segunda-feira, 11 de setembro de 2006

Faleceu Dona Reunião de Oração?

Recebi um email interessante de um amigo, que revela alguns motivos pela pouca frequência aos cultos. Acompanhe o texto abaixo:


Faleceu Dona Reunião de Oração, que já estava enferma desde os primeiros séculos da era cristã. Foi proprietária de grandes avivamentos bíblicos e de grande poder e influência no passado.



Os médicos constataram que sua doença foi motivada pela frieza de coração, devido a falta de circulação do sangue da fé. Constataram ainda: dureza de joelhos (não dobravam mais), fraqueza de ânimo e muita falta de boa vontade.



Foi medicada, mas erroneamente, pois lhe deram grande dose de administração de empresa, mudando-lhe o regime; o xarope de reuniões sociais sufocou-a; deram-lhe injeções de competições esportivas, o que provocou má circulação nas amizades, trazendo ainda os males da carne: rivalidades, ciúmes, principalmente entre os jovens.



Administraram-lhe muitos acampamentos, e comprimidos de clube de campo. Até cápsulas de gincana lhe deram pra tomar!



RESULTADO: Morreu Dona Reunião de Oração!



A autópsia revelou: falta de alimentação, como pão da vida, carência de água viva, e ausência de vida espiritual.



Em sua memória, a Igreja dos negligentes, situada na Rua do Mundanismo, número 666, estará fechada nos cultos de 4ª e domingos; aos sábados, haverá Culto ou escola sabatina, só pela manhã, assim mesmo quando não houver dias feriados, emendando o lazer de Sexta a Segunda.



Agora, uma pergunta:



SERÁ QUE O LEITOR NÃO AJUDOU A MATAR A DONA REUNIÃO DE ORAÇÃO?



Embora seja uma descrição negativa, que esta não reflita a nossa realidade. Pense nisso!

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As Primeiras Escrituras Impressas

Na Alemanha, em meados do Século 15, um ourives chamado Johannes Gutemberg desenvolveu a arte de fundir tipos metálicos móveis. O primeiro livro de grande porte produzido por sua prensa foi a Bíblia em latim. Cópias impressas decoradas a mão passaram a competir com os mais belos manuscritos. Esta nova arte foi utilizada para imprimir Bíblias em seis línguas antes de 1500 - alemão, italiano, francês, tcheco, holandês e catalão; e em outras seis línguas até meados do século 16 - espanhol, dinamarquês, inglês, sueco, húngaro, islandês, polonês e finlandês.

Finalmente as Escrituras realmente podiam ser lidas na língua destes povos. Mas essas traduções ainda estavam vinculadas ao texto em latim. No início do século 16, manuscritos de textos em grego e hebraico, preservados nas igrejas orientais, começaram a chegar à Europa ocidental. Havia pessoas eruditas que podiam auxiliar os sacerdotes ocidentais a ler e apreciar tais manuscritos.

Uma pessoa de grande destaque durante este novo período de estudo e aprendizado foi Erasmo de Roterdã. Ele passou alguns anos atuando como professor na Universidade de Cambridge, Inglaterra. Em 1516, sua edição do Novo Testamento em grego foi publicada com seu próprio paralelo da tradução em latim. Assim, pela primeira vez estudiosos da Europa ocidental puderam ter acesso ao Novo Testamento na língua original, embora, infelizmente, os manuscritos fornecidos a Erasmo fossem de origem relativamente recente e, portanto, não eram completamente confiáveis.
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Religiosos questionam projeto que classifica o vinho como alimento

A classificação do vinho como alimento, aprovada pela Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, gerou polêmica na sociedade. Médicos, religiosos e organismos que se empenham pela redução do consumo de bebidas alcoólicas são contra a proposta.

De autoria do deputado Estilac Xavier, do Partido dos Trabalhadores (PT), a proposta de classificar o vinho como alimento natural foi aprovada por unanimidade pela Assembléia Legislativa gaúcha, na terça-feira, 29 de agosto.

Para se transformar em lei, o projeto ainda carece da sanção do governador do Estado. Se aprovado, o vinho passará de produto supérfluo a alimento, sofrendo, assim, redução no Imposto de Circulação de Mercadoria sobre o produto, de 12% para 7%, beneficiando o setor vinícola. O Rio Grande do Sul tem 14,4 mil propriedades produtoras de uva.

*O vinho é uma bebida alcoólica. Não pode ser tratado como se fosse um produto qualquer, inofensivo, e incluído na cesta básica. Vinho não é feijão, arroz ou batata*, frisou a coordenadora das ações para o álcool dentro do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul, Ana Maria Marins.

Números da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que 17 milhões de brasileiros são dependentes de bebidas alcoólicas e que o dano provocado pelo consumo de álcool no Brasil seja da ordem de 7,3% do Produto Interno Bruto (IPB). Que Desperdício, você não acha?

