocorreu de tão terrível que deixou Dã e seus membros fora do Céu? O que será que eles fizeram de tão abominável aos olhos de Deus que os deixou fora do lar celestial?



EXPLICANDO:




Gen. 49:1 e 2




  • Jacó chama seus filhos,
  • Dá a cada um deles uma benção e lhes faz saber algumas coisas que ocorreriam no futuro
  • Tentar preveni-los de errarem.
  • Começa com Ruben, Ruben meu filho você..., Simeão..., Leví..., Até chegar no V. 16 em Dã. Dã será a tribo que julgará seu povo.

GRANDE ELOGIO FOI DADO A DÃ!

Ter a capacidade de fazer juízo, ser aquele que deveria julgar. Que valioso dom, pois é preciso muita capacidade para ser juiz. Isto exige uma penetrante visão da natureza humana com toda sua complexidade, exige uma exata percepção do certo e do errado, é necessário juízo equilibrado.



Nenhum Rubem poderia entrar aí, nenhum apaixonado Simeão, nenhum tardio Issacar. Dã sobressai a todos eles, perspicaz, varonil, alerta.



Dã deveria ter se tornado um colaborador de seus irmãos, deveria ser uma poderosa força para o bem em Israel.



O PROBLEMA DA TRIBO DE DÃ. VIRTUDE OU PROBLEMA?

Gen. 49: 17

Comentário:

Faça em sua mente o seguinte quadro: uma pessoa em seu cavalo passando por um caminho envolvido de arbustos, no meio destes arbustos está uma serpente à espreita, só esperando o cavalo passar, então salta, morde o calcanhar do cavalo, fazendo-o empinar e atirando o cavaleiro para trás ferindo-o profundamente, talvez até matando-º.



O grande problema de Dã, foi não ter seguido o plano de Deus, e desviado de Sua vontade. Por que ficaram fora do Céu?

  1. Falso testemunho.
  2. Mordiam por trás querendo aparentemente ajudar.
  3. Levantavam boatos, falavam sem ter certeza, se o fato era ou não verdade.

É o terrível pecado do mexerico, da calúnia, da difamação. Fico a pensar: será que eu não faço parte da tribo de Dã? Será que não estou envolvido em alguns destes erros?



GERALMENTE :



  • O irmão Danita não tem a real noção de quem é, e dos inúmeros erros que tem.
  • Não conseguimos fazer uma análise de nós mesmos e perceber que temos maiores erros.



Mateus 7:3-5.



Argueiro é um pequeno cisco, trave é um grande pedaço de madeira.



O IRMÃO E A IRMÃ DANITA, AO JULGAR OS OUTROS:



  • Aumentam seus defeitos
  • Diminuem suas virtudes.
  • Comigo tudo bem, com os outros tudo mau. Isto não é nada mais nada menos que orgulho próprio em dose concentrada.

Ex: FARISEU X PUBLICANO



Fariseu: graças a Deus porque não sou como os demais membros da minha igreja, graças a Deus que não tenho os pecados do irmão A, B, ou C tem. Graças a Deus, pois sou melhor que eles. Em outras palavras: comigo tudo bem com eles tudo terrível.



Este tipo de cristão que faz parte dos Danitas, ao agir desta forma se coloca totalmente fora do alcance da possibilidade de arrependimento e obstrui o trabalho do Espírito Santo, pois o Espírito Santo não trabalha em corações de homens e mulheres mordazes. E quão terrível é alguém não ter em sua vida o Espírito Santo.



A GRANDE TRAGÉDIA DOS DISCÍPULOS DE DÃ

A grande tragédia é que o irmão Dã vai se perder, mas o pior é que não vai sozinho, pois levará outros a se perderem por sua influencia maléfica. É por isso irmãos que Deus é tão severo e não tolera este pecado.



I Cor. 6:9 e 10, A Bíblia é clara sem mais palavras.




O QUE É UM MALDIZENTE? É um boateiro, pessoa de língua solta. É aquele que na frente sorri, mas nas costas fala mal a nosso respeito. Paulo o coloca entre os principais pecados e diz que nenhum que esteja nele envolvido herdará o céu! Maldizente é o explorador de escândalos.



O PROCESSO DO IRMÃO E IRMÃ DANITA É O SEGUINTE:

Ex: DETÉM O AMIGO NA ESQUINA: (diácono)

Você sabe o que fez o DIÁCONO tal. “Eu pensava que aquele homem fosse uma coluna da igreja. Poderia ser chamado de santo, mas o mês passado segundo me disseram, ele... seus filhos... e dizem que sua mulher... naturalmente é um grande escândalo para a igreja e devemos conseguir uma reunião para esclarecer isto e expulsá-lo”. Eis o irmão Dã. Irmão Dã, o maledicente, o que morde por trás.