Ao referente assunto, a bíblia oferece o seguinte conselho:

Provérbios 20:1 - O vinho é escarnecedor, e a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar não e sábio.

Espero que o Governador antes de sancionar tal medida, entendenda que o Suco de Uva é alimento. Esse sim deveria ter redução de impostos. Mas o vinho que enfurece, que provoca acidentes, que destrói os neurônios e a saúde devido a sua mistura alcoólica, que continue cada dia mais caro.
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sexta-feira, 8 de setembro de 2006

A Diferença está na Oração

Cinco recém graduados estudantes de teologia visitavam Londres, emocionados com a oportunidade de ouvir algum destacado pregador antes da sua ordenação para o ministério. O forte sol de verão os castigava enquanto aguardavam que as portas do taberná­culo de Spurgeon fossem abertas, a mesma igreja do mais famoso pregador daquele tempo. Um estran­geiro se apro­ximou deles e lhes disse: *Enquanto vocês estão esperando, não gostariam de ver o sistema de aquecimento da igreja?*

Ver o sistema de aquecimento em um dia abrasador de julho era a última coisa que eles tinham em mente, mas con­sentiram. Fo­ram conduzidos alguns degraus abaixo para uma porta no subsolo. O guia abriu a porta e sussurrou em tom baixo : *Este é o sistema de aquecimento de nossa igreja*.

Os jovens pastores viram diante deles 700 pessoas ajoelhadas em oração suplicando as bênçãos de Deus para a reu­nião evange­lística que seria conduzida no salão superior. O guia desco­nhecido se apresentou como o próprio Charles Spurgeon.
O ministério de Spurgeon foi poderoso por causa da oração.

Spurgeon disse certa vez: *Quando Deus deseja fazer uma grande obra, ELE primeiro coloca seu povo para orar.*

Max Lucado disse: *Quando nós trabalhamos, apenas trabalhamos. Mas quando nós oramos Deus trabalha !*.


Oração faz toda a diferença na obra de Deus, há muitos exemplos que demonstram este principio, e aqui estão al­guns :

1) Pedro - Pregando a nova mensagem do evangelho em Jerusalém
Resultado : 3.000 almas foram convertidas em um dia.
O segredo: Os Discípulos tinham orado por 10 dias.

John Maxwell disse : *hoje nós oramos por 10 minutos, prega­mos por 10 dias e apenas 3 se convertem*.

2) Willian Carey : Considerado o *Pai das Missões Modernas*, pregou na Índia a partir de 1792.
Resultado : Por 42 Anos ele pregou e viajou. Ele traduziu partes da Bíblia para 25 dialetos indianos. No final da vida havia tra­duzido a Bíblia para a terça parte dos habitantes do mundo.
O segredo: Willian Carey tinha uma irmã aleijada que era sua companheira de oração. Ele a escrevia semanalmente com seus pedidos de oração. Ela orava todos os dias por ele.

3) Charles Finney : O grande avivalista, pregou em Rochester e New York na década de 1850.
Resultado: 10% de toda a cidade se converteu (1.000 pessoas em um só lugar, em um ano). Em Boston, 50 mil fize­ram a deci­são de se dedicarem a Deus em apenas uma semana. 85 de cada 100 que se convertiam sob a pregação de Finney permaneciam fiéis a Deus. Uma estimativa diz que ele foi responsável por meio milhão de conversões du­rante sua vida.
Segredo: Ele tinha um companheiro de oração, Abel Clarey, que viajava com ele, e dedi­cava tempo integral a orar pelo ministé­rio de Finney. Ele nunca partia e enquanto Finney pregava, ele continuava prostrado em oração. Finney admitiu posteriormente que sua prega­ção teria sido ineficaz sem Abel Clarey e outros companheiros de oração .

4) Dwight L .Moody: O grande evangelista pregou nos Estados Unidos e na Inglaterra na década de 1870.
Resultado : Um total de 900 mil preciosas almas ganhas para Cristo, é o calculo da colheita que Deus fez por inter­médio de seu humilde servo.
Segredo: Maryann Adelard leu um recorte sobre o ministério de Moody e começou a inter­ceder por ele regular­mente, alem de mobilizar outros a se unirem a ela. Moody costumava colocar 490 estudantes do seminário de Northfield para reuniões de oração e jejum em fa­vor suas cruzadas evangelísticas.

5) Billy Graham : O evangelista do século XX, pregou a cerca de 200 milhões de pessoas desde o inicio de seu ministério e em quase 200 nações.
Resultado : Extensas cruzadas e milhares aceitaram a Cristo.
Segredo : O principal critério de analise na escolha desta ou aquela cidade para organizar uma cruzada era a propor­ção de gru­pos de oração do povo da cidade em seu favor.
Ruth Goodge orou por um quarto de século pelas campanhas de Billy Graham, organizando grupos de oração nas cidades onde Graham conduziria suas cruzadas.

6) Dwight Nelson : Tem sido o pastor da igreja Adventista * Pioneer Memorial*, na uni­versidade Andrews nos úl­timos 15 anos.
Resultado: Jovens, adolescentes e pessoas de todas as gerações têm respondido ao seu mi­nistério. Ele publicou 8 li­vros que tem alcançado milhões. Foi orador da Net 98, programa evangelístico que cobriu o globo ? a 1a na historia da IASD.
Segredo: A congregação de Dwight, no campus da universidade Andrews tem sido convo­cada a oração. Nos últi­mos 8 anos, e no início de cada ano eles dedicam 10 dias para a ora­ção (a exemplo dos 10 dias do Pentecostes). Cada sábado, enquanto Dwight está pregando, um grupo ora por aqueles que atenderão aos apelos. Na liturgia, alguns mi­nutos são dedica­dos ao *jardim da ora­ção* ? Pessoas vem à frente para oração especial. O slogan de sua igreja, gra­vado em letras douradas num estandarte, diz: *Avançar sobre os joelhos* .

A batalha de Refidim (Ex. 17:8-16)

Quem venceu os amalequitas? Onde estava o foco real da batalha? Quem era o principal guerreiro? Pense nos seguintes aspectos:
a) O inimigo nos derrota a partir de nosso ponto mais fraco (Vs. 8).
b) O êxito está em unir o esforço humano com o poder com o poder divino (Vs. 9 e 10).
c) A vitória está nas mãos dos intercessores (Vs. 11 e 12).

O registro de um estoriador secular, falaria da vitória de Josué. Mas a Bíblia abre nossos olhos a um quadro mais completo da situação: Josué luta enquanto Moisés ora.

CONCLUSÃO

Sem Moisés haveria vitória?
Josué recebe o crédito da vitória. Para impressionar Israel sobre a importância da oração intercessora, Deus permitiu que se alternasse o êxito e o fracasso*. O ÊXITO ESTAVA NA INTERCESSÃO!

Fonte: Adaptado - Pr. Abdala - IAENE
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segunda-feira, 4 de setembro de 2006

Museu da Bíblia apresenta réplica da prensa de Gutenberg

Museu da Bíblia, localizado em Barueri, São Paulo, inaugurou no dia 30, uma réplica em atividade da prensa de Gutenberg, invento que causou grande impacto na humanidade e que possibilitou a reprodução e rápida difusão do Livro Sagrado mundo afora.


A demonstração de como funciona a prensa de Gutenberg será uma das atrações do Museu da Bíblia. O material que será produzido aqui utiliza a mesma técnica idealizada por Gutenberg, no século XV, aponta o diretor do Museu da Bíblia, Erní Seibert.


O primeiro livro impresso por Gutenberg na Alemanha, em 1458, foi a Bíblia. Até então, as cópias das Sagradas Escrituras eram feitas uma a uma pelos monges copistas. Para reproduzir as cerca de três milhões de letras, 31 mil versículos e 1,19 mil capítulos, os monges gastavam, em média, de 12 a 15 meses.


Todo esse processo, demorado e caro, tornava o texto sagrado inacessível para a população. Além disso, os exemplares da Bíblia recebiam nos monastérios ilustrações requintadas, desenhos folheados a ouro e capas bem trabalhadas. Assim, o custo de uma Bíblia equivalia a uma pequena propriedade rural, informa o serviço de imprensa da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB).


A prensa de Gutenberg possibilitou que, a partir de tipos móveis individuais, os textos fossem montados e impressos manualmente. Após a impressão, as letras eram guardadas e organizadas por tamanho e forma, podendo ser utilizadas em nova impressão.


Os primeiros experimentos de Gutenberg com a prensa móvel ocorreram por volta de 1445, com a impressão de pequenos textos, cartas de indulgência e missais. Em 1454, ele começou os preparativos para a impressão da Bíblia, o que levou cerca de três anos para ser concluído.


Com uma equipe de 12 ajudantes, em três anos Gutenberg imprimiu cerca de 250 exemplares da Bíblia em latim. Atualmente, ainda existem 40 desses exemplares, que estão entre os livros mais valiosos do mundo.


Lamentavelmente, nenhum tipo móvel e nenhuma imagem do equipamento desenvolvido por Gutenberg foram preservados. Seu invento serviu, contudo, de modelo para outras iniciativas, concebidas posteriormente.


O Museu da Bíblia, inaugurado em 2003, é uma parceria da SBB com a prefeitura de Barueri, cidade da Grande São Paulo. O museu, o primeiro do gênero no país, reúne cerca de 3 mil títulos, entre os quais partes do texto bíblico em 200 idiomas e Bíblias, como a Vulgata, de 1583, a primeira Bíblia em língua portuguesa em volume único, de 1819, além de testamentos datados do século XIX e inícios do século XX, e um banco de imagens.


Fonte: ALC

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