OU TALVEZ A IRMÃ DÃ: “dei um pulinho aqui irmã, mas é só um minuto. Não posso demorar, pois a comida ta no forno. Achei que precisava falar isso com alguém. Você conhece a irmã x? julgávamos tão boa senhora – profª da E S, dirigente da Adra e tudo mais. Não poderíamos imaginar que aquela senhora fizesse qualquer coisa ruim, mas sabe o que eu soube esta semana? Agora não quero que passe a mais ninguém. É terrível, é vergonhoso; mas não guarde isso contra ela. Quem diz que a outra vai ficar quietinha. E assim o mal, e talvez haja sido um mal mesmo, cresce, expande e floresce no espírito maledicente dos Danitas, até que dilacera a igreja, e lança fora da carreira cristã, do caminho da salvação, esta aquela e mais outras ovelhas que necessitam de Pastor e não de serpente.



Salmos 101:5 “aquele que as ocultas calunia o próximo, a esse destruirei; o que tem olhar altivo e soberbo não o suportarei”. (AQUELES QUE MORDEM POR TRÁS SERÃO DESTRUÍDOS)

ELLEN WHITE - FALAR MAL



“O falar mal é uma dupla maldição, caindo mais pesadamente sobre quem fala do que sobre quem ouve. Aquele que espalha a semente da discórdia,ceifa em sua própria alma os frutos mortais. Quão miserável é o mexeriqueiro, o que suspeita mal! é uma criatura alheia à verdadeira felicidade”.


Testimonies, vol. 5, págs. 167-170.



O irmão e irmã Da, são pessoas amargas, querem ver somente tragédia e caos e por isso não conhecem a verdadeira felicidade.

Tiago 1:26 - Quem é religioso?



OS IRMÃOS DANITAS AINDA NÃO TEM RELIGIÃO.

Ellen White diz que a crítica procede de satanás. Ele a usa para afastar os irmãos, é a maldição da coletividade, todos perdem. Este é o mais terrível defeito que atinge a igreja, é canibalismo espiritual, pois devoramos os caracteres das pessoas. Será que não temos que vencer este mal em nossa igreja?



“Há alguns que vigiam com a mente e os ouvidos abertos para captar os escândalos que estão no ar. Reúnem pequenos incidentes que em si mesmos são sem importância, mas são repetidos e exagerados até que alguém seja considerado culpado. Seu lema é: conte e nos contaremos. Esse mexeriqueiros fazem a obra de Satanás com surpreendente fidelidade”. Test. Para ministros págs.504.


O QUE FAZER PARA NOS CURARMOS DESSE MAL?



  1. Reconhecer que temos esse pecado, reconhecer que é um grave pecado e um grande mal, sem isto não conseguiremos o perdão de Deus.
  2. Parar de praticar, mudar de atitude, sentir tristeza.
  3. Buscar o poder de Deus, só assim é possível vencer estas fraquezas.

Deus não quer que façamos voto de silêncio em relação as pessoas, mas sim que não falemos mal dos outros.



EX. IRMÃ X. Ao visitá-la, envolvida em problemas me falou: As pessoas precisam de auxílio, não de críticos, de apoio não de fofoca e boatos. Palavras bondosas de animo, são como um copo de água fria a alguém sedento.



SE ALGUÉM AINDA FAZ PARTE DA TRIBO DE DÃ, O QUE FAZER?



  1. Não se envolver com o irmão Danita. Deixemos eles morrerem à mingua sem ter para quem contar suas estórias.
  2. Convidar amigavelmente este irmão a mudar de atitude, deixar o que está fazendo e seguir o conselho de Salmos 1:1, caso não adiante, convide esta pessoa a sair de seu convívio.

ILUSTRAÇÃO



Em 1752 o grande pregador John Wesley e um grupo de piedosos homens, assinaram um pacto e cada um colocou na parede de sua casa: Fica estabelecido entre nos que assinamos este documento,


* Que não ouviremos, nem procuraremos saber de más informações a respeito dos outros.

* Que no caso de ouvirmos algum mal uns dos outros, não seremos afoitos em acreditar.

* Que tão logo for possível, comunicaremos oralmente ou por escrito, a parte acusada aquilo que ouvimos.

* Que não mencionaremos depois à outra pessoa.

* Que não faremos exceção a nenhuma dessas regras, amenos que nos julguemos absolutamente obrigados, em reunião de grupo, a fazê-lo.



CONCLUSÃO



Que Deus permita sairmos o mais rápido possível do meio dos Danitas e que em nós seja encontrado o caráter puro daqueles que fazem parte dos 144.000 que haverão de estar entre o grupo que desfrutará a companhia dos salvos.



Não há mais tempo para fecharmos o ouvido a voz de Deus, tenho certeza que todos queremos fazer parte deste grupo especial, mas é necessário que mudemos radicalmente algumas coisas em nossa vida, que não fazem parte do caráter dos 144.000. Todas as tribos estarão lá, menos uma.



Aquele grupo de danitas ficou de fora por não aceitar mudar, e nós, estamos dispostos a fazer esta mudança? Estamos dispostos a deixar de ser serpente junto ao caminho, que morde, que ataca, para sermos verdadeiros Pastores, que cuidam, que alimentam, que protegem, que salvam?

